prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Assuntos':

Los problemas de Estados Unidos van más allá de Wall Street

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

by Martin Feldstein

Texto em inglês

A menos de dos meses de las elecciones presidenciales estadounidenses, gran parte de la atención se centra en el estado de la economía del país y los retos que representará para el próximo presidente.

Nos encontramos en medio de una crisis financiera causada por la grave distorsión de los precios de todo tipo de riesgos y por el colapso de la burbuja inmobiliaria que se desarrolló en la primera mitad de esta década. Lo que comenzó como un problema con las hipotecas basura se ha propagado ahora a la generalidad de las viviendas, así como a otras clases de bienes. El problema de la vivienda está contribuyendo a la crisis financiera, lo que a su vez está reduciendo la disponibilidad de crédito necesario para sostener la actividad económica.

De hecho, la crisis financiera se ha agravado en las últimas semanas, lo que se refleja en la intervención por parte de la Reserva Federal de EE.UU. de las cuasi-estatales entidades de crédito Fannie Mae y Freddie Mac -que pueden costarle a los contribuyentes estadounidenses cientos de miles de millones de dólares-, así como la bancarrota de Lehman Brothers y la venta de Merrill Lynch. En último término, estos fracasos financieros reflejan la espiral descendente de los precios de las viviendas y el creciente número de casas con un valor patrimonial negativo, es decir, con una importante deuda hipotecaria por sobre los valores de mercado.

El valor patrimonial negativo es importante porque, por lo general, las hipotecas en los Estados Unidos son préstamos “sin recurso”. Si un propietario deja de pagar, los acreedores pueden embargar la casa, pero no pueden embargar otras propiedades ni ingresos para pagar un saldo negativo. Incluso en los estados en que las hipotecas no son préstamos “sin recurso”, por lo general los acreedores no apuntan a los bienes o los ingresos de las personas que no siguen pagando.

No podemos estar seguros de cuánto más caerán los precios. Los expertos señalan que se necesita otro 15% para volver al camino previo a la burbuja, pero no hay nada que detenga esta baja una vez que llegue a ese punto. La creciente brecha entre las deudas hipotecarias y los precios de las viviendas seguirá aumentando el índice de deuda impaga. Muchos propietarios que pueden pagar las mensualidades de su hipoteca preferirán caer en impago, vivir de alquiler y esperar a comprar nuevamente cuando que los precios hayan bajado todavía más. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

As razões da oposição ao Plano Paulson

Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Proposta do Secretário do Tesouro dos EUA, Hank Paulson, desperta forte reação na sociedade ao propor o resgate dos banqueiros ricos e não dos devedores pobres. Entre os que se opõem a proposta estão nomes como George Soros, Paul Krugman e Michael Moore. Segundo Moore, republicanos estão usando seus velhos truques de provocar medo e confusão “para continuar eles mesmos e o 1% da classe alta, obscenamente ricos”.

Por Oscar Ugarteche

Fonte: Carta Maior

A manhã do dia 29 de setembro de 2008 foi marcada pelo debate no Congresso dos Estados Unidos sobre a proposta elaborada pelo Secretário do Tesouro, Hank Paulson, para comprar ativos dos bancos de investimentos. Essa iniciativa, encontrou forte reação na sociedade que a recebeu como um resgate dos banqueiros ricos e não dos devedores pobres, e gerou também uma polêmica internacional. Diferentes vozes, como a do investidor George Soros, o professor Paul Krugman e o cineasta Michael Moore, entre outros, expressaram sua reprovação à idéia. Uma lista de professores norte-americanos assinou uma carta onde, em essência, criticam o conceito de resgate bancário, considerando-o como um subsídio aos investidores pago pelos contribuintes. Os investidores que assumiram os ricos também devem pagar as perdas, diz a carta.

Nem todas as quebras, acrescenta o documento, envolvem riscos sistêmicos. Assim, nem a missão da nova agência que seria criada com os 700 bilhões de dólares de ajuda, nem o seu âmbito estariam claros. Se os contribuintes devem ser obrigados a comprar ativos suspeitos e opacos de vendedores preocupados, as condições, ocasiões e métodos de tais comprar deveriam ser claros e as operações de compra submetidas a uma supervisão. Essas condições não faziam parte do plano. A carta dos acadêmicos termina dizendo que se o plano for aprovado tal como formulado, trará efeitos para uma geração de norte-americanos. “Com todos seus problemas recentes, os mercados de capital privado são dinâmicos e inovadores e trouxeram uma prosperidade ímpar aos EUA. Debilitar esses mercados com interrupções de curto prazo é uma prática desesperadamente míope”, critica.

Michael Moore, cineasta crítico dos republicanos, afirmou que não importam o que digam e quantas palavras atemorizantes pronunciem, estão utilizando seus velhos truques de provocar medo e confusão para continuar eles mesmos e o 1% da classe alta, obscenamente ricos. Lendo os primeiros quatro parágrafos do artigo principal da edição de 22 de setembro do New York Times, pode-se ver do que realmente se trata: “No exato momento em que os formuladores de políticas trabalhavam nos detalhes do plano de 700 bilhões de dólares para socorrer o setor financeiro, Wall Street começou a buscar formas de se aproveitar disso. As empresas financeiras estão trabalhando para que sejam cobertas todas as formas de investimento problemáticas, não somente aquelas relacionadas às hipotecas. Ao mesmo tempo, as empresas financeiras estão manobrando astutamente para vigiar todos os valores dos livros das instituições financeiras nas quais o Tesouro planeja intervir, o que poderia garantir-lhes milhões de dólares ao ano em honorários. Ninguém quer ficar de fora da proposta do Tesouro para adquirir valores das instituições financeiras”. Incrível. Wall Street e seus defensores criaram esse desastre e agora vão limpá-lo como delinqüentes. Até Rudy Giuliani está trabalhando para que sua empresa seja contratada (e paga) para realizar “consultorias” sobre o resgate financeiro, denuncia Moore. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

Emails trocados sobre possíveis fraudes e factóides da reta final da atual eleição do Rio

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

No email anterior tinha esquecido de por a mensagem.

Já está surgindo um movimento a favor da Jandira para evitar que dê Paes e Crivella ou Paes e Gabeira e assim o Paes ganhe de WO no segundo turno. Contra o Gabeira e o Crivella, qq um ganha com os pés nas costas. Mas, as pessoas estão movimentando a favor da Jandira. Por exemplo, a Fernanda Montenegro saiu da reclusão por causa da recente morte do marido para apoiar a Jandir.

Acho que a pesquisa do Datafolha e do IBOPE estão manipuladas. Gabeira na frente da Jandira? Acho realmente que a manipulação das pesquisas no Brasil ocorre muito raramente por dois motivos: a) se isso torna-se constante, perderia a credibilidade das pesquisas; b) no geral, pesquisa não influencia opinião das pessoas. Mas, em cenários com tendência ao voto útil, a pesquisa pode ser muito definidora. Fraude nas pesquisas provavelmente ocorreu na eleição da Marta em 98 para governo de São Paulo para fazer com que as pessoas votassem no Covas e evitasse que desse Rossi e Maluf no segundo turno. Agora faz todo sentido dizer que a Jandira não tem chance e que o Gabeira a ultrapassou e está em ascenção. Isso pode fazer com que anti-Crivelistas deixem de votar na Jandira e votem no Gabeira e faz com que pessoas que iriam votar na Jandira por causa do voto útil, deixem de votar nela para votar no seu candidato preferido, já que a Jandira “não teria” chances mesmo segundo essas pesquisas possivelmente fraudadas. Deve-se lembrar que o Crivella tende a cair no final e que a diferença entre ele e a Jandira é igual os votos do Molon. De qualquer forma, apesar de um desanimo de muita gente, há muito outros Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Boletim Semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

n.24, ano 1 -17/09/2008 a 30/09/2008

Destaques da Semana no Blog

Economia

A Crise e o Brasil

“O dólar acabou”, avalia Carlos Lessa

Os engodos do mercado

Internacional

O fundo político da atual crise econômica

Bolívia e os últimos acontecimentos

O sistema financeiro paralelo se desfaz

Política

O efeito Mendes

Wálter Maierovitch: “Máfia não assalta mais banco”

Desenvolvimento

O Brasil e o pós-crise

Com Norte-Sul, o Atlântico fica mais perto

O retorno do pêndulo: algumas breves reflexões

Postado em Boletim Semanal, Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Com Norte-Sul, o Atlântico fica mais perto

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por: José Augusto Valente*

Publicado em: Logística e Transporte

O clima de bucolismo senegalês esconde o curso acelerado de mudanças profundas que devem não só transformar Colinas, uma cidade paradoxalmente plana, como toda a região do Centro e do Norte do Tocantins, impactando o Nordeste do Mato Grosso, o Maranhão, o Piauí e o Oeste bahiano.

