Na área de inovação, sobram recursos e faltam projetos
Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Por: Luciana Sergeiro 
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) conta, neste ano, com R$ 450 milhões em caixa para apoiar projetos considerados inovadores. Os financiamentos são não-reembolsáveis, ou seja, as empresas contempladas não têm que devolver o dinheiro recebido.
Poucas empresas até agora se candidataram ao projeto de inovação tecnológica. O valor mínimo de investimento é de R$ 1 milhão, com prazo de execução de 36 meses. E hoje, em Brasília, a entidade vai apresentar o Prime, programa que prevê o investimento de R$ 1,3 bilhão nos próximos quatro anos em empresas nascentes de base tecnológica.
A Finep, que é um braço de apoio à pesquisa ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), não é a única fonte de recursos não-reembolsáveis. O BNDES, que no ano passado ofertou R$ 100 milhões por meio do Fundo Tecnológico (Funtec), também renovou seu programa para este ano e agora tem R$ 400 milhões em caixa para investimento a fundo perdido.
Sem contar com a Fapesp e CNPq existe mais de R$ 1 bilhão em recursos disponíveis para apoiar projetos de inovação tecnológica, sem a necessidade de devolução do dinheiro.
Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)
Por: André Borges
Depois de bater na porta de uma dúzia de empresas de capital de risco, sem sucesso, Dilson Moura de Sá percebeu que, na realidade, ainda não tinha uma idéia muito clara do que teria para propor caso um daqueles investidores resolvesse convidá-lo para entrar. A sua Fiveware Solutions, apesar do nome pomposo, ainda não passava de uma associação entre cinco colegas que resolveram deixar seus empregos de consultor de tecnologia no início de 2006 para oferecer serviços de segurança para sites de bancos. Mas o negócio vingou, e no mês passado, Dilson viu uma nova chance de dar o empurrão financeiro que falta para o negócio deslanchar de vez.
A Fiveware é uma das empresas que hoje disputam um quinhão do programa de subvenção econômica da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Neste ano, a entidade conta com R$ 450 milhões em caixa para apoiar projetos considerados inovadores. O principal apelo desse programa é que ele oferece financiamentos não-reembolsáveis, isto é, as empresas contempladas não têm que devolver o dinheiro recebido.
O curioso, porém, é que até agora pouco mais de 200 empresas com projetos de inovação tecnológica candidataram-se ao investimento. “O problema é que as pessoas deixam a inscrição para a última hora”, comenta Eduardo Costa, diretor de inovação da Finep. “Nos próximos dias, nossos computadores chegam quase a travar de tantos projetos que chegam.”
O aumento de interesse, no entanto, não significa que os recursos, de fato, serão usados. Este é o terceiro edital de subvenção lançado pela Finep, desde que a modalidade entrou em vigor, com a Lei de Inovação. No ano passado, o pacote também atingiu a casa dos R$ 450 milhões, mas no fim do processo apenas R$ 300 milhões foram aplicados. “Não tivemos a quantidade de bons projetos que esperávamos”, diz Costa. “Mas o cenário está mais maduro e deverá ser melhor neste ano.” Leia o resto do artigo »
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No artigo a seguir, o autor faz uma importante observação que às vezes notícia importante não é muito divulgada. Ele afirma a necessidade dos indivíduos acompanharem o que ocorre nos governos. Pois assim, o cidadão vai poder conhecer e combater corrupção e verificar quem está correto.
Por José Augusto Valente*
Léo Nunes – Paris - O Federal Reserve Bank (o Banco Central dos EUA, ou FED), interrompeu a seqüência de cortes na taxa básica de juros da economia norte-americana. O aumento do índice de inflação nos EUA fez com que a autoridade monetária acendesse o sinal amarelo. O recado foi claro: futuros aumentos na taxa de juros são possíveis.