Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
DEU NA REVISTA ÉPOCA
Para o ex-porta-voz de Lula, a conquista dos eleitores pobres levará o PT à hegemonia política
Autor de um artigo que causou grande repercussão nos meios acadêmicos e políticos, o cientista político e ex-porta-voz da Presidência André Singer diz que as eleições presidenciais de 2010 serão o grande teste de força do lulismo. Para Singer, o lulismo alia um projeto de redistribuição de renda à manutenção da ordem social, o que atraiu eleitores conservadores e de baixa renda historicamente avessos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Singer acompanhou Lula ao longo do primeiro mandato e estudou o comportamento eleitoral brasileiro nas cinco últimas eleições para presidente. Segundo ele, o lulismo reorganizou o eleitorado brasileiro e poderá virar uma força política hegemônica por décadas.
ÉPOCA – Como o senhor define o lulismo?
André Singer – O lulismo é a execução de um projeto político de redistribuição de renda focado no setor mais pobre da população, mas sem ameaça de ruptura da ordem, sem confrontação política, sem radicalização, sem os componentes clássicos das propostas de mudanças mais à esquerda. Foi o que o governo Lula fez. A manutenção de uma conduta de política macroeconômica mais conservadora, com juros elevados, austeridade fiscal e câmbio flutuante, foi o preço a pagar pela manutenção da ordem. Diante desse projeto, a camada de baixa renda, cerca de metade do eleitorado, começou a se realinhar em direção ao presidente.
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Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Wálter Maierovitch
O pallazzo chigi, sede do governo italiano, passou a ser povoado por fantasmas trazidos pelo premier Silvio Berlusconi. Por exemplo, o fantasma do magistrado antimáfia Paolo Borsellino, cuja agenda reveladora das correlações entre a Máfia e o Estado desapareceu de dentro de sua pasta, logo depois de mandado aos ares pela Cosa Nostra, em julho de 1992, na palermitana via D’Amelio.
Na sua última entrevista, Borsellino contou sobre Vitorio Mangano, traficante internacional de drogas e mafioso com trânsito em julgado. Esse siciliano era o “cabeça de ponte” para os negócios sujos da Máfia no norte da Itália, disse Borsellino. Apesar dos antecedentes, Mangano acabou “contratado” por Berlusconi para “trabalhar” na sua esplêndida Villa Arcore. Segundo especialistas, a Cosa Nostra impôs Mangano para vigiar o milanês Berlusconi e não ser passada para trás. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por pelo menos duas décadas, a Toyota tem sido a maior referência da manufatura. O “jeito” Toyota tem sido uma espécie de ‘caminho para o sucesso’.
Seu perfeccionismo, rigorosas expectativas de qualidade, a promessa de “tranquilidade” ao comprador de que o carro estará livre de problemas e uma cultura organizacional que cumpriu estas promessas inúmeras vezes, são tarefas que a Toyota realizou melhor do que qualquer outra empresa no planeta. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Os mercados financeiros são incorrigíveis. Agora a especulação se dirige contra o euro, ou, mais especificamente, dirige-se contra a Grécia, para depois atacar Portugal e, em seguida, a Espanha -os países mais frágeis da zona do euro.
O preço dos “credit default swaps” visando proteger os credores contra uma possível quebra da Grécia aumentou do índice 120 em outubro para 419 no dia 9. Quem compra esses instrumentos a um preço tão elevado aposta na quebra do país, o que transformará esse alto preço em grande lucro -uma aposta com forte componente autorrealizador. Quanto mais se aposta, mais dificuldade tem o país de se refinanciar e maior é a possibilidade de quebra. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Mais do que qualquer outra montadora, a japonesa Toyota associou seu nome à qualidade. Agora, a identidade da maior fabricante de automóveis do mundo foi colocada em xeque com o recall de milhões de veículos que podem, de repente, acelerar, colocando em risco a vida de motoristas e passageiros. Mais recentemente, foi detectada uma possível falha no freio de cerca de 400.000 veículos híbridos no mundo todo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, sugeriu que países desenvolvidos limitaram suas opções para lidar com a crise econômica global ao se preocuparem muito em manter metas inflacionárias baixas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Martin Wolf
Então que conclusões tirei do encontro anual do Fórum Econômico Mundial em Davos? Eu me senti como se estivesse sentado na cabeceira de alguém que tivesse sobrevivido a um ataque cardíaco, mas que não estivesse certo de quanto tempo precisaria para recuperar o pleno vigor, se é que poderia recuperá-lo. O clima dos “homens de Davos” (sim, a maioria ainda é composta de homens) foi, como observou o meu colega Gideon Rachman, de ansiedade. Enquanto isso, os participantes no encontro ainda predominantemente ocidental olhavam para o vigor jovem das economias emergentes com admiração, inveja e até medo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Mino Carta
É do conhecimento até do mundo mineral que Fernando Henrique é vaidoso. Mesmo os amigos mais chegados lhe apontam o pecado desde os tempos em que iam às calçadas paulistanas na noite da corrida de São Silvestre para torcer pelo tcheco Emil Zatopek, a “locomotiva humana”, por enxergar nele o perfeito representante do império soviético.
Pecado capital, a vaidade, segundo os católicos. Se esse aspecto da personalidade do ex-presidente não passa despercebido aos olhos do Pão de Açúcar e da Pedra do Baú, imaginem o que se dá com Lula, um expert em FHC. As mais recentes reações do príncipe dos sociólogos às comparações promovidas na área petista entre seu governo e o de Lula servem somente para demonstrar que FHC é pecador contumaz, de sorte a alegrar seus adversários e, assim me parece, inquietar José Serra. Clique aqui para ler mais
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