Lá será instalado o centro nervoso de um dos mais importantes projetos de infra-estrutura logística que estão sendo realizados no país: um dos principais pontos de operação da Ferrovia Norte-Sul.

Até dezembro de 2009, a Valec, estatal criada no fim dos anos 80 com o único objetivo de construir a ferrovia, garante que colocará o último dos 720 quilômetros de trilhos que ligarão Palmas à cidade maranhense de Açailândia, por onde passa a Estrada de Ferro dos Carajás, que vai desembocar no Porto de São Luís.

Apesar de sua importância ser praticamente ignorada por boa parte da população local, o consenso entre produtores agrícolas, órgãos governamentais, investidores e empresas de logística é de que a Norte-Sul será responsável pela abertura de uma nova e pujante fronteira agrícola no país.

Não sem razão a Vale, que é dona da Estrada de Ferro dos Carajás, aceitou pagar quase R$ 1,5 bilhão para controlar a Norte-Sul por 30 anos e, assim, ter sob seu domínio todo o corredor logístico que está sendo criado entre o interior do Tocantins e São Luís, que tem o porto brasileiro mais próximo dos mercados americano, europeu e asiático.

Por sua posição geográfica, a cidade de Colinas é estratégica nesse plano ambicioso de redirecionar a expansão agrícola nacional. Vários pontos de transbordo serão instalados ao longo da ferrovia, mas é no grande terminal que está sendo construído a 30 quilômetros da praça principal da cidade que a Vale pretende embarcar a maior parte das quase 9 milhões de toneladas de grãos que espera estar transportando pela ferrovia em 2013. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento Regional, Destaques da Semana, José Augusto Valente, Logística e Transporte | Sem Comentários »

Bolívia: Fascismo toma o poder- Morales queixa-se

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

“Esta é uma análise muito interessante, a partir de uma leitura marxista, do que vem acontecendo na Bolívia. Em tempos de parcas informações, vale a pena ler o artigo de James Petras.”

Por: James Petras

Desde que Evo Morales foi eleito presidente há mais de 33 meses, a extrema direita boliviano tem-se aproveitado de toda concessão, compromisso e gesto conciliatório do regime Morales para expandir o seu poder político, bloqueando mesmo as reformas sociais mais moderadas e paralisando o funcionamento do governo, através de manobras legais e gangs de violentos rufiões de rua.

Ao mesmo tempo que o governo boliviano utilizava repressão do Estado contra camponeses sem terra e mineiros em greve, permanecia um espectador passivo e impotente diante da tomada da Assembleia Constitucional pela extrema direita, dos principais aeroportos em Santa Cruz (forçando o presidente a voar de volta ao seu palácio), suspendendo todo o transporte público, a arrecadação de impostos federais e projectos e investimentos públicos. Pior ainda, gangs paramilitares fascistas repetidamente insultaram, bateram, desnudaram e ridicularizaram apoiantes camponeses do presidente Morales de etnia índia nas principais ruas e praças das capitais das províncias que eles controlam.

Apesar de receber cerca de 70% da votação nacional na eleição de 10 de Agosto de 2008, Morales não tomou uma única medida para conter o domínio fascista do poder regional, continuando a implorar pelo diálogo e o compromisso, enquanto a extrema direita acumula força e prepara-se para entrar em violenta guerra civil contra os pobres e os indígenas bolivianos. O governo boliviano expulsou o embaixador dos EUA, Philip Goldberg, só depois de a Embaixada dos EUA apoiar activamente a captura do poder regional pela extrema direita depois de quase três anos de financiamento aberto e colaboração pública com os secessionistas. Uma vez que o regime Morales não rompeu relações com Washington, é provável que um novo nomeado para a embaixada chegue logo para continuar a conspiração activa de Goldberg com a extrema direita.

O contraste entre a ignominiosa passividade do presidente e o agressivo e violento putsch político da direita fascista é gritante. A peça central do violento levantamento e da tomada de poder pelos fascistas localiza-se em cinco departamentos regionais: Santa Cruz, Pando, Beni, Tarija e Chuquisaca, os quais estão agrupados numa organização regional de massa, o Conselho Nacional Democrático (CONALDE). Isto inclui prefeitos locais, presidentes de muncipalidade, líderes de negócios e chefes de organizações de latifundiários apoiados por gangs de rufiões de rua armados numa variedade de organizações, sendo a mais importante a União da Juventude Cruceñista, a qual especializou-se em degradar, bater e mesmo matar apoiantes índios desarmados de Morales. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Perguntas Sem Resposta

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

“Onde estudar ECONOMIA?”

