Financiamento do BNDES cresce 30%
Postado em 27 dEurope/London julho dEurope/London 2008
Por Katia Alves
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) devem crescer este ano perto dos 30%, saltando de R$ 64,9 bilhões, em 2007, para R$ 84 bilhões ao longo de 2008.
O setor de infra-estrutura recebeu R$ 32,2 bilhões, um aumento de 85%, principalmente devido aos projetos de energia elétrica e de transportes terrestres. Fernando Puga, chefe do departamento da área de análise econômica do banco, declara que tanto os projetos de infra-estrutura, como os da indústria de insumos dizem respeito a setores de capital intensivo, de maturação no longo prazo.
Publicado originalmente na Gazeta Mercantil
Por Ana Cecilia Americano
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) devem crescer este ano perto dos 30%, saltando de R$ 64,9 bilhões, em 2007, para R$ 84 bilhões ao longo de 2008. Vale frisar que o crescimento de 2007 sobre 2006 já foi alto, superior a 25%. Neste ano, os principais setores beneficiados pelos desembolsos são infra-estrutura e indústria.
Dados de maio indicam que nos últimos doze meses o setor de infra-estrutura recebeu R$ 32,2 bilhões, um aumento de 85%, principalmente devido aos projetos de energia elétrica e de transportes terrestres. Já as liberações para a indústria, nos doze meses que antecederam maio, somaram R$ 32 bilhões, uma expansão de 8%, com foco nos segmentos de alimentos, bebidas, química e petroquímica. Para Fernando Puga, chefe do departamento da área de análise econômica do banco, esse movimento está associado aos novos projetos de infra-estrutura em curso no País, a exemplo de grandes empreendimentos em energia elétrica, por conta do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e a uma demanda crescente dos setores industriais de insumos básicos – em siderurgia, indústria química, papel e celulose – e de alimentos e bebidas, com o foco no mercado interno e voltados à expansão do parque produtivo. “No passado, os investimentos eram mais direcionados a projetos de produção para a exportação”, compara. Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »



, aplicada em títulos públicos, agora para 13% aa. Os pontos percentuais das demais taxas de juros equivalem a múltiplos da SELIC que podem ser até mais de 6, como ocorre com alguns empréstimos a pessoas físicas a 9% ao mês, ou seja, mais de 180% aa.