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Blog do Desemprego Zero

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Resumo Diário – 11/08/2008

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Katia AlvesLuciana Sergeiro 

Economia

Com o aperto na renda causado pela alta da inflação, consumidores estão atrasando contas de serviços públicos para pagar empréstimos. Isso porque o serviço demora a ser cortado, e, no caso do crediário, o nome vai rapidamente para o SPC.

O Globo: Inflação em alta, contas em atraso

As mudanças climáticas ocasionadas pelo aquecimento global poderão impor prejuízos de R$ 7,4 bilhões ao agronegócio brasileiro em 2020 e R$ 14 bilhões, em 2070, alterando – para pior – a economia e a geografia da produção agrícola no País. A previsão está em um estudo que será divulgado hoje por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O Estado de S. Paulo: Mudança climática tira área de agronegócio

Cidade mais rica do país, com renda per capita três vezes superior à média, Brasília vive um boom econômico sem precedentes em sua história. Projetada para ter 500 mil habitantes no ano 2000, a capital federal conta hoje, a dois anos de seu cinqüentenário, cinco vezes mais habitantes do que o planejado. Aos poucos, está deixando de ser apenas a sede do poder para se transformar num pólo dinâmico de desenvolvimento econômico. 

Valor Econômico: Brasília, centro do poder, vai às compras e atrai indústrias

Com lucratividade maior, as grandes empresas aumentaram sua participação na arrecadação do Imposto de Renda (IR), tributo que vem puxando as receitas tributárias da União. As grandes empresas que pagam o imposto pelo lucro real representam atualmente 71% da arrecadação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas. A participação delas em 2001, quando a Receita Federal passou a divulgar esse dado, era de 64,22%.

 Valor Econômico: Aumenta fatia da grande empresa na arrecadação

 Política

 O Ministério de Ciência e Tecnologia mantém quatro contratos que somam R$ 2 milhões com uma empresa acusada de fraudar uma licitação da própria pasta. Diálogos gravados pela Polícia Federal mostram, segundo os investigadores, como a Conservo Brasília Serviços Técnicos Ltda. armou com dois funcionários do ministério a vitória num pregão eletrônico para a empresa prestar serviços de mão-de-obra terceirizada por R$ 1 milhão.

Correio Braziliense: Uma mão lava a outra

Apenas 25 dos 176 candidatos às prefeituras de capitais nas eleições municipais são mulheres. Apesar do percentual baixo de candidaturas femininas, 14,2%, elas despontam como favoritas em pelo menos quatro capitais, o que abre a possibilidade de um resultado histórico para as mulheres, tendo em vista que apenas uma capital hoje é administrada por uma prefeita. A despeito do provável avanço, especialistas alertam para as limitações da participação feminina nos pleitos eleitorais.

Gazeta Mercantil: Mulheres ganham espaço no cenário eleitoral; mas é pouco

A  propaganda irregular apreendida pela fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral do Rio já soma quase 2 toneladas. O material, resultado do primeiro mês de campanha, lota um galpão à espera de ser reciclado. Nove dos 11 focos de apreensão se encontram em áreas dominadas pelo tráfico e por milícias. Hoje a Polícia Federal apresenta ao TRE e ao TSE o mapa do crime eleitoral, informação que deve balizar a decisão sobre a vinda de tropas federais.

Jornal do Brasil:  A tonelada da irregularidade

Internacional

Após três dias de enfrentamento, a Geórgia anunciou ontem a retirada de suas tropas da Ossétia do Sul e propôs um cessar-fogo. Mas os confrontos continuaram em áreas de fronteira entre a Geórgia e a província separatista, assim como no Mar Negro. Cerca de 10 mil soldados russos, apoiados por tanques, aviões e navios, deslocaram-se para a Ossétia do Sul no sábado depois que forças da Geórgia avançaram na sexta sobre áreas controladas pelos separatistas, apoiados pela Rússia.

O Estado de S. Paulo: Rússia amplia ofensiva na Geórgia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, foi aprovado no referendo nacional realizado ontem, segundo pesquisas de boca-de- urna. As projeções indicam que seu governo foi ratificado com 60,7% dos votos, sete pontos a mais do que ele obteve ao ser eleito, em 2005.

O Globo: Pesquisas: Morales tem mandato confirmado

Após a derrota no Congresso, em julho, da tentativa de aprovação de um aumento dos tributos sobre a exportação de grãos, o governo argentino deu início a um ajuste fiscal para compensar a perda de arrecadação e fazer frente ao pagamento dos juros da dívida. O bilionário esquema de subsídios que sustenta a política econômica argentina há seis anos, que começou a ser desarmado em janeiro com um reajuste nas tarifas de transportes públicos, terá uma redução estimada em US$ 100 milhões com um reajuste de energia elétrica entre 10% e 30%, anunciado há dez dias.

Valor Econômico:  Com ajuste fiscal, país tenta conter agravamento da crise

Desenvolvimento

A Petrobras anunciou na sexta-feira acordo para a compra da participação da ExxonMobil na Esso Chile Petrolera e em outras empresas chilenas associadas, em um negócio de US$ 400 milhões. A transferência do controle deverá ocorrer no segundo trimestre de 2009.

Gazeta Mercantil: Petrobras compra ativos da Esso no Chile

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Polêmicas da Semana

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Câmbio leva empresas a reduzir nível de emprego

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

A valorização do real frente ao dólar já provoca demissões em setores industriais tradicionalmente afeitos à exportação. Caso haja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009. Segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com a valorização do real, as indústrias com maior rentabilidade são as siderúrgicas, extrativa mineral, de autopeças, químicas, metalúrgicas, material de transporte e fertilizantes. Na contramão, os setores que amargam menor rentabilidade são os de celulose, petroquímico, vestuário, minerais não metálicos, têxtil, materiais elétricos e produtos alimentares. 

Publicado em: Gazeta Mercantil

Por: Leda Rosa

A valorização do real frente ao dólar já provoca demissões em setores industriais tradicionalmente afeitos à exportação. Áreas mais sensíveis às variações cambiais, entre elas a de madeira processada, estimam que, de maio a julho, as demissões atingiram 15 mil trabalhadores. Nas produtoras de calçados, vestuário e têxteis, ocorre a extinção de aproximadamente 200 mil vagas a cada ano. Nas fábricas, os empregados já sabem: caso haja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009.

“Nosso volume físico exportado tem caído, em média, 17%. Com tal encolhimento, produzimos menos e temos menor necessidade de mão-de-obra”, explica Antonio Rubens Camilott, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada (Abimci).

O contingente empregado pelo setor é de 2 milhões de trabalhadores. O executivo calcula que, se confirmadas as previsões de valorização do dólar, a escalada de demissões pode ser estancada ainda neste ano, no fim do quarto trimestre.

“As condições de competitividade estão permitindo uma formalização muito aquém do que poderíamos gerar”, diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). “Em vez de criar, no mínimo, mais de 160 mil empregos diretos por ano no setor, ficaremos com patamares reduzidos de 30, 40 mil postos de trabalho este ano”, diz o executivo. “A continuar o câmbio apreciado em 2009, com juros altos trazendo redução no nível de atividade econômica interna e queda de consumo, poderemos ter sim demissões formais”. Leia o resto do artigo »

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Da era petrolífera para a biocivilização

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Vistos com uma ampla perspectiva, o encarecimento do petróleo e a recuperação dos preços dos alimentos se mostrarão positivos se nos ajudarem a nos libertarmos da dependência do petróleo e a melhorar a vida dos pequenos agricultores em lugar de beneficiar as multinacionais da alimentação.  

O começo da terceira grande transição coincide com o esgotamento dos mais importantes modelos de desenvolvimento, que dominaram o cenário desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Para alguns observadores, a recente crise financeira anuncia o início do fim do neoliberalismo. Por sua vez, a social-democracia está presa na situação de “sim à economia de mercado, não à sociedade de mercado”. É por isso que, condenada a inventar novos modelos, a próxima geração se dirigirá a inexplorados e excitantes territórios. 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Ignacy Sachs

A prolongada evolução conjunta do gênero humano e da biosfera foi marcada no passado por duas grandes transições. A primeira, ao passar da coleta e da caça para a agricultura e criação de animais, ocorreu muitos milhares de anos atrás. A segunda, a era dos abundantes e baratos combustíveis de origem fóssil (carvão, petróleo e gás) começou há poucos séculos. Agora estamos no umbral da terceira grande transição, que deixará para trás a era do petróleo e, esperamos, de toda a energia de origem fóssil. A transição levará décadas, mas, segundo muitos indícios, já começou, empurrada pela alta espetacular dos preços do petróleo e pela recuperação dos preços dos alimentos.

Quando analisarem os acontecimentos de nosso tempo, os futuros historiadores verão a era da “energia fóssil” como um breve, mas acidentado, interlúdio que provocou um grande aumento da população mundial. Agora somos 6,7 bilhões de habitantes, e estima-se que seremos 9 bilhões em meados deste século, com a maioria da humanidade vivendo em áreas urbanas. Mas, apresentam-se dois grandes e iminentes desafios: o de uma potencialmente catastrófica mudança climática e o dilema de uma abismal desigualdade social, de mãos dadas com um crônico e severo déficit de oportunidades para a obtenção de trabalho decente.

Para evitar o aquecimento do clima, devido às excessivas emissões de gases causadores do efeito estufa, devemos modificar drasticamente nossas pautas de uso da energia. Para conseguirmos isso são necessárias três coisas: redução do consumo de energia por meio de uma mudança nos padrões de consumo e de estilos de vida; melhoria da eficiência energética; substituição dos combustíveis fósseis pelas diferentes energias renováveis (solar, eólica, hidráulica, marinha e biomassa). Leia o resto do artigo »

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Brasil ultrapassa a França e torna-se o sexto maior produtor de automóveis

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por José Augusto Valente*

A indústria de automóveis brasileira tornou-se, no primeiro semestre deste ano, a sexta maior do mundo em número de unidades produzidas, ultrapassando a francesa.

Segundo balanço divulgado hoje (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), até junho, 1,89 milhão de veículos foram produzidos no Brasil – 120 mil a mais do que na França.

De acordo com a Anfavea, até o ano passado, as posições do Brasil e da França no ranking mundial da indústria de automóveis estavam invertidas. Em 2007, França produziu 3,02 milhões de veículos e o Brasil, 2,97 milhões.

Leia mais no site Agência Brasil.

Isso significa mais emprego e renda, crescimento da economia pelo papel multiplicador das montadoras. Leia o resto do artigo »

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Exército tira transposição do Rio São Francisco do papel

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Depois de nove meses de trabalho, os dois batalhões de engenharia e construção que estão na área já concluíram cerca de um terço das obras a cargo do Exército.

Os protestos contra a transposição acabaram por vários motivos: o Supremo Tribunal Federal (STF) cassou todas as liminares concedidas por juízes de primeira instância que impediam o início das obras; presença dos militares ajudou a dar credibilidade ao projeto e há quem acredite que a morte do senador Antonio Carlos Magalhães (DEM), ex-governador da Bahia e ferrenho adversário da transposição, também tenha aplacado os protestos contra o projeto.

Publicado no O Estado de S. Paulo

A igrejinha branca e azul nos arredores de Cabrobó (PE), onde o bispo d. Luiz Flávio Cappio, em 2005, fez a primeira greve de fome contra a transposição do Rio São Francisco, está fechada. Na região, não há mais manifestações contrárias à obra, e os tratores de esteira e as escavadeiras do Exército rasgam o sertão em ritmo acelerado, começando a abrir os dois canais que vão levar água do “Velho Chico” para as bacias hidrográficas do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do agreste de Pernambuco.

Depois de nove meses de trabalho, os dois batalhões de engenharia e construção que estão na área já concluíram cerca de um terço das obras a cargo do Exército. Nada menos do que 1,6 milhão de metros cúbicos de terra, rochas e outros sedimentos já foram escavados – o que equivale a 18 Maracanãs cheios.

Os protestos contra a transposição acabaram por vários motivos. Em primeiro lugar, o Supremo Tribunal Federal (STF) cassou todas as liminares concedidas por juízes de primeira instância que impediam o início das obras. Além disso, a presença dos militares ajudou a dar credibilidade ao projeto. “A estratégia de começar as obras com o Exército foi muito boa”, admitiu o padre Ceslau Broszecki, da Diocese de Cabrobó. “Aqui tudo se acalmou, ninguém fala mais nada (contra a transposição)”, disse o padre. Leia o resto do artigo »

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Taxa de longo prazo terá uso restrito nos créditos do BNDES

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A majoração da taxa básica de juros pelo Banco Central eleva o custo das operações de crédito no mercado privado, o que acaba por impulsionar a demanda ao BNDES. Por isso, o banco prioriza os recursos atrelados à TJLP, que não sofreu aumentos. Para setores considerados prioritários, como a formação de capacidade industrial nova, infra-estrutura nova e inovações tecnológicas. Há também uma diferenciação de participação por região do País. “Se a região é mais pobre, a gente dá mais”, garante Luciano  Coutinho, presidente do BNDES..

