prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Assuntos':

Emprego industrial cresce 2,2% em setembro, diz IBGE

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Na comparação com agosto, criação de vagas ficou estável. No acumulado no ano, o crescimento foi de 2,7%.

Publicado em: Portal G1

Em setembro, o emprego industrial cresceu 0,1% em relação a agosto e 2,2% em relação aos números de um ano atrás, revelou nesta segunda-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A expansão de setembro na comparação anual é a 27ª seguinda, segundo o Instituto.

A variação acumulada nos últimos doze meses (2,9%), que vinha crescendo desde 2006, ficou praticamente estável em relação ao ritmo de crescimento do pessoal ocupado de agosto (3,0%).

Já no acumulado de 2008, o crescimento foi de 2,7% em relação a igual período de 2007. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Reflexões de outubro

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Pode-se dizer, com razoável grau de segurança, que os problemas sistêmicos provocados pela crise financeira, deverão vir de outro lado, e eles já estavam se anunciando, nos últimos dias de outubro. Todos organismos internacionais estão prevendo quedas acentuadas da produção, dos preços e das exportações.

Por José Luís Fiori

“Nós decidimos tomar medidas decisivas e utilizar todos os instrumentos à nossa disposição para sustentar as instituições financeiras que tenham importância sistêmica e impedir que elas possam falir.” – Plano de Ação do G7, Washington, 10/10/2008

Fonte: Agência Carta Maior

Na segunda-feira, dia 13 de outubro de 2008, o mundo amanheceu em silêncio e ficou em suspense, durante quase todo o dia, à espera do que seria uma espécie de “duelo final”, entre o poder político e os mercados, que estaria se travando nos principais centros financeiros do mundo. No final do dia, entretanto, os primeiros sinais já indicavam que não houve duelo e que o poder político havia imposto sua autoridade sobre os “mercados financeiros”. Depois de uma semana de pânico, entre os dias 5 e 12 de outubro, em poucas horas os governos das principais economias do mundo conseguiram formular um “plano comum” de intervenção massiva e estatização parcial dos seus sistemas financeiros, que cumpriu com o seu objetivo imediato de estancamento de “sangria” e estabilização do cambio.

Quem quis, pode ver e aprender, naqueles dias, que existe uma relação essencial e expansiva entre o poder político e o capital financeiro, e que apesar de tudo o que foi dito e repetido nestes últimos anos, o poder político tem uma precedência hierárquica e dinâmica, com relação aos mercados e ao capital financeiro. Ou seja: o poder e a riqueza capitalista se expandem juntos, mas o poder político é uma condição essencial, permanente e dinâmica dos mercados e do capital financeiro. Neste sentido, é interessante observar que o plano de nacionalização dos principais sistemas financeiros do mundo, tenha sido formulado pela Inglaterra, com base na experiência da Holanda, e antes de ser aceito pelos EUA e pela EU. Logo a Inglaterra e a Holanda, as duas potências marítimas e econômicas que teriam estado na origem do “capitalismo liberal”, e na defesa permanente do laisez-faire.

Nas semanas seguintes, depois do dia 13 de outubro, a própria evolução da crise foi dando maior transparência à uma outra relação que costuma embaralhar a análise dos economistas: entre a moeda estatal e as infinitas moedas privadas e financeiras que coexistem dentro de um mesmo sistema econômico nacional e internacional. Permitindo separar a crise do “mercado financeiro do mundo”, que se estabeleceu nos EUA depois de 1980, de uma crise eventual do dólar e da hegemonia monetária dos EUA que ainda não aconteceu. E foi esta a estratégia que o governo americano adotou no campo internacional buscando sustentar a confiança e a centralidade mundial do dólar. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

Um pesadelo, creio eu

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

Ocorre-me um enredo estranho, peculiar, não sei se li algum dia e vem da memória, ou de um sonho. É um conto, eu diria, não simplesmente policial. Nele a complexidade é notável, atinge profundidade igual à alma de um país.

O entrecho começa pela descrição do seu protagonista, que o autor batiza Ezequiel. Por trás de olhos azuis carregados de estupor à beira da insegurança, ele é obcecado pelo impulso irredutível da acumulação. Dinheiro e poder. Determinado, audacioso, singra a vida ao sabor de casos de corrupção e falcatruas de alto bordo, com o adendo de capilares operações de escuta telefônica. Uma investigação policial apura-lhe o conjunto da obra e indicia Ezequiel. Nos seus escritórios, apreende, inclusive, discos rígidos que, tudo indica, resumem suas aventuras e apontam parceiros. Nada acontece, com a inestimável contribuição de certa juíza da Suprema Corte, cenho de governanta de castelo escocês e carente de lábios. Ela impede com argumentos “pueris” (o adjetivo é do autor) a abertura dos tais discos.

Desde o momento das privatizações das telefônicas e que tais por parte do governo do Pássaro Misterioso, episódio que passou a ser conhecido como “A Bandalheira Supimpa”, a história de Ezequiel não somente divide a polícia, mas também, e sobretudo, atinge os mais altos escalões da política, para tornar-se epicentro da luta intestina pelo poder. E chega até a embrenhar-se, com tocha e cordas, pelas cavernas dos humores nacionais. Quanto a esta incursão nas entranhas de emoções e pendores da nação, o autor será mais explícito mais adiante. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Política Brasileira | Sem Comentários »

10 questões para entender o tremor na economia

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: GUSTAVO PATU

O que era uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta –e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos. As próximas páginas procuram trazer à linguagem comum as origens da crise, a dinâmica do mundo financeiro e os desafios a serem enfrentados pelo Brasil.

Leia a seguir dez explicações que ajudam a entender a atual crise:

1 – Como um momento de euforia econômica e se transforma em pânico financeiro?

Crises especulativas como a atual –documentadas desde o século 17, com dimensões variadas– são sempre gestadas em momentos de juros baixos e crédito farto, mais comuns em fases de prosperidade. E a economia mundial vivia o melhor momento desde a década de 70.

O acesso mais fácil ao dinheiro reduz a noção geral de risco. Tanto profissionais do mercado quanto cidadãos comuns se tornam mais propensos a investimentos ousados, em busca de lucros mais altos e rápidos.

Nesse cenário, surgem as ‘bolhas’: um tipo de investimento -sejam ações, moedas, imóveis, empréstimos ou, em tempos mais remotos, canais, ferrovias e até tulipas- se torna uma mania e se valoriza muito além das reais possibilidades de retorno. Cria-se um círculo vicioso: quanto mais gente entra no mercado, mais ele se valoriza; quanto mais se valoriza, mais gente entra.

No caso atual, a bolha foi criada no mercado imobiliário americano, antes de se disseminar por outros mercados e países. Casas e apartamentos com preços em alta serviam de garantia para financiamentos imobiliários que ajudavam a elevar os preços. A espiral culminou em financiamentos de altíssimo risco para clientes sem capacidade de pagamento. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Economistas sugerem controle internacional das finanças

Postado em 9 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Agência Carta Maior

Reunidos no Rio de Janeiro, o diretor da UNCTAD, Heiner Flassbeck, e renomados economistas como Paul Davidson, Massimo Pivetti e Luiz Carlos Bresser-Pereira criticam o pensamento econômico dominante e dão suas receitas para combater a especulação causadora da crise financeira. Para eles, opção global pela especulação produziu fragilidades financeiras inéditas na história.

A atual crise financeira global demonstra que a cultura da especulação chegou ao seu limite e aponta para a urgente necessidade de se criar um novo mecanismo internacional de controle das finanças e fluxos de capital. Essa foi a mensagem transmitida por renomados economistas que participaram do simpósio internacional “Perspectivas para o Desenvolvimento no Século XXI”, organizado pelo Centro Internacional Celso Furtado e realizado nos dias 6 e 7 de novembro no Rio de Janeiro.

Após mencionar o exemplo da Islândia, país considerado rico, mas que quebrou na atual crise por ter apostado durante os últimos anos na especulação com títulos e derivativos de outros países, o diretor da Divisão de Estratégia e Globalização da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês), Heiner Flassbeck, foi taxativo: “Essa opção global pela especulação produziu fragilidades financeiras numa dimensão muito maior do que jamais havíamos produzido”, disse.

Flassbeck afirmou que, nos últimos anos, a especulação cresceu de forma descontrolada também em relação ao preço dos alimentos e do petróleo e que muitos grupos financeiros cristalizaram o hábito de especular com a taxa de câmbio, atuando contra as moedas nacionais: “Deveríamos criar um sistema monetário internacional que possa levar as taxas cambiais na direção certa. É preciso adotar uma política internacional que interrompa imediatamente esse processo especulativo com as moedas e as commodities”, disse o diretor da UNCTAD.

Professor da Universidade do Tenessee e do Centro de Análises de Políticas Econômicas da New School of Social Research de Nova York, Paul Davidson lembrou dois ícones do Século XX, Albert Einstein e John Maynard Keynes, para analisar a atual crise financeira: “Os cientistas consideravam o tempo e o espaço como coisas distintas e sem influência mútua, mas Einstein elaborou a Teoria da Relatividade e demonstrou que não. Alguns economistas acreditam que o mercado produtivo e as finanças também são coisas separadas. Keynes, no entanto, já havia alertado que mercado produtivo e finanças interagem continuamente. Esta crise comprova isso”. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica | Sem Comentários »

Energia renovável está nos planos dos EUA, mas criará os empregos previstos?

Postado em 8 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Jornal da Ciência

Iniciativa pode representar a melhor chance em muitos anos de traduzir pensamento em ação no caso da energia renovável, com os americanos famintos por empregos e por uma solução duradoura para o problema energético.

Há tempos que as propostas de uma política de energia renovável nos EUA trombam com o preço estimado das medidas. Agora, o custo de fazer a transição – centenas de bilhões de dólares – é anunciado como uma grande vantagem.

Num debate que provavelmente vai ganhar destaque nos próximos meses, o presidente eleito Barack Obama e seus assessores de energia têm argumentado que um investimento governamental bilionário em coisas como turbinas eólicas e uma malha elétrica “inteligente” é exatamente o que o país precisa para sair da crise econômica. A isca são os milhões de empregos subsidiados pelo governo nesse setor “verde”.

Durante a campanha, Obama argumentou que gastar US$ 150 bilhões nos próximos dez anos para cortar o desperdício e incrementar as fontes renováveis ajudaria a criar 5 milhões de empregos – de instaladores de isolamento térmico (para diminuir o desperdício de energia nas casas) e fabricantes de turbinas eólicas (para substituir termelétricas a carvão) a vários tipos na construção civil (para construir casas mais ecológicas e melhorar a rede elétrica).

Mas os números disso são na verdade bem discrepantes. Vários estudos chegaram a conclusões completamente diferentes sobre quanto dinheiro seria necessário e qual será o número total de empregos “verdes” que podem ser criados.

Qualquer que seja o número exato, porém, esse audacioso plano pode representar a melhor chance em muitos anos de traduzir pensamento em ação no caso da energia renovável, com os americanos famintos por empregos e por uma solução duradoura para o problema energético. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

Gilmar Absolvido

Postado em 8 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Wálter Fanganiello Maierovitch

CartaCapital 07/11/2008

Tenho muitos anos de magistratura. Nela ingressei por concurso público e atuei em Varas e Tribunais. Ao longo dessa caminhada, e já estou aposentado por tempo de serviço, nunca participei e nem assisti a uma sessão de julgamento igual à ocorrida ontem no Supremo Tribunal Federal, quando foram apreciados dois unificados pedidos de habeas corpus, com Daniel Dantas e a irmã Verônica como pacientes. Fiquei estarrecido.

A propósito, nunca se falou tanto em garantias e liberdades individuais. E o julgamento terminou com a apreciação de uma proposta do ministro Cezar Peluso, que queria a punição de todos os juízes participantes de um ato de solidariedade ao juiz Fauto de Sanctis, depois da liminar e das declarações inadequadas do ministro Gilmar Mendes.

O irado ministro Peluso, –meu antigo colega de Justiça paulista—, invocou, para tanto, a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, concebida, — e ele bem sabe disso–, na ditadura Geisel e com a meta de calar os juízes. Uma lei que, ao cercear a livre manifestação do pensamento e o direito de se expressar, não foi, no particular e como qualquer rábula de porta de cadeia sabe, recepcionada pela Constituição de 1988.

Para dourar a pílula e com a anuência do ministro Peluso, deliberou-se por cobrar informações das corregedorias (órgãos disciplinares) a respeito de providências contra juízes. Como se percebe, mais uma inconstitucionalidade, por via oblíqua, para empregar a expressão mais usada ontem pela Corte.

O julgamento do habeas-corpus, — que já tinha perdido o objeto pois os pacientes estavam soltos–, serviu, com a devida vênia, de pretexto para os ministros, por via oblíqua, “absolverem” Gilmar Mendes, e a expressão não é empregada no sentido técnico, mas no de consertar uma canhestra e arbitrária decisão do presidente do Pretório. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Política Brasileira | Sem Comentários »

Infra-estrutura no Brasil: em busca da subalternidade cosmopolita

Postado em 7 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Correio da Cidadania

Por: Luiz Fernando Novoa Garzon

Com a onda de privatizações nos anos 90, o Brasil repassou para o setor privado, em grande parte transnacional, o controle de sua infra-estrutura. Desde então, os critérios determinantes dos investimentos em infra-estrutura passaram a ser taxas de retorno compensadoras e o uso “competitivo” dos equipamentos (dutos, usinas hidroelétricas, térmicas, redes viárias e de comunicações). O bloco de poder, como prescindia de qualquer “projeto nacional” para manter-se no comando, conduziu a privatização desses setores estratégicos de forma a oferecer oportunidades de negócios parasitários para grupos empresariais aproximados e ao mesmo tempo proporcionar ao capital transnacional corredores abertos para a desarticulação da economia nacional. Os setores de infra-estrutura dão acesso a funções de comando e coordenação na cadeia de valor, indispensáveis para a continuidade e o aprofundamento da globalização neoliberal.

O encadeamento produtivo em escala nacional e regional é preterido em nome de um outro encadeamento ditado de fora para dentro, ao qual devemos nos submeter para garantir a “eficiência” requerida. Eficiência é a única virtude permitida aos que operam e se adequam, mas que nunca decidem – proscrita a infra-estrutura que busque antecipar e viabilizar novos horizontes de desenvolvimento, válida somente a que otimize e cristalize o modelo vigente, focado na ampliação da escala de produção de commodities agrícolas e minerais.

As instituições financeiras internacionais, especialmente FMI e Banco Mundial, fizeram da dívida pública um instrumento para aprofundar as privatizações e as desregulamentações decorrentes. Das condicionalidades específicas dos nos 90 chegamos às condicionalidades sistêmicas de hoje: “ações prévias”, “critérios estruturais de implementação”, “parâmetros de referência”. As IFIS, convertidas em avalistas dos mercados, tratam de rastrear as evidências de renúncia da soberania nacional e popular e de terceirização do processo político-decisório do país. Certificam o cumprimento das exigências dos investidores tais como tetos de gastos públicos, níveis competitivos de tarifas e mecanismos de governança público-privada dos projetos “estruturantes”. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »