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Blog do Desemprego Zero

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A Grande Ilusão

Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2009

Depois da farra, o colapso – o choque, a confusão e a revolta no país mais afetado pela crise econômica mundial 

Por JOÃO M. SALLES

Um relatório da Organização das Nações Unidas publicado em outubro de 2007 afirmava que a Islândia, segundo todos os indicadores sociais, havia superado a Noruega e era agora o melhor país do mundo para se viver. Exatamente um ano depois, em 6 de outubro passado, boa parte dos 320 mil islandeses parou para ver o primeiro-ministro Geir Haarde se dirigir à nação. Era o meio da tarde, um horário fora do comum – os canais abertos islandeses começam a transmitir às 18 horas. Ainda assim, lá estava ele, severo, atrás de uma mesa tão sombria quanto seu semblante, tendo ao fundo a bandeira do país. Haarde falou por onze minutos. Ao concluir, disse:

Compatriotas, se jamais houve um momento em que a nação islandesa precisou demonstrar coesão e estoicismo na adversidade, este momento é chegado. Frente à tempestade que se inicia, exorto as famílias a conversarem entre si, a não se deixarem dominar pelo desespero, ainda que para muitos as perspectivas sejam sombrias. Precisamos explicar aos nossos filhos que o mundo não está à beira do apocalipse e que temos de arrancar, do fundo de nós mesmos, a coragem para enfrentar o futuro. Que Deus abençoe a Islândia.

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BRDE, BDMG e Bandes ampliam atuação

Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil 

Por Liliana Lavoratti 

Os três bancos estaduais de desenvolvimento estão expandindo neste ano suas operações com o financiamento de empresas em estados limítrofes à sua área de atuação. Essas instituições – BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul), BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais) e Bandes (Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo) – começam a aplicar a Resolução 3.593, editada em julho de 2008 pelo Conselho Monetário Nacional e Banco Central.

A medida autoriza esses bancos a apoiar grupos empresariais fora do território dos governos estaduais que detêm o controle dessas instituições financeiras, criadas exclusivamente com a finalidade de estimular o crescimento econômico. Permite ainda que esses bancos operem no mercado de câmbio para importação e exportação, como Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) e Adiantamento de Contratos de Exportação (ACE). Leia o resto do artigo »

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Crise legitima comando permanente do Estado sobre sistema financeiro

Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Refundar a governança econômica para além da ruína financeira global – é disso que se trata hoje – requer marcos históricos distintos dos cercamentos ideológico que até agora delimitavam as tímidas diferenças entre projetos de desenvolvimento. O elo comum entre eles, assim como entre 29 e 2009, segundo o economista Fernando Ferrari, presidente da Associação Keynesiana Brasileira, era a subordinação política à agenda da auto-regulação dos mercados. Seu fracasso coloca na ordem do dia o comando permanente do Estado sobre o sistema financeiro.

Carta Maior, com entrevista de Fernando Ferrari

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O capital é vermelho

Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa

Uma a uma, as mais respeitadas autoridades dos Estados Unidos no campo da economia e das finanças somam-se à recomendação de que o governo desista de meias medidas e estatize os bancos que não encontrem outra saída para suas dificuldades. Fazem pensar em uma junta médica reunida para tentar convencer um paciente a deixar de lado os tratamentos naturais e a homeopatia e partir de vez para a quimioterapia.

Os partidários da medicina natural são, nesta metáfora, os que recomendaram que o governo interviesse o mínimo possível e deixasse o livre mercado fazer seu trabalho, expurgando os incompetentes – que, a esta altura, parecem incluir as maiores empresas dos setores mais importantes da economia estadunidense.

Se essas vozes não se calaram totalmente, são cada vez mais restritas aos conservadores e libertarians mais teimosos, radicais e marginais. Caso de Deroy Murdock, colunista da National Review que ainda tenta iludir a si mesmo e aos leitores de que basta isentar os bancos de imposto de renda e permitir que os investidores que têm recursos na Suíça ou em paraísos fiscais os repatriem sem pagar taxas e multas. Parece difícil a alguns abandonar o reflexo condicionado desde os anos Reagan de propor cortes de impostos como solução para qualquer problema econômico imaginável, embora soe cada vez mais como a mania dos médicos do século XVIII de receitar sangrias para todo tipo de problema de saúde.