Publicado no DCI

Por Juliana Ennes

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai reduzir a participação dos recursos desembolsados atrelados à taxa de juros de longo prazo (TJLP), devido ao aumento da Selic, que encarece o crédito e eleva a demanda pelos recursos do banco de fomento. Com isso, o BNDES estima ampliar a quantia desembolsada este ano, cuja previsão até então era de R$ 80 bilhões. No primeiro semestre, o banco bateu recorde de desembolsos, atingindo os R$ 38,6 bilhões, liderados pelo setor de infra-estrutura. O crescimento em relação a equivalente período de 2007 foi de 56,2%. No acumulado de 12 meses até julho, os desembolsos somaram R$ 78,8 bilhões, alta de 34,1% ante os 12 meses imediatamente anteriores.

“Os investimentos estão em alta em boa parte relacionados ao PAC [Programa de Aceleração do Crescimento]. A tendência é de aceleração da expansão de investimento em infra-estrutura, mas não no mesmo ritmo, porque a base era muito baixa”, avaliou o presidente do banco, Luciano Coutinho. As aprovações também cresceram em ritmo acelerado. Nos primeiros seis meses do ano, foram R$ 51,2 bilhões, com aumento de 34,2% em relação ao primeiro semestre de 2007. De julho de 2007 a junho último, as aprovações somaram R$ 111,8 bilhões, com elevação de 29,6%. Leia o resto do artigo »

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Alta no setor de eletrônicos é de 65%

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O setor de produtos eletrônicos e de aparelhos e equipamentos de comunicação é o mais afetado pelo aumento das importações da China. A participação dos produtos chineses no consumo brasileiro nesse setor saltou de 1% para 11,7% no período de 2000 a 2006.

Em apenas cinco anos, os produtos manufaturados de alta tecnologia se tornaram o principal item da pauta de exportação chinesa. Mais ainda, de grande exportador de produtos de baixa intensidade tecnológica, o gigante asiático transformou-se no maior exportador mundial de produtos hi-tech, desbancando os Estados Unidos, a Alemanha e o Japão, países que tradicionalmente exportam esse tipo de produto.

Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo

Por Marcelo Rehder

O setor de produtos eletrônicos e de aparelhos e equipamentos de comunicação é o mais afetados pelo aumento das importações da China, segundo ranking elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A participação dos produtos chineses no consumo brasileiro nesse setor saltou de 1% para 11,7% no período de 2000 a 2006. Em valores, a importação desses produtos atingiu US$ 2,37 bilhões em 2006, com crescimento médio anual de 65% no período pesquisado.

“A maioria dos componentes importados pelos fabricantes de televisores da Zona Franca de Manaus vem da China”, diz Abdo Antonio Hadade, presidente da Indústria Brasileira de Televisores (IBT), dona da marca Cineral. “Os melhores fornecedores são os que já exportam para os Estados Unidos e Europa há mais de um ano”, acrescenta.

Além disso, Hadade lembra que vários produtos eletrônicos deixaram de ser fabricados localmente e passaram a ser importados da Ásia, principalmente da China. Um exemplo são os aparelhos para reproduzir DVD, que também eram produzidos pela sua empresa. “Ficou mais fácil importar do que produzir aqui”, alega o empresário. Leia o resto do artigo »

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Governo tira monopólio de campo de petróleo da Petrobras

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O governo Lula decidiu não entregar à Petrobras todas as áreas da camada do pré-sal que ainda serão leiloadas. Os motivos alegados pelo governo são a participação de capital privado na Petrobras e o risco da empresa tornar-se poderosa demais. Para acabar com o temor, discute-se a criação de uma empresa puramente estatal para gerir as áreas dos megacampos.

Publicado em: Folha Online

Embora o governo Lula ainda não tenha posição final sobre as regras para explorar os novos megacampos de petróleo na costa brasileira, já decidiu que não deve entregar à Petrobras todas as áreas da camada do pré-sal que ainda serão leiloadas. A informação é da reportagem de Valdo Cruz publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Os motivos alegados no governo são a participação de capital privado na Petrobras e o risco de a empresa tornar-se poderosa demais. Teme-se o “efeito PDVSA” –no qual diretores da petrolífera venezuelana participaram de articulações golpistas contra Hugo Chávez.

Nas reuniões sobre o tema foi destacado que esse risco não existe, pois o atual presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, é totalmente afinado com o governo. O risco estaria no médio e no longo prazos. “Hoje, a Petrobras já é um outro país. Felizmente, um país amigo”, afirmou um ministro que acompanha os estudos.

Para acabar com o temor, discute-se, entre outras propostas, a criação de uma empresa puramente estatal para gerir as áreas dos megacampos, que contrataria outras petrolíferas para a exploração. Essa é a alternativa que conta com mais simpatia no governo. A aprovação do novo modelo pelo Legislativo deve ocorrer só em 2009. Leia o resto do artigo »

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