Brasil será o 6º destino de multinacionais nos próximos 5 anos, diz KPMG
Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente*
O Brasil será o sexto destino preferido de investimentos das empresas multinacionais nos próximos cinco anos, superando tradicionais economias como a da Alemanha, Itália, Japão e França. A informação é da consultoria KPMG, que destaca que o “balanço de poder econômico” no mercado internacional vai mudar com o crescimento dos emergentes.
Segundo a empresa, entre os seis primeiros destinos de investimentos no mundo até 2013, quatro serão abocanhados pelos emergentes. A China irá superar os Estados Unidos na liderança. Atualmente, o Brasil aparece em oitavo lugar, posição que deve manter no ano que vem. Até 2013, entretanto, o país vai superar mercados europeus, como a França e a Alemanha.
A pesquisa envolveu cerca de 30 países e mais de 300 questionários foram distribuídos, de acordo com a KPMG. A empresa afirma ainda que dez entrevistas com administradores de fundos foram feitas para determinar as posições do ranking.
Essa boa notícia interessa principalmente ao sistema portuário brasileiro.
Se as matérias divulgadas na imprensa sobre o Decreto da Secretaria Especial de Portos estiverem corretas, o atual marco regulatório dos portos será mantido e reforçado.
Com isso, teremos a estabilidade necessária para que os atuais e futuros operadores privados que operam os portos públicos possa realizar cada vez maiores ofertas públicas de ações na Bovespa, atraindo esses investidores que estão de olho nas oportunidades de investimentos produtivos no Brasil. Leia o resto do artigo »
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Luiz Inácio Lula da Silva já tomou a decisão política de levar adiante a criação de uma espécie de fundo com recursos da exploração dos megacampos de petróleo da camada do pré-sal.
Léo Nunes – Paris - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, afirmou hoje que os governos latino-americanos devem “resistir” em reajustar os salários nos seus respectivos países. De acordo com Strauss-Kahn, a alta dos preços do petróleo e dos alimentos, associada a um aumento dos salários, poderia criar um ambiente inflacionário irreversível.