O republicano Alan Greenspan, paladino da desregulamentação e da não-intervenção durante sua gestão do Fed (1987 a 2006), encarregou-se de avisar o setor financeiro de que o gato subiu no telhado. “Pode ser necessário nacionalizar temporariamente certos bancos para facilitar uma reestruturação rápida e ordenada. Entendo que, uma vez a cada cem anos, é isso que é preciso fazer”, disse ao Financial Times em 18 de fevereiro.

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Gilmar e o STF são um telhado de vidro

Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2009

GASTOS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Recolhido das notícias da ONG Contas Abertas

PH Amorim

Conflito ético

Embora a Lei Orgânica da Magistratura não proíba expressamente a participação societária de magistrados em empresas privadas, a participação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, no controle acionário do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), abala a imagem do Judiciário e coloca novamente a Justiça brasileira em delicada situação junto à opinião pública.

A situação se agrava ainda mais quando o presidente da maior Corte de Justiça do país – aliando a atividade de magistrado a de empresário da educação – compra terrenos de R$ 2 milhões por um quinto do valor e fecha contratos sem licitação para cursos diversos com entidades estatais – desde a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional até o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, conforme informações da revista Carta Capital, em reportagem do jornalista Leandro Fortes.

Criado em 1998, o Instituto de Gilmar Mendes faturou, entre 2000 e 2008, cerca de R$ 2,4 milhões em contratos com órgãos ligados ao governo federal – todos firmados sem licitação. Depois que Gilmar Mendes assumiu o cargo de presidente do STF o faturamento em contratos com a União cresceu. De 2003 para cá, o valor somou R$ 1,6 milhão, segundo dados disponíveis no site Contas Abertas. Só no mês passado, o IDP recebeu R$ 350 mil com a celebração de convênios.

No site da Transparência da Controladoria Geral da União (CGU) verifica-se que nas guias de pagamento aparece um acordo do IDP com a Receita Federal até para trabalho aduaneiro. O Ministério da Defesa – de Nelson Jobim – pagou R$ 55 mil ao Instituto, e a CGU, R$ 15 mil. O IDP tem contrato, sem licitação, com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até com a Força Aérea Brasileira (FAB).

De acordo com a revista Carta Capital, os valores recebidos da União pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, em 2008, devem-se, sobretudo, a três contratos firmados com o Senado Federal, Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a Receita Federal. Do Senado, o instituto recebeu R$ 125 mil, do STJ R$ 88,2 mil e da Receita Federal R$ 117,9 mil. Os cursos oferecidos pelo IDP também foram contratados pela Procuradoria-Geral do Distrito Federal, que pagou R$ 690 mil. Assim como nos outros contratos, a licitação foi considerada “inexigível”. No período em que Nelson Jobim presidiu o STF – entre 2005 e 2006 – aquele tribunal gastou quase R$ 50 mil em cursos e eventos oferecidos pelo Instituto de Gilmar Mendes.

Em 2006, o jornal O Globo denunciou relações estranhas entre o IDP e o STF. Então presidente interino do Supremo – a titular Ellen Gracie Northfleet, estava de licença médica – Gilmar Mendes transformou em “bolsa de estudos” um empenho de R$ 3,6 mil referente a um curso de Mestrado em Ações Constitucionais, ministrado pelo IDP a três funcionários do STF.

Todas as tentativas do Ministério Publico Federal para impedir Gilmar Mendes de usar de influência para conseguir contratos no governo foram em vão. A primeira delas ocorreu em abril de 2002, pouco antes de ele ser nomeado para o STF. Na época, o Ministério Público chegou a instaurar uma ação de improbidade administrativa por Gilmar Mendes ter contratado o IDP para dar cursos no órgão do qual era o principal dirigente – a Advocacia-Geral da União.

A construção da sede do IDP – um amplo prédio de quatro andares – foi financiada com recursos do Fundo Constitucional do Centro Oeste – R$ 3 milhões – dinheiro gerenciado pelo Banco do Brasil. Quando começou a funcionar, em 1998, o IDP comprou um terreno por R$ 2,2 milhões, com recursos do Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável, que ilegalmente o enquadrou com a rubrica de “setor produtivo”, garantindo-lhe um desconto de 80% na aquisição da área. Gravitam ao redor do IDP nomes de peso como o de Nelson Jobim (Defesa) e Jorge Hage (CGU). Entre os professores incluem-se Carlos Alberto Direito, Carlos Ayres Britto, Eros Grau e Marco Aurélio Mello – todos do STF.

STF compra sofá de dois lugares por R$ 10.650,00 Leia o resto do artigo »

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Veja descobre que o Brasil não vai quebrar. Quem vai quebrar é a Veja

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2009

Paulo Henrique AmorimPH Amorim

A revista Veja, a ultima flor do Fascio, publica uma reportagem de capa com o titulo “Dez razões para otimismo … e uma preocupação”.

As dez razões para o otimismo – a Miriam Leitão vai se estrebuchar … – são: as reservas brasileiras são de US$ 200 bilhões; os bancos são competentes; não há bolhas de crédito; o mercado interno é forte; a matriz energética é verde; a estabilidade política; estabilidade econômica; o Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo; mercado externo diversificado; projeções indicam que o Brasil cresce em 2009.

A razão para se preocupar: o gasto é de péssima qualidade.

O gasto público é de péssima qualidade. Com exceção, é claro, da venda de revistas Nova Escola à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Amigo navegante: sabe como é que Robert(o) Civita, dono da Abril, e o Zé Pedágio burlam a regra da concorrência pública para salvar a Abril?

O Zé Pedágio compra as revistas de uma Fundação, a Fundação Victor Civita.

Se compra de Fundação, não precisa fazer concorrência.

Só que a Fundação Victor Civita não se funda em revistas.

E aí ela contrata o Roberto(o) Civita para produzir as revistas que o Zé Pedágio quer desesperadamente comprar para melhorar o nível dos professores do Estado de São Paulo.

Boa, essa, não amigo navegante ?

A edição da Veja que salva o Brasil tem 122 paginas e 34 páginas e meia de anúncios possivelmente pagos.

Muita coisa deve ser carry-over do ano passado.

(Dessas 34 páginas, 4 são do Governo Federal, o Governo Lula, que gosta de apanhar da Veja …)

Isso significa uma relação de 28% de páginas vendidas comercialmente.

É pouco.

Muito pouco.

A Veja sustenta metade das incompetências da Editora Abril.

Ela tem que rodar com, no mínimo, 40% de publicidade.

Por isso, a Veja e a Abril vão para o buraco.

Só não vão se o Zé Pedágio encomendar, toda semana, 800 mil exemplares da Veja à Fundação Roberto Civita, para distribuir a todo o funcionalismo público de São Paulo.

E isso será gasto público de boa qualidade.

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América Latina capta recursos e Brasil é destaque

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Eduardo Campos 

Os fundos de ações voltados à America Latina seguiram captando recursos, apesar da rodada de notícias negativas que marcou a semana encerrada no dia 18 de fevereiro, como as montadoras dos Estados Unidos pedindo mais dinheiro ao governo e os bancos do Leste Europeu sob suspeita de quebra. 

Segundo a EPFR Global, consultoria que acompanha a movimentação de fundos com mais de US$ 11 trilhões em ativos, a categoria marcou a 7ª semana consecutiva de entrada de recursos. Nesse período, o total destinado aos fundos de ações da região somou US$ 740 milhões. Por país, o Brasil foi destaque, marcando a 4ª semana seguida com entrada de dinheiro. 

Ainda entre os países menos desenvolvidos, os diversificados mercados emergentes globais (GEM, na sigla em inglês) também receberam recursos. Já os fundos de ações da Ásia (sem levar em conta o Japão) foram alvo de saques de US$ 509 milhões. Segundo a EPFR Global, essa saída de recursos é explicada pela realização de lucros nos fundos voltados para a China, que perderam US$ 450 milhões.  Leia o resto do artigo »

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Usinas recompram açúcar de exportação

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Gazeta Mercantil

Por Fabiana Batista

O mercado interno está pagando mais pelo açúcar e usinas estão cancelando contratos de exportação para recolocar o produto internamente. A estimativa de analistas é de que cerca de 30 mil toneladas do produto tenham sido retiradas da rota externa para serem revendidos no mercado interno. “E difícil precisar esse número. Mas somente a minha corretora fez nas últimas semanas 20 mil toneladas de wash-out (suspensão da entrega física com liquidação financeira da diferença entre os preços do contrato e os atuais)”, diz um trader. Ele conta que a maior parte do volume cancelado se refere a açúcar cristal, cuja demanda está muito aquecida no mercado interno.

Arnaldo Luiz Corrêa, da Archer Consulting, explica que o cancelamento desses contratos é feito de forma consensual com o comprador em troca. Inclui, obviamente uma compensação financeira, geralmente equivalente à diferença entre o preço fixado no contrato e o valor atual de mercado. “As usinas e tradings desfazem o negócio para aplicar o produto em outro mercado mais rentável, nesse caso específico, o interno”, acrescenta Correa, da Archer. Leia o resto do artigo »

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