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Blog do Desemprego Zero

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Trabalho informal, uma alternativa à crise?

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico

Por Patrick Barta

 Os economistas sempre acharam que a economia informal – o vasto e desregulamentado mercado que envolve de camelôs a motoristas de táxi sem licença – era um mau sinal para a economia mundial. Agora, a informalidade ganhou um novo papel como um dos últimos recursos em meio a uma economia cada vez pior, forçando os analistas a repensar esse ponto de vista.

Na feira Manek Chowk, no congestionado centro desta cidade indiana, camelôs instalados numa fileira de balcões carcomidos oferecem de feijões a panelas de cobre enquanto macacos fazem algazarra acima. Um homem afia pregos com um amolador conectado a uma roda de bicicleta.

A renda média em Manek Chowk é pífia se comparada aos padrões do mundo rico. Mas não há demissões na feira. As pessoas que trabalham aqui só precisam marcar presença e oferecer seus produtos – algo que mais e mais pessoas têm feito hoje em dia. Leia o resto do artigo »

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Morgan Stanley prevê contração de 4,5% da economia brasileira

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO

 

Por Cynthia Decloedt 

SÃO PAULO - O banco norte-americano Morgan Stanley revisou sua projeção para o PIB brasileiro, prevendo contração de 4,5% da economia brasileira em 2009, de estimativa anterior de crescimento zero. A contração da economia brasileira deve acontecer em meio à pior recessão desde 1983 na América Latina, de acordo com as previsões da equipe de economistas para a região do banco. Lembrando as críticas que receberam após as projeções consideradas pessimistas feitas em dezembro, os economistas esperam que o PIB real da América Latina registre contração de 4,3% este ano, projeção também revisada para baixo, de contração de 0,5% estimada em dezembro.

O banco atribuiu a revisão do PIB brasileiro ao fraco desempenho no último trimestre do ano passado da economia, aos sinais de desaceleração da atividade no primeiro trimestre e temores de que o cenário global possa se mostrar pior do que o antecipado. Os economistas para AL assumem que não haverá recuperação da economia global durante a maior parte de 2010, “embora nosso time global (de economistas) ainda espere ver uma recuperação modesta em 2009″. Diante da dificuldade em estimar o que pode acontecer entre hoje e 2010 e, pelo fato de que temos de partir de uma base para as projeções, preferirmos assumir que não haverá recuperação global até o fim do ano que vem, dizem os economistas.  Leia o resto do artigo »

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Relação de blogs de apoiadores das candidaturas:

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Aécio Neves (PSDB):

www.proaecio.blogspot.com

www.aeciopresidente.blogspot.com

 Dilma Roussef (PT): 

www.dilma13.blogspot.com

www.osamigosdapresidentedilma.com 

www.dilmadopt.blogspot.com

 José Serra (PSDB):

www.euqueroserra.blogspot.com 

www.jovemserra.wordpress.com

www.serrapresidente.blogspot.com

 Ciro Gomes (PPS):

 www.ciropresidente.blogspot.com 

Blog do Patrus Governador:

 http://patrusgovernador.blogspot.com/

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Diálogos CartaCapital: Belluzzo e Roubini

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Diálogos CartaCapital

Tudo que é sólido…

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

No último trimestre de 2008, a produção industrial brasileira caiu forte e abruptamente. Em consonância com a derrocada da indústria, o PIB declinou 3,6%. Na mesma proporção, entraram em parafuso os diagnósticos dos especialistas em crises pretéritas, aquelas que surgiam do estrangulamento do balanço de pagamentos. As malditas da periferia passavam pelas agruras da desvalorização da moeda nativa e terminavam na elevação da taxa de juro e no ajuste fiscal, com o propósito de abafar as tensões inflacionárias e reduzir a chamada absorção doméstica.

Também em matéria de crises, o Brasil foi promovido a investment grade. O baque na produção industrial e no PIB foi deflagrado por uma fortíssima contração global do crédito que atingiu o País no auge de um ciclo de expansão. O credit crunch universal afetou de forma aguda as expectativas dos bancos, empresas e famílias consumidoras. Em setembro, a quebra do Lehman Brothers explicitou o risco sistêmico abrigado na inflação de ativos, o que incluía as frenéticas valorizações cambiais promovidas pelos capitais que buscavam os papéis públicos e privados dos emergentes.

Os empresários, antes empolgados com as expectativas de crescimento de suas vendas e dos lucros, cuidaram de preservar os balanços de suas empresas. No afã de resguardar o equilíbrio patrimonial de longo prazo, as empresas cortaram os projetos de investimento. Caíram fora do endividamento adicional ou cuidaram de manter sob a forma líquida a “poupança” decorrente dos lucros acumulados no passado. O susto foi suficientemente grande para aconselhar os empresários a resguardar o capital de giro: ao imaginar a contração da demanda, reduziram a produção corrente e demitiram preventivamente os trabalhadores. Leia o resto do artigo »

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G20 discute plano de ação ‘heterodoxo’ contra a crise

