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Blog do Desemprego Zero

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Documentário rompe com silêncio sobre os anos de chumbo:sessão gratuita, dia 24, no Sindipetro-RJ

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado no Agência Petroleira de Notícias

“A Grande Partida: Anos de Chumbo”, documentário que reúne depoimentos de sobreviventes da ditadura militar, será exibido, em sessão especial, gratuita, no auditório do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro-RJ), na próxima quinta, 24/7, às 18h30.  O sindicato fica na Avenida Passos, 34, no Centro do Rio.

O privilégio de ceder as instalações para uma das primeiras sessões do filme recém lançado pelo diretor Peter Cordenonsi se justifica. O filme é baseado no livro do mesmo nome, de autoria do ex-preso político, atualmente diretor do Sindipetro-RJ, Francisco Soriano. Comovente, mais do que uma reflexão sobre os anos de chumbo, fica a lição de força e coragem daqueles que sobreviveram aos porões da ditadura. Como Cecília Coimbra, do Grupo Tortura Nunca Mais:

“Quando a gente quebra o silêncio, a gente quebra o esquecimento. A gente afirma de valeu à pena” – ensina Cecília. Para Soriano, filme e livro representam “uma renovação da esperança e um chamamento à luta pela emancipação do povo e da nossa Nação”. Leia o resto do artigo »

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Campeões de audiência

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente na Revista IstoÉ

Por Mino Pedrosa e Luiza Villame

A cena acima aconteceu às 16 horas da terça-feira 15 no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Foi vendida à opinião pública como um pacto construtivo entre Executivo e Judiciário para melhorar tecnicamente a investigação mais explosiva dos últimos tempos. Na prática, o encontro entre o ministro Tarso Genro, da Justiça, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que passaram a semana anterior às turras por conta da “espetacularização” da ação da PF e do uso de algemas nos presos da Operação Satiagraha, só ajudou na defesa de Daniel Dantas. Na segunda-feira 14, 22 horas antes da reunião dos ministros, o delegado Protógenes Queiroz, responsável pelas investigações, foi convocado para uma reunião de emergência, no gabinete do superintendente da PF em São Paulo. Disseram que seria uma reunião para analisar a operação e traçar os passos seguintes da investigação. Não foi o que ocorreu. O encontro, do qual participaram dez delegados, foi conduzido por Roberto Ciciliati Troncon Filho, diretor de Combate ao Crime Organizado, que desembarcou de Brasília como representante da cúpula da Polícia Federal junto com o chefe imediato de Protógenes, Paulo de Tarso Teixeira, da Divisão de Combate aos Crimes Financeiros. A reunião durou três horas e foi marcada por queixas, destemperos e acusações. Respaldado pelo ministro Tarso Genro, Troncon não mediu palavras ao apontar os erros cometidos no decorrer da operação. Criticou o fato de Protógenes ter recorrido à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) à revelia dos superiores. Condenou o vazamento de informações para uma emissora de tevê e a resistência do delegado em relatar o andamento e as descobertas feitas durante as investigações, deixando o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, à margem dos acontecimentos.

Protógenes chegou a se desculpar, mas diante das pressões reagiu também de forma destemperada. Afirmou que na semana anterior se recusara a informar quais seriam os nomes e os alvos da operação porque temia vazamentos e disse com todas as letras que não confiava “nem em São Paulo nem em Brasília”. Em seguida, Protógenes comunicou que deixaria as investigações para se dedicar a um curso de aperfeiçoamento profissional. A delegada Karina Murakami Souza, que integrava a equipe de Protógenes, chegou a chorar diante das pressões. O delegado Carlos Eduardo Pelegrine, recentemente incorporado ao grupo, não continha o nervosismo. No final da reunião, os dois também pediram para deixar o caso.

Enquanto Protógenes recebia a reprimenda de seus superiores, alguns dos mais renomados advogados do País se reuniam, em um edifício na Vila Madalena, em um ato de desagravo ao ministro Gilmar Mendes, que concedeu dois habeascorpus seguidos ao banqueiro Daniel Dantas. Depois do encontro, 150 advogados tornaram pública uma carta de apoio ao ministro. A poucos quilômetros dali, aproximadamente 400 juízes federais e procuradores da República manifestavam solidariedade ao juiz Fausto Martin De Sanctis, que determinou as duas prisões do banqueiro. O problema de Gilmar Mendes começou, na verdade, há três anos, quando o Supremo resolveu manter o privilégio do recesso em julho, regalia que foi retirada das instâncias inferiores da Justiça. Com isso, coube apenas a ele julgar os habeas- corpus impetrados pela defesa de Dantas. Em agosto, o mérito desses mesmos habeas-corpus serão analisados pelo pleno do STF. Se a decisão de Gilmar Mendes for mantida pela maioria dos outros dez ministros, ele provará que está com a razão. Se perder, ficará caracterizada uma fissura jamais vista no Poder Judiciário. Caso vença por pequena diferença de votos, ficará caracterizada uma divisão no tribunal que terá pela frente o desafio de julgar os desdobramentos dessa operação. Leia o resto do artigo »

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GM cria parcerias para carro elétrico

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A General Motors (GM) anunciou nesta terça-feira (22) parcerias com empresas americanas e canadenses para acelerar o desenvolvimento de veículos elétricos.

A montadora e o Instituto de Pesquisa de Energia Elétrica (EPRI, em sua sigla em inglês) farão um trabalho conjunto para desenvolver o Chevrolet Volt (foto).

O carro elétrico está em fase final de desenvolvimento e deve começar a ser vendido no final de 2010.

Jon Lauckner, vice-presidente da GM para o Programa Global de Gestão, afirmou através de um comunicado que espera fazer com que o mundo deixe de ser dependente do petróleo. “Junto com EPRI e as companhias elétricas podemos fazer com que nossa nação e o mundo abandonem a dependência do petróleo”, disse.

Além do Volt, a GM quer produzir uma versão elétrica sem tomada do Saturn Vue.

Leia mais no site G1 Leia o resto do artigo »

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O preço dos alimentos

Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

A economia mundial está vivendo as dificuldades de duas crises simultâneas, segundo Delfim Netto, são elas: financeira, que é resultado da falta de cuidado das agencias que permitiram a transformação de créditos em papéis de primeira linha. A desorganização do sistema creditício vai aos poucos minando o crescimento da economia real nos países desenvolvidos. 

E a segunda é produzida pela rápida evolução do petróleo, dos metais e dos alimentos advinda do rápido crescimento econômico dos países emergentes. O rápido aumento da demanda desses países, produzido pela expansão da sua produção industrial e urbanização, levou a um desequilíbrio físico entre as ofertas e procuras globais de petróleo, minérios e alimentos.  

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes) 

Por: Antonio Delfim Netto 

A economia mundial está vivendo as dificuldades de duas crises simultâneas, mas de origem e conseqüências diferentes: 1) a financeira, que se iniciou com a descoberta – a partir dos problemas surgidos no setor imobiliário americano – da imoralidade que se escondia no sistema financeiro internacional; e 2) a produzida pela rápida evolução dos preços do petróleo, dos metais e dos alimentos. 

A primeira é resultado da falta de cuidado das agências, que permitiram à imaginação financeira transformar crédito duvidosos em papéis de primeira linha. Isso foi feito apondo marcas “famosas” aos papéis de péssima qualidade escondidos dentro dos que emitiram. Tudo debaixo do nariz dos mecanismos de controle do sistema financeiro (às vezes nos bancos centrais) e das agências de “risco”, como agora reconheceu o relatório do Instituto de Finanças Internacionais. A grave imoralidade reside no fato de que esses riscos não eram registrados nos balanços das marcas “famosas”. Isso foi possível devido à hegemonia de um falso pensamento liberal, que sugere que o “mercado” dá aos agentes não só a oportunidade de lucro, mas também a moralidade. Cada um deles teria no seu peito o “espectador imparcial” sonhado por Adam Smith. Essa crise deu a volta ao mundo: atingiu primeiro o sistema financeiro americano, migrou para o sistema financeiro europeu e está ameaçando o japonês. 

A desorganização do sistema creditício vai aos poucos minando o crescimento da economia real nos países desenvolvidos. Hoje, as melhores estimativas mostram que o aumento do PIB dos EUA será da ordem de 1,3% em 2008 (contra 2,2% em 2007) e na Eurolândia será de 1,7% (contra 2,6% em 2007).  Leia o resto do artigo »

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Empresas mantêm investimentos em alta

Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Com base em balanços financeiros de 800 empresas de setores da indústria, do comércio e de serviços, a Serasa constatou que os empresários expandiram os investimentos no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2007.

Inflação e juros em alta passaram a preocupar mais as empresas no segundo trimestre, mas não a ponto de levá-las a interromper projetos para expandir a produção ou substituir máquinas e equipamentos.

O setor de serviços, que abrange os serviços de energia elétrica e de telefonia, foi o que apresentou maior taxa de investimento no primeiro trimestre, de 9,7%. O setor industrial registrou taxa de 7,8%, e o de comércio, de 1,3%. Nos serviços, a maior taxa é do setor de energia elétrica, de 14,3%; e, na indústria, nos setores de papel e celulose (11,5%), siderúrgico (9,5%) e químico (9,2%).

Publicado em: Folha Online

Por: FÁTIMA FERNANDES

Estudo da Serasa com 800 balanços mostra que taxa de 7,4% ultrapassa a registrada nos começos de 2007 e de 2006

Setores de serviços de energia elétrica e telefonia, além da indústria de papel e celulose, foram os que mais investiram, mostra pesquisa

Com base em balanços financeiros de 800 empresas de setores da indústria, do comércio e de serviços, a Serasa constatou que os empresários expandiram os investimentos no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2007.

Inflação e juros em alta passaram a preocupar mais as empresas no segundo trimestre, mas não a ponto de levá-las a interromper projetos para expandir a produção ou substituir máquinas e equipamentos, como constatou a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getulio Vargas de junho.

No primeiro trimestre, a taxa de investimento de 800 empresas que divulgaram balanços foi de 7,4%, maior do que a de igual período de 2007 (7,2%) e de 2006 (6,3%). Para chegar a esse indicador, a Serasa considerou o valor do crescimento do ativo imobilizado das empresas de um ano para o outro sobre o faturamento líquido no período.

“Com a economia crescendo desde 2004, todos os setores passaram a investir mais”, diz Márcio Torres, gerente de análise de crédito da Serasa e coordenador do estudo. Leia o resto do artigo »

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Brasil já faz mais negócios com emergentes do que com ricos

Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

Segundos dados do Mdic as transações entre o Brasil e as nações em desenvolvimento superou, no primeiro semestre, as transações do Brasil com os países desenvolvidos. A desaceleração do crescimento da economia e a crise dos Estados Unidos foram fatores significativos para a mudança do quadro comercial.

O estudioso destaca, ainda, que a “China se tornou o segundo parceiro do País e isso também é uma das razões para esse aumento comercial. Isso porque os asiáticos compram muita soja e mineiro de ferro do Brasil.

Publicado em: DCI

Por: Robson Gisoldi

A corrente comercial entre o Brasil e os países em desenvolvimento superou, no primeiro semestre, as transações com as nações mais ricas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Os emergentes somaram US$ 85,4 bilhões entre ações de importação e exportação contra US$ 82,2 bilhões dos desenvolvidos. Já no mesmo período do ano passado a movimentação foi bem diferente, sendo superior para os países ricos que somaram US$ 64,2 bilhões, contra US$ 59,8 bilhões dos mais pobres.

Analistas consultados pelo DCI apontaram a desaceleração do crescimento da economia e a crise nos Estados Unidos como fatores significativos para a mudança do quadro comercial. O professor da Aduaneiras, escritor e consultor em comércio exterior, Samir Keedi, destaca que o crescimento dos emergentes está mais saliente do que em outras nações, contribuindo para essa inversão.

Uma prova disso está na estimativa de crescimento mundial divulgada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo a projeção, o avanço na zona do euro será de 1,7% em 2008 e 1,2% em 2009, ante 2,6% em 2007. As economias avançadas, como um todo, devem crescer 1,7% e 1,4%, respectivamente, em 2008 e 2009, ante 2,7% de 2007, segundo o documento Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na sigla em inglês). Já as economias emergentes vão registrar uma desaceleração de seu crescimento para 6,9% em 2008 e 6,7% em 2009, ante o ritmo de 8% de 2007. A China deve crescer 9,7% em 2008; a Índia deve avançar 8% e a Rússia 7,7% . Leia o resto do artigo »

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Resumo Diário – 22/07/2008

Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia Alves e Luciana Sergeiro

Economia

A Anatel definiu os reajustes da telefonia fixa. Os aumentos serão de 2,76% para os clientes da Oi e de 3,01% para a os da Telefônica, Brasil Telecom, CTBC (interior de MG e SP) e Sercomtel (Londrina, PR). O aumento incidirá sobre a assinatura e o minuto das ligações. Nas ligações DDD, o reajuste médio será o mesmo, podendo subir até 9,68%, conforme horário ou distância.

Folha de S. Paulo: Tarifa de telefonia fixa aumenta 3,01%

A arrecadação federal continua batendo recordes, apesar do fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). No primeiro semestre, em termos nominais, chegou a R$ 327,672 bilhões, o maior valor já arrecadado no período. Em relação ao primeiro semestre do ano passado, a receita aumentou 16,03% – ou 10,43%, se for já descontada a inflação do período. O total em junho também foi recorde para o mês: R$ 55,747 bilhões, com alta real de 7,1% sobre junho de 2007.

A economia aquecida, que fez subir salários e vendas e propiciou elevada lucratividade das empresas, explica o desempenho. Além disso, pesou o fato de a fiscalização estar mais apertada, a ponto de o recolhimento de multas e juros ter subido 60,46% no período.

O Estado de S. Paulo: Receita cresce 10,4% no semestre

Depois de duas semanas coladas em 6,5%, as projeções para a inflação deste ano, formuladas por analistas consultados semanalmente pelo Banco Central, romperam o teto da meta, ficando em 6,53%. A meta definida para 2008 é de 4,5%, com margem de variação de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo, o que coloca o teto da meta em 6,50%. Caso isso se confirme, o resultado será uma campanha de afrouxamento do juro em 2009 mais lenta do que o previamente esperado.

No entanto, um outro indicador de inflação, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou alta de 1,79% na segunda prévia de julho. O resultado ficou um pouco abaixo do esperado pelo mercado e foi também menor que no mês anterior, quando a variação foi de 1,83% no mesmo período de coleta.

Gazeta Mercantil: Analistas prevêem inflação acima da meta e IGP-M recua

Política

A segunda fase da Operação Satiagraha, da Polícia Federal, que investiga as operações do banqueiro Daniel Dantas, começou ontem com uma nova equipe de delegados e reforçada por técnicos do Ministério Público, Receita Federal, Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários e Conselho de Controle de Atividades Financeiras. A equipe vai analisar documentos apreendidos na fase anterior. O braço direito de Dantas, Humberto Braz, teve o pedido de habeas corpus rejeitado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo.

JB Online: Receita, MP e Coaf ajudarão a PF

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Rider Nogueira de Brito, solicitou ao Tribunal de Contas da União (TCU) a realização de uma auditoria extraordinária para investigar a existência de irregularidades na contratação e no desenvolvimento do projeto de informatização da Secretaria de Controle da Justiça do Trabalho (Secon). Uma comissão de juízes constituída pelo presidente do TST constatou “problemas” na condução dos processos e apurou que não foram observados procedimentos recomendados pelo TCU.

Correio Braziliense: TST investiga irregularidades

A Polícia Federal foi acionada para investigar a criação de currais eleitorais por milícias e pelo tráfico nas favelas cariocas. Diversas denúncias de que candidatos a vereador têm sido impedidos de fazer campanha em comunidades controladas por milicianos ou por traficantes têm chegado ao Disque-Denúncia Eleitoral. Um dos objetivos dos grupos armados é garantir preferência para nomes apoiados por eles. Até candidatos a prefeito enfrentam ameaças e constrangimento

O Globo: PF investigará currais do crime

O vice-presidente José Alencar vai discutir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a aceleração do programa nuclear da Marinha, desenvolvido no Centro Experimental Aramar, em Iperó (SP). O objetivo imediato é antecipar o funcionamento de um reator nuclear de testes, previsto para ficar pronto em 2014. Com isso, será possível chegar mais rapidamente à construção do submarino nuclear brasileiro, objetivo final do programa e ainda sem prazo definido.

O Estado de S. Paulo: Alencar propõe acelerar programa nuclear brasileiro

Internacional

O tom das relações dos EUA com a América Latina deve mudar num eventual governo Barack Obama, diz o chileno-americano Arturo Valenzuela, diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos na Universidade Georgetown, que atua como consultor externo da campanha democrata para assuntos latino-americanos – ele ressalta que não está autorizado a falar oficialmente pelo candidato. Valenzuela está no Brasil para promover o Programa de Estudos Brasileiros de Georgetown, que estréia seu curso de verão no Rio.

O Estado de S. Paulo:”EUA devem ser um parceiro melhor da América Latina”

O secretário de Agricultura, Javier de Urquiza, foi a primeira baixa importante no gabinete da presidente Cristina Fernández de Kirchner, depois da derrota sofrida por seu governo semana passada no Senado. Após uma disputa de quatro meses com os agricultores para aumentar os tributos sobre as exportações de grãos, um projeto de lei do governo sobre o assunto foi derrubado no Senado com o voto contrário do próprio vice-presidente de Cristina, Julio Cleto Cobos, que desempatou a votação – na Argentina, o vice-presidente preside o Senado.

Valor Econômico: Argentina tenta retomar suas políticas agrícolas após derrota

Em sua primeira viagem ao Iraque desde 2006, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, passou menos de 24 horas no país. Foi o suficiente para que recebesse demonstrações de simpatia à sua proposta de retirada das tropas norte-americanas até 2010. Segundo Obama, os encontros com o primeiro-ministro iraquiano, Nuri Al-Maliki, o presidente, Jalal Talabani, e o vice, Tareq Al-Hashemi, foram “muito construtivos”.

Correio Braziliense: Obama agrada aos iraquianos

Desenvolvimento

A ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva (PT-AC) elogia a onda de ações tocadas por empresas que visam à sustentabilidade das comunidades da região amazônica. No entanto, diz, é fundamental que essa postura seja levada para todos os negócios. “Porque não se pode ter uma face ambientalmente correta e outra não tão correta.” Para a ex-ministra, mesmo que este movimento amplie e ajude na inclusão produtiva, não substituirá o papel do Estado.

Gazeta Mercantil: Marina Silva elogia ações na Amazônia

As mudanças no projeto de engenharia da usina de Jirau envolvem três dos aspectos que despertaram maior polêmica no licenciamento das hidrelétricas do Madeira: diminuem os riscos de acúmulo de sedimentos no leito do rio, de mortalidade de peixes e de propagação da malária na região. Essa é a promessa que faz o consórcio Energia Sustentável do Brasil, liderado pela multinacional franco-belga Suez Energy, nos estudos que serão apresentados ao Ibama e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) amanhã.

O consórcio espera apenas a homologação de sua vitória no leilão de Jirau, que deve ser feita hoje pela Aneel, para entregar o novo projeto de engenharia da obra e o detalhamento dos impactos ambientais.

Valor Econômico: Suez entrega novo projeto de Jirau com promessa de ganho ambiental

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Brasil e África do Sul: Histórias diferentes, problemas iguais

Postado em 22 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

O artigo abaixo diz respeito a proximidade existente entre Brasil e África do Sul em relação aos problemas sociais. Ambos os países são marcados pela extrema desigualdade social existente entre os cidadãos. Problemas sociais á parte, os países também dão as mãos ao pensarem nas soluções de enfrentamento da desigualdade. Apesar das diferenças culturais que envolvem as duas nações, eles decidiram estudar cada um seus programas de atendimento as demandas sócias, no caso do Brasil é citado como exemplo o Programa Bolsa Família que se trata de uma política de governo focalizada, com critérios de elegibilidade para a escolha dos beneficiários. Críticas a parte, o PBF representa uma política de transferência de renda na qual a África do Sul busca inspiração para minimizar seus problemas. De qualquer forma isto representa uma positiva iniciativa de países com históricos sociais tão próximos na tentativa de superação, ou melhor minimização da desigualdade social.

Fonte:Revista Desafios

Por Ricardo Wegrzynovski, de Brasília

Temos histórias diferentes, mas os problemas são os mesmos. Brasil e África do Sul, com suas jovens democracias, vêm tentando se desvencilhar de questões como desigualdades sociais, desemprego, crise na saúde e ainda os velhos saques de riquezas naturais. A semelhança entre os dois países não fica só nisso. Para tentar soluções mútuas, representantes das áreas de planejamento de médio e longo prazo do governo sul-africano visitaram o Brasil em abril para trocar informações sobre pesquisas e políticas de governo. Segundo o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, foi “o início da organização de uma agenda de trabalhos conjuntos entre os dois países”.

“Além das desigualdades sociais, da busca pelo desenvolvimento, temos em comum a alegria e jogamos bem futebol”, diz, descontraído, o coordenador de política e divisão de serviços da presidência da República da África do Sul, Joel Netshitenzhe. Há uma empolgação do governo sulafricano com a Copa do Mundo de Futebol, que se realizará no país em 2010. Mas o tema dominante das conversas bilaterais são os problemas sociais. É nisso que estão investindo em conjunto e trocando experiências.

Para amenizar as situações de pobreza, não só os países necessitados se unem, mas também contam com o apoio de pelo menos um dos mais ricos do mundo, o Reino Unido. Promovidos pelo Departamento para o Desenvolvimento Internacional (DFID), do Reino Unido, chegam ao Brasil e a outros países em desenvolvimento investimentos para políticas de proteção social, dentro de projetos chamados de Sul-Sul, que visam melhorar a qualidade de vida humana nos países pobres. Leia o resto do artigo »

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