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Blog do Desemprego Zero

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Curso Livre Marx e Engels no Rio de Janeiro

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

A segunda edição do Curso Livre Marx e Engels acontecerá entre os dias 18 de agosto e 29 de setembro na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O curso tem como objetivo a leitura e estudo das obras dos dosi filósofos que são tão citados e utilizados atualmente. As aulas serão públicas e gratuitas, sendo paga somente uma taxa de inscrição de 10 reais.

Para maiores informações clique na figura.

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Integração da América do Sul depende do Brasil

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O artigo abaixo ressalta que a integração da América do Sul constitui um projeto brasileiro. Nenhum outro governo o concebeu tão consistente e fez tantos esforços para sua programação como o brasileiro.

Exportadores brasileiros elegeram a vizinhança como destino de sua melhor exportação de qualidade, a de manufaturados, que para a área representam 80%, enquanto sobre o total situam-se em aproximadamente 50%. Investidores brasileiros elegeram a vizinhança, especialmente a Argentina, como destino privilegiado de seus capitais e empreendimentos.

Por Amado Luiz Cervo

Publicado originalmente no Correio Braziliense

O título do artigo corresponde a uma afirmação do presidente Lula, ao regressar de viagem à Bolívia e à Colômbia nesta semana. Depende, em seu entender, porque o Brasil é a maior economia e o país mais industrializado, é líder na região e não lhe convém estar rodeado de países pobres. Afirma que a integração avançará por meio de ações conjuntas e nesse sentido a integração também depende dos vizinhos.

Além dessas boas razões, convém examinar a fundo por que a integração sul-americana interessa ao Brasil..

O projeto, que os estudiosos chamam de construção da América do Sul, inicia formalmente à época de Itamar Franco, com a negociação em torno da criação da Área de Livre Comércio da América do Sul (Alcsa), em oposição ao projeto norte-americano da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Segue com as reuniões de cúpula, instituídas por Fernando Henrique Cardoso, que criaram a Comunidade Sul-Americana de Nações (Casa), transformada na União das Nações Sul-Americanas (Unasul), durante reunião de cúpula em Brasília, em 2008.

A institucionalização da integração sul-americana foi acompanhada desde o ano 2000 por algumas ferramentas operacionais como a Iniciativa para a Integração da Infra-Estrutura Regional Sul-Americana (Iirsa), o Programa de Substituição Competitiva de Importações (PSCI) e o Programa Sul-Americano de Apoio às Atividades de Cooperação em Ciência e Tecnologia (Prosul). Esses mecanismos financiam projetos regionais ou bilaterais, nos quais a presença do BNDES é relevante. Leia o resto do artigo »

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Resumo Diário – 23/07/2008

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia Alves e Luciana Sergeiro

Economia

As empresas brasileiras começam a diminuir o ritmo dos investimentos, temendo uma desaceleração da economia. Um dos motivos da perda de fòlego da atividade econômica seria a elevação dos juros. Pesquisa feita em junho pela Serasa revela que o número de empresas que pretendem ampliar os investimentos caiu em relação ao verificado no mesmo período do ano passado. Das 636 empresas consultadas em todo o País, 53% disseram que vão ampliar investimentos este ano, ante 58% em 2007.

O Estado de S. Paulo: Juro já afeta decisão de investimento

O Brasil está invadindo os mercados asiáticos. Nos últimos meses, cresceu acentuadamente o valor investido em fundos sediados na Coréia e no Japão que aplicam em papéis brasileiros com recursos de aplicadores de varejo. No Japão, segundo dados da HSBC Global Asset Management, o saldo passou de pouco mais de US$ 1 bilhão em julho do ano passado para US$ 6 bilhões em maio deste ano. A esse valor deve-se acrescentar mais US$ 2 bilhões aplicados na semana passada em apenas um fundo do UBS Pactual de papéis de renda fixa brasileira.

Valor Econômico: O Brasil para asiáticos

Depois de atingir quase US$ 3 na Bolsa de Chicago (CBOT), o preço do galão (3,785 litros) de etanol nos Estados Unidos desabou e junto fechou a “janela” de oportunidade de exportação ao Brasil. Da última sexta-feira até ontem, a queda acumula 9,1%. Em três pregões, as cotações do galão saíram de US$ 2,51 para US$ 2,28 na bolsa americana. Esse preço inviabiliza as exportações a partir do Brasil. Significa remuneração à usina 20% abaixo do custo de produção. Desde o início de julho, o recuo do preço do etanol é de 19,14%, praticamente o mesmo movimento das cotações do milho na CBOT, que desabaram 20,29% no período.

