Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por José Augusto Valente*
O rodízio imposto às empresas de transporte rodoviário de cargas e aos caminhoneiros autonômos, não cansamos de repetir, NÃO VAI DAR CERTO!
Isso porque não adianta tirar vinte, trinta mil caminhões de circulação quando temos mais de quatro milhões de automóveis circulando, estacionando e prejudicando o trânsito de ônibus, de pedestres, de ciclitas, de motociclitas e… dos caminhões.
Hoje, é o retorno às aulas em São Paulo. Podem escrever: os congestionamentos retornarão aos patamares de antes do início das férias.
Nesse período, a prefeitura de São Paulo impôs as restrições aos caminhões e divulgou alguns resultados de melhoria do trânsito, devido exclusivamente às férias escolares e não à essa restrição. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Katia Alves
O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas.
Publicado originalmente na Folha Online
O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. Os dados mostraram ainda que nos últimos três meses do ano passado a principal economia mundial se contraiu -o primeiro trimestre negativo em sete anos.
O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas. Nos três meses anteriores, o avanço da principal economia mundial foi de 0,9%.
O crescimento foi resultado especialmente do plano de estímulo fiscal -cujos cheques começaram a chegar aos consumidores em abril, na esperança de aumentar os gastos-, do aumento das exportações e da queda nas importações, fruto da desvalorização do dólar. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Katia Alves
A atividade industrial mostra os primeiros sinais de desaceleração, segundo os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Problemas de acesso ao crédito e aumento de estoques são indicações de que a indústria começa a acusar o golpe da alta de juros patrocinada pelo governo.
O aumento de estoques, principalmente das grandes empresas, pode estar vinculado à aceleração da inflação ou à tentativa de remarcação de preços, dizem os economistas.
Uma preocupação dos empresários que apareceu na pesquisa é o aumento do custo das matérias-primas que afetam empresas dos três segmentos, grandes, médias e pequenas.
Publicado originalmente no Gazeta Mercantil
Por Rivadavia Severo
A atividade industrial mostra os primeiros sinais de desaceleração, segundo os economistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Problemas de acesso ao crédito e aumento de estoques são indicações de que a indústria começa a acusar o golpe da alta de juros patrocinada pelo governo, dizem os especialistas.
A previsão de arrefecimento no ritmo da indústria no segundo semestre, vem acompanhada de números positivos no primeiro semestre. Os dados do segundo trimestre mostram que o emprego, a produção e a utilização da capacidade instalada continuam em crescimento.
O nível de atividade da indústria registrou 56,6 pontos no trimestre contra 56,2 do mesmo período do ano passado. Dados acima de 50 pontos indicam cres-cimento econômico. Dos 27 setores pesquisados, 20 registraram indicadores acima de 50 pontos. Desses, nove ficaram acima de 60 pontos, como os de refino de petróleo (68,2 pontos), veículos automotores (63,2) e outros equipamentos de transporte (82,5 pontos). Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por Katia Alves
Segundo Delfim Netto, o setor produtivo, a indústria brasileira especialmente, não depende mais de subsídios ou de proteção. Pode dispensá-los -como disse recente nota da Fiesp- porque considera que “fez a lição de casa” e por isso cobra do governo que faça o seu “dever de casa” para que se restabeleçam as condições isonômicas (que já existiram!) para enfrentar a dura competição mundial. Significa estabelecer condições de redução da carga tributária no processo produtivo, a eliminação de impostos nos investimentos direcionados aos setores exportadores e não desistir do objetivo de uma política monetária mais inteligente.
Publicado no DCI
Por Delfim Netto
O setor produtivo brasileiro dispensa subsídio e nem precisa de proteção, necessariamente. Isso ficou muito evidente durante as discussões da Rodada de Doha, em Genebra, quando o Brasil se dispôs a fazer concessões para que se chegasse algum acordo na direção de liberalizar o comércio mundial. Também restou evidente que as nações, emergentes ou desenvolvidas, não estão dispostas a “baixar a guarda” se houver qualquer ameaça à sua segurança alimentar ou energética. O que, afinal esteve conforme as previsões.
Fome à parte, China e Índia trataram de se entrincheirar nas salvaguardas para defender sua agricultura da “invasão” de produtos estrangeiros; a Europa, além de barreiras tarifárias, não abre mão de estabelecer quotas nas importações de alimentos; e os Estados Unidos não querem saber de facilitar a entrada em seus mercados de combustíveis mais baratos e eficientes que o seu etanol de milho. Aqui não se trata do problema alimentar, e sim de assegurar a autonomia energética.
O Brasil hoje se garante praticamente nas duas autonomias com uma produtividade, na agricultura, superior à dos concorrentes, e com um horizonte muito próximo da independência energética. Pode, então, oferecer concessões em nome do objetivo da liberalização comercial e de prestigiar uma instituição internacional como a OMC, onde obtivemos condenações a subsídios e temos derrubado restrições impostas aos nossos produtos pela ação protecionista dos Estados Unidos e da Europa, principalmente.
Independentemente de avançar ou não a liberalização, o setor produtivo brasileiro tem uma situação absolutamente desigual para disputar os mercados com seus competidores externos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Publicado no AEPET
Multinacional administra banco de dados da Agência Nacional do Petróleo
Importantes fontes revelaram à AEPET/ Associação de Engenheiros da Petrobrás que a multinacional norte-americana Halliburton, através da sua subsidiária no Brasil, Landmark Digital and Consulting Solutions, está administrando o Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP), da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sem ter passado por processo licitatório. E mais: as fontes informaram, ainda, que tiveram acesso ao parecer da Procuradoria Geral da República (PROGE), emitido em 2004, no qual exige que serviços prestados no BDEP sejam feitos mediante licitação. Mas, incrivelmente, a ANP até hoje não cumpriu a determinação da PROGE. A Landmark recebe e tem acesso a todos os dados estratégicos de exploração e produção da Petrobrás, além de receber R$ 600 mil por mês. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
De acordo com o economista Luiz Filgueiras, a dívida interna está crescendo devido aos juros e afirmou que a queda da dívida pública líquida em relação ao PIB só é possível porque inclui a dívida externa.
Em 2003, a relação era 41,7%. Entre 2004 e 2005, ela disparou de 40,2% para 44,1%, atingindo 47,6% em 2006, declarou o economista.
Para ler mais clique aqui
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por José Augusto Valente*
Imperdível essa entrevista, que poderá esclarecer muitas dúvidas sobre a utilização da Lei, que ele prefere chamar de Lei Salva-Vidas, em vez de Lei Seca, já que ninguém está proibido de se alcoolizar. Apenas não poderá tomar bebida alcoólica e dirigir.
Clique aqui e veja o vídeo da entrevista ao Paulo Henrique Amorim, na TV Record.
Clique aqui e visite o site da ABRAMET
A nossa enquete sobre a Lei Seca, neste momento, apresenta o seguinte resultado:
Favorável à Lei, na forma como está: 166 (69%)
Favorável, porém com menos rigor: 62 (25%)
Os demais 12 (6%), 8 são contra e 4 têm opinião Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
29/07/2008
Fonte: Carta Capital
Conforme o prometido, Carta Capital honra o compromisso de ajudar o “jornalismo investigativo” brasileiro, que anda em polvorosa desde a deflagração da Operação Satiagraha pela Polícia Federal, que provocou o entra-e-sai de Daniel Dantas da prisão e tantas outras ebulições na república brasileira.
Para tanto, a revista deixa disponível neste dossiê todo o conteúdo que produziu sobre Daniel Dantas e seus negócios nos últimos dez anos. São mais de noventa textos, reportagens e editoriais de Carta Capital sobre o envolvimento de Dantas em transações em diversas áreas da economia nativa, em especial no setor de telecomunicações.
Elas estão compreendidas em um período que remonta às privatizações do setor de telefonia, ocorridas no fim da década de 1990, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, e chega aos dias atuais, sob a égide do segundo mandato do presidente Lula. É material suficiente para entender como Dantas tornou-se figura tão importante nos bastidores da República, a ponto de alguns terem dito que se fosse revelado todo o conteúdo das negociatas do orelhudo, o País pararia por dois anos
Com isso, Carta Capital espera que a mídia nativa não dê ares de furo ou mesmo de material exclusivo a conteúdo que a revista publicou anos atrás.
Bom proveito.
Sob suspeita
Diálogos exclusivos dos grampos no BNDES acentuam a interferência do governo no leilão da Telebrás
(reportagem originalmente publicada na edição 87, de 25 de novembro de 1998)
O Caribe é aqui
Ex-sócio do banqueiro Daniel Dantas afirma que brasileiros aplicam em fundo do Opportunity em Cayman, sem pagar IR e CPMF
(reportagem originalmente publicada na edição 135, de 8 de novembro de 2000)
Derrota nas Ilhas Cayman
Luís Roberto Demarco ganha uma batalha contra o Opportunity no paraíso fiscal
(reportagem originalmente publicada na edição 144, de 11 de abril de 2001) Leia o resto do artigo »
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