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Blog do Desemprego Zero

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Carro elétrico, a revolução geopolítica e econômica do século XXI e o desenvolvimento do Brasil

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Fonte: Revista Oikos 

Por GUSTAVO ANTÔNIO GALVÃO DOS SANTOS

BRUNO GALVÃO DOS SANTOS

RODRIGO LOUREIRO MEDEIROS

ROBERTO PEREIRA D’ARAÚJO  

Este trabalho analisa as grandes transformações mundiais possivelmente decorrentes da difusão do carro elétrico, que é a principal tecnologia para o novo mundo de baixo carbono. O automóvel revolucionou o século XX. A rede urbana, a estrutura econômica, a produtividade agrícola, a economia dos serviços, as grandes corporações se organizaram e cresceram por causa dele. A indústria automobilística foi sinônimo de desenvolvimento. Isso decorre também da sua importância dentro da metal-mecânica nas Indústrias Centrais, da qual faz parte também a química e a eletrônica. Essas indústrias correspondem a aproximadamente 70% das inovações e das exportações brasileiras feitas nos últimos 3 anos: pré-sal, etanol, metal-mecânica do diesel e carros populares e carnes. Para estar preparado para a tendência de motorização elétrica, o Brasil precisa também investir em carros elétricos e híbridos. A melhor forma de fazê-lo é através de campeões nacionais. A tecnologia mais promissora para o Brasil para abastecimento da motorização elétrica é provavelmente a célula combustível a etanol e só um campeão nacional pode garantir espaço de mercado para o país impor essa solução que lhe favorece.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

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O fim do modelo político-midiático

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Tempos atrás escrevi que a transparência trazida pela Internet e pelo acesso aos bancos de dados mais reservados liquidaria com o modelo político.

Os escândalos de hoje são um bom exemplo.

Com os partidos preparando-se para as eleições, não sobra um. Aí está o DEM envolvido, o PPS, na hora em que se quiser levantam-se os esquemas políticos por trás do Detran-SP, as compras da Secretaria da Educação e tudo o mais. Diria que hoje em dia o partido mais cuidadoso é o PT, mas por uma razão externa: é o mais visado pela mídia. Em compensação, a falsa certeza de blindagem tornou São Paulo suscetível a uma série de futuras denúncias graves. Clique aqui para ler o artigo.

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Mudanças climáticas e desenvolvimento nacional

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil

Há uma desconfiança generalizada no ar quanto à capacidade do encontro de Copenhague de definir efetivos acordos políticos sobre os cortes de emissões dos países ricos. Os países emergentes, por sua vez, também precisariam apresentar ações sustentáveis.

Nesse sentido, chama atenção a proposta chinesa. Segundo informações das agências internacionais de notícias, os chineses estão propondo cortar, até 2020, de 40% a 45% na sua “intensidade de carbono” em relação aos níveis de 2005.

Por intensidade de carbono chinesa deve-se compreender o montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB). Não se pode deixar de notar como os chineses estão preocupados em conciliar crescimento econômico com ganhos graduais de eficiência e produtividade. Leia o resto do artigo »

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Previsão para aumento do PIB em 2009 é reduzida, diz BC

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: Brasil Econômico

Por Vivian Pereira (vpereira@brasileconomico.com.br)

As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) para o Boletim Focus, divulgado hoje (30), reduziram as projeções para o crescimento da economia brasileira até o final deste ano.

O mercado reduziu a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 0,20%, ante 0,21% na semana passada e 0,18% há um mês. Para o ano que vem, a previsão seguiu em 5%.

As projeções para o crescimento da produção industrial no país também foram reduzidas este ano, passando de -7,64% para -7,72%. Há um mês, a estimativa era de -7,57%. Já para 2010, a previsão aumentou de 6,85%, na última semana, para 6,88%.

As instituições financeiras consultadas reduziram ainda as estimativas para a balança comercial que, ao final de 2009, deve ficar em US$ 25 bilhões. Na semana passada, a previsão era de US$ 25,20 bilhões e, há um mês, de US$ 26 bilhões.

