prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Assuntos':

Socorro financeiro

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Correio Brasiliense

Banco do Brasil compra quase metade do Banco Votorantim por R$ 4,2 bilhões, mas deixa controle acionário nas mãos da família. Instituição sofreu um forte baque e perdas com a crise internacional

Por Edna Simão

Numa operação clara de socorro financeiro, o Banco do Brasil (BB) comprou quase metade (49,99%) do Banco Votorantim por R$ 4,2 bilhões, preço considerado justo diante de um cenário de crise econômica mundial. Tanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, quanto o presidente do BB, Antonio Francisco de Lima Neto, e o representante da família que controla o grupo Votorantim, José Ermírio de Moraes Neto, comemoraram o negócio que, na avaliação deles, será lucrativa para todos os envolvidos.

A situação do Votorantim se deteriorou após setembro, com o estouro da crise financeira internacional, porque empresas do grupo perderam dinheiro em operações com derivativos cambiais. Esse prejuízo acabou arranhando a imagem do banco que não tinha dinheiro para cobrir com seus compromissos. O futuro presidente executivo do novo Banco Votorantim após a associação com o Banco do Brasil, Wilson Masao, destacou que a crise financeira causou dificuldades para bancos médios e pequenos. E acrescentou que a previsão é de que a instituição encerre 2008 com um lucro líquido de R$ 1 bilhão. O representante da família Votorantim disse ainda que, após setembro, houve escassez do crédito em todo o mundo. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Revolução no embate das idéias e projeto de sociedade

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

A superação da crise atual, sistêmica e estrutural, exige a construção de uma nova agenda civilizatória. Para isso, é preciso formar uma maioria política que alie capital produtivo e estratos sociais organizados, como trabalhadores e seus sindicatos, associações de bairros e entidades de classe média. Uma das principais tarefas é a defesa da sustentação das atividades produtivas com redistribuição da renda e riqueza acompanhada da democratização das estruturas de poder, produção e consumo. A análise é de Márcio Pochmann, presidente do IPEA.

Por Marcio Pochmann

O agravamento da crise do capital globalizado neste início do século 21 torna mais claro o anacronismo das idéias-forças atualmente existentes para a implantação de um novo projeto de sociedade. Poucas vezes antes as elites mundiais persistiram prisioneiras de pressupostos constituídos por quem já não vive mais, desconhecendo, portanto, as oportunidades que o novo permite concretizar.

De um lado, porque a trajetória do desenvolvimento econômico e social percorrida desde antes do segundo pós-guerra se mostrou incapaz de incluir a todos, uma vez que não mais de 1/3 de toda a população mundial teve alguma forma de acesso ao padrão civilizatório produzido pela chamada sociedade industrial do século 20. De outro, devido à insustentabilidade ambiental que marca profundamente a perspectiva de reprodução continuada do atual padrão de produção e consumo em larga escala, fortemente destrutivo, especialmente pela elevação da temperatura e demais transtornos crescentemente ocasionados pelas mudanças climáticos globais. Ou seja, o projeto de sociedade existente não pode ser universalizado, salvo na forma do subdesenvolvimento que gera o mito de permitir a absorção de alguns simultaneamente à exclusão da maioria. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Lula criticou as recomendações para cortar gastos. Será que vai tomar alguma decisão relevante?

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Fonte: Último segundo

Lula critica os que “vivem dizendo que o governo tem que cortar gastos”.

“Essa crise tem que ser encarada pelo povo brasileiro como uma oportunidade”, voltou a dizer.

“Nós vamos ter um trimestre preocupante”, disse nesta segunda-feira o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no programa semanal de rádio “Café com o Presidente”.

Lula reconheceu a necessidade de reduzir o spread bancário para facilitar acesso ao crédito a pequenas e médias empresas. “Essa crise tem que ser encarada pelo povo brasileiro como uma oportunidade”, voltou a dizer, acrescentando que o governo tomará todas as medidas necessárias para garantir emprego, salário e renda.

“Nós precisamos garantir empregos, salário e renda. Esses são três componentes extraordinários para que a economia brasileira continue a crescer e o povo não seja vítima de uma crise que não foi causada pelo Brasil.”
Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | 1 Comentário »

“AL perderá 60% do crescimento”

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Publicado em: Jornal do Brasil

Por: Leda Rosa
Entrevista: Renato Baumann

O diretor do escritório da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) no Brasil, Renato Baumann, coordena uma equipe de pesquisadores encarregada de estudar as várias realidades que formam o mosaico econômico e político da América Latina e Caribe. Nos últimos meses, os levantamentos da entidade mostram que a crise mundial produzirá efeitos agudos, em especial na desaceleração econômica. Pelas contas, o Produto Interno Bruto (PIB) da região vai passar de 4,6% em 2008 para 1,9% em 2009.

Sem abordar nenhum país específico, o que, segundo ele, extrapolaria as atribuições de suas funções, Baumann ressalta, em entrevista exclusiva ao Jornal do Brasil, os dramas que a situação deve acarretar para os mais pobres, mas confia na manutenção das atuais políticas de transferência de renda. Destaca, também, as diferenças do contexto da crise atual e das anteriores, que foram basicamente sul-americanas e não contavam com reforços da demanda das emergentes Índia e China por alimentos e matéria-prima.

Antes da crise desembarcar na América Latina e Caribe, qual era o cenário para a baixa renda?
­ -Desde o final dos anos 90 há um conjunto de fatores muito positivos sobre a população de mais baixa renda da região. Primeiro, o próprio ritmo de atividades, que permitiu a geração de empregos, de postos de trabalho com percentual elevado de emprego formal, programas de assistência do tipo Bolsa Família no Brasil e no México. Há programas semelhantes na Argentina, Colômbia, e vários outros países que também tiveram impacto importante na camada de mais baixa renda, algumas transferências por parte do setor privado, em programas de assistência feitos por empresários, além das remessas, basicamente de imigrantes. Todos estes fatores permitiram que houvesse uma evolução bastante favorável em termos de percentual da população que cruzou a linha, que efetivamente saíram da pobreza e da indigência para cima.

E como isto se traduziu em números?
­ -A última estimativa da Cepal era, em 2007, para o conjunto da AL e Caribe, 34% da população da região na linha de pobreza e 12,6% de indigentes ­ 184 milhões de pobres e 68 milhões de indigentes. É um estoque ainda muito alto. Mas se comparamos com 2002, que a Cepal estimava que havia 220 milhões de pobres, houve melhora evidente. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Câmbio flutuante faz 10 anos com teste

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

“EM 15 DE JANEIRO DE 99, PAÍS TENTAVA DESMONTAR A “BOMBA-RELÓGIO” DA QUASE PARIDADE COM O DÓLAR, RESPONSÁVEL PELO SUCESSO DO REAL

Agora, desvalorização do real com agravamento da crise reaviva discussão sobre a necessidade e o grau de intervenção no câmbio”

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por: TONI SCIARRETTA

Dez anos atrás, o Brasil parou para tentar desarmar uma “bomba-relógio” montada pouco após o Plano Real. Era a política de bandas cambiais, que mantinha o dólar quase fixo e havia sido um dos pilares do sucesso do combate à inflação, mas que, em janeiro de 1999, parecia ter os dias contados por conta do desequilíbrio nas contas externas e da sangria das reservas internacionais.

Hoje, o câmbio livre é quase uma unanimidade entre economistas brasileiros de diferentes escolas, que, no máximo, divergem sobre o grau de intervenção na flutuação. E a flutuação do real tem mais um teste, após ficar entre as moedas que mais sofreram diante da crise global, com uma variação de 46,6% desde o piso de R$ 1,559 em 1º de agosto de 2008.

Em janeiro de 1999, porém, soltar as comportas do câmbio era tão “assustador”, segundo as palavras do ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes, que o então presidente Fernando Henrique Cardoso optou por sua proposta de tentar “administrar” o que depois se comprovou incontrolável. A escolha pela proposta de Lopes culminou na demissão de Gustavo Franco, então titular do BC, que preferia esperar um pouco mais para deixar o sistema de bandas cambiais.

“Nem o FMI nem nós tínhamos um consenso do que fazer. Eu diria que a tendência era a gente flutuar, sim, a moeda, mas todo mundo tinha muito medo do que poderia acontecer”, disse Franco. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Brasil terá mais crédito para empresas

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Governo cria este mês linha de empréstimo para companhias com dívidas no exterior

Publicado em: O Globo

Por: Deborah Berlinck

Até o fim deste mês, empresas brasileiras com dívidas no exterior que estão com dificuldades para levantar dinheiro poderão recorrer aos cofres públicos: o governo oferecerá empréstimos usando dólares das reservas do país, com prazo de 12 meses. A medida foi relatada ontem em detalhes pelo presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, num encontro que reúne até hoje representantes dos principais bancos centrais do mundo na Basiléia, na Suíça, para avaliar a economia mundial e a crise.

Segundo um dos participantes da reunião, outra medida adotada pelo Brasil desde outubro, o uso das reservas para garantir crédito aos exportadores, foi considerada um modelo a ser seguido por outros países. Até agora os exportadores conseguiram levantar em torno de US$7 bilhões em linha de crédito usando as reservas internacionais. O BC não fixou um limite. O total de crédito à exportação no Brasil gira em torno de US$ 30 bilhões. O que o governo vai fazer agora é um segundo tipo de linha de crédito: para as empresas, através dos bancos. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, política industrial | Sem Comentários »

Não houve inflação de demanda, houve inflação de juros

Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

A “inflação” (aumento) de juros de 2008 não tinha justificativa técnica. Para 2009, há justificativas técnicas evidentes para uma forte “deflação” (redução) dos juros. Manter juros de dois dígitos em tempo de crise é amar o risco de morrer. A análise é de João Sicsu.

Fonte: Carta Maior

Em 2008, não houve inflação de demanda. Inflação de demanda ocorre quando a capacidade de realizar compras de uma economia é maior que a sua capacidade de produzir o que é desejado. Nessas condições, os empresários elevam os preços diante da impossibilidade de aumentar quantidades ofertadas. Cabe ser observado, contudo, que a identificação de uma situação de inflação de demanda deve ser feita de forma agregada, ou seja, olhando-se o conjunto da economia. Um fato isolado de aumento de preços por aumento de demanda não pode caracterizar uma economia contaminada por inflação de demanda. Aumento de preços em um setor de forma isolada é apenas um sinal de mercado, necessário, que atrai investimentos para aquele nicho.

O que aconteceu recentemente na economia brasileira?

(1) De 2006 a 2008, a taxa de crescimento do investimento foi superior entre 2 e 3 vezes a taxa de crescimento do PIB. Isto significa oferta crescendo mais velozmente que a demanda.

(2) A massa salarial como proporção do PIB vinha caindo de forma acentuada nos últimos anos. Cálculos preliminares indicam um estancamento desta queda no ano de 2008. Em outras palavras, a capacidade de compra dos trabalhadores (demanda) relativamente ao que era produzido pela economia (oferta) estava diminuindo.

(3) Houve a partir de 2004 um crescimento do crédito como proporção do PIB. A trajetória de crescimento tornou-se mais acentuada a partir de junho de 2007. De 2007 a 2008, o crédito para pessoa física cresceu, como proporção do PIB, de 10% para 12,5%. No mesmo período, o crédito para pessoa jurídica mais o crédito direcionado (BNDES, crédito agrícola etc.) cresceu de 20% do PIB para 25%. Isto significa, grosso modo, que o crédito para o lado da oferta crescia a uma velocidade muito maior que o crédito para o lado da demanda.

(4) O nível de utilização da capacidade instalada da indústria (NUCI) atingiu, em 2008, seu nível mais elevado 83,5%. Este foi um sinal positivo e necessário para que novos planos de investimento fossem implementados. Isto não significa, contudo, que a capacidade de produção da indústria estava se esgotando. Cabe ser lembrado que a produtividade do trabalho cresceu aproximadamente 10%, entre 2006 e 2008, uma taxa record. A produção pode ser aumentada quando o NUCI e/ou a produtividade aumentam. O NUCI, analisado isoladamente, não pode explicar absolutamente nada sobre a capacidade de ofertar da indústria.

(5) O saldo em transações correntes tornou-se negativo em 2008. A conta de transações correntes é composta, grosso modo, de duas grandes partes: saldo comercial com o exterior e remessas de lucros e dividendos. O saldo comercial se reduziu drasticamente, mas continua positivo. Isto significa que a economia brasileira exporta parte do que produz. O que tornou o saldo em transações correntes negativo foi um problema estrutural da economia brasileira: a remessa de lucros para exterior de multinacionais é capaz de ser maior que todo o esforço de exportações da economia. Portanto, não é verdadeira a conclusão de que se gasta tanto que se consome tudo que é produzido aqui e ainda compra-se o que é produzido no exterior. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

A gênese das crises

Postado em 11 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009

Luiz Gonzaga Belluzzo

Fonte: CartaCapital

Na posteridade da crise asiática, os governos e o Fundo Monetário Internacional (FMI) ensaiaram a convocação de reuniões destinadas a imaginar remédios para “as assimetrias e riscos implícitos” no atual regime monetário internacional e nas práticas da finança globalizada. Clamavam por uma reforma da arquitetura financeira internacional. A reação do governo Clinton – orientado pelos conselheiros de Barack Obama, Robert Rubin e Lawrence Summers – foi negativa. Os reformistas enfiaram a viola no saco.

No imediato pós-guerra, o projeto americano de construção da ordem econômica internacional foi concebido com o propósito de promover a expansão do comércio entre as nações e colocar seu desenvolvimento a salvo de turbulências financeiras. A idéia-força dos reformadores de Bretton Woods sublinhava a necessidade de criação de regras monetárias capazes de garantir o ajustamento dos balanços de pagamentos, ou seja, o adequado abastecimento de liquidez para a cobertura de déficits, de forma a evitar a propagação das forças deflacionárias. Tratava-se, também, de erigir um ambiente econômico internacional destinado a propiciar um amplo raio de manobra para as políticas nacionais de desenvolvimento, industrialização e progresso social.

Keynes, o delegado da Inglaterra, propôs a Clearing Union, uma espécie de Banco Central dos bancos centrais. A Clearing Union emitiria uma moeda bancária, o bancor, destinada exclusivamente a liquidar posições entre os bancos centrais. Os negócios privados seriam realizados nas moedas nacionais, que, por sua vez, estariam referidas ao bancor mediante um sistema de taxas de câmbio fixas, mas ajustáveis. Os déficits e superávits dos países corresponderiam a reduções ou aumentos das contas dos bancos centrais nacionais (em bancor) na Clearing Union.

A despeito de sua rejeição à relíquia bárbara, Keynes aceitou a manutenção do ouro como âncora nominal do seu sistema monetário, mimetizando a relação que a moeda bancária mantinha com as reservas metálicas no padrão-ouro clássico. Mas o metal seria uma espécie de “rainha da Inglaterra” do sistema monetário, já que nenhum papel efetivo lhe seria concedido na liquidação das transações e dos contratos – função que seria exercida exclusivamente pela moeda bancária internacional, administrada pelas regras da Clearing Union. É provável que Keynes não estivesse disposto a colocar em risco a confiabilidade do novo padrão monetário, e muito menos pretendesse desvalorizar as reservas-ouro acumuladas pelos Estados Unidos nos anos 20, 30 e 40 (em 1948, os EUA detinham cerca de 72% das reservas-ouro mundiais). Debates travados no Senado revelam que era forte a resistência política dos americanos à abolição do ouro como fundamento da nova ordem monetária internacional.

O Plano Keynes visava, sobretudo, eliminar o papel perturbador exercido pelo ouro enquanto último ativo de reserva do sistema, instrumento universal da preferência pela liquidez. Buscava, portanto, uma distribuição mais eqüitativa do ajustamento dos desequilíbrios dos balanços de pagamentos entre deficitários e superavitários. Isto significava, na verdade – dentro das condicionalidades estabelecidas -, facilitar o crédito aos países deficitários e penalizar os superavitários. O propósito de Keynes era evitar os ajustamentos deflacionários e manter as economias na trajetória do pleno emprego. Ele imaginava que o controle de capitais deveria ser uma característica permanente da nova ordem econômica mundial, como repetiu seguidamente nos trabalhos preparatórios da Conferência de Bretton Woods. O plano – uma utopia monetária – não só era excessivamente avançado para o conservadorismo dos banqueiros privados, mas também inconveniente para a posição amplamente credora dos EUA, pois anularia o poder de seigniorage do dólar como moeda reserva. A faculdade de usar sua moeda como meio de pagamento universal conferiu e ainda vem conferindo aos EUA grande flexibilidade na gestão da política monetária e na administração dos balanços de pagamentos. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional | Sem Comentários »