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Blog do Desemprego Zero

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IML aponta queda de mortes em São Paulo após lei seca

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Diminuiu em 57% o número de mortes por acidentes de trânsito na capital paulista após entrar em vigor a Lei 11.705, que tornou mais rígidas as punições para quem consumir álcool e dirigir.

O levantamento, divulgado hoje pela Secretaria de Segurança Pública, foi feito pelo Instituto Médico Legal (IML) em suas três unidades.

Foram comparados os dados dos três primeiros fins de semana de junho com os dois seguintes. No primeiro fim de semana de junho – entre os dias 5 e 8, foram registradas 14 mortes, no segundo, 11, e no terceiro, 10.

Com a lei seca, o IML registrou 5 mortes no último fim de semana de junho e esse mesmo número no primeiro deste mês. Leia o resto do artigo »

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Sob novo comando, Seae amplia área de atuação

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Juliano Basile

Publicado no Valor

Tradicionalmente vinculada à análise de fusões e aquisições, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda está atuando intensamente nas chamadas “salas de situação” do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com três metas a atingir: modicidade tarifária, retorno aos investidores privados e qualidade dos serviços. “O desafio é atingir esse trinômio em várias áreas”, afirmou o secretário-adjunto Antonio Henrique Pinheiro Silveira. Ele assumiu o comando da Seae interinamente em substituição a Nelson Barbosa, que foi deslocado para a Secretaria de Política Econômica (SPE).

Barbosa fez a primeira alteração na concepção tradicional da Seae que envolvia duas atividades centrais: promover a concorrência em setores regulados e opinar em fusões e aquisições de empresas. Durante a gestão dele, a Seae passou a auxiliar diretamente na formulação da política econômica e daí a sua efetivação no novo cargo.

Agora, Silveira terá de cumprir uma missão ampliada da Seae de completar a agenda microeconômica da SPE e de romper barreiras institucionais à concorrência, sobretudo nesse momento de aumento nas fusões e aquisições. No ano passado, a Seae foi convocada a dar pareceres em 550 operações de fusão e aquisição. Neste ano, até a semana passada, já somavam 324 casos. Ou seja, tudo indica que as fusões irão ultrapassar a barreira de 600 operações este ano e à Seae caberá dar parecer para cada uma delas.

No campo da regulação, é função da secretaria propor modelos para investimentos no PAC. Silveira participa também das negociações da primeira Parceria Público-Privada (PPP) federal em Petrolina, interior de Pernambuco. O objetivo é criar um projeto de irrigação em plena região semi-árida do Nordeste que consiga se tornar independente de verbas públicas. Para tanto, a Seae estuda a viabilidade de integrar comunidades de pequenos produtores num empreendimento agrícola na região. Leia o resto do artigo »

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Mudança climática assimétrica

Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Otaviano Canuto

Publicado no Valor

Reduzir a contribuição humana às mudanças climáticas provocadas pelo aumento de gases-estufa na estratosfera será necessariamente uma tarefa global. Como tais gases se misturam de modo uniforme na atmosfera, de um ponto de vista ambiental não importa de onde se originam no planeta as emissões e, portanto, o esforço de atenuação dessas terá de ocorrer em todas as áreas do planeta onde sejam significativas.

A complexidade é enorme. Há um problema de ação coletiva, ou seja, na ausência de algum processo de negociação e compromissos mútuos efetivos quanto ao esforço de diminuição de emissões de gases-estufa; a tentação de esperar que outros incorram no sacrifício tende a levar a que, no conjunto, não ocorra tal mitigação. Além disso, as causas e conseqüências de tais emissões, além de cercadas de inevitável imprecisão, tendem a ser avaliadas sob prismas e interesses diversos.

Tal diversidade de perspectivas decorre de três assimetrias que atravessam a questão. Antes de tudo, há a assimetria temporal, ou seja, o fato de que os benefícios das ações de mitigação serão usufruídos especialmente por futuras gerações, ao passo que os custos serão incorridos no futuro próximo. Neste contexto, não há motivo para esperar homogeneidade de preferências entre nações soberanas quanto ao valor do futuro a ser preservado em relação ao presente. Leia o resto do artigo »

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Causas reais e os “fracassomaníacos”

Postado em 12 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Segundo Delfim Netto, G-5, o grupo dos chamados “países emergentes” -Brasil, Índia, China, África do Sul e México rechaçou a interpretação dos países industrializados sobre as causas da inflação e cobraram dos países desenvolvidos mais atenção à especulação financeira que vem induzindo a aumentos extraordinários nos preços dos alimentos.

A inflação planetária que estamos vivendo teve sua origem inicialmente nos preços do petróleo e se propagou aos alimentos. É uma inflação curiosa porque vem de baixo para cima.

Por Antônio Delfim Netto

Publicado originalmente no DCI

Não cabe nenhuma crítica à atitude do G-5, o grupo dos chamados “países emergentes” -Brasil, Índia, China, África do Sul e México- que se reuniu agora em Sapporo, no Japão, cobrando, dos países mais desenvolvidos, um pouco mais de atenção à especulação financeira que vem induzindo a aumentos extraordinários nos preços dos alimentos e elevando os custos da produção agropecuária em todo o mundo.

Ainda que na forma elegante, o G-5 rechaçou a interpretação dos países industrializados sobre as causas da inflação, de acordo com eles o aumento dos gastos com energia e o crescimento muito rápido do consumo de alimentos nos países “emergentes”, cujas economias têm tido a audácia de crescer mais depressa que as demais.

Mas omitiu, olimpicamente, os efeitos mais que visíveis da especulação nos mercados financeiros.

Foi correta, portanto, e perfeitamente adequada a cobrança dos “emergentes”, diante da posição “menos responsável” dos colegas mais ricos…

É claro que a inflação planetária que estamos vivendo teve sua origem inicialmente nos preços do petróleo e se propagou aos alimentos. É uma inflação curiosa porque vem de baixo para cima.

Não é necessariamente produzida por um excesso de demanda generalizado; o aumento de cada um dos produtos tem uma explicação especial: no caso do petróleo, devido à falta de investimentos na exploração de novos campos, em pesquisa ou em refino nos últimos 15 anos, chegou-se a uma situação de equilíbrio: o espaço ficou muito curto entre oferta e demanda. Qualquer incidente menor -uma perturbação na Nigéria, a interrupção passageira de um duto, ou problemas no transporte marítimo- deflagra uma enorme excitação de preços. Para compensar a contínua desvalorização do dólar (que é a unidade de medida dos preços), os petroleiros buscam conservar o seu poder de compra. Leia o resto do artigo »

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SIGILO NA APROVAÇÃO DO EMPRÉSTIMO DO BANCO MUNDIAL

Postado em 12 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Segue abaixo um texto interessante de João Pedro Casarotto sobre os empréstimos oferecidos pelo Banco Mundial à governadora Yeda. 

Considero não ser este o melhor momento para efetuar esse empréstimo, visto que o dólar está no piso. Do meio para o final do ano que vem o dólar estará muito mais caro, e poderá ser o melhor período para fazer o empréstimo. Antes disso, seria apenas dar um grande prejuízo a um estado já muito endividado.

Além disso, também considero como problema as imposições do Bird. Suas recomendações geralmente pouco consideram o conhecimento local.

Para a Yeda, efetuar este empréstimo provavelmente seria uma coisa positiva do ponto de vista político, mas para o futuro do estado é muito questionável. A experiência mostra que os empréstimos tomados no BNDES são mais construtivos para os estados e municípios, porque os funcionários do BNDES possuem melhor conhecimento  sobre as necessidades locais. Além disso, não são dolarizados, o que evita que o estado sofra risco cambial em um momento de crise internacional.

É necessário esclarecer que os critérios para definição desse tipo de empréstimos por parte do Banco Mundial não são conhecidos. Porque alguns estados recebem volumes vultosos de recursos e outros nada recebem? Não seria mais interessante distribuir melhor os recursos?

Por João Pedro Casarotto

Ganha uma garrafa de água do aqüífero Guarani quem publicar o texto do documento que o Supremo Tribunal Federal encaminhou para o Senado Federal em caráter sigiloso e, que após ter sido dado conhecimento à Senadora Ideli Salvatti, relatora da matéria, foi anexado ao processo em envelope contendo cópia do OF. SF Nº 797/2008 e anexos, que foi lacrado e rubricado pelo Presidente da Comissão, Senador Aloizio Mercadante.

Porquê dois Poderes da República tiveram que trocar documentos sigilosos para que a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal aprovasse o empréstimo do Banco Mundial para o Rio Grande do Sul? Porquê um contrato que os gaúchos terão que honrar pelos próximos trinta anos necessita ter como base em documento sigiloso? Este mistério não é um forte indício de que o contrato com o Banco Mundial, que está sendo vendido como a redenção das nossas finanças públicas, será recheado de malignidades?

De qualquer modo, o “bebê” da Governadora, desta vez de cidadania brasileira e norte-americana, e que se chamará de “vitória do povo gaúcho”, ainda não nasceu. O nascimento depende do julgamento das medidas liminares do STF e depende de o Estado regularizar os débitos junto à Administração Pública Federal e suas entidades controladas. Leia o resto do artigo »

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Tiraram o Nassif do ar!! Nassif está fora do ar desde o início da tarde ! Será ataque de hackers ou censura do IG a serviço de Daniel Dantas ??

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Cadê o Nassif e o Dinheiro Vivo ??

