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Blog do Desemprego Zero

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Alemanha quer a criação de Conselho Econômico da ONU

Postado em 11 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Merkel e Sarkozy discutem propostas para reformular o sistema financeiro mundial, que serão levadas ao G-20

Fonte: Estadão

A chanceler alemã, Angela Merkel, propôs ontem, em Paris, com a anuência do governo francês, a criação do Conselho Econômico das Nações Unidas, um órgão com o mesmo status do Conselho de Segurança. A proposta seria completada por um documento “universal”, a Declaração por uma Economia Racional de Longo Prazo, que nortearia a regulação dos mercados financeiros, das taxas de juros e das políticas monetárias de todo o mundo. O projeto é uma prévia da proposta que a União Europeia levará à reunião do G-20, marcada para 2 de abril, em Londres.

As proposições foram apresentadas durante seminário sobre a Nova Ordem Econômica Mundial promovido pelo Palácio do Eliseu, com a presença do presidente Nicolas Sarkozy. Até aqui criticados por não agirem em perfeita sintonia, Merkel e Sarkozy demonstraram perfeito entrosamento em torno do projeto de refundação do sistema financeiro.

Merkel tomou a frente, sugerindo a elaboração do Conselho Econômico, que seria abrigado pela Organização das Nações Unidas (ONU), e Sarkozy completou, exigindo que países emergentes o integrem.

O objetivo do órgão não se limitaria a reorganizar a fiscalização do sistema bancário, dos fundos de investimentos, das agências de classificação de risco e dos paraísos fiscais, mas regulamentaria o que Merkel chamou de “fatores de instabilidade”, entre os quais taxas de juros e políticas monetárias.

Para ilustrar suas ideias, a chanceler citou o exemplo do “desequilíbrio” criado pelo excedente monetário da China e pelo déficit dos Estados Unidos, que poderia ser combatido com um modelo global de taxas de juros e de gestão monetária. Esses detalhes seriam estabelecidos pela Declaração por uma Economia Racional de Longo Prazo, inspirada na Declaração dos Direitos Humanos.

Para Merkel, o objetivo central de todas as propostas é alterar o funcionamento do sistema financeiro internacional para evitar que turbulências semelhantes se repitam.

Formuladas em consenso entre os governos da Alemanha e da França – dois motores da zona euro -, as sugestões foram interpretadas como o embrião da proposta que a União Europeia levará à reunião de cúpula do G-20. Um sinal dessa intenção foi o alerta ao presidente Barack Obama e à nova administração americana. “Os Estados Unidos não podem impor sua vontade”, disse Sarkozy, apoiado em seguida por Merkel: “No século 21, não haverá uma só nação que nos dirá o que é preciso pensar. Não aceitaremos o status quo, o imobilismo, o retorno do pensamento único”. Leia o resto do artigo »

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Resultado eleva pessimismo sobre indústria e PIB no final do ano

Postado em 11 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: SAMANTHA LIMA

A forte queda na produção de veículos acabou com as esperanças de que a indústria tivesse tido, em dezembro, um desempenho menos ruim do que em novembro. Diante da queda de 47,1% enfrentada pelas montadoras no mês passado, economistas da MCM Consultores concluíram que o tombo do setor industrial deve chegar a 7% em dezembro em relação a novembro.

Antes da divulgação do número pela Anfavea, ontem, esperava-se que a indústria tivesse encolhido entre 1% e 2,5% em dezembro, depois de cair 5,2% em novembro.

“Os dados das montadoras mostraram que a atividade econômica está mergulhando de cabeça”, diz Luiz Rabi, economista da MCM Consultores.

“Ficou evidente que a redução do IPI para veículos, anunciada em dezembro, não foi suficiente para esvaziar os estoques.”

A queda surpreendeu os especialistas, que esperavam uma produção 20% menor nas montadoras em dezembro. “O crédito está mais caro e, assustado com os efeitos da crise, o consumidor tem evitado assumir dívidas”, afirma o economista Alexandre Andrade, da Tendências Consultoria. Leia o resto do artigo »

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Mato Grosso pede pacote anticrise para os Estados

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: RODRIGO VARGAS

Se a União pode desembolsar bilhões para ajudar o setor privado a enfrentar a crise internacional, também deve ajudar Estados e municípios a amenizar os efeitos da queda na arrecadação que se avizinha.

O argumento vem sendo usado pelo governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), para dar impulso a uma ampla proposta de renegociação das dívidas com a União -que inclui o fim da indexação e uma moratória de dois anos no pagamento de juros e encargos.

O secretário estadual Éder de Moraes (Fazenda) diz que as mudanças combateriam a “falta de liquidez estatal” para investimentos durante o período de “turbulência” e “desaceleração da atividade econômica”.

“O governo teve boa vontade para gastar R$ 250 bilhões em ajuda ao setor privado, então é justo que Estados e municípios sejam também amparados neste momento com a reestruturação da dívida”, avalia Moraes.

O valor total das dívidas, renegociadas na década passada pelo governo FHC, é superior a R$ 330 bilhões. Leia o resto do artigo »

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PIB no campo tem primeira queda após 26 meses

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Gazeta Mercantil 

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro registrou em outubro do ano passado a primeira queda depois de 26 meses. É uma retração pequena, de 0,88%, mas acende o “sinal vermelho” no campo, segundo avalia a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO).

A última vez em que houve queda do PIB do agronegócio foi em junho de 2006, quando a retração foi de 0,148%. Com o fim da tendência de altas, o PIB consolidado do agronegócio deverá atingir, para todo o ano de 2008, R$ 685 bilhões, avanço de 6,7% na comparação com os R$ 642,6 bilhões de 2007.

O PIB projetado para 2008 é exatamente o resultado acumulado até outubro. A CNA não calcula qualquer expansão nos dois últimos meses do ano. Considera, inclusive, possibilidade de novas retrações. Segundo Kátia Abreu, até o final de 2008 apenas 18% da nova safra já tinha sido comercializada, o índice esperado seria de pelo menos 50%. Já em 2009 o percentual de comercialização pouco avançou, atingindo 20%. Diante da retração dos negócios no campo, a CNA defende a adoção rápida de medidas de apoio à comercialização para evitar a queda dos preços pagos ao produtor. Leia o resto do artigo »

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Fundo soberano poderá capitalizar os bancos federais

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: LEANDRA PERES

O governo poderá usar os R$ 14,3 bilhões que já tem no Fundo Soberano do Brasil para transferir recursos aos bancos federais com o objetivo de financiar programas considerados prioritários. Além disso, o dinheiro poderá ser aplicado numa única empresa ou instituição financeira, o que aumenta significativamente o risco do governo. Se houver calote ou o projeto não render o suficiente, o Tesouro perderá dinheiro.

Essas regras fazem parte do regulamento do FFIE (Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização), que funcionará como o braço operacional do fundo soberano. É por meio do fundo fiscal, administrado pelo Banco do Brasil, que as aplicações do dinheiro serão feitas.

O ministro Guido Mantega (Fazenda) autorizou o BB, que receberá cerca de R$ 7,1 milhões ao ano como taxa de administração, a aplicar todo o dinheiro em títulos públicos federais e também na compra de papéis de dívida que sejam emitidos pelos bancos federais.

Na prática, essa é uma maneira de usar o fundo soberano para que as instituições públicas, em especial o BNDES, tenham dinheiro para emprestar a setores que o governo considera importantes para manter o crescimento da economia. Leia o resto do artigo »

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Juros futuros apontam corte maior da Selic

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Gazeta Mercantil 

As taxas dos contratos de juros futuros negociados na BM&FBovespa voltaram a recuar ontem com os dados de desempenho da indústria automobilística reforçando as expectativas de que o colegiado do Banco Central (BC) deve ser mais agressivo na redução da taxa Selic, atualmente 13,75% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) deste mês, segundo avaliação do analista econômico da Mercatto Investimentos, Gabriel Goulart.

Para Goulart, as chances de corte de 0,75 ponto percentual da taxa de juros básica cresceram ontem diante dos dados ruins sobre a produção de veículos no País, que caiu 54,1% em dezembro na comparação o mesmo mês de 2007, segundo dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Leia o resto do artigo »

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Alemanha quer a criação de Conselho Econômico da ONU

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de S. Paulo

Merkel e Sarkozy discutem propostas para reformular o sistema financeiro mundial, que serão levadas ao G-20

Andrei Netto, PARIS

A chanceler alemã, Angela Merkel, propôs ontem, em Paris, com a anuência do governo francês, a criação do Conselho Econômico das Nações Unidas, um órgão com o mesmo status do Conselho de Segurança. A proposta seria completada por um documento “universal”, a Declaração por uma Economia Racional de Longo Prazo, que nortearia a regulação dos mercados financeiros, das taxas de juros e das políticas monetárias de todo o mundo. O projeto é uma prévia da proposta que a União Europeia levará à reunião do G-20, marcada para 2 de abril, em Londres.

As proposições foram apresentadas durante seminário sobre a Nova Ordem Econômica Mundial promovido pelo Palácio do Eliseu, com a presença do presidente Nicolas Sarkozy. Até aqui criticados por não agirem em perfeita sintonia, Merkel e Sarkozy demonstraram perfeito entrosamento em torno do projeto de refundação do sistema financeiro. Leia o resto do artigo »

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Crise e oportunidade

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Françoise Terzian, para o Valor, de São Paulo

A crise financeira global não poupará os países em desenvolvimento, mas estar na linha de fogo não significa, necessariamente, ser gravemente atingido. E para o Brasil, com sua economia diversificada e muitas riquezas naturais, este momento de riscos e incertezas poderá, ainda, trazer a oportunidade de assumir de maneira efetiva a liderança da integração da América Latina. “Um bloco latino-americano consistente será uma das mais importantes forças da próxima ordem econômica mundial”, afirma o professor coreano Ha-Joon Chang, diretor assistente de estudos de desenvolvimento da Faculdade de Economia e Política da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Ha-Joon Chang: “Um bloco latino-americano consistente, com liderança do Brasil, será uma das mais importantes forças da próxima ordem econômica mundial” 

No dia 12 Chang estará em São Paulo para participar de um ciclo de conferências sobre desenvolvimento na América Latina (“The First Latin American Advanced Programme on Rethinking Macro and Development Economics”), organizado pela Escola de Economia de São Paulo – FGV/SP, com o apoio da Fapesp e da Ordem dos Economistas do Brasil. Ele também vem para o lançamento de seu livro “Maus Samaritanos – O Mito do Livre-Comércio e a História Secreta do Capitalismo”, que tem prefácio de Luiz Carlos Bresser-Pereira. Leia o resto do artigo »

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