Em 2010, o mercado diminuiu a previsão para a balança comercial para US$ 13 bilhões, ante leitura de US$ 13,40 bilhões há uma semana e de US$ 16,25 bilhões há quatro semanas. Leia o resto do artigo »

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Pressão mundial encarece o álcool

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Redução da oferta de açúcar por causa de perdas na safra da Índia e mais carros flex elevam o valor do combustível 

Fonte: Correio Braziliense

Por LIANA VERDINI 
Uma boa e uma má notícia para quem usa o álcool combustível. A boa é que o preço do etanol – um dos mais caros da história (leia quadro ao lado) – tende a parar de subir a partir de dezembro. A má é que deve se estabilizar nesse patamar. Desde junho, o valor do produto só sobe – passou de R$ 1,17 o litro em São Paulo (usado como base porque é o maior produtor e consumidor do país) para R$ 1,559 na segunda semana de novembro, com alta de 33%. Para a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), o pior momento já passou. Segundo Sérgio Prado, representante da Única em Ribeirão Preto, há duas semanas o preço no fabricante chegou a subir mais de 2% em apenas sete dias. “O preço é volátil e ainda está buscando o ponto de equilíbrio depois de sofrer bastante com a crise econômica iniciada nos últimos meses do ano passado”, explicou. 

Ele lembrou que, há dois anos, episódios externos afetam os preços do produto no Brasil. “No fim de 2007, as exportações de álcool caíram e houve uma oferta maior, fazendo os preços caírem. No ano passado, foi a crise que diminuiu a demanda e reduziu os preços. Agora, aparentemente, entramos em um período de normalidade.”  Leia o resto do artigo »

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Artigo de Benjamin é “loucura”, diz Lula

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Ministros criticam editor por versão segundo a qual ouviu de Lula que tentou “subjugar” companheiro de cela em 1980 

Segundo Gilberto Carvalho, presidente está “triste e abatido”; Franklin Martins diz que texto “é um lixo” e critica Folha por publicá-lo 

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA 
DA AGÊNCIA FOLHA EM CAMPINAS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “loucura” o episódio narrado em artigo do editor e ex-petista César Benjamin publicado na Folha. No texto “Os Filhos do Brasil”, Benjamin relata conversa de 1994 em que Lula teria dito, num contexto sexual, que tentou “subjugar” um colega de cela quando esteve preso em 1980.
O chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, criticou Benjamin e a Folha, por publicar o texto. “O presidente está triste, abatido e sem entender [o motivo das declarações]. Ele falou que isso é uma loucura”, disse. “Nos estranha muito a Folha ter publicado isso. É coisa de psicopata, para nós, é uma coisa que só pode ser explicada como psicopatia.”
Carvalho disse que o governo não irá procurar Benjamin “em hipótese alguma” e também descartou que o presidente processe o ex-petista. “Vamos nos sujar fazendo isso. Quando a coisa é séria, nós reagimos, mas, nesse caso, quando não é [ignoramos]“, disse. Leia o resto do artigo »

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Taxing the Speculators

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

Op-Ed Columnist

Should we use taxes to deter financial speculation? Yes, say top British officials, who oversee the City of London, one of the world’s two great banking centers. Other European governments agree – and they’re right.

Unfortunately, United States officials – especially Timothy Geithner, the Treasury secretary – are dead set against the proposal. Let’s hope they reconsider: a financial transactions tax is an idea whose time has come.

The dispute began back in August, when Adair Turner, Britain’s top financial regulator, called for a tax on financial transactions as a way to discourage “socially useless” activities. Gordon Brown, the British prime minister, picked up on his proposal, which he presented at the Group of 20 meeting of leading economies this month. Leia o resto do artigo »

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Saídas pós-crise internacional

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Marcio Pochmann 

O sistema capitalista revela, em suas crises periódicas, momentos de profunda reestruturação. São oportunidades históricas em que velhas formas de valorização do capital sinalizam certo esgotamento, enquanto novas formas ainda não se apresentam plenamente maduras no centro dinâmico do mundo.

É nesse sentido que algumas das saídas para o mundo pós-crise internacional já podem ser vislumbradas. A primeira vincula-se à reconstrução do modelo de globalização neoliberal que produziu, entre outras coisas, uma inédita era de monopolização econômica em poucas empresas globais. Até antes da crise mundial, cerca de 500 grandes corporações transnacionais geravam faturamentos anuais que, acumulados, chegavam a se aproximar de metade do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No contexto pós-crise, possivelmente um contingente ainda menor de corporações transnacionais tende a estar mais concentrado em mais atividades econômicas, apontando para o grau de monopólio privado sem paralelo histórico. Essa realidade faz com que países deixem de ter o controle das empresas para que as grandes corporações transnacionais passem a deter países, com faturamentos anuais superiores ao PIB de nações. Leia o resto do artigo »

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