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: folha de São Paulo

Ministros das Finanças não detalham propostas, mas falam em estimular demanda e atacar problema de “ativos tóxicos”
Por CLÓVIS ROSSI
 
Os ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais do G20 (as maiores economias do mundo) anunciaram ontem a disposição de adotar até “instrumentos não-convencionais de política” [monetária] na ânsia de enfrentar uma crise que o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Khan, batizou de “A Grande Recessão”.
Alistair Darling, ministro do Tesouro britânico e, como tal, o anfitrião da reunião do G20, disse que os participantes reconheceram a dimensão da crise: “Não há ninguém no mundo que não reconheça que se trata do maior desafio que o mundo enfrenta em gerações”.
O problema é que foram pouco específicas as respostas desenhadas ontem pelos responsáveis financeiros por países que respondem por cerca de 85% da economia global.
Mesmo os “instrumentos não-convencionais” não foram especificados nem na declaração final nem nas entrevistas coletivas posteriores. Leia o resto do artigo »

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Lula plantou sua crise em maio de 2008

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

Por Elio Gaspari

Foi exatamente no dia 1º, quando ele desistiu de trocar Meirelles por Belluzzo, a quem já convidara para o BC

LULA TOMOU a decisão que potencializou os efeitos da crise financeira mundial sobre a economia brasileira no dia 1º de maio do ano passado, antes mesmo que o céu começasse a desabar em Nova York. Ele recebeu a notícia de que o Brasil obtivera o “investment grade” da agência Standard & Poor e desistiu de trocar o presidente do Banco Central. Uma semana antes, havia convidado o economista Luiz Gonzaga Belluzzo para o lugar de Henrique Meirelles. Nos dias seguintes, confessara-se aliviado por ter resolvido um problema. Faltava apenas chamar o presidente do BC ao Planalto para o ritual da despedida. Com a boa notícia vinda de Wall Street (numa época em que ela ainda produzia boas notícias) a troca foi arquivada e em janeiro, para felicidade da torcida, Belluzzo assumiu a presidência do Palmeiras.
Não se pode dizer o que Belluzzo faria no Banco Central, mas pode-se garantir que derrubaria a taxa de juros. Dias antes do convite de Lula ao professor, o Copom elevara a Selic de 11,25% para 11,75%. Depois de altas sucessivas, em setembro ela chegou a 13,75%. Em outubro, depois da quebra da casa bancária Lehman e da propagação da crise pelo mundo, os sábios do Copom mantiveram a taxa e assim contribuíram para o desastre da contração de 3,6% do PIB no último trimestre do ano. Feito o estrago, a Selic voltou aos 11,25% e continua sendo a mais alta do mundo. Leia o resto do artigo »

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Despesas do governo com desempregado crescem 25%

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

Gasto com seguro-desemprego é recorde

Em fevereiro, desembolsos com o programa atingem R$ 1,417 bilhão, aumento de 19% ante o mesmo mês de 2008

Em janeiro, 658,3 mil pediram o benefício, alta de 17%; programa só perde para a Previdência entre iniciativas de transferência de renda

Por GUSTAVO PATU e JULIANNA SOFIA
 

Os efeitos da crise econômica internacional no mercado de trabalho brasileiro criaram despesas extras para o governo com o seguro-desemprego, que contabilizou recordes de requerentes em janeiro e de pagamentos em fevereiro.
Levantamento feito pela Folha no Siafi, o sistema eletrônico de acompanhamento dos gastos federais, aponta que os desembolsos do programa atingiram R$ 1,417 bilhão no mês passado, com crescimento de 19% -bem superior aos índices de inflação e de reajuste do salário mínimo, piso do benefício- sobre o mesmo mês de 2008. No bimestre, a expansão do pagamento chega a 25%.
Embora o impacto no caixa do Tesouro Nacional tenha se tornado mais palpável agora, o aumento do número de desempregados em busca do seguro começou no último trimestre do ano passado, quando a economia brasileira deixou bruscamente uma trajetória de crescimento e sofreu a maior retração medida na série histórica do IBGE, iniciada em 1996. Leia o resto do artigo »

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Brasil cobra do G20 estatização de bancos

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Folha de São Paulo

Para ministro da Fazenda, essa é a resposta mais “concreta e rápida” para limpar sistema financeiro de ativos tóxicos

Limpeza dos ativos de risco é apontada como 1º passo para normalizar fluxo de crédito global; “rapidez é essencial”, diz Mantega

Por CLÓVIS ROSSI

O ministro Guido Mantega defendeu ontem a nacionalização dos bancos (na verdade, estatização) como a resposta “mais concreta e mais rápida” para limpar o sistema financeiro dos ativos chamados tóxicos que impedem o fluxo normal de crédito e, por extensão, bloqueiam qualquer possibilidade de retomada da economia. Mantega emendou: “Rapidez é essencial”.
A defesa da nacionalização -que, antes, o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já dissera que recomendaria a Barack Obama no encontro de hoje nos Estados Unidos- foi feita em reunião dos ministros da Fazenda dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), à margem do encontro de ministros e presidentes de bancos centrais do G20, inaugurado ontem com um jantar. Leia o resto do artigo »

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