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Blog do Desemprego Zero

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O capitalismo do século 21 e a armadilha da ideologização

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

1. Olhar com muito cuidado os indicadores. São importantes, mas dependendo de como são feitos e do seu uso, podem ser para o bem ou para o mal.

2. Experiência pública no padrão recente, reabilitando Constituição Federal, que reorganiza a atuação do Estado no âmbito social. Nunca tivermos uma constituição estruturadora tão ampla. Mas responde muito mais a problemas do século 20 do que do século 21.

3. A necessidade de novos indicadores para contribuir para o novo padrão civilizatório, passível de ser construído no capitalismo do século 21.

Ideologização em momento de crise é pior do que em momentos de bonança.

Vim para o Seminário ouvindo um colega comentarista de rádio. Dizia que a medida provisória 477 (que permite aos bancos públicos adquirir outras instituições sem passar por processos de licitação) é ruim, porque não permite controle do dinheiro público.

O âncora pergunta do caso da compra de bancos por bancos privados. Aí nao tem problema, porque o dinheiro é privado e o banco tem o direito de fazer o que quiser.

O comentarista admite que as amarras tiram a competitividade dos bancos públicos, mas tem que ser assim porque é dinheiro público.

Ora, se um banco privado é sociedade anônima, o dinheiro é público. O banco deve satisfações aos seus acionistas. A fiscalização se dá através de ferramentas de mercado. Cada investimento é analisado pelos especialistas de acordo com os processos de precificação (definição de preço) do mercado. Se o banco sai da linha é punido no preço das ações e na grita dos minoritários ou por ações judiciais.

Por que não pode ser com bancos públicos com capital em bolsa? As compras têm que obedecer a critérios de avaliação de mercado. Os analistas irão avaliar se melhorará ou não a performance do banco. O diretor de relações institucionais será chamado a dar explicações.

Ou seja, os modelos de controle são os mesmos do setor privado. O bravo comentarista considera, então, que os sistemas de controle do setor privado são insuficientes? Se são, como as empresas de capital aberto pertencem ao público, ele sugeriria processos licitatórias e prestação de contas ao TCU? É evidente que não.

Entenderam a razão da armadilha da ideologização?

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A aura dos principais bancos de fusão e aquisição ofusca os baixos retornos proporcionados aos clientes

Postado em 13 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Wharton Universia

A reputação faz diferença. As empresas de melhor reputação seriam aquelas que, supostamente, gerariam maior valor para seus clientes. É nisso que as pessoas normalmente acreditam e, em Wall Street, esse tipo de raciocínio ajudou a fazer da Goldman Sachs e do Morgan Stanley os bancos de investimentos de maior participação de mercado no segmento de consultoria em operações de fusão e aquisição. A Goldman foi inclusive muito elogiada em um livro recente, The partnership, de Charles Ellis, como a empresa mais bem administrada no segmento financeiro americano.

Contudo, Alex Edmans, professor de finanças da Wharton, chegou à conclusão de que tal idéia seria equivocada. Pelo menos para as consultorias do segmento de fusão e aquisição, a participação de mercado não parece corresponder ao valor gerado para o cliente. Em um estudo intitulado “Como devem os compradores escolher seus consultores? Persistência no desempenho dos bancos de investimentos” (How Should Acquirers Select Advisors? Persistence in Investment Bank Performance), Edmans e Jack Bao, aluno da graduação do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), constataram que a participação de mercado não se traduz, necessariamente, em melhores retornos para os clientes dos bancos.

Edmans e Bao analisaram cerca de 30 anos de retornos proporcionados aos acionistas no segmento de fusões e aquisições, e constataram que havia uma forte correlação negativa entre a participação de mercado de um banco e o retorno proporcionado a seus clientes compradores. Em outras palavras, quanto maior a participação de mercado de um banco, menor o valor por ele gerado. “Os profissionais do setor parecem estar usando a participação de mercado como medida de qualidade sem analisar devidamente se ela, de fato, está relacionada a um desempenho superior”, assinalam os autores.  “Os resultados que obtivemos indicam que se trata de recurso de qualidade duvidosa.” Em vez disso, Edmans e Bao constataram que a melhor forma de prever o retorno proporcionado por um banco consiste em analisar os retornos gerados anteriormente por ele: bancos que no passado souberam identificar os parceiros mais promissores, e negociaram os melhores termos, devem ser capazes de fazê-lo também hoje. Leia o resto do artigo »

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¿Qué debería contener un segundo acuerdo de Bretton Woods?

Postado em 12 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

by José Antonio Ocampo

 Texto em inglês (Project Syndicate)

Para aquellos que hemos reclamado por mucho tiempo que la arquitectura financiera internacional necesita reformas profundas, la llamada a convocar una segunda conferencia de Bretton Woods es afortunada. Cabe recordar, por supuesto, que después de las crisis asiática y rusa de 1997-1998 se hicieron solicitudes similares, que los países industrializados no tomaron en serio. Quizás el hecho de que ahora están en el centro de la tormenta los lleve a tomar la tarea con empeño.

Hay dos problemas fundamentales con el reciente llamado a la reforma. El primero es que carece de contenido: no es claro en qué consistirían las discusiones sobre un eventual Bretton Woods II. El segundo es que el proceso comenzó con un paso en la dirección equivocada, al excluir a la mayoría de los países de los diálogos. Es obviamente saludable que el Grupo de los 7 o un subconjunto de países del G-7 muestre liderazgo, pero no puede haber una reforma fundamental sin un proceso inclusivo que de voz adecuada tanto a los países industrializados como en desarrollo, y tanto a los países grandes como pequeños. Las instituciones de alcance mundial, no grupos ad hoc de países deben estar en el centro del proceso de reforma.

El tema más claro de la agenda es cómo corregir el déficit de regulación prudencial que caracteriza los mercados financieros mundiales. Esta discusión debe comenzar por acuerdos sobre los principios regulatorios. Uno obvio es que las regulaciones deben ser comprensivas, para evitar los vacíos significativos que condujeron a la turbulencia actual.

Las regulaciones deben tener también un fuerte contenido anti-cíclico, lo que implica aumentar el capital y provisiones (o reservas) de la entidades financieras e impedir el excesivo endeudamiento (apalancamiento) durante los auges, y evitar que la inflación de activos retroalimente las expansiones crediticias. Se debe descartar la dependencia de los modelos internos de evaluación de riego de las entidades financieras, el principal centro de atención del segundo acuerdo de Basilea sobre regulación bancaria. Esa estrategia ha demostrado ser peligrosa y de hecho, ya se ha visto cómo el uso de modelos similares de riego por parte de las instituciones puede aumentar la inestabilidad financiera. Leia o resto do artigo »

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China salva o mundo?

Postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: NELSON DE SÁ  

O dia abriu no Oriente com alta nas Bolsas, por conta do pacote da China. O site do “Financial Times” até postou fórum, sob a pergunta geral “a China pode salvar o mundo?”. E assim foi, nas manchetes on-line também do Brasil, até o meio da tarde, quando a Bovespa passou a “oscilar”, a “operar instável”. No mesmo “FT”, fim da tarde, “alta inspirada por gastos do plano de Pequim se esvai”. No “Wall Street Journal”, “plano de estímulo anima os mercados, mas as dúvidas permanecem”, sobre a China ser capaz, “sozinha, de reverter as tendências globais”.

As mesma reportagens, de todo modo, se estendiam mais nas análises que previam impacto positivo global. Na própria China, o primeiro-ministro Wen Jiabao descreveu o pacote como “a nossa maior contribuição para o mundo”. O plano saiu, sublinhou a Associated Press, “antes de o presidente chinês, Hu Jintao, comparecer à reunião de líderes mundiais para discutir uma resposta à crise global”. Leia o resto do artigo »

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Considerações sobre Bretton Woods II

Postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: Valor Econômico (11/11/2008)

Desde o século XVIII os teóricos e praticantes da moderna economia política debatem os conflitos e contradições entre a moeda universal (e seu caráter mercantil) e o exercício da soberania monetária pelos Estados nacionais. 

No final do século XIX, a metástase da Revolução Industrial para os Estados Unidos e para a Europa Continental foi acompanhada pela constituição de um sistema monetário global, amparado na hegemonia da Inglaterra. Essa construção política e econômica do capitalismo suscitou, no imaginário social e na prática dos negócios, a “ilusão necessária” acerca da naturalidade e impessoalidade do padrão-ouro e de suas virtudes na promoção do ajustamento suave e automático dos balanços de pagamentos. 

Ao promover a ampliação do comércio internacional, o padrão-ouro impôs a reiteração e a habitualidade da mensuração da riqueza e da produção de mercadorias por uma unidade de conta abstrata. Assim, para escândalo de muitos, a confiança na moeda universal em sua roupagem dourada promoveu a expansão da moeda bancária, suscitando a progressiva absorção das determinações funcionais do dinheiro – unidade de conta, meio de pagamento e reserva de valor – por uma representação, um signo desmaterializado garantido pelas finanças do Estado. 

Nos anos 20 do século passado, o declínio da Inglaterra coabitou com incapacidade política do poderio econômico americano em afirmar sua hegemonia. Isso tornou problemática, após o hiato de moedas inconversíveis da Primeira Guerra, a restauração do padrão-ouro, mesmo sob a forma atenuada do Gold Exchange Standard que permitia a acumulação de reservas em dólares e libras. Em sua ressurreição, o padrão-ouro foi incapaz de reanimar as convenções e de reproduzir os processos de ajustamento e as formas de coordenação responsáveis pelo sucesso anterior. Os déficits e os superávits tendiam a se tornarem crônicos. Os países superavitários – sobretudo França e EUA – se empenharam em “esterilizar” o aumento das reservas em ouro para impedir os efeitos indesejáveis sobre os preços domésticos. 

Nos trabalhos elaborados para as reuniões que precederam as reformas de Bretton Woods, Keynes formulou uma proposta mais avançada e internacionalista de gestão da moeda fiduciária. Ela previa a “administração” centralizada, pública e supranacional do sistema mundial de pagamentos e de provimento de liquidez. O Plano Keynes visava, sobretudo, eliminar o papel perturbador exercido pelo ouro – ou por qualquer moeda-chave – enquanto último ativo de reserva do sistema. Tratava-se não só de contornar o inconveniente de submeter o dinheiro universal às políticas econômicas do país emissor, mas também de evitar que assumisse a função de um perigoso agente da “fuga para a liquidez”. 

Na verdade, os países trocariam mercadoria por mercadoria e o dinheiro internacional, o Bancor, seria reduzido à função de moeda de conta. Os déficits e superávits seriam registrados em uma espécie de conta corrente que os países manteriam junto à Clearing Union, a câmara de compensação encarregada de vigiar o sistema de taxas fixas, mas ajustáveis e de promover os ajustamentos entre deficitários e superavitários. No novo arranjo institucional não haveria lugar para a livre movimentação de capitais em busca de arbitragem ou de ganhos especulativos. 

Em 1944, nos salões do hotel Mount Washington, na acanhada Bretton Woods, a utopia monetária de Keynes capitulou diante da afirmação da hegemonia americana que impôs o dólar – ancorado no ouro – como moeda universal. Talvez por isso, o segundo pós-guerra conte a história conflituosa da reafirmação do dólar como moeda-reserva e narre as desditas da reprodução dos desequilíbrios globais e da sucessão de ajustamentos traumáticos dos balanços de pagamentos na periferia.  Leia o resto do artigo »

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O PSDB e a crise

Postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

Recebo email de Luiz Paulo Velloso Lucas, presidente do Instituto Theotonio Vilela, o centro de estudos do PSDB. O Instituto acaba de produzir o primeiro documento de análise da crise financeira global e do papel do governo.

O resultado final foi objeto de muita discussão interna, já que o partido tem uma área mercadista ainda bastante influente. E, com os aliados na mídia – brandindo um neoliberalismo que foi enterrado pela crise – fica o receio de incomodar o pensamento ainda hegemônico.

Mas prevaleceu a crítica óbvia, aos erros do Banco Central – incensado por dez entre dez jornalistas ligados ao PSDB como a melhor parte do governo Lula.

Confirma o que escrevi no começo do ano aqui. Quando a crise viesse, os pontos de vulnerabilidade do governo Lula seriam o déficit em transações correntes, promovido pelo Banco Central, e a loucura do swap reverso.

Se o provável candidato tucano, José Serra, não estivesse tão envolvido com os novos aliados, e não fosse tão temeroso em assumir posições, estaria esbravejando desde o começo do ano contra essas loucuras, ajudando o PSDB a se posicionar, fortalecendo a posição dos desenvolvimentistas consistentes, e não passando a noção de oportunismo com a crise.

De qualquer modo, o jogo começa agora. As baixarias do jornalismo de esgoto, as forçadas de barra, os preconceitos prosseguirão porque o baixo nível ainda impera na política brasileira.

Mas agora há uma vulnerabilidade a ser explorada.

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Sobre o tempo, artigo de Marcelo Gleiser

Postado em 11 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

 Fonte: Jornal da Ciência   

“A consciência que temos de que nosso tempo de vida é finito está por trás de muitos dos anseios que nos afligem”.

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”. Artigo publicado na “Folha de SP”:

Volta e meia leitores me escrevem pedindo que aborde determinados tópicos. Dentre eles, o tempo é, sem a menor dúvida, um dos mais populares.

Que o significado do tempo -filosófico, científico, existencial- exerça um fascínio não é muito surpreendente. Afinal, o tempo está intimamente ligado com a preocupação mais profunda e inquietante da humanidade, a nossa mortalidade.

A consciência que temos de que nosso tempo de vida é finito está por trás de muitos dos anseios que nos afligem. Não é à toa que muitas religiões tentam, de alguma forma, driblar a morte, propondo existências alternativas, seja no paraíso (ou inferno), seja por meio da imortalidade da alma, que reencarna ciclicamente, ou mesmo por meio da aceitação da morte como uma conseqüência inevitável da vida, algo que deveríamos abraçar e não lutar contra.

Apesar de a ciência não oferecer uma resposta de ordem existencial ou teológica, ao menos oferece uma definição concreta do que seja o tempo. A escolha do que fazer com ela, claro, pertence ao indivíduo, embora eu espere que alternativas sobrenaturais não sejam levadas muito a sério.

Existem duas noções de tempo. A newtoniana assume que o tempo flui inexoravelmente, sempre no mesmo ritmo para todo o mundo, do passado ao futuro. É a tal noção do tempo como um rio. Esse é o tempo que percebemos pelas mudanças à nossa volta, uma ferramenta criada para quantificar as transformações da natureza. Sementes brotam, flores desabrocham e caem pelo chão. Nós também. Ao tempo newtoniano, juntamos as leis da termodinâmica, que mostram que a tendência dos sistemas naturais é equalizar diferenças, é evoluir na direção do equilíbrio. Leia o resto do artigo »

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Classe C, muito além do DVD

Postado em 10 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: CartaCapital

“Eu quero um pouquinho mais (da vida)”, diz um vendedor. “Gosto de coisa boa”, decreta uma empregada doméstica. “Não é por causa de 1 real que vou deixar de comprar a melhor”, completa uma assistente social. Todos da classe C, parte dos 86,2 milhões de brasileiros com renda familiar média de 1.602 reais e que hoje representam 46% da população. A ascensão da “nova classe média” está nas projeções há tempos, mas pouco se sabe sobre o que pensa e o que deseja essa fatia da sociedade. É o que a Limo Inc, empresa de estratégia de comunicação, investigou no estudo Breakonsumers. Apresentado em formato de documentário, revela novos padrões de consumo e uma tendência de convergência de comportamento das classes A, B e C. Grosso modo, Discovery Channel e compras na rua 25 de Março (comércio popular) para todos. 

“O que vem depois da conquista da casa própria? Do carro? Da geladeira nova?”, questiona Laura Chiavone, publicitária formada em Sociologia e sócia da Limo, que, ao lado da publicitária Ana Kuroki, concebeu o estudo e o documentário. 

Foram feitas 30 entrevistas qualitativas e ouvidos 2.016 integrantes das classes A, B e C em Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Na classe C, 81% dos entrevistados dizem ter tido mais oportunidades na vida do que os pais. Na A/B, 91% afirmam o mesmo.  Leia o resto do artigo »

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