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Blog do Desemprego Zero

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Adam Smith e as questões morais do capitalismo

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

Um dos pensadores que transcendeu seu tempo foi Adam Smith (1723-90). Tratou-se de um filósofo moral que teceu uma poderosa crítica ao mercantilismo então praticado. Muitos que o citam frequentemente desconhecem conteúdos importantes da sua obra. Dois de seus livros são de extrema relevância: Investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações (1776); e Teoria dos sentimentos morais (1759). Smith considerava ambos os livros interdependentes.

Seus comentários sobre como o auto-interesse governa o mundo dificilmente são esquecidos. Certamente ninguém duvida que em um sistema capitalista um indivíduo esteja mais bem servido pelo auto-interesse do que pelo altruísmo. As passagens de sua obra são claras: “Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas de seu cuidado pelos próprios interesses. Dirigimo-nos não à sua humanidade, mas a seu amor próprio de si mesmos, e nunca lhes falamos de nossas próprias necessidades, mas de suas vantagens”. Essas palavras foram muito bem acolhidas pela classe empresarial. Infelizmente alguns marginalizariam, conscientemente ou não, a dimensão ética da obra de Smith.

Smith não defendeu conluios e o poder de mercado dos donos dos meios de produção. Ele foi enfático nos seus riscos para as sociedades: “Pessoas da mesma profissão raramente se reúnem, seja por alegria, seja por diversão, mas a conversa termina em uma conspiração contra o público ou em algum artifício para aumentar os preços”. Há outras passagens de quilate equivalente na obra do sábio escocês. Alguns, entretanto, preferem exaltar de forma simplória as virtudes da “mão invisível” e ocultar as questões morais imersas na sua obra.

Como observador sagaz da natureza humana, Smith afirmou: “A sociedade, porém, não pode subsistir em meio àqueles que estão sempre prontos a ferir e a prejudicar uns aos outros. Se houver alguma sociedade entre ladrões e assassinos, eles precisam ao menos se abster de assassinar uns aos outros. A sociedade pode subsistir sem caridade, embora não seu estado mais favorável; mas o prevalecimento da injustiça irá destruí-la completamente”. Em síntese, compreendia Smith que uma sociedade pode subsistir sem o amor ao próximo. No entanto, critérios de justiça e sensatez seriam necessários. Leia o resto do artigo »

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Câmbio valorizado deixa país na contramão da Ásia

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Monitor Mercantil

Por: Rogério Lessa 

Entrevista: Eliane Araújo – Economista

No intervalo entre 1994 e 2007, a taxa de câmbio brasileira esteve sobrevalorizada ao longo de quase todo o período, sendo que esta sobrevalorização se tornou mais intensa após o primeiro trimestre de 2005. É o que mostra o artigo Análise empírica do desalinhamento cambial no Brasil pós-Plano Real, da economista Eliane Araújo, que mereceu destaque no 11º encontro da Associação Nacional de Pós-graduação em Economia da Região Sul (Anpec-Sul).

O artigo faz parte da tese de doutorado que Eliane está desenvolvendo na UFRJ a partir da defesa da administração cambial competitiva como estratégia de crescimento para países em desenvolvimento. Análise Empírica… discute algumas das causas do desalinhamento cambial e as conseqüências da sobrevalorização para a economia brasileira, destacando os efeitos negativos sobre a indústria e a balança comercial.

“A taxa de câmbio é uma ferramenta importante para gerar crescimento e desenvolvimento e no Brasil está sendo usada para resolver problemas de curto prazo, como inflação e contas externas. A utilização do câmbio como instrumento de política econômica já mostrou que pode trazer benefícios para países em desenvolvimento e poderia beneficiar o Brasil também. Várias pesquisas têm mostrado isso”, defende a economista nesta entrevista exclusiva ao MONITOR MERCANTIL.

Administrar o câmbio parece ser uma heresia na visão neoliberal. O que diz a experiência internacional?

O câmbio é uma viável chave de política econômica. Japão, Alemanha, Itália e os países asiáticos mais dinâmicos utilizaram o câmbio depreciado como estratégia de crescimento. Enquanto os asiáticos adotaram estratégia de crescimento via câmbio competitivo, a América Latina usou o câmbio para estabilizar preços.

Isso resultou numa grande diferença de crescimento entre essas duas regiões, com exceção, agora, da Argentina, que está com padrão asiático de crescimento. A sobrevalorização está prejudicando enormemente a competitividade no Brasil. Países em desenvolvimento devem adotar uma estratégia de desenvolvimento competitivo, mas aqui a política cambial é passiva. Leia o resto do artigo »

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Câmbio competitivo é crucial para crescimento, diz ecomista da FGV

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Valor Online

Por: Sergio Lamucci

O economista Paulo Gala, da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV), vê com desconforto a valorização do câmbio ocorrida nos últimos anos. Para ele, é fundamental manter uma taxa depreciada para estimular a poupança doméstica e o investimento no longo prazo. O câmbio competitivo, diz ele, é decisivo para garantir a expansão do setor manufatureiro voltado para a exportação, a principal fonte de ganhos de produtividade para a economia. Se não acredita que o Brasil vá repetir as graves crises cambiais do fim dos anos 90 e começo dos anos 2000, Gala teme que, se insistir no dólar barato, o país seguirá longe do crescimento sustentado a taxas robustas. 

