prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Assuntos':

Crise Internacional:metamorfoses de empresas transnacionais e impactos nas regiões do Brasil

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2009

 Fonte: Ipea

O 18º Comunicado da Presidência é o terceiro da série que discute a crise internacional e seus desdobramentos no Brasil. