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Blog do Desemprego Zero

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Dos veces la misma mentira

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Basta con ver los cables.

Por: Fidel Castro Ruz

En la reflexión antes de ayer expresé que Cuba no aceptaría donación alguna del gobierno que nos bloquea y que en la Nota diplomática entregada a la Oficina de Intereses de Estados Unidos se solicitaba la autorización para que las empresas norteamericanas nos vendieran material de construcción; la misma no mencionaba en absoluto los alimentos. Se añadía La solicitud de que el comercio de tales materiales se realizara en términos normales, incluídos créditos, lo cual es elementalmente lógico con relación a um país que ha pagado al contado a lo largo de ocho años los pocos rubros que se autoriza exportar a Cuba.

Tal solicitud se justificaba aún más en la situación de emergencia creada por el azote de los huracanes.

Fue precisamente George W. Bush quien, después que el huracán Michelle azotara con violencia la isla el 4 de noviembre de 2001, autorizó la venta de productos agrícolas a Cuba, incluyendo la madera como cosecha de la silvicultura bastante desarrollada en aquella nación. No insistió en la inspección in situ cuando, igual que ahora, se le respondió que ya la habíamos hecho. Los alimentos constituyeron el principal rubro importado. En pocas semanas se importaron 4,4 millones de dólares, una vez cumplimentados com rapidez los trámites pertinentes. Leia o resto do artigo »

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Con Cuba hoy

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O artigo a seguir refere-se à situação dramática que Cuba tem passado, os Estados Unidos, em resposta a solicitação de ajuda de Cuba, ofereceu uma ridícula ajuda e ratificou o bloqueio econômico e financeiro a ilha. Em resposta a este bloqueio Cuba pede ajuda aos intelectuais e artistas de todo o mundo para que juntos com a ilha reclamem contra a este bloqueio norte-americano e promovam ações de solidariedade e ajuda a Cuba.

Por: Fidel Castro

Llamamiento a intelectuales y artistas del mundo.

La hermana República de Cuba vive hoy una situación dramática. El paso de los poderosos huracanes Gustav e Ike, en un lapso de apenas ocho días, ha golpeado la producción de alimentos y ramas esenciales de la economía en todo el territorio nacional. Aunque las pérdidas de vidas son mínimas, el saldo en viviendas, escuelas e instituciones culturales destruidas resulta estremecedor.

Frente a esta circunstancia trágica, en Estados Unidos se ha abierto un debate acerca de las restricciones impuestas a los cubanos residentes en ese país para visitar y enviar ayuda a sus familias en la Isla. Cuba ha solicitado que, al menos, se le permita comprar en Estados Unidos materiales para la reparación de viviendas y líneas eléctricas y que se autorice a empresas norteamericanas a ofrecer créditos comerciales a nuestro país para comprar alimentos. Como respuesta, la administración Bush ha ofrecido uma ridícula ayuda y ha ratificado su política de bloqueo económico y financiero, que en esta coyuntura resulta aún más cruel e inmoral. Leia o resto do artigo »

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Reflexões crepusculares

Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

RUBENS RICUPERO

Folha de S.Paulo (28/09/2008)

Para alguns, não há dúvida: este é o fim, ou o começo do fim do império americano; não tenho tanta certeza…

QUAL SERÁ o limite para que os custos de erros evitáveis do governo norte-americano provoquem processo irreversível de declínio dos Estados Unidos?

Três trilhões de dólares seriam o custo real da Guerra do Iraque, estima um livro de Joseph Stiglitz e Linda Birnes. O prejuízo ocasionado pela crise financeira pode chegar a mais de 30% do PIB (Produto Interno Bruto), entre US$ 3 trilhões e US$ 4 trilhões, segundo julgam certos analistas. Será possível que isso não passe de um piscar de olhos na alegre irresponsabilidade do país?

Pode-se discutir se essas são as cifras verdadeiras ou se parte do que se vai gastar para salvar o sistema financeiro não será recuperado. De qualquer forma, os números serão gigantescos e não representam mais do que uma pálida indicação das perdas humanas e morais: vidas sacrificadas, seres mutilados, esperanças desenganadas.

Para alguns, não há dúvida: este é o fim ou, ao menos, o começo do fim do império americano. Não tenho tanta certeza, pois vivi de perto episódio anterior, por alguns aspectos até mais grave do que o atual. Cheguei a Washington como conselheiro da Embaixada do Brasil em 1974, quando o processo de Watergate se encaminhava para seu inexorável desfecho. Em manhã de garoa cinzenta e triste, assisti ao discurso de renúncia de Nixon e confesso que me deixei tocar pela solene gravidade do momento.

Acompanhei pela TV as cenas dramáticas dos helicópteros partindo do terraço da Embaixada dos Estados Unidos, cachos humanos pendurados das rodas, enquanto as tropas do Vietcongue entravam em Saigon. A humilhação, a impotência, a frustração dos americanos eram patéticas: para que tinha servido o sacrifício de 55 mil de seus soldados e de 2 milhões de vietnamitas? Nem faltava o ingrediente econômico sob a forma dos choques do petróleo, a explosão de preços, as filas intermináveis nos postos de gasolina, a inflação, o abandono abrupto do sistema monetário do lastro ouro.

Comentei com meu chefe, o sempre pranteado embaixador Araujo Castro, que tudo aquilo me parecia um estrago irreparável no prestígio e no poderio dos Estados Unidos, a começar pela Ásia, onde tanto se temia o “efeito dominó” que se seguiria à derrota. “Engano seu”, disse-me o embaixador, “não se passará muito tempo antes que o Vietnã implore aos americanos a oportunidade de comerciar com eles.” Foi o que se deu. Os vietnamitas, que se converteram no mais recente e agressivo dos tigres asiáticos, assinaram com Washington um acordo duríssimo, no qual aceitaram tudo e algo mais, inclusive cláusulas ambientais e trabalhistas.

Explicou-me então sua teoria do “overdraft” ou “saque a descoberto”. “Como os indivíduos, os países têm limites diferentes para o que podem sacar a descoberto no banco da história. Para o Brasil, a margem em que pode errar sem conseqüências irreversíveis é estreita. O limite dos Estados Unidos é incomensurável.” Conto a conversa porque a imagem do “overdraft” se adapta às mil maravilhas a um colapso financeiro em que todo o mundo sacou o que não tinha. Daquela vez, deu certo: a crise levou ao poder Reagan, e todos conhecem o resto da história da recuperação do moral e do poder dos Estados Unidos. E agora, até quando os chineses, na euforia da Olimpíada, do saldo comercial e de sua estação espacial, deixarão que os americanos continuem a sacar das reservas deles para viver muito além dos próprios meios?

 

RUBENS RICUPERO, 71, diretor da Faculdade de Economia da Faap e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo, foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ministro da Fazenda (governo Itamar Franco).

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Anatomía de una crisis

Postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Barry Eichengreen

Texto em inglês

Salir de la debacle financiera en la que estamos inmersos actualmente requiere entender cómo caímos en ella en primer lugar. La causa fundamental, según personas como John McCain, fue la codicia y la corrupción en Wall Street. Aunque no soy nadie para negar la existencia de este tipo de motivos básicos, insistiría en que la crisis tiene sus raíces en decisiones políticas clave que se remontan a décadas atrás.

En Estados Unidos, hubo dos decisiones clave. La primera, en los años 1970, desreguló las comisiones que se les pagaban a los agentes de bolsa. La segunda, en los años 1990, eliminó las restricciones de la Ley Glass-Steagall a la combinación de banca comercial y banca de inversión. En los días de las comisiones fijas, los bancos de inversión podían llevar una vida confortable registrando operaciones de bolsa. La desregulación trajo aparejados competencia y menores márgenes. La eliminación de Glass-Steagall entonces les permitió a los bancos comerciales involucrarse en los otros cotos tradicionales de los bancos de inversión.

En respuesta, los bancos de inversión se lanzaron a nuevos negocios como la creación y distribución de complejos instrumentos derivados. Pidieron dinero prestado y lo pusieron a trabajar para sustentar su rentabilidad. Esto dio lugar a las primeras causas de la crisis: el modelo de creación y distribución de securitización y el uso extensivo del apalancamiento.

Es importante observar que estas fueron consecuencias no buscadas de decisiones políticas esencialmente sensatas. En igualdad de condiciones, la desregulación les permitió a los pequeños inversores comercializar acciones de manera más económica, lo que los volvió más ricos. Pero otras cosas no eran iguales. En particular, el hecho de que los bancos de inversión, que fueron lanzados a actividades más riesgosas por estos cambios de políticas, estuvieran completamente fuera de la red regulatoria fue una receta para el desastre.

De la misma manera, eliminar la Ley Glass-Steagall fue esencialmente sensato. Los conglomerados les permiten a las instituciones financieras diversificar sus negocios, y la asociación con bancos comerciales les permite a los bancos de inversión financiar sus operaciones utilizando depósitos relativamente estables en lugar de mercados de dinero volubles. Este modelo ha demostrado su viabilidad en Europa durante siglos y sus ventajas son evidentes en Estados Unidos, incluso ahora con la compra de Merrill Lynch por parte de Bank of America. Leia o resto do artigo »

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“O dólar acabou”, avalia Carlos Lessa

Postado em 27 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o economista Carlos Lessa nada na contra-corrente do comissariado federal: identifica riscos imediatos para a economia brasileira, com o agravamento da crise nos Estados Unidos.

Congressistas democratas e republicanos se reuniram ontem com o presidente dos EUA, George W. Bush, para discutir o pacote anticrise. Participaram do encontro os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain. A proposta do Tesouro americano prevê US$ 700 bilhões para a compra de títulos de risco. O acordo final ainda não foi fechado.

Para Lessa, “o dólar acabou” e seria preciso que um novo “Bretton Woods” estabelecesse novos parâmetros para a economia mundial. Em entrevista a Terra Magazine, expõe:

- Só tem um jeito. A Rússia já propôs, e a França também: reunir as potências do mundo e definir um novo acordo de Bretton Woods. O dólar acabou. Mas o problema é o seguinte: os Estados Unidos não vão deixar que o dólar acabe… O que os americanos vão tentar fazer é distribuir essa conta pelo mundo inteiro.

O economista demonstra segurança ao defender que “a crise está entrando no Brasil”, apesar da tranqüilidade alardeada pela equipe do presidente Lula. O modelo de crescimento nacional, em sua opinião, está fundado em bolhas de crédito – e direciona a atenção aos créditos fáceis na venda de automotores. Faz outro diagnóstico:

- Pra você ter uma idéia: as empresas no Brasil tomam 10% do total de crédito de empresa no exterior. Só que os bancos do exterior pararam de emprestar. Por que o Banco Central reduziu os depósitos obrigatórios dos bancos? Sabe por quê? Para tentar gerar um espaço de crédito pra essas empresas que não têm mais crédito. Quem diria que um país tupiniquim, com doutor (Henrique) Meirelles todo-poderoso, pagando os mais altos juros do mundo, que tem US$ 207 bilhões na reserva, ia ter que fazer isso?

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, chegou a afirmar que os bancos brasileiros não tinham problema de liquidez. Adiante, um recuo. O BC anunciou anteontem a elevação da liquidez para bancos pequenos. Injeção de R$ 13,2 bilhões no mercado. Crítico da política monetária, Lessa elabora perguntas inquietantes:

1. “Não quero falar nada, mas quanto o Bradesco já perdeu? Quanto o Itaú já perdeu? Ninguém sabe. Eles não vão falar. Mas os bancos são encadeados uns com os outros.”

2. “Como levaram o crescimento da economia brasileira? Pelo endividamento das famílias, não pelo investimento das empresas, não pelo investimento público.”

Leia a entrevista

Terra Magazine – O pacote de US$ 700 bilhões do governo Bush é um bom caminho para combater a crise? Como o senhor analisa esse plano emergencial?

Carlos Lessa – É preciso ter duas coisas em consideração. Primeiro, o poder norte-americano. Na história da humanidade, nunca houve uma sociedade tão poderosa quanto os Estados Unidos. É um poder militar, é um poder cultural enorme, mas a chave desse poder chama-se dólar, por uma razão muito simples: as reservas de todos os bancos centrais do mundo são lastreadas, predominantemente, em títulos do Tesouro norte-americano. Os Estados Unidos têm uma vantagem estratégica sobre qualquer outro País: o que ele emite, é dívida. Mas é a riqueza dos outros. Então, quem emite a riqueza, no caso os Estados Unidos, tem mais poder do que ter Forças Armadas.

Essa crise americana foi, na verdade, o jogo financeiro dos bancos americanos que, em última instância, debilitou profundamente o dólar. Ninguém sabe o tamanho do buraco. A informação que se tem é que são de US$ 14 trilhões as operações imobiliárias. Porém, ninguém sabe como é que isto foi, pela ginástica da alquimia financeira; derivativos em cima de derivativos – o derivativo pega um papel ruim e converte em papel bom -, derivando de tal maneira que vou dar a seguinte informação: o País mais conservador do mundo é a Suíça. Leia o resto do artigo »

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A crise de Wall Street equivale à queda do Muro de Berlim

Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia de 2001, sustenta que a crise de Wall Street evidencia que o modelo de fundamentalismo de mercado não funciona. Para ele, a crise que sacudiu Wall Street é para esse modelo o equivalente ao que foi a queda do Muro de Berlim para o comunismo. Stiglitz critica a complexidade dos produtos financeiros que provocaram a crise e os incentivos ao risco dos sistemas de recompensa dos executivos.

“Se não tivéssemos disseminado o risco por todo o mundo, a crise seria muito pior. Uma coisa que agora se entende, a conseqüência dessa crise, é a informação assimétrica da globalização. Na Europa, por exemplo, não se sabia muito bem que as hipotecas norte-americanas são hipotecas sem lastro: se o valor da casa baixa mais que o da hipoteca, pode-se devolver a chave ao banco e ir embora. Na Europa, a casa serve de garantia, mas o tomador do empréstimo segue endividado, aconteça o que aconteça. Este é um dos perigos da globalização: o conhecimento é local, sabe-se muito mais sobre sua própria sociedade do que sobre as outras”.

“O programa da globalização esteve estreitamente ligado aos fundamentalistas do mercado: a ideologia dos mercados livres e da liberalização financeira. Nesta crise, observamos que as instituições mais baseadas no mercado da economia mais baseada no mercado vieram abaixo e correram a pedir a ajuda do Estado. Todo mundo dirá agora que este é o final do fundamentalismo de mercado. Neste sentido, a crise de Wall Street é para o fundamentalismo de mercado o que a queda do Muro de Berlim foi para o comunismo: ela diz ao mundo que este modo de organização econômica é insustentável. Em resumo, dizem todos, esse modelo não funciona. Este momento assinala que as declarações do mercado financeiro em defesa da liberalização eram falsas”.

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Wálter Maierovitch: “Máfia não assalta mais banco”

Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Terra Magazine

O ex-secretário nacional anti-drogas Wálter Fanganiello Maierovitch se tornou uma referência nos estudos sobre a criminalidade transnacional, no Brasil. Desembargador aposentado e presidente do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone, Maierovitch se dedica à compreensão das inúmeras faces, e intrincados labirintos, de organizações mafiosas.

Procurado por estudantes, magistrados, promotores e delegados, para esclarecer dúvidas em torno de temas que vão desde a espionagem à guerra às drogas – e o que pode estar por trás dela -, ele resolveu reunir em livro seus principais textos, em grande parte publicados na revista Carta Capital (onde tem uma coluna há oito anos), na Folha de S. Paulo, no Correio Braziliense e nesta Terra Magazine.

A seleção de artigos virá em forma de uma trilogia: “Na linha de frente pela cidadania”. O primeiro livro aborda a criminalidade transnacional e será lançado na próxima segunda-feira, 29 de setembro, às 19 horas, na sede da Casa Dona Veridiana (Av. Higienópolis, 18, São Paulo). Já estão prontos os volumes que darão seqüência à série. Em seguida, estudos sobre o fenômeno das drogas e o terrorismo.

Em entrevista a Terra Magazine, Wálter Maierovitch avalia a transformação da criminalidade em redes complexas. Recorre a exemplos vários – da Itália ao Brasil.

-”… Essa criminalidade de matriz mafiosa não assalta mais banco. Ela põe o dinheiro no banco e se serve de toda a rede de telemática”.

Para Maierovitch, o caso Daniel Dantas oferece enredo para compreender o jogo do controle de poder, principalmente com os desdobramentos da Operação Satiagraha, da Polícia Federal.

“Ele [Daniel Dantas] consegue participar da privatização, tendo uma procuração pra representar fundos de pensão, num processo absolutamente estranho. Porque ele não tinha potencial econômico algum pra se enfiar nesse ramo. Precisou de dinheiro de fundos de pensão, o Estado lhe propicia isso. Participa da privatização (das teles), obtém vantagens, continua administrando até ser cassada a procuração. Mais do que isso, descobre-se que discos rígidos, que revelam todo esse processo de privatização, não podem ser abertos por decisão judicial. Por decisão do Supremo Tribunal Federal da Ellen Gracie”.

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Adiós a la revolución neo-clásica

Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

by Robert Skidelsky

Versão em inglês

La bancarrota amenazadora de Lehman Brothers y la venta forzada de Merrill Lynch, dos de los nombres más importantes en el mundo de las finanzas, marcan el fin de una era. Pero, ¿qué vendrá a continuación?

Los ciclos de las modas económicas son tan antiguos como los ciclos comerciales y normalmente son causados por profundos disturbios comerciales. Tras los ciclos “liberales” vienen los ciclos “conservadores”, que dan lugar a nuevos ciclos liberales, y así sucesivamente.

Los ciclos liberales se caracterizan por una intervención gubernamental y los ciclos conservadores, por un repliegue gubernamental. Un ciclo liberal prolongado se extendió desde los años 1930 hasta los años 1970, seguido por un ciclo conservador de desregulación económica, que ahora parece haber seguido su curso. Con la nacionalización de dos bancos hipotecarios gigantescos de Estados Unidos, Fannie Mae y Freddie Mac, tras la nacionalización a principios de este año del británico Northern Rock, los gobiernos empezaron a intervenir para impedir colapsos en el mercado. Los días temerarios de economía conservadora terminaron -por ahora.

Cada ciclo de regulación y desregulación es provocado por crisis económicas. El último ciclo liberal, asociado con el Nuevo Trato del presidente Franklin Roosevelt y el economista John Maynard Keynes, fue generado por la Gran Depresión, aunque hizo falta el masivo gasto gubernamental de la Segunda Guerra Mundial para que se pusiera en marcha como corresponde. Durante las tres décadas de era keynesiana, los gobiernos en el mundo capitalista manejaron y regularon sus economías para mantener el pleno empleo y moderar las fluctuaciones comerciales.

El nuevo ciclo conservador fue provocado por la inflación de los años 1970, que parecía ser producto de las políticas keynesianas. El gurú económico de esa era, Milton Friedman, sostenía que la búsqueda deliberada del pleno empleo indefectiblemente alimentaría la inflación. Los gobiernos deberían concentrarse en mantener “sólido” el dinero y dejar que la economía se cuide a sí misma. La “nueva economía clásica”, como se la llegó a conocer, enseñó que, a falta de una interferencia gubernamental egregia, las economías gravitarían naturalmente hacia el pleno empleo, una mayor innovación y tasas de crecimiento más elevadas.

La crisis actual del ciclo conservador refleja la acumulación masiva de deuda incobrable que se volvió evidente con la crisis subprime, que comenzó en junio de 2007 y ahora se propagó a todo el mercado de crédito, hundiendo a Lehman Brothers. “Hay que pensar en una pirámide invertida”, escribe el banquero inversor Charles Morris. “Cuantos más reclamos se apilen sobre el resultado real, más tambaleante se vuelve la pirámide”.

Cuando la pirámide empieza a derrumbarse, el gobierno -es decir, los contribuyentes- deben intervenir para refinanciar el sistema bancario, revivir los mercados hipotecarios e impedir el colapso económico. Pero una vez que el gobierno interviene en esta escala, normalmente se queda por mucho tiempo.

Lo que está en cuestión aquí es el dilema sin resolver más antiguo de la economía: ¿las economías de mercado son “naturalmente” estables o necesitan ser estabilizadas mediante políticas? Keynes hacía hincapié en la fragilidad de las expectativas sobre las que se basa la actividad económica en los mercados descentralizados. El futuro es inherentemente incierto y, por lo tanto, la psicología de los inversores es caprichosa.

“La práctica de la calma, la inmovilidad, la certeza y la seguridad de repente se quiebra”, escribió Keynes. “Los nuevos temores y esperanzas, sin preaviso, se harán cargo de la conducta humana”. Esa es una descripción clásica del “comportamiento de rebaño” que George Soros identificó como la característica dominante de los mercados financieros. Es tarea del gobierno estabilizar las expectativas. Leia o resto do artigo »

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