No estudo “Efeitos da apreciação cambial nos salários, lucros, consumo, investimento, poupança e produtividade: uma perspectiva de curto e longo prazo”, Gala questiona a idéia de que a apreciação do câmbio pode trazer benefícios duradouros para o investimento e a expansão da economia. 

“O efeito mais forte da apreciação cambial nas cadeias produtivas de bens comercializáveis internacionalmente, tanto agrícolas quanto de bens industriais, se faz sentir principalmente nas margens de lucro”, escreve ele. “Para um dado nível de preços em dólares de produtos comercializáveis, a apreciação cambial representa uma queda imediata e intensa de preços de venda e margens de lucro em reais em toda a cadeia que trabalha com preços internacionais, especialmente nos setores que não têm poder de mercado.”  Leia o resto do artigo »

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Déficit externo e inflação

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Benjamin Steinbruch

Folha de S. Paulo

Na economia, o déficit externo precisa de atenção muito maior, igual à que se dá hoje à inflação

NA QUARTA-FEIRA da semana passada, enquanto eu tentava escrever um artigo sobre o déficit na conta corrente do balanço de pagamentos, a televisão, sem som, mostrava o jogo do São Paulo contra o Náutico, em Recife.
Eu estava impressionado com a previsão de que o déficit pode atingir neste ano até US$ 35 bilhões, muito além das previsões iniciais de US$ 11 bilhões. Pensava em fazer um texto de alerta sobre o crescimento do déficit, um lendário inimigo da economia brasileira, enquanto as atenções dos analistas estão concentradas apenas no problema da inflação.
Como o São Paulo perdia por 2 a 1, tentei concentrar-me no tema das contas externas. Mas, vendo a TV de rabo de olho na esperança de que o São Paulo conseguisse o empate, vi seguidos lances em que os jogadores se atiravam em campo. Veio-me, então, uma idéia óbvia a respeito de um problema grave no futebol brasileiro: ética. Leia o resto do artigo »

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MENDES QUER DESTRUIR DE SANCTIS E DÁ FUGA A DANTAS

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 1268
. Daniel Dantas conseguiu, de novo, demonstrar o que já se sabia: no Supremo do Supremo Presidente Gilmar Mendes, quem manda é ele, Dantas.

. Dantas desmoralizou a Justiça brasileira, pela mão de Mendes.

. Não há nenhum fato novo relevante, disse Mendes.

. Tudo o que Queiroz e De Sanctis apresentaram de novo Mendes já sabia.

. São os argumentos da defesa de Dantas e acolhidos por Mendes.

. A história não é essa.

. Jamais haverá fato novo para Mendes.

. O único fato novo que interessa para Mendes é a destruição da carreira do juiz De Sanctis.

. De Sanctis é o Juiz da 6ª. Vara que desmoralizou Mendes.

. E pode desmoralizá-lo, muitas outras vezes.

. Enquanto um Ministro do Supremo não sair das férias e redimir a credibilidade da Suprema Corte.

. Mendes vai mandar esculpir um cifrão na fachada do Supremo: esta é a Corte dos ricos.

. Mendes recorreu ao Conselho Nacional de Justiça, na esperança de, ali, destruir De Sanctis.

. A Justiça brasileira foi entregue a um homem dedicado a promover uma vingança pessoal.

. A um homem que quer governar a Justiça, o Legislativo e o Judiciário.

. O Supremo Presidente Gilmar Mendes governa o Brasil em benefício de Dantas.

. Dantas é o agente da metástase brasileira: corrompeu a Justiça, o Legislativo, os partidos políticos, a CVM, a Anatel, o BNDES, metade da imprensa brasileira – o que aparecer na frente dele.

. Dantas é inatacável.

. Inatingível.

. Dantas e o Supremo Presidente. Leia o resto do artigo »

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Debate Aberto: Rede Globo X Carta Maior

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Bernardo Kucinski

Por que o governo Lula perdeu a batalha da comunicação

E como a Globo definiu a narrativa dominante e única da crise do mensalão. A central de Brasília, dizem jornalistas que trabalharam no sistema Globo, formou uma espécie de “gabinete de crise” com líderes da oposição do qual faziam parte ACM Neto e Paes de Andrade. Fechar a Radiobrás foi o ato síntese de todos os grandes erros na política da comunicação do governo Lula.

A mídia na era Lula deixou de funcionar como mediadora da política, passando a atuar diretamente como um partido político de oposição. Apesar de disputarem agressivamente o mercado entre si, há mais unidade programática hoje entre os veículos da mídia oligárquica do que no interior de qualquer partido político brasileiro, até mesmo partidos ideológicos como o PT e o PSOL. Todos os grandes veículos, sem exceção, apóiam as privatizações, a contenção dos gastos públicos, a redução de impostos; a obtenção de um maior superávit primário, a adesão do Brasil à ALCA; todos são críticos à criação de um fundo soberano, ao controle na entrada de capitais, ao Bolsa Família, à política de cotas nas universidades para negros, índios e alunos oriundos da escola pública, à entrada de Venezuela no Mercosul e ao próprio Mercosul. Todos criticam o governo sistematicamente, em todas as frentes da administração, faça o governo o que fizer ou deixar de fazer.

Na campanha da grande imprensa que levou Vargas ao suicídio, o governo ainda contava como apoio da poderosa cadeia nacional de jornais Última Hora. Hoje, não há exceção entre os grandes jornais. Outra diferença desta vez é a adesão ampla de jornalistas à postura de oposição, e sua disseminação por todos os gêneros jornalísticos tornando-se uma sub-cultura profissional. Emulada por editores, prestigiada por jornalistas bem sucedidos e comandada pelos intelectuais orgânicos das redações, os colunistas, essa sub-cultura é dotada de um modo narrativo e jargão próprios.

Em contraste com o jornalismo clássico, que trabalha com assertivas verazes para esclarecer fatos concretos, sua narrativa não tem o objetivo de esclarecer e sim o de convencer o leitor de determinada acusação, usando como fio condutores seqüências de ilações. É ao mesmo tempo grosseira na omissão inescrupulosa de fatos que poderiam criar outras narrativas , e sofisticada na forma maliciosa como manipula falas, datas e números. O enunciador dessa narrativa conhece os bastidores do poder e não precisar provar suas assertivas. VEJA acusou o PT de receber dinheiro de Cuba, admitindo na própria narrativa não ter provas de que isso tenha acontecido. Em outra ocasião, justificou a acusação alegando não haver nenhuma prova de que aquilo não havia acontecido. Leia o resto do artigo »

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Autonomia nacional

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Paulo Nogueira Batista Jr.

O Globo

Posso retomar o tema do desqulíbrio externo? Não quero abusar da paciência do leitor. Sei que a inflação é a preocupação do momento. Mas não devemos esquecer das contas externas, ainda que nessa área não existam grandes riscos no curto prazo. Um país que acumula déficits e dívidas com o exterior pode comprometer o seu desenvolvimento e, até mesmo, a sua autonomia. Ninguém é independente quando precisa de apoio financeiro externo.

É notável a piora da balança comercial no passado recente. As remessas de lucros, as despesas com turismo e outros gastos externos vêm crescendo de forma extraordinária.

Em conseqüência, a conta corrente do balanço de pagamentos (que inclui a balança comercial, serviços, rendas e transferências unilaterais) tem registrado rápida deterioração. Passamos de um superávit de US$13,6 bilhões em 2006 a um déficit de US$15,2 bilhões nos 12 meses até maio de 2008. O levantamento das projeções de mercado, realizado pelo Banco Central, aponta para um déficit em conta corrente de US$23,6 bilhões em 2008 e de US$32,5 bilhões em 2009. Leia o resto do artigo »

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Mais um petroleiro morre na Bacia de Campos

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

Alessandro Paulo da Cruz, de 37 anos, é o oitavo petroleiro a morrer, vítima de acidente de trabalho na Bacia de Campos. Na quinta-feira, 10, por volta de meio dia, Alessandro operava uma espécie de guincho, quando foi atingido na cabeça por um tubo e teve morte instantânea. O acidente aconteceu na plataforma SS-55, durante perfuração no bloco BM-S-45, a 160 quilômetros da costa.

O petroleiro Alessandro trabalhava para a empresa Brasdril, uma terceirizada que presta serviços à Petrobrás. Mais uma vez, a Petrobrás limita-se a anunciar a formação de uma comissão para apurar as causas do acidente. Há menos de um mês, morreu o operário Adeilson dos Santos de Jesus, de 28 anos. Seu pai, também petroleiro, afirmou que ele estava desempenhando uma função para a qual não havia sido treinado.

Coordenador da pasta de Saúde, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindipetro-RJ, André Bucaresky, acredita que a sucessão de acidentes fatais está relacionada às metas de produtividade. “A empresa acaba deixando em segundo plano investimentos em segurança, treinamento adequado para os trabalhadores, principalmente os que prestam serviços às empresas terceirizadas”. Leia o resto do artigo »

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