A alternativa é ficar com o Paulo Henrique Amorim, o Eduardo Guimarães e o Azenha

Paulo Henrique Amorim do Conversa Afiada

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/

Blog do Eduardo Guimarães

http://edu.guim.blog.uol.com.br/

Blog do Azenha Vi o Mundo

http://www.viomundo.com.br/

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Quando o perto vem de longe

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Márcio Pochmann, afirma abaixo que neste começo do Século XXI, o Brasil diferencia-se muito daquele do final do Século XIX. Abandonou o primitivismo da estratificação social – que assegurava somente 10% da população alfabetizada e menos de 5% da população adulta participante do processo eleitoral, no entanto a estrutura fundiária ainda guarda alguma relação com 1850: os novos-ricos da financeirização se integram no neoagrarismo pouco produtivo.

 Em relação ao processo de integração social percebe-se a distância que continua a separar a população branca, seja pela significativa diferenciação salarial, ocupacional, de bem-estar especialmente, do segmento não-branco.

No plano tributário, os avanços se mostraram pouco efetivos, sobretudo quando se considera que no país o imposto continua a ser cobrado proporcionalmente mais dos pobres. O aumento na desigualdade de renda ocasionada pelo sistema tributário no Brasil tem forte impulso a partir da elevação da carga tributária desde a década de 1990.

Publicado no Valor 

Por Márcio Pochmann

O movimento republicano do final do Século XIX constituiu-se travestido na vontade de transformar profundamente o Brasil arcaico. Para isso trouxe consigo as sementes reformistas que se orientavam à alteração profunda da estrutura socioeconômica nacional herdada do antigo Império.

Na visão de Rui Barbosa, por exemplo, a superação do agrarismo anacrônico de então deveria ser acompanhada da desfeudalização da propriedade. Assim, a alteração da estrutura fundiária pressuporia a difusão de inúmeros produtores rurais, capaz de conformar uma nova e ampla base social necessária à sustentação da nova política republicana.

Da mesma forma, Joaquim Nabuco defendia ardentemente a realização de reformas coincidentes com a própria abolição da escravatura, o que permitiria a construção de uma nova e moderna ordem social no Brasil. Seu objetivo principal era a reorganização das bases de valorização do trabalho nacional necessário à consolidação da civilização brasileira assentada na ascensão dos miseráveis e ex-escravos à condição de operários no país democrático e industrial.

Por fim, em conformidade com Manuel Bonfim, o Brasil republicano deveria passar pela implementação de uma profunda reforma tributária, compatível com o fim da iniqüidade que fazia com que os pobres e os desfavorecidos concorressem com maior parte das rendas públicas arrecadadas. Uma democracia dificilmente seria plena sem a adoção majoritária do imposto progressivo ao recurso de cada contribuinte, bem como sem o seu emprego no custeio dos serviços públicos de interesse geral. Leia o resto do artigo »

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Vem aí a supereletrobrás

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Conforme declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o intuito é transformar a empresa Eletrobrás, hoje uma holding sem grande poder de fogo, na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança dos setores de geração e transmissão de energia no Brasil.

“O grande objetivo do governo é intervir no mercado de energia por meio da participação da Eletrobrás em leilões de usinas de interesse estratégico, mas com taxas de retorno mais baixas para reduzir o preço final da tarifa para o consumidor”

Outra medida do plano estratégico cogitada pelo mercado seria uma forte injeção de capital do governo na Eletrobrás, com recursos do Tesouro ou Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por Paulo Paiva e Zulmira Furbino

Publicado no Estado de Minas

O governo quer transformar a empresa na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança nas áreas de geração e transmissão de energia no país. Outro objetivo da megaestatal será desenvolver ações para a integração energética da América do Sul, com atuação na Bolívia, Venezuela, Argentina, Uruguai e Peru. O plano está pronto e deve ser anunciado pelo presidente lula nos próximos dias.

Plano estratégico para transformar a empresa na Petrobras do setor elétrico já está praticamente pronto. Objetivo do governo é atuar de forma mais agressiva no setor

O plano estratégico que vai turbinar a Eletrobrás já está praticamente pronto e deve ser divulgado nos próximos dias pelo governo federal. O objetivo da mudança, conforme declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é transformar a empresa, hoje uma holding sem grande poder de fogo, na “Petrobras do setor elétrico”, assumindo a liderança dos setores de geração e transmissão de energia no Brasil. Além disso, a empresa deverá incrementar sua atuação no exterior, com foco na integração energética da América do Sul. “Posso garantir que a espinha dorsal do plano está pronta, elaborada pelo Ministério da Casa Civil. A divulgação vai depender da pressa do governo, principalmente em função das eleições deste ano”, diz uma fonte do setor. Leia o resto do artigo »

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