Por: Gilson Schwartz

Algumas perguntas, nos muitos debates que ocorreram durante os 25 anos desde que comecei a escrever sobre economia em jornais e na internet, permanecem em aberto.

Nesse momento de crise profunda do centro financeiro mundial, re-coloco-as na mesa. Os autores das propostas estapafúrdias continuam por aí, escrevendo, dando aulas e até (ainda!) no governo. São (ainda!) considerados gênios das finanças e da teoria econômica, ostentando nas paredes seus diplomas obtidos em escolas do Primeiro Mundo.

É uma satisfação ao João, que escreveu ontem perguntando onde é melhor estudar economia no Brasil, já que Harvard, Chicago, MIT e semelhantes abasteceram os “templos” do saber financeiro que agora desabam.

Bem, João, infelizmente a maioria das escolas de economia brasileiras nada mais são que ombros para papagaios que, por sua vez, repetem o que aprenderam nessas escolas do Primeiro Mundo. USP, FGV, PUC-RJ… as filias espalharam-se pelo Brasil e os PhDs fizeram mil e uma trapalhadas nas últimas décadas.

Onde foi parar a turma que defendia a dolarização da economia brasileira para acabar de vez com a inflação e integrar o país ao Primeiro Mundo? Continuam instalados em confortáveis fundos de investimento.

E o pessoal da privatização? Além dos que viraram consultores ou dirigentes das empresas que ajudaram a vender, nenhum deles vem a público explicar porque nunca avançou a regulamentação dos setores privatizados no Brasil. Enquanto isso, como lembrei no comentário de ontem, o mundo dos países emergentes marcha batido rumo à reestatização de setores estratégicos. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Os engodos do mercado

Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por: Leonardo Boff (Teólogo)

Podemos imaginar a profunda perplexidade que a crise dos mercados mundiais se abateu sobre os ideólogos do neoliberalismo, do Estado mínimo e dos vendedores das ilusões do mercado. A queda do muro do Berlin em 1989 e a implosão da União Soviética provocou a euforia do capitalismo. Reagan e Tatcher, agora sem o contraponto socialista, aproveitaram a ocasião para radicalizar os “valores” do capitalismo, especialmente das excelências do mercado que tudo resolveria. Para facilitar a obra, começaram por desmoralizar o Estado como péssimo gestor e difamar a política como o mundo da corrupção. Naturalmente havia e ainda há problemas nestas instâncias. Mas não se pode abrir mão do Estado e da política se não quisermos regredir à barbárie social.  Em seu lugar, dizia-se, devem entrar as ordenações excogitadas no seio dos organismos nascidos em Bretton Woods e dos grandes conglomerados multiraterais. Entre nós, chegou-se a ridicularizar quem falasse em projeto nacional. Agora, sob a globalização, insistiam, vigora o projeto-mundo. E o Brasil deve inserir-se nele, mesmo de forma subalterna. O Estado deve ser reduzido ao mínimo e deixar livre campo para mercado  fazer os seus negócios.

Nós que viemos, como tantos outros, do compromisso com os direitos humanos, especialmente, dos mais vulneráveis, demo-nos logo conta de que agora o principal violador destes direitos era o Estado mercantil e neo-liberal. Pois os direitos deixavam de ser inalienáveis. Eram transformados em necessidades humanas cuja satisfação deve ser buscada no mercado. Só tem direitos quem pode pagar e for consumidor Não é mais o Estado que vai garantir os mínimos para a vida. Como a grande maioria da população não participa do mercado, via negado seu direito.

Podemos e devemos discutir o estatudo do Estado-nação. Na nova fase planetaria da humanidade mais e mais se notam as limitações dos Estados e cresce a urgência de um centro de ordenação política que atenda às demandas coletivas da humanidade por alimento,  água, saúde, moradia, saúde e segurança. Mas enquanto não chegarmos à implantação deste organismo, cabe ao Estado ter a gestão do bem comum, impor limites à voracidade das multinacionais e implementar um projeto nacional. Leia o resto do artigo »

Postado em Destaques da Semana, Internacional, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »