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Blog do Desemprego Zero

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O que une FHC, Artur Virgílio e Álvaro Dias? Arruda?

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

A resposta está nessa nota, publicada na coluna “Panorama Político”, de Ilimar Franco, em “O Globo”:

Esqueçam o que escrevi?

Em baixa depois do mensalão, o governador José Arruda (DF) já foi muito festejado.

Em 2008, foi editado o livro “Brasília: Preservação e Legalidade. Desafios do Governo.

A orelha da publicação é recheada de elogios.

1. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: “Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das principais lideranças do cenário político nacional”.

2. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM): “Arruda serve para ser candidato a presidente da República pelo Democratas”.

3. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR): “Arruda não fez barganha. Não instalou um balcão de negócios para oferecer a este ou àquele partido.

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O caso Arruda expõe as mazelas de Gilmar

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Luís Nassif

Dia desses, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, se arvorou no grande defensor dos direitos humanos, pelas decisões que tomou no caso Daniel Dantas – a mais controversa das quais foi o habeas corpus contra sua prisão. Disse que, graças a ele encerrou-se a fase de espetáculos da Polícia Federal.

Praticou um exercício de auto-engano.

Gilmar pegou uma bandeira necessária – a do respeito aos direitos individuais ATÉ dos criminosos – e desmoralizou-a. Colocou o direito dos criminosos acima, até, de princípios básicos de investigação. Clique aqui para ler mais.

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Carta IEDI n. 402 – Desafios da Inovação – Incentivos para Inovação: O que Falta ao Brasil

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Com uma comparação dos incentivos fiscais para inovação adotados no Brasil e em países selecionados e a identificação de lacunas no sistema brasileiro de incentivos, o IEDI dá início a uma série de estudos sob a temática geral de “Desafios da Inovação”. Inovação é o que em última análise promove o crescimento de longo prazo de uma economia e assegura sua competitividade a nível global, razão pela qual, no modo de ver do IEDI, deve figurar no primeiro bloco de preocupações de um programa de desenvolvimento econômico para o país e merecer os melhores esforços na formulação da política econômica. A série “Desafios da Inovação” procura dar subsídios para impulsionar a inovação no Brasil. Abordará diversos aspectos que envolvem o tema: financiamento, políticas de demanda (compras governamentais), comércio exterior de bens de conteúdo tecnológico, estrutura industrial e inovação, questões institucionais (insegurança jurídica e outros temas) e programas mobilizadores. Clique aqui para ler mais.

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Onde está a esquerda?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Mino Carta

A revista Veja acabava de publicar um dossiê que dizia ter-lhe sido entregue por Dantas, a revelar contas de um pessoal graúdo, a começar pelo presidente Lula, em paraísos fiscais. Mais um episódio para enrubescer o arco-da-velha e que em outro país provocaria, no mínimo, investigações profundas e algumas prisões. O ministro Márcio de início negou o encontro com DD, ao cabo, com invejável candura, admitiu: pretendia conhecer as razões do banqueiro. Quanta delicadeza. Clique aqui para ler mais.

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Projeto anticorrupção é insuficiente, diz juiz

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Para De Sanctis, medidas sugeridas pela ONU, como o estabelecimento de crime de enriquecimento ilícito, são mais eficazes. Segundo magistrado, o país se ressente de mecanismos para investigar corrupção, e as pessoas são acovardadas pela ineficácia do sistema.

O juiz federal Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de SP, diz que o projeto de lei do governo para combater a corrupção é válido, mas “totalmente insuficiente” quando comparado a mecanismos propostos pela ONU (Organização das Nações Unidas) em convenções internacionais.

Juiz de casos rumorosos como os do banqueiro Daniel Dantas e da Camargo Corrêa, ele diz que duas das medidas preconizadas pela ONU seriam mais eficazes: a criação do crime de enriquecimento ilícito e a possibilidade de se processar criminalmente uma empresa. Clique aqui para ler mais.

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Subir os juros?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por José Dirceu – dvogado e ex-ministro da Casa Civil

A divulgação da ata da reunião da semana passada do Copom e do relatório Focus do Banco Central fizeram crescer no mercado a avaliação de que haverá em breve aumento da Selic de 8,75% em março ou abril.

Tal raciocínio rentista é velho. A partir das projeções de inflação de 4,78% para 2010, distante somente 0,28 ponto do centro da meta de 4,5%, alardeiam a necessidade de conter as pressões inflacionárias usando o remédio dos juros altos. Clique aqui para ler mais.

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Por que os ortodoxos erram tanto?

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (web site)

A grande crise de 2008 foi também a crise da teoria econômica ortodoxa ou neoclássica, dominante desde os anos 1980 foi a crise da teoria do equilíbrio geral e da macroeconomia neoclássica baseada nas expectativas racionais. Esse fracasso não foi surpreendente. Essas duas teorias ensinadas nos cursos de pós-graduação das grandes universidades têm aparência científica, porque o método hipotético-dedutivo empregado para desenvolvê-las permite o uso abusivo da matemática.

Na verdade, são castelos no ar que possuem alguma coerência lógica, mas não têm base na realidade dos sistemas econômicos reais. Além de não terem utilidade prática, essas teorias apresentam alta periculosidade. Foram essas construções matemáticas que legitimaram a principal causa da crise financeira global: a desregulação dos mercados. Leia o resto do artigo »

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Serra e Dilma dividem preferências no mercado financeiro

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Luiz Sérgio Guimarães

O mercado financeiro prefere Serra ou Dilma? A austeridade fiscal defendida e posta em prática pelo governador de São Paulo, José Serra, sempre conquistou a simpatia de instituições e investidores. Mas a facilidade com que o mercado ampliou seus lucros ao longo dos dois mandatos de Lula introduz um elemento novo capaz de balançar as convicções. E os analistas não descartam uma opção mercadista pela candidatura da ministra Dilma Rousseff. Clique aqui para ler mais.

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