Gazeta Mercantil: Queda do etanol nos EUA encerra negócios com o Brasil

Política

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva interveio nos planos da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, de participar ativamente da campanha eleitoral deste ano. Ontem, depois da reunião da coordenação política do governo, no Palácio do Planalto, Lula determinou à “mãe do PAC” que não atue em comícios e programas eleitorais de rádio e televisão no primeiro turno.

Correio Braziliense: Lula agora quer Dilma longe dos palanques

Preso na Operação Satiagraha, o ex-prefeito Celso Pitta diz que é acusado por causa das eleições: “Meu nome está associado a Gilberto Kassab (DEM) e a Paulo Maluf (PP), Nada é mais interessante que atingir esses candidatos indiretamente”. Livre devido a um hábeas corpus, Pitta nega as acusações e se diz vítima. “Houve abuso ao invadirem minha casa e permitirem que fosse filmado de pijama.

Folha de S. Paulo: Ex-prefeito diz que sua prisão foi para atingir Kassab e Maluf

Acusado de chefiar uma milícia na Zona Oeste, o deputado estadual Natalino Guimarães (DEM, mesmo partido do prefeito Cesar Maia) tinha em casa um arsenal apreendido durante a sua prisão pela Polícia Civil. No cerco à casa do deputado – cuja filha, Carmen, é candidata a vereadora – houve tiroteio e um dos milicianos, foragido da Justiça, foi baleado. O deputado foi preso com mais cinco pessoas, mas outras sete fugiram. A polícia apreendeu documentos com a contabilidade da quadrilha, que faturava por mês até R$1,8 milhão, e uma lista com 43 nomes de policiais prestadores de serviços. A Alerj deve abrir processo ético contra o deputado.

O Globo: A “Fortaleza” da milícia

A Associação dos Magistrados Brasileiros divulgou em seu site lista segundo a qual, dos 350 candidatos a prefeito e a vice nas 26 capitais, 15 estão com “ficha suja” na Justiça. A relação inclui Marta Suplicy (PT) e Paulo Maluf (PP), candidatos à prefeitura paulistana. Ambos atacaram a iniciativa. A coligação de Marta a chamou de “arbitrária, tendenciosa e leviana”, e Maluf declarou que “juízes não devem se meter em política”. Dos 15 citados, Maluf é o que tem mais processos quatro ações penais que tramitam no Supremo e três ações de improbidade administrativa na Justiça de SP. Marta responde a ação penal remetida do STF ao Superior Tribunal de Justiça. Especialistas condenam a divulgação e vêem riso de uma “indústria” de ações contra governantes, para deixá-los com nome sujo. Segundo a AMB, não há juízo de valor na lista.

Folha de S. Paulo: Associação de Juízes inclui Marta, Maluf e mais 13 em “lista suja”

Internacional

O provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, afirma ser o presidenciável que promoverá mudanças em Washington e baseia sua campanha no slogan “Change. We can believe in” (“Mudança. Nós podemos acreditar”, em tradução livre). No entanto, para o professor Walter Benn Michaels, da Universidade de Illinois (Estado pelo qual Obama é senador), o democrata “representa a mesma política norte-americana habitual, exceto pela cor de sua pele.”

Folha Online: Para professor, Obama representa mudança “simbólica”

Os EUA ofereceram, na reunião em Genebra para destravar a Rodada Doha, a diminuição do teto dos seus subsídios agrícolas, de US$ 17 bilhões para US$ 15 bilhões. Países emergentes consideram a medida muito tímida, segundo o chanceler brasileiro, Celso Amorim.

JB Online: Proposta dos EUA decepciona

Desenvolvimento

Com a imposição de 61 exigências, o Ibama deverá liberar hoje a licença prévia da usina nuclear de Angra 3. O documento atesta a viabilidade ambiental do empreendimento e chega envolto em polêmica. As exigências foram classificadas como “brutais” pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Autoridades do setor elétrico reagiram com contrariedade. O maior ponto de discórdia está na obrigação, estabelecida pelo Ibama, de uma solução “definitiva” para os rejeitos de alta radiatividade da usina.

Valor Econômico: Ibama deve conceder hoje licença para usina Angra 3

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A Rodada de Doha e o pós-neoliberalismo

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Heldo Siqueira

A reunião de abril da Rodada de Doha, em Cingapura, já havia fracassado em estabelecer um acordo que agradasse os diversos interesses internacionais. Na verdade, observamos um recrudescimento da disposição, em nível global, dos agentes em liberalizar seus mercados. Talvez a principal modificação nesse cenário esteja em uma nova atitude dos países em desenvolvimento, em relação ao foco das discussões. Segundo o Ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim:

Não somente porque é uma questão de justiça, e sim por uma razão histórica, já que as negociações comerciais de outras rodadas passadas sempre se concentraram em produtos manufaturados e os bens agrícolas ficaram relegados para trás.(1)

Na tentativa de dar segmento às negociações, os americanos vieram para a atual reunião, em Genebra, com uma proposta uma proposta de reduzir o teto para subsídios agrícolas para US$ 15 bilhões. Os representantes brasileiros esperavam um limite de US$ 13 bilhões para seguimento às negociações. Por outro lado, a proposta dos países desenvolvidos de aumentar os produtos sensíveis, aqueles sobre as quais as reduções tarifárias seriam menores, mas cujas quotas de importação seriam elevadas, parece ser contraproducente ao avanço das negociações. Para Amorim, as negociações ainda estão no início, de forma que ainda há muito o que avançar. (2)

O fato concreto é que há, em nível global, um arrefecimento dos fluxos comerciais. Segundo dados do “International Centre for Trade and Sustaintable Development” a ampliação do comércio mundial caiu de 8,5% em 2006, para 5,5% em 2007 e deve diminuir para 4,5% em 2008. (3) Parece que está havendo um refluxo no processo de liberalização dos mercados internacionais. A expressão utilizada pelo presidente do IPEA, Márcio Pochmann, que definiu o momento atual como o pós-neoliberalismo, parece ser útil para entendermos o rumo das negociações comerciais. Ou seja, o espaço para novas liberalizações dos mercados, em nível global, pode estar no limite, e o fracasso da Rodada de Doha pode ser um sintoma importante.

(1) -Celso Amorim acha possível concluir rodada de Doha em 2008
(2) – EUA oferecem reduzir teto de subsídios agrícolas a US$ 15 bilhões, mas Brasil acha insuficiente
(3) – entre-o-comercio-e-o-desenvolvimento-sutentavel

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Quantidade sem qualidade

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

David Kupfer observa no artigo a seguir que pela primeira vez desde a estabilização monetária de 1994, pode-se observar a trajetória da indústria brasileira na perspectiva temporal de uma década.

Kupfer afirma que de 1996 a 2006, a parcela dos salários nas receitas caiu, como resultado da redução do salário médio real, e não do aumento da produtividade e que a evolução dos custos das operações industriais foi bastante desfavorável, tendo crescido 47% na década em questão. Com isso, o peso dos custos de produção (inclusive salários) saiu de 61% do valor das receitas em 1996 para 69% em 2006, certamente contribuindo para o achatamento das margens da atividade industrial.

A paisagem descortinada pela série de dados da PIA desde então até 2006 revela que não há mudanças estruturais muito visíveis, nem mesmo na linha do horizonte. Se os dados não deixam dúvida de que o tamanho da indústria aumentou no período, são igualmente bastante enfáticos em mostrar que não houve uma melhoria significativa da qualidade dessa indústria.

E finaliza ressaltando que “esse quadro somente deverá se modificar quando entrar em cena um regime competitivo completamente distinto do que predominou no período analisado, no qual prevaleça um nível de proteção efetiva variável para a indústria, pragmaticamente ajustado de acordo com a capacidade de resposta das empresas e firmemente apoiado em uma taxa de câmbio competitiva e em uma ativa política industrial pró-inovação”.

Publicado originalmente no Valor

Por David Kupfer

Com a recente divulgação pelo IBGE da edição 2006 da Pesquisa Industrial Anual (PIA), a série de informações estruturais sobre a indústria brasileira atingiu, enfim, seu décimo ano de cobertura após a quebra do encadeamento com os dados anteriores, causada pela profunda revisão metodológica introduzida em 1996. Com isso, pela primeira vez desde a estabilização monetária de 1994, pode-se observar a trajetória da indústria brasileira na perspectiva temporal de uma década, intervalo que os economistas concordam em estabelecer como mínimo para propiciar análises estruturais mais robustas. Ainda que baseada em alguns poucos indicadores agregados, pois mais não caberia no curto espaço dessa coluna, uma primeira exploração dos novos números da PIA mostra um leque de transformações experimentadas pela indústria brasileira, algumas já amplamente percebidas, outras nem tanto, todas sugestivas de que esses 10 anos não foram exatamente benevolentes com a atividade industrial no país.

Aplicando-se deflatores setoriais, estimados a partir dos dados do IPA-FGV, para o conjunto da indústria extrativa e de transformação, exclusive petróleo (extração e refino), constata-se que, em relação a 1996, as receitas das empresas industriais em 2006 estavam 32% maiores em termos reais, montante satisfatório se comparado ao obtido na década anterior, mas irrisório se anteposto ao desempenho alcançado por diversos países emergentes. Leia o resto do artigo »

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Oportunidades e ofertas de emprego, estágios e concursos públicos

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego, estágios e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.

CONCURSO

A PETROBRAS TRANSPORTE S.A. – TRANSPETRO, subsidiária da PETROBRAS, comunica a abertura de processo seletivo público para provimento de vagas e formação de cadastro de reservas mediante condições estabelecidas no edital.

EMPREGOS

Supermercado Zona Sul: 50 vagas

Há oportunidades para atuação em todas as unidades da rede, nos departamentos de Peixaria e Prevenção de Perdas. As vagas em aberto são para os cargos de atendente de prevenção de perdas (38 chance ) e balconista de peixaria (12).

Candidatos às vagas de atendente devem ter, pelo menos, ensino médio completo, conhecimentos de informática e experiência em prevenção de perdas ou recebimento de mercadorias. Já para a função de balconista, é necessário apresentar ensino fundamental completo, experiência e
disponibilidade para trabalhar em horário noturno, até meia-noite.

A empresa fará processo seletivo em duas etapas. Os candidatos passarão por testes e, em seguida, farão uma entrevista. Quem for contratado terá direito a vale-transporte, assistência médica extensiva a dependentes e três refeições diárias. Leia o resto do artigo »

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Politicômetro

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

*Por Paulo Metri

Tenho alguns comentários sobre o teste do “politicômetro” da revista Veja. Parece ser, à primeira vista, um teste ingênuo para, através da emissão da opinião do testando, “situá-lo no campo das liberdades individuais e da relação entre o estado e a economia”, segundo as palavras da revista.

Ela procura dar um respaldo técnico ao teste, ao dizer que “Com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, Veja preparou um questionário com vinte perguntas.” Assim, eu imagino que eles querem transmitir para os testandos que seria um teste isento e confiável.

A Veja continua, buscando atiçar a curiosidade do futuro testando ao dizer: “Assim que terminar de respondê-las, você saberá a sua posição política em um quadrante que tem como eixos os extremos esquerda-direita e liberal-antiliberal.” Quem não fica curioso em saber quais são as perguntas confeccionadas por um especialista e tão marcantes que permitem classificar as pessoas? Alem disso, as pessoas se perguntam como elas serão avaliadas. Notar que é natural ter estas reações.

Entretanto, minhas observações sobre este teste são as seguintes:
O conjunto de perguntas e a forma de apresentação das mesmas não compõem o conjunto mais adequado para a avaliação do posicionamento político das pessoas. Por exemplo, existe uma pergunta, que cita o MST, querendo avaliar se o testando dá valor ao direito de propriedade, sem lembrar sobre a função social que a propriedade deve representar. Por outro lado, não há uma pergunta que busque testar a aprovação do Bolsa Família, por estar proporcionando às pessoas comerem mais, ou seja, não se busca saber como o testando se posiciona com relação ao direito à vida.

O conjunto de perguntas serve também como propaganda dos temas que a revista quer que sejam debatidos e serve para enterrar temas que ela quer esconder do debate. Por exemplo, por que ela não fez uma pergunta sobre o fato de entes privados serem os grandes concessionários dos meios de comunicação de massa no Brasil, os quais não têm a isenção necessária para promoverem um verdadeiro debate público de idéias. Leia o resto do artigo »

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Economia deve desacelerar

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

João Sicsú, diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea -, acredita que a alta dos preços deste ano vai reduzir o ritmo de crescimento. E se Banco Central contiver a taxa de juros poderá haver continuidade de crescimento dos investimentos.

Para Sicsú, a inflação excluindo o item alimentos, “está até muito bem comportada” em relação ao ano passado. Ela se torna preocupante, no entanto, particularmente por causa do efeito sobre as camadas mais pobres da população, que estão com a cesta de consumo “a preço bastante elevado”.

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Apesar de a inflação estar dando pequenos sinais de recuo, a tendência é que a alta de preços neste ano, em relação aos índices de 2007, provoque redução no ritmo de crescimento da economia, segundo avaliação do diretor de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsu.

Ele acredita, porém, que o País vai continuar contando com crescimento dos investimentos, se o Banco Central contiver as elevações na taxa de juros básicos da economia (a Selic). Do contrário, deverão cair os investimentos a partir de 2009, com crescimento menor da economia e menor oferta de emprego. No momento, os investimentos estão crescendo em ritmo acima do próprio PIB.

Em entrevista ao programa “Revista Brasil”, da Rádio Nacional, Sicsu falou sobre o documento Carta de Conjuntura, que o Ipea vinha editando a cada três meses e que registrou recuo da inflação nas últimas semanas, em relação aos demais períodos do ano. Ele destacou o desempenho do item alimentação como principal responsável pela alta da inflação nos últimos meses. Leia o resto do artigo »

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