O poder das mulheres
Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008
Por: Luciana Sergeiro 
Sejam petistas, comunistas, liberais, radicais ou verdes, elas têm chances reais de chegar ao poder em várias capitais na eleição de outubro. Nunca se viu as mulheres tão em alta quanto nas eleições municipais deste ano. O eleitor acredita que as mulheres são mais transparentes e menos corruptas.
Publicado em: Revista Isto é
Por: SÉRGIO PARDELLAS
1 – BELO HORIZONTE – BH – JÔ MORAES (PCDOB)
Apesar do apoio de Aécio e Fernando Pimentel a Márcio Lacerda, Jô, 62 anos, lidera com 20% dos votos
2 – SÃO PAULO – SP – MARTA SUPLICY (PT)
A ex-prefeita, 63 anos, lidera as pesquisas com 35% dos votos, mas tem uma taxa de rejeição alta
3 – NATAL – RN – MICARLA DE SOUSA (PV)
A jornalista e deputada estadual, 38 anos, lidera a disputa na capital potiguar, com 48,7%
Nunca se viu as mulheres tão em alta quanto nas eleições municipais deste ano. A cena política brasileira ainda é de domínio majoritariamente masculino, mas as mulheres ocupam espaço cada vez maior. A julgar pelas mais recentes pesquisas de opinião sobre as eleições municipais de outubro, elas estão bem colocadas em sete importantes capitais do País: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Natal e Belém. Embora já não representem uma novidade na política, a maioria dos analistas concorda que, no imaginário do eleitor, as mulheres personificam a coragem, a integridade e a transparência, aliadas à capacidade de comando. Características consideradas fundamentais para o bom administrador. Por isso, não surpreende que conquistem, na largada da campanha, a preferência de parte significativa do eleitorado tanto feminino quanto masculino. É o caso de Marta Suplicy (PT), em São Paulo, Jô Moraes (PCdoB), em Belo Horizonte, e Micarla de Sousa (PV), em Natal. As três lideram a corrida eleitoral em suas respectivas capitais. “A população está cansada de políticos tecnocratas que agem com base em levantamentos”, afirma a deputada estadual Micarla, que montou uma coligação de seis partidos (PV, DEM, PR, PTB, PP e PMN) e detém hoje, segundo as pesquisas, 48,7% das intenções de voto. “O povo quer alguém que conheça os problemas, mas que também possua sensibilidade para resolvê-los e isso as mulheres têm de sobra”, diz ela. Leia o resto do artigo »
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