Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Gonzaga Belluzzo
As pesquisas de opinião da última semana revelam que o prestígio de Obama e de seu governo escorregam ladeira abaixo. A alma do povo americano se dilacera entre o ressentimento contra os “gatos gordos” de Wall Street e a aversão à ingerência do Estado nos negócios da economia. Na contramão do que imaginam muitos reformistas de boa-fé e liberals à americana, a crise financeira não abalou (e, ao que tudo indica, não vai abalar tão cedo) as crenças instaladas no espírito da populaça da América profunda. O delírio consumista das últimas décadas e a certeza da “utopia realizada” inscrita no DNA da sociedade desde sempre concorrem para reforçar a fé nas virtudes do livre mercado e na superioridade do american way of life. É preciso mais do que uma crise financeira para debilitar tais convicções. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Lixo no Tietê
Por Conceição Lemes
Fazemos o mesmo convite ao governador José Serra (PSDB) e ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), que culpam a população, principalmente a mais pobre, pelas enchentes. O que pode acontecer com, pelo menos, uma parte dos restos de tijolo, argamassa, madeira, telha, quando chove e/ou o rio transborda? Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Para Yvo de Boer, a próxima conferência climática pode terminar como a de Copenhague
Ele comandou a Conferência do Clima da ONU, a COP-15, em Copenhague, em dezembro, um dos encontros que mais mobilizou líderes e a opinião pública do mundo. Apostou alto num grande acordo que não aconteceu, por conta da batalha entre grandes emissores, como China e EUA.
Em entrevista exclusiva, o secretário-executivo da Convenção da ONU sobre o Clima, Yvo de Boer, diz que não aposta num novo acordo no próximo encontro sobre clima, no México, em novembro: “Só aposto quando sei que vou ganhar”. De Boer avalia os acertos e os erros de Copenhague e diz que os países em desenvolvimento estavam certos ao não ceder às nações ricas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Brasília, 12 de novembro de 2009 – O consórcio francês Rafale International, formado pelas empresas Dassault Aviation, Snecma e Thales, realizou coletiva na tarde desta quinta feira para esclarecer à opinião pública informações que não correspondem à realidade e que tem sido divulgadas nas últimas semanas sobre a proposta francesa no FX-2, processo de escolha do Governo Brasileiro para aquisição das novas aeronaves de combate da FAB.
O consórcio Rafale International, em respeito ao processo de escolha realizado pela FAB, que desde o seu início é transparente e criterioso, esclarece que: Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A China criticou as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de adotar uma política mais dura para garantir a abertura do mercado chinês às exportações americanas.
O porta-voz do Ministério do Exterior da China, Ma Zhaoxu, rejeitou a acusação de que a cotação da moeda chinesa, o yuan, em relação ao dólar, dá ao país uma vantagem injusta.
“Acusações e pressão não vão ajudar a resolver o problema”, afirmou. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Chove há 43 dias em São Paulo. Há 72 pessoas mortas. Nenhuma metrópole do mundo se corrompeu a ponto de permitir, como São Paulo, construir tantas peças de concreto num espaço sem verde. São Paulo é um exemplo de como a corrupção destruiu o meio ambiente, impediu que a cidade respirasse, aumentou a temperatura e provocou chuva. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 3 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A modernização e internacionalização da logística nos últimos vinte anos foram fontes de importantes ganhos de produtividade para as economias avançadas. Porém, entre os países em desenvolvimento, apenas nos anos recentes, o aperfeiçoamento da logística tornou-se objetivo explícito das políticas de desenvolvimento. Englobando um conjunto de atividades essenciais – transporte, armazenagem, consolidação de cargas, desembaraço alfandegário, sistema de distribuição e pagamentos – e envolvendo inúmeros agentes públicos e privados, a logística é a espinha dorsal do comércio internacional.
A Carta IEDI de hoje apresenta uma síntese dos resultados da pesquisa Connecting to compete: Trade logistics in the global economy – realizada pelo Banco Mundial (www.wordbank.org) -, a qual avalia, em perspectiva comparada, a qualidade da logística do comércio internacional, ou seja, a capacidade de transportar produtos e conectar indústrias e consumidores aos mercados internacionais. O estudo cobre 155 países e apresenta o ranking do índice de desempenho em logística comercial (LPI, na sigla em inglês), construído a partir de indicadores para seis fatores que influenciam a qualidade da logística: eficiência alfandegária, qualidade da infraestrutura de transporte, facilidade e custo de embarques, competência e qualidade da indústria logística local, capacidade de rastrear carregamentos, pontualidade.
A análise comparativa revela que, para países com mesmo nível de renda per capita, aqueles com melhor desempenho na logística experimentam crescimento econômico adicional, da ordem de 1% no PIB e 2% no comércio. Esses resultados são especialmente relevantes para os países em desenvolvimento no momento atual. Investir na melhoria da logística comercial permitirá acelerar a recuperação ante os efeitos da crise global, bem como o fortalecimento de suas posições competitivas. Outra conclusão do estudo é que os países com os melhores desempenhos em logística, ou seja, com LPI mais elevados, são aqueles que consistentemente investem em reformas e melhorias. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Lúcio Pereira de Souza
Mais uma crise de corrupção abala o cenário político brasileiro. Desta vez, bem no coração da arena política: Brasília. Muitas reportagens. Muito jogo de cena pelos partidos políticos. Muita tentativa de mostrar diferenças no tratamento do assunto. Muito blá, blá. blá. E até, diríamos, algo mais consistente, sob o ponto de vista da profilaxia: defesa de mudança na Constituição Federal, relativa ao sistema de financiamento das campanhas políticas. Na verdade, permitam-me a opinião, de quem não pertence ao meio político, mas com a modesta pretensão de ser mais técnico do que político.
Percebe-se o jogo que está na roda destes escândalos? Apenas citam-se os nomes de políticos A, B ou C, que quando não são massacrados pela opinião pública, dão um drible e voltam à carga mais tarde. Às vezes, o noticiário desloca-se mais fortemente sobre algum lobista, e não exatamente sobre políticos, como sucedeu com o escândalo do mensalão. E em poucas vezes, cita-se o nome de quem trafica (pelo lado da compra) a influência. Ou seja, condenam-se os usuários e os traficantes (pelo lado da venda), mas os traficantes (pelo lado da compra) continuam adquirindo seus insumos. Perceba-se ainda que, afastados os nomes destacados na época do flagrante da corrupção, o problema volta a ocorrer em espaço e tempo diferentes do anterior, o que indica que não se chega ao cerne do problema. Até mesmo a febre só é tratada quando há alguma pressão pública. Então, o que se nota? O enfrentamento da questão, da imprensa, passando pela legislação, aos poderes constituídos, enfim, pelo país como um todo, é muito insipiente e amador. Talvez esteja na hora de trocar a insipiência pela incipiência em enfoque inovador de enfrentamento da questão. Vejamos se, e em caso positivo, como seria possível.
A estrutura do jogo parece ser a seguinte: Clique aqui para ler mais.
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