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Blog do Desemprego Zero

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Grandes expectativas: o que é possível esperar de Obama?

Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

O significado histórico da eleição de Obama não deve ser subestimado. Basta lembrar que ocorreu em um país onde a Ku-Klux-Klan chegou a ter milhões de membros capazes de executar uma campanha de terror e morte contra cidadãos negros com o apoio de um sistema jurídico discriminatório. É um momento horroroso para ser eleito presidente, mas também é um desafio. Que tipo de mudanças podemos esperar com Obama que assume um país em processo de desindustrialização e fortemente dependente das finanças globais? Segue a anáise de Tariq Ali publicada na Carta Maior.

A vitória de Barack Obama supõe uma mudança geracional e sociológica decisiva na política dos Estados Unidos. É difícil, nestes momentos, predizer seu impacto, mas as expectativas suscitadas entre a gente jovem que impulsionou Obama seguem sendo grandes. Talvez não tenha sido uma vitória arrasadora, mas foi suficientemente ampla para permitir que os democratas ficassem com mais de 50% do eleitorado (62,4 milhões de votantes) e colocassem uma família negra na Casa Branca.

O significado histórico deste fato não deveria ser subestimado. Basta lembrar o que ocorreu no país em que a Ku-Klux-Klan chegou a ter milhões de membros capazes de executar uma campanha de terror e morte contra cidadãos negros com o apoio de um sistema jurídico discriminatório. Como esquecer aquelas fotos de afroamericanos linchados diante do olhar complacente de famílias brancas que desfrutavam seus piqueniques enquanto contemplavam – para dizê-lo na voz memorável de Billie Holliday – “corpos negros balançando-se com a brisa do sul, um fruto estanho pendurado nos álamos”?

Mais tarde, as lutas dos anos 60 pelos direitos civis forçaram a reversão da segregação e impulsionaram as campanhas a favor do voto negro, mas também conduziram ao assassinato de Martin Luther King e de Malcom X ( justo quando este começava a insistir na unidade dos brancos e negros contra um sistema que oprimia a ambos). Tornou-se um lugar comum assinalar que Obama não faz parte desta lista. Não é assim, contudo, como mostram os 96% de afroamericanos que saíram de casa para votar nele. Pode ser que se desiludam, mas por enquanto celebram a vitória e ninguém pode culpá-los por isso.

Há apenas duas décadas, Bill Clinton advertia seu rival, o progressista governador de Nova York, Mario Cuomo, que os Estados Unidos não estavam preparados para eleger a um presidente cujo nome acabasse em “o” ou em “i”. Há apenas alguns meses, os Clinton cediam abertamente ao racismo insistindo que os votantes da classe trabalhadora rechaçariam a Obama, lembrando aos democratas que Jesse Jackson também tinha ido bem nas primárias. Uma nova geração de eleitores demonstrou que eles estavam equivocados: cerca de 66% dos que tinham entre 18 e 29 anos, ou seja, 18% do eleitorado, votou por Obama; 52% dos que tinham entre 30 e 44 – uns 37% do eleitorado – fez o mesmo. Leia o resto do artigo »

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BNDES terá R$ 5 bilhões do Banco Mundial para crédito a empresas

Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Folha Online

Por: EDUARDO CUCOLO

O governo federal vai editar uma MP (medida provisória) que permite o repasse de recursos captados pela União junto ao Banco Mundial para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Serão R$ 5 bilhões para empréstimos a empresas, principalmente exportadores, a uma taxa de juros menor que a do mercado financeiro nacional.

“É normal que o BNDES capte recursos do Banco Mundial, mas essa é uma maneira mais ágil de conseguir o recurso. O Banco Mundial empresta para a União, que repassa para o BNDES”, afirmou o ministro Guido Mantega (Fazenda). Leia o resto do artigo »

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Outubro registra queda no ritmo de criação de novos empregos no país

Postado em 21 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Publicado em: Portal G1

Foram geradas 61 mil vagas; em setembro, haviam sido 282 mil.
Mesmo com menor ritmo, estoque de empregados aumentou em 0,2%.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, registrou em outubro a abertura de 61,4 mil novos postos de trabalho com carteira assinada no país, o que representa uma retração em relação ao total de vagas geradas em setembro, de 282,8 mil.

Com a geração de vagas em ritmo menor, houve leve crescimento, de 0,2%, no estoque de empregados com carteira assinada.

Considerando os dados de outubro, o saldo entre o número de empregos criados e o de demissões no acumulado do ano de janeiro a outubro é de 2,14 milhões de novos postos de trabalho. Nos últimos 12 meses até outubro, o saldo é de 1,95 milhão de novas vagas.

Os dados de outubro, anunciados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, porém, são inferiores aos que vinham sendo registrados nos meses anteriores, que superavam 200 mil novos empregos mensais. Leia o resto do artigo »

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Éric Toussaint analisa a interligação das crises

Postado em 20 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Agência Carta Maior

A explosão das crises alimentar, econômica e financeira em 2007-2008 mostra o quão interligadas estão as economias do planeta. É preciso arrancar o mal pela raiz. As soluções para que elas sejam favoráveis aos povos e à natureza devem ser internacionais e sistêmicas. A humanidade não poderá contentar-se com meias medidas. A análise é de Éric Toussaint.

Em 2007-2008, mais de metade da população viu as suas condições de vida degradarem-se gravemente, pois foi confrontada pelo forte aumento do preço dos alimentos. Esta situação originou protestos massivos em pelo menos quinze países na primeira metade de 2008. O número de pessoas afetadas pele fome agravou-se em várias dezenas de milhões, e centenas de milhões viram o acesso aos alimentos restringir-se (e, conseqüentemente, a outros bens e serviços vitais).

Tudo isto seguido das decisões tomadas por um punhado de empresas de setor “agrobusiness” (produtores de agro-combustíveis) e do sector financeiro (investidores institucionais que contribuem para a manipulação do processo de produção agrícola), que se beneficiaram do apoio de Washigton e da Comissão Europeia. No entanto, a parte das exportações na produção mundial de alimentos continua débil. Apenas uma pequena parte do arroz, do trigo ou do milho produzida mundialmente é exportada, a esmagadora maioria da produção é consumida internamente. Mas são os preços dos mercados de exportação que determinam os preços nos mercados locais. Ora, os preços de exportação são fixados nos EUA, designadamente, em três bolsas (Chicago, Minneapolis, Kansas City). Conseqüentemente, o preço do arroz, do trigo e do milho em Timbuctu, no México, em Nairobi, em Islamabad é diretamente influenciado pela evolução do curso desses grãos nos mercados bolsistas americanos.

Em 2008, perante a urgência, e sob pena de serem derrubadas pelos motins nos quatro cantos do planeta, as autoridades dos países em desenvolvimento tomaram medidas para garantir o acesso da população aos elementos básicos. Leia o resto do artigo »

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“A globalização financeira intensificou a instabilidade econômica”, afirma OIT…

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Nos anos 90, as crises do sistema bancário foram dez vezes mais frequentes que as do final dos turbulentos anos 70. O custo deste aumento de instabilidade, em geral, foi pago muito mais pelos grupos de baixa renda. (…) o regime fiscal é cada vez menos progressivo na grande maioria dos países e, portanto, menos capaz de redistribuir os benefícios do crescimento econômico”.

Leia mais em: OIT

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A crítica à reunião do G20

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Por Fernando Cardim de Carvalho

Fonte: Projeto BR

Meus temores maiores com relação à reunião são basicamente confirmados pelo comunicado que foi emitido ao seu final. Incomumente longo, os detalhes que contem não indicam o trabalho que pode ter envolvido, mas a tentativa de parecer ser um trabalho a mais profundo do que realmente é.

Primeiramente, há a questão da representação. É claro que o G20 é maior que o G8, mas a questão da participação em uma iniciativa desta natureza não passa pela fixação arbitrária de uma linha separando países que participam dos que não participam. Em Bretton Woods, todos os países aliados (lembremo-nos que a reunião se deu em 1944, ainda durante a guerra) participaram, inclusive a União Soviética, que depois se recusou a ratificar o acordo. Aqui, sempre nos queixamos da exclusão de países em desenvolvimento, mas estamos satisfeitos quando somos incluídos, mas cerca de 160 países (tomando o número de membros do FMI como uma avaliação de quantos países há por aí) ficam de fora.

Quanto ao documento mesmo, não acena com qualquer mudança substantiva ou percepção de que as tensões que se acumularam e explodiram na crise atual tenham se originado com a desregulação financeira iniciada nos anos 1970, que “privatizaram” a supervisão financeira, atingindo seu ápice em Basiléia II. O apelo a companhias de rating como instrumento de regulação é um equívoco em si, que não se resolve com um código de conduta para essas agências.

O apelo a modelos internos dos bancos para mensuração de risco e cálculo do capital regulatório também é um erro que se mostrou trágico nesta crise. Não há qualqeur indicação de mudança estratégica. O papel de instituições como o Comitê da Basiléia, onde o G10 dita regras para a regulação bancária em todo o mundo, inclusive aqui, não só não é questionado como, na verdade, é reforçado. Há um vago apelo para a ampliação do Forum de Estabilidade Financeira, mas continuam sendo mantidas as mesmas estruturas que levaram ao colapso atual.

Compare-se isto com a profundidade das reformas dos anos 1930, que garantiram mais de 50 anos de estabilidade financeira, até que, como é inevitável se tornassem obsoletas, e vê-se que o documento consiste principalmente em ar quente.

Por outro lado, o candidato Obama se referiu com frequencia à necessidade de reposicionamento estratégico na questão da regulação, o que seria muito mais importante, ainda que a possível indicação de Summers para o Tesouro preocupe, pois foi ele um dos impulsionadores da desregulação no governo Clinton.

Finalmente, quanto ao FMI, houve um diplomata na GloboNews que declarou, eufórico, que agora os desenvolvidos vão também ter de se submeter á sua disciplina. Isto é de uma tolice incomensurável. O FMI é melhor que o comitê da Basiléia em termos de representação, mas seu poder continua tão limitado quanto sempre foi.

Os países desenvolvidos não dão qualqeur satisfação ao Fundo desde que abandonaram as taxas fixas nos anos 60, e não dão qualquer indicação que mudarão sua atitude. Esperar que China, por exemplo, aja diferente é totalmente irrealista. Como observou um antigo importante funcionário do Fundo, Vito Tanzi, o Fundo não é reconhecido pela sua competência técnica, haja vista sua desastrosa atuação nos anos 90, mas pela capacidade de impor políticas a países passando por cataclismas em seus balanços de pagamentos. O Fundo não mudou suas posições. Ele não morreu, como alguns gostariam, mas seu poder efetivo, e sua eficácia técnica, continuam os mesmos.

Enfim, esse é um processo que vai realmente durar muito ainda, otimisticamente. Este foi um falso início, aparentemente para contentar Bush, aplacar o hiperativismo de Sarkozy, etc. As ambições, vale notar, do comunicado são muito maiores que as de Bretton Woods, onde se tratava de criar um sistema monetário internacional em substituição ao padrão-ouro. Agora se discutem, ou mencionam-se, problemas de reforma estrutural do sistema financeiro. Seria difícil pensar em um fórum menos preparado e menos adequado a esse tipo de discussão e, a meu ver, ele não decepcionou a expectativa de seus críticos.

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EUA vão liderar pós-Kyoto, diz analista

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência    

Daniel Esty, membro da equipe de transição de Obama na área de clima, afirma que negociação terá “recomeço” em 2009; Governo americano vai insistir para que o novo acordo inclua metas de redução de emissões para países em desenvolvimento. Artigo publicado originalmente na Folha de SP.

Não está claro quão difícil será para o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprir sua promessa de tornar o país o líder mundial no debate ambiental. Um sinal de vontade política, pelo menos, já foi emitido: os EUA estão de volta à mesa de discussões sobre a crise climática mundial.

Daniel Esty, membro da equipe de transição de Obama para energia e ambiente, afirmou que o grupo acompanhará a conferência do clima deste ano em Poznan, Polônia, que debate um novo acordo global para limitar a emissão dos gases do efeito estufa. Os EUA, diz, pressionarão para que países emergentes, como o Brasil, assumam metas obrigatórias de redução de emissões.

Esty é professor de Direito na Universidade Yale e criador de um índice que ordena países de acordo com suas políticas verdes. Ele falou à Folha de SP, logo antes de ser chamado para o grupo de transição de Obama. Leia a entrevista:

- Obama disse muitas vezes que o desafio energético dos EUA é como mandar o homem à Lua. E o sr. que o povo americano está pronto para mudar sua base energética.

Eu acho que o povo americano está pronto para a mudança para um futuro de energia limpa, por múltiplas razões. Há um aumento de preocupação sobre mudanças climáticas. Mais de 75% da população diz que a hora de agir chegou. Mas há mais do que isso. O público americano não tinha uma idéia clara do quadro das mudanças climáticas até recentemente. Era algo longe, talvez não tão urgente. Mas o furacão Katrina começou a dar um rosto ao problema da mudança climática e mostrou que não fazer nada não era boa opção. Na segurança, também, há uma grande frustração com a situação no Iraque e no Oriente Médio. E o público americano concluiu que uma economia de combustíveis fósseis significará mais do mesmo. E há um terceiro elemento nesta lógica: o povo americano anseia por uma nova economia, que vá criar novos empregos. Leia o resto do artigo »

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Um pouco mais sobre o tempo, artigo de Marcelo Gleiser

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2008

Fonte: Folha de SP, 16/11

Na semana passada, escrevi sobre o tempo, essa misteriosa entidade que tanto define nossas vidas. Expliquei que existiam essencialmente dois tipos de tempo, ou duas percepções dele. Na newtoniana, que é a do nosso dia-a-dia, o tempo passa sempre no mesmo ritmo, inexoravelmente, feito um rio. Sua passagem é independente da nossa percepção dela, absoluta e universal.

Na relativística, as coisas são bem diferentes. A passagem do tempo depende de quem o está medindo. Mais precisamente, do estado de movimento do observador. Dois observadores munidos dos mesmos relógios, um em movimento e outro parado na calçada, discordam se duas bolas de basquete batem no chão ao mesmo tempo. Fenômenos que são simultâneos para um observador não são para o outro. A simultaneidade é relativa.

Essa relatividade do tempo confunde muita gente. O que ela afeta de fato? Os mecanismos dos relógios? Relógios em movimento batem mais devagar, diz a teoria de Einstein. Será que o coração do observador em movimento também bate mais devagar segundo o observador parado? Leia o resto do artigo »

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