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Blog do Desemprego Zero

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Cuba Registra vacina contra câncer Gr 250608 de pulmão

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Cuba registrou a primeira vacina terapéutica para o tratamento do cáncer de pulmão, é a única no mundo para ese tipo de tumor maligno. A vacina aumenta a qualidade de vida dos pacientes com ese tipo de câncer. A descoberta dessa vacina deu-se no Centro de Imunologia Molecular (CIM), uma das instituições do Polo Cientifico da capital do País.

A vacina diminui a falta de ar dos enfermos, auxilia no ganho de peso, melhorando o apetite destes, e as dores diminuem muito, podendo os enfermos levar uma vida normal com apenas alguns cuidados. Bem diferente de antes que os pacientes eram submetidos a quimioterapia e a radioterapia, debilitando muito os pacientes. Trata-se de um grande avanço para a ciencia, e uma dose extra de esperança aos enfermos.  

Publicado também em: Correio Braziliense

Por: Iris Armas Padrino

La primera vacuna terapéutica para el tratamiento del cáncer de pulmón avanzado fue registrada en Cuba y es la única inscrita en el mundo para ese tipo de tumor maligno, reporta la Agencia de Información Nacional.

Con el nombre de CIMAVAX EGF, el inmunógeno es de probada eficacia e incrementa la sobrevida y la calidad de los pacientes con esa enfermedad, dijo la doctora en Ciencias Biológicas Gisela González, gerente del proyecto.

La especialista explicó a la prensa que este fue desarrollado en el Centro de Inmunología Molecular (CIM), una de las instituciones insignias del Polo Científico de la capital del país. Leia o resto do artigo »

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Produtividade desarma a armadilha do câmbio

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Atualmente o Brasil vive um déficit nas contas externas e há previsões que esse déficit vai persistir nos próximos anos. Assim, se retoma o debate se o crescimento deve ser financiado por recursos externos ou não.

Como pode ser verificado no artigo abaixo, o déficit enquanto porcentagem do produto é crescente. Nenhum desses dados ou projeções preocupa o corpo técnico do BC, pois acreditam que essa acomodação do déficit se dará pela desaceleração da remessa de lucros e dividendos enviados ao exterior pelas empresas estrangeiras instaladas no País.

Segundo observação do o professor Antonio Corrêa de Lacerda, se a valorização do real ajudou a manter a inflação sob controle, manter a moeda nacional tão forte “levou o Brasil a cair em uma armadilha”, arrefecendo exportações e incentivando importações. O professor prevê que o aprofundamento do déficit em transações correntes forçará o ajuste do real frente ao dólar pressionando a inflação.

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Nos últimos cinco anos o Brasil acumulou tranqüilos superávits em suas transações correntes. Esse quadro mudou. Hoje, o País convive com previsões de persistentes déficits nas contas externas nos próximos anos, o que necessariamente não quer dizer o pleno desaparecimento dessa tranqüilidade externa ou que uma crise cambial avassaladora está à espreita. Essencialmente, em torno das transações correntes, retoma-se um debate antigo na economia brasileira, se o financiamento do crescimento deve depender, ou não, de recursos externos. E, apesar das severas divergências entre as correntes de pensamento econômico quanto aos efeitos da mudança de quadro nas transações correntes, é obrigatório balizar a análise desse efeito nas tendências definidas pelos números do Departamento Econômico do Banco Central (BC).

Em maio, a conta corrente relativa a todas as transações do País com o exterior registrou déficit de US$ 649 milhões, conforme os dados do BC. Vale notar que em abril esse mesmo resultado batera em um déficit de US$ 3,31 bilhões. Em maio de 2007, no entanto, o saldo foi negativo, mas de apenas US$ 151 milhões. O que preocupa é o acumulado do ano, de janeiro a maio, com o déficit nas transações alcançando US$ 14,7 bilhões. No mesmo período, nos primeiros cinco meses de 2007, o País acumulara nas contas correntes com o exterior um superávit de US$ 1,89 bilhão. Quando a comparação é feita pelo período anualizado, o quadro se agrava: tomando como referência maio, no acumulado de 12 meses, o déficit das transações correntes alcança US$ 15,15 bilhões, equivalente a 1,11% do PIB. Porém, em maio de 2007, no mesmo acumulado de 12 meses, o superávit atingia US$ 13,3 bilhões, cerca de 1,15% do PIB. As preocupações aumentam quando se observa o fato de que o déficit acumulado em 12 meses, referência abril, representou 1,08% do PIB.

Em outras palavras, o déficit enquanto porcentagem do produto é crescente.  Nenhum desses dados ou projeções preocupa o corpo técnico do BC, que garante estar seguro tanto em relação ao financiamento desse déficit pelo investimento estrangeiro direto quanto de que os números de maio sugerem uma acomodação desse saldo negativo em tendência decrescente. O BC acredita que essa acomodação do déficit se dará pela desaceleração da remessa de lucros e dividendos enviados ao exterior pelas empresas estrangeiras instaladas no País. Segundo os técnicos do banco, essa remessas em junho já não devem ultrapassar um US$ 1,6 bilhão (estavam em US$ 1,2 bilhão na terceira semana do mês), uma vez que, sazonalmente, esse envio se concentra nos quatro primeiros meses do ano, além do fato de que certos setores, automotivo e financeiro em especial, já esgotaram suas exigências de envio de lucros para as matrizes. Leia o resto do artigo »

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País deixará de ser “primitivo” em 2016, diz Ipea

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Com o crescimento contínuo da economia, a recuperação do salário mínimo e ações de transferência de renda, em 2016 o País deixará de ser um país primitivo perante o mercado de trabalho segundo Marcio Pochmann, presidente do Ipea.

A afirmação de Pochmann é baseada no índice de Gini, que mede a concentração de renda do trabalho. Mas tudo só será possível se mantiver um cenário de baixa inflação e estabilidade nas taxas de crescimento. Novos investimentos que exigem a contratação de mão-de-obra qualificadas, que por isso receberão salários mais altos, explicam o aumento da concentração da renda nas mãos do trabalhador.

O estudo chama a atenção também para a forte recuperação da renda nas camadas mais pobres da população. Um dos maiores entraves ainda para a melhor desconcentração da renda é a alta taxa tributaria praticada pelo país. A seguir segue o estudo, com os índices que melhor explica a análise de Pochmann.

Publicado em: JB Online

Mantidos os atuais ritmos de crescimento da economia, de recuperação do salário mínimo e ações de transferência de renda, somente em 2016 o Brasil deixará de ser um país “primitivo” na distribuição de renda do mercado de trabalho.

Na prática, em oito anos, diminuirá a diferença (hoje em 23,5 vezes) entre a média salarial dos mais pobres e dos mais ricos, segundo projeção feita pelo presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcio Pochmann.

A estimativa de Pochmann tem como base o índice de Gini, que mede a concentração de renda do trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do país (Recife, Salvador, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro). Leia o resto do artigo »

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A deterioração das transações correntes

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

O jornal Valor Econômico, de 24/06/08, caderno de Finanças (p.C1), publicou uma reportagem sobre a deterioração da conta corrente do balanço de pagamentos do Brasil. Utilizando-se de fontes do BACEN, a matéria demonstra ter havido uma deterioração de 331,1% no resultado líquido das transações correntes quando se compara maio/07 a maio/08. A posição do investimento estrangeiro direto, por sua vez, atraído pelo viés de alta da taxa básica de juros, a Selic, cresceu 65% no mesmo período. O swap reverso é parte integrante dessa novela.

De Londres, Henrique Meirelles afirma que “a atual rota de crescimento é explicada pela demanda doméstica (…) em consistência com esse fato, tanto a confiança dos consumidores quanto dos empresários estão em níveis recordes”. O teatro de Meirelles contraria as projeções do Boletim Focus, o relatório de mercado do BACEN. O Focus estima crescimento de 4,8% para o PIB brasileiro em 2008. Abaixo, portanto, do realizado em 2007. Com 51% de sua população economicamente ativa vinculados às relações formais de trabalho, não se pode esperar que a redução do crescimento econômico reduza o desemprego e o subemprego no Brasil.

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Yeda Crusius e a corrupção na mídia

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Segundo o jornalista Altamiro Borges, afirma que o Marco Aurélio Weissheimer, da Carta Maior, encontrou uma pista para explicar a atitude da mídia em relação ao escândalo de corrupção no governo tucano de Yeda Crusius. Ele descobriu que os líderes desta maracutaia investiram na formação de opinião pública favorável bancando anúncios publicitários nos jornais gaúchos.

Um lobista do PSDB acusado de integrar a máfia do Detran diz, numa carta escrita à governadora Yeda Crusius, que vários colunistas da mídia comercial foram pagos com dinheiro do esquema ilícito. O documento não revela quais os jornais ou colunistas que prestaram o serviço sujo à máfia do Detran. Diante da gravidade da denúncia, o Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande Sul enviou pedido à CPI que apura o caso para que sejam nominados os profissionais e veículos

Marco Aurélio declara que sempre existiu no Brasil uma imprensa “marrom”, feita de matérias compradas e de deturpações grosseiras para favorecer grupos econômicos e políticos ou simplesmente para vender mais jornal. A prática da corrupção adquiriu novos e sutis contornos na era do jornalismo on-line e do predomínio da ditadura financeira e da globalização neoliberal.

Por Altamiro Borges

Publicado originalmente no Blog do Miro

O jornalista Marco Aurélio Weissheimer, da Carta Maior, encontrou uma pista para explicar o tratamento cordial – e tardio – dispensado pela mídia hegemônica ao escândalo de corrupção no governo tucano de Yeda Crusius. Pesquisando os documentos que o Ministério Público Federal apresentou contra a quadrilha que roubou o Detran, ele descobriu que os líderes desta maracutaia investiram na formação de opinião pública favorável bancando anúncios publicitários nos jornais gaúchos. Um lobista do PSDB acusado de integrar a máfia diz, numa carta à governadora, que vários colunistas da mídia comercial foram pagos com dinheiro do esquema ilícito.

Na página 56 do documento, o Ministério Público é taxativo: “O grupo investia não apenas na imagem de seus integrantes, mas também na própria formação de uma opinião pública favorável aos seus interesses, ou seja, aos projetos que objetivavam desenvolver. A busca de proximidade com jornais estaduais, os aportes financeiros destinados a controlar jornais de interesse regional, freqüentes contratações de agências de publicidade e mesmo a formação de empresas destinadas à publicidade são comportamentos periféricos adotados pela quadrilha para enuviar a opinião pública, dificultar o controle social e lhes conferir aparente imagem de lisura e idoneidade”.

Colunistas ou mercenários?

O documento não revela quais os jornais ou colunistas que prestaram o serviço sujo à máfia do Detran. Diante da gravidade da denúncia, o Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande Sul enviou pedido à CPI que apura o caso para que sejam nominados os profissionais e veículos, “pois não é justo que toda a categoria seja colocada sob suspeição”. Já os jornais estaduais – a rigor, existem apenas dois, Zero Hora e Correio do Povo – fingiram-se de mortos diante da grave revelação do MPF. Até agora, a imprensa gaúcha simplesmente nem citou o trecho do documento. Leia o resto do artigo »

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Dependência de capital brasileiro e de outros emergentes é risco para EUA

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Os Estados Unidos há muito tempo vem dependendo dos países emergentes – China, Brasil, México – para financiar suas importações. Os EUA têm que importar quase US$ 2 bilhões líquidos em capital por dia para cobrir seu déficit comercial.

Joseph Quinlan, estrategista-chefe de mercado do Bank of America, afirma que “Não apenas estamos viciados em dinheiro do resto do mundo, mas esse dinheiro vem de países pobres”. Há uma anomalia histórica, porque em vez do capital dos países ricos migrarem para os pobres, vem ocorrendo exatamente o oposto, os recursos saem dos países pobres e vão para os ricos, declara Barry Eichengreen, economista da Universidade de Berkeley, na Califórnia.

Uma forma de explicar isso é a dependência americana de eletrônicos chineses, petróleo russo e eletrodomésticos mexicanos. Quanto mais os americanos gastam, mais esses países acumulam dólares. Como esses países não podem investir tudo internamente acabam investindo externamente.

Por Michael M. Phillips,

Publicado no The Wall Street Journal

Há muitos anos os Estados Unidos dependem da bondade de estranhos para financiar suas importações. Mas hoje em dia é provável que esses estranhos estejam na China, Brasil, México ou em algum outro país emergente.

Os EUA têm que importar quase US$ 2 bilhões líquidos em capital por dia para cobrir seu déficit comercial. Dos US$ 920 bilhões que estrangeiros investiram em ações, títulos e papéis do governo americano no ano passado, US$ 361 bilhões – impressionantes 39% do total – vieram de países emergentes, segundo cálculos do Bank of America com base em dados do Departamento do Tesouro americano.

Só a China foi responsável por 21 pontos porcentuais desse total, com o Brasil em seguida, com 8,4 pontos porcentuais, Rússia com 2,8 e México, Cingapura, Malásia, Coréia do Sul e outros também no grupo.

E provavelmente isso é só a ponta do iceberg. Capital de países do Golfo Pérsico ricos em petróleo geralmente flui através de Londres rumo a Nova York, então bilhões de dólares em fluxo de investimento, que nos relatórios do governo parecem ter origem britânica, na verdade são árabes.

“Não apenas estamos viciados em dinheiro do resto do mundo, mas esse dinheiro vem de países pobres”, diz Joseph Quinlan, estrategista-chefe de mercado do Bank of America.

Claro que os países do Golfo Pérsico não são pobres. Mas, se comparados aos EUA, países como Brasil, México e Rússia são. De acordo com os livros de economia, o capital deve fluir de países ricos com crescimento lento, que contam com muito dinheiro disponível, para países pobres de rápido crescimento, que não o têm. Certamente era assim antes da 1a Guerra Mundial, quando os europeus ainda exploravam os recursos naturais de suas colônias. Leia o resto do artigo »

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Cresce disputa por royalties após descoberta no pré-sal

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A arrecadação de royalties crescerá bastante devido às descobertas de petróleo no pré-sal. Portanto a discussão agora é quem deve ficar com a maior parte dos recursos, a União ou Estados e Municípios.

Muitos especialistas defendem que a União deveria ficar com a maior parte dos recursos, pois segundo, Edmar Almeida, do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, “é preciso dar capacidade ao governo federal para investir em fundos voltados para educação, tecnologia e desenvolvimento econômico e garantir o benefício de um bem finito às próximas gerações”.

A “batalha” política extrapola os limites do Congresso. A secretária de Minas e Energia de São Paulo, Dilma Pena, defende novas regras de partilha dos royalties e para a delimitação das áreas marítimas de Estados e municípios  usadas para determinar em qual território se localizam os campos e os seus beneficiários.

Por Pedro Soares e Roberto Machado

Publicado originalmente Folha Online

Estados e municípios não-produtores “brigam” por fatia de recursos do petróleo

Tarifas não são dádivas, e sim compensações, afirma secretário do Rio; para especialistas, receita do pré-sal deve ficar com a União

Com as descobertas de petróleo no pré-sal, a arrecadação de royalties crescerá exponencialmente e já existe uma discussão política se a União deve abocanhar uma fatia maior e alocar os recursos para fundos com destinação específica (educação, desenvolvimento econômico e social e infra-estrutura) ou se aumentarão os repasses a Estados e municípios não-produtores. Há no Congresso pelo menos 12 projetos de mudança da Lei do Petróleo em tramitação na Câmara e mais oito emendas à Proposta de Emenda Constitucional da reforma tributária que sugerem alterações.

O único consenso é que atualmente royalties e participações especiais são muito baixos diante da alta do preço do petróleo. Até as petroleiras privadas, representadas pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), defendem um aumento.

A maior parte dos especialistas ouvidos pela Folha defende que a receita adicional gerada pelo pré-sal -cujo pico só deve ser alcançado em mais de dez anos- fique com a União. “É preciso dar capacidade ao governo federal para investir em fundos voltados para educação, tecnologia e desenvolvimento econômico e garantir o benefício de um bem finito às próximas gerações”, diz Edmar Almeida, do Grupo de Economia da Energia da UFRJ. Rafael Schechtman, do CBIE (Centro Brasileiro de Infra-Estrutura), diz que haverá um excedente de recursos “maior do que a capacidade dos municípios em gastá lo”. “Cidades como Campos e Macaé [no norte fluminense] vão virar quase um emirado árabe.” Atualmente, as dez que mais recebem royalties e participações especiais (pagas por campos de alta produção e rentabilidade) abocanham 53% da receita prevista para os municípios. Leia o resto do artigo »

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Ato de um ano da chacina do Complexo do Alemão

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

No dia 27 de junho haverá um ato em repúdio aos assassinatos cometido pela polícia militar do Rio de Janeiro no Complexo do Alemão há um ano atrás.

Naquela data a polícia assassinou 21 pessoas (na verdade vítimas) alegando que se tratavam de criminosos, além de ter ferido 9 nas quais se incluem crianças. Mortos da forma mais covarde, visto que após o resultado do laudo confirmou-se que as vítimas foram mortas pelas costas ou a queima-roupa (tiros a pouca distância), as famílias com o apoio de algumas organizações de direitos humanos e movimentos sociais decidiram reivindicar mais esta ação de extermínio do Estado.

A chacina foi resultado da atual política de segurança pública, baseada no confronto direto acreditando esta ser a melhor solução para banir a criminalidade (que envolve principalmente pobres e moradores de favelas).

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