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Blog do Desemprego Zero

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 15 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Nas eleições de São Paulo, Alckmin continua lutando contra os rebeldes vereadores do seu partido, que insistem em apoiar o “demo” Gilberto Kassab na corrida pela prefeitura de São Paulo. Serra se mantém aparentemente distante da disputa interna, mas nos bastidores articula para que sua ala não apóie Alckmin. A divisão continua favorecendo a candidata petista Marta Suplicy.

 

Economia

 

A zona do euro registrou, no segundo trimestre, sua primeira retração desde a criação da moeda européia. Isto pode ser um claro sinal de que um período recessivo pode estar a vista. Tal fato pode afetar o Brasil na medida em que a Europa é maior importadora de alimentos do mundo. A queda de 0,2% do PIB pode levar a autoridade monetária européia a relaxar sua política monetária.

 

Internacional

 

As tropas russas ainda mantêm o controle de quatro cidades da Geórgia. A ofensiva da Rússia teve início na semana passada, quando a Geórgia tentou retomar o controle da Ossétia do Sul. A resposta russa veio em poucas horas. Provavelmente, a Geórgia, aliada dos EUA na região, tomou tal medida com o apoio da Casa Branca. O Cáucaso é uma região muito importante devido à existência de recursos estratégicos. Rússia e EUA disputam a hegemonia na região.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Keynes e a conjuntura: breves comentários

Postado em 15 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Rodrigo L. Medeiros*

Há muitos anos atrás John Maynard Keynes escreveu: “Os dois principais defeitos da sociedade em que vivemos são sua incapacidade para proporcionar o pleno emprego e a sua arbitrária e desigual distribuição da riqueza e das rendas” (Teoria geral. Cap. 24, I). Keynes não atacou a inconseqüente degradação do meio ambiente causada pela fúria industrialista, pois isso alargaria o escopo de sua obra clássica. As prioridades de seu tempo eram outras.

Keynes revolucionou a ciência econômica então estabelecida ao descrever como um sistema econômico poderia operar abaixo do pleno emprego dos fatores de produção e quais as suas conseqüências sociopolíticas para os sistemas democráticos. Estado e mercado, assim como havia descrito Adam Smith, eram complementares no processo de desenvolvimento das nações. Keynes demonstrou também como a teoria neoclássica estabelecida nas crenças dos seus adeptos mais ortodoxos negava a possibilidade do desemprego involuntário. Oferta e demanda encontravam periodicamente os seus pontos de equilíbrio abaixo do pleno emprego do fator trabalho.

Onde estariam as causas desse fenômeno? Keynes detectou nas expectativas dos agentes econômicos elementos psicológicos capazes de influenciar o nível dos investimentos produtivos numa economia. Em situações de grandes incertezas quanto à demanda por bens e serviços, a preferência pela liquidez era exercida com freqüência. Recursos financeiros acabavam sendo drenados da economia real para as aplicações financeiras. Os investimentos produtivos, medidos pela formação bruta de capital fixo, eram travados e a ociosidade dos fatores de produção tornava-se uma realidade crônica. Leia o resto do artigo »

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O fenômeno da transferência de votos e a eleição para a prefeitura de Belo Horizonte

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson Marinho

Há um mito em torno da idéia de transferência de votos por lideranças políticas cuja discussão está em voga nesse momento. Uma razão para que o tema esteja na moda é a sucessão de Lula em 2010. Com o quadro atual, o governo Lula ostentando altos índices de aprovação, o PT sem candidato natural e o principal partido de oposição com dois fortes postulantes – Aécio e Serra -, a expectativa é que Lula possa eleger seu sucessor com base em sua incrível capacidade de transferência de votos. O fato de ser uma liderança política carismática reforça essa crença. Dessa forma, mesmo possuindo bons candidatos, a oposição ao governo Lula poderia morrer na praia, vendo Lula eleger um aliado para sucedê-lo. Um teste atual para a força do fenômeno da transferência de votos acontece na eleição para a prefeitura de Belo Horizonte, em que duas figuras políticas de peso – Aécio Neves (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) -, com administrações bem avaliadas, tentam eleger um candidato-poste para a prefeitura do município. Havendo êxito na empreitada, estaria comprovado o tal fenômeno da transferência de votos.

Todavia, o que realmente importa para o eleitor é saber se o candidato representa a continuidade administrativa ou a mudança. Como tendência geral, o eleitor deseja continuidade de governos bem avaliados. De outro lado, se o mandatário tem alto índice de rejeição, a tendência é que a eleição seja dominada pelo desejo de mudança. No primeiro caso, o candidato governista tem ampla vantagem. No segundo, a vitória eleitoral é uma tarefa bem mais tranqüila para a oposição. Somente circunstâncias muito especiais podem alterar esse quadro. Essa tendência do eleitorado pode ser verificada na maioria das eleições (seja municipal, estadual ou federal), sendo uma regra. Os casos excepcionais são a exceção que confirmam a regra. Em 2010, caso o governo Lula obtenha os índices de avaliação obtidos hoje, é natural que o eleitor deseje continuidade administrativa. Uma candidatura de oposição – Serra ou Aécio – para ter sucesso deverá preservar o governo Lula, inclusive adotando algumas de suas bandeiras – isto é, dialogar com o eleitorado de Lula. Um candidato do governo terá maior facilidade de associar-se ao governo Lula, e é uma vantagem que não pode ser menosprezada. Porém, o desejo de continuidade não pode ser confundido com transferência de votos. Leia o resto do artigo »

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Petróleo e alimentos

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Fonte: Carta Capital

Delfim Netto
Uma das questões mais importantes, de tantas que assombram os economistas, é entender o fantástico aumento dos preços do petróleo, dos metais e dos alimentos, que produz uma inflação planetária. O petróleo é o mais ubíquo dos fatores de produção e seus preços (e dos derivados) são custos em todo o sistema produtivo, particularmente na produção agrícola. Por isso, a elevação dos preços do petróleo e dos alimentos, que a rigor é uma mudança de preços relativos, tem um poder desestabilizador capaz de alterar o equilíbrio econômico e social da sociedade.

Uma tentativa de organizar o pensamento em torno dessas questões é apresentada no gráfico no qual se busca esclarecer a estreita ligação entre os preços do petróleo e dos alimentos. A oferta de energia é a soma da energia não renovável (petróleo, gás natural, carvão mineral e urânio) com a renovável (hidráulica, etanol, biocombustível, lenha, carvão vegetal e eólica). A demanda de energia é gerada pelo crescimento da renda per capita, pelo crescimento da população e por sua concentração urbana. Elas determinam o preço da energia (PE). Este, por sua vez, cria as condições para o desenvolvimento da energia não renovável, estimulando a pesquisa de novas energias que aumentem a oferta e promovendo a economia de energia que reduz a demanda. Leia o resto do artigo »

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Imprensa volta estar do lado de Dantas

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Antes de falar disso, vocês viram que a resolução aprovada pelo Gilmar Mendes permite que a condenação pode ser anulada caso haja utilização de algemas de forma indevida? Quem pode julgar isso? MP, juízes e o Supremo. Quanto será que o Dantas pagaria para o policial algemá-lo “indevidamente”?

É impressionante como a imprensa super-repercute as denúncias de forma 100% acrítica. Alias, no blog do Paulo Henrique Amorim  mostra que ele diz uma coisa em NY e outra aqui na CPI. Nada da imprensa sobre isso. Quem lê a imprensa hoje pode acreditar facilmente que é uma perseguição do governo Lula. Mas, que estranhamente, a imprensa afirma que todas as denúncias contra o DD (se forem verdadeiras, claro) envolvem apenas o PT e o governo. Por outro lado, a perseguição da imprensa a PF, ao juiz e ao delegado são implicáveis. Adoram pegar frases isoladas e jogar a população contra, como se eles fossem doidos, macunados com o PT, totalitários ou incompetentes. O texto do Nassif, que está muito bom, fala da diferença de tratamentos que o Dantas e a PF, o MP e o juiz recebem.

Blog do Nassif

A bola da vez

Daniel Dantas declarou que não foi ele quem contratou a Kroll para espionar inimigos: foi a Brasil Telecom. Pouco importa se, na época, era controlada por ele.

Deixou claro que a peça central de sua defesa é trazer para o Brasil o inquérito do Ministério Público italiano sobre a atuação da Telecom Itália lá. Aliás, o inquérito chegou e não tinha nada sobre a atuação da Telecom Itália aqui.

Declarou ter “recebido uma informação” de que a operação Satiagraha foi ordenada pelo diretor geral da Abin, delegado Paulo Lacerda. Não disse de quem veio a informação, não disse quais elementos dispunha para comprovar sua veracidade. Disse não se lembrar sobre quem tinha passado a informação para ele. Leia o resto do artigo »

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Conta corrente

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Delfim Netto, no artigo abaixo afirma que o déficit em conta corrente não é condição suficiente para demonstrar que existe um excesso de demanda global.

Por Antonio Delfim Netto

Publicado originalmente na Folha On line

HÁ AFIRMAÇÕES aparentemente derivadas das identidades da contabilidade nacional (a única convenção indiscutível da economia) que, por sua obviedade, parecem verdades absolutas. Uma dessas é a afirmação de que “o déficit em conta corrente é condição suficiente para demonstrar que existe um excesso de demanda global”.

Para entender que não é assim, suponhamos o PIB físico máximo determinado nas condições usuais dos modelos do livro-texto. Obviamente, o objetivo da política econômica bem-sucedida é produzir um nível de demanda total que seja igual a ele. Por definição, portanto, não haverá pressão inflacionária. Neste caso, será o saldo em conta corrente necessariamente nulo, como afirma, implicitamente, a proposição? Quando há liberdade de movimento de capitais, o livro-texto ensina que isso só se verificará quando a taxa de juro real interna for igual à externa, condição que está longe de verificar-se no Brasil. Fixada a oferta (o PIB máximo), a soma das demandas (consumo + investimento + gasto do governo + saldo em conta corrente) será, por construção, igual a ele. Cada uma delas, por sua vez, será determinada no mercado por três preços críticos: o salário real, a taxa de juro real e a taxa de câmbio real. Leia o resto do artigo »

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Guerra e paz

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Segundo Morghentau, “a permanência do status de subordinação dos países derrotados numa guerra pode facilmente produzir a vontade destes países desfazerem a derrota e jogarem por terra o novo status quo internacional criado pelos vitoriosos, retomando seu antigo lugar na hierarquia do poder mundial”.

Em 1991, depois do fim da Guerra Fria, não houve um acordo de paz que estabelecesse as perdas da URSS e que definisse claramente as regras da nova ordem mundial imposta pelos vitoriosos.

O desaparecimento da União Soviética colocou a Rússia na condição de uma potência derrotada, que perdeu um quarto do seu território e metade de sua população, mas que ainda mantém de pé o seu armamento atômico e o seu potencial militar e econômico, junto com uma decisão cada vez explícita “de desfazer a derrota e jogar por terra o novo status quo internacional criado pelos vitoriosos (em 1991), retomando seu lugar na hierarquia do poder mundial”.

Publicado originalmente no Valor

Por José Luis fiori

“A guerra nunca deflagra subitamente: a sua extensão não é obra de um instante.” Carl Von Clausewitz, em “Da Guerra” Martins Fontes, São Paulo 1979 [1832] p: 77

Os fatos mais recentes e importantes são conhecidos. No mês de abril de 2008, a última reunião de cúpula da Otan, na cidade de Bucareste, reconheceu a aspiração da Geórgia de participar da aliança militar liderada pelos EUA, apesar da resistência alemã e da oposição explícita do governo russo. E no dia 11 de julho de 2008, aviões da Força Aérea Russa sobrevoaram o território da Ossétia do Sul na véspera da visita, à Geórgia, da secretária de Estado norte-americana, Condollezza Rice, para inaugurar, no dia 15 de julho, à operação “Resposta Imediata 2008″: um exercício militar conjunto do exército norte-americano com as tropas da Geórgia, Ucrânia, Armênia e Azerbaijão, realizado na Base Aérea de Vaziani, que havia pertencido à Força Aérea Russa até 2001. Logo em seguida, no dia 8 de agosto de 2008, as Forças Armadas da Geórgia atacaram a província da Ossétia do Sul e conquistaram sua capital, Tskhinvali. Não está claro por quê a Geórgia atacou a Ossétia do Sul exatamente no dia da abertura das Olimpíadas chinesas. Mas não há dúvida que a grande surpresa dos governos envolvidos nesta história foi a rapidez, extensão e eficácia da resposta russa, que em poucas horas, cercou, dividiu e atacou – por terra, mar e ar – o território da Geórgia, numa demonstração contundente de decisão política, organização militar e poder de conquista. Tudo feito com tamanha rapidez e agilidade que deixou os governos “ocidentais” perplexos, divididos e impotentes, obrigados a acompanhar os desdobramentos da ofensiva russa, hora a hora, por meio de fatos consumados, sem conseguir saber ou poder antecipar o seu objetivo final. Leia o resto do artigo »

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Convite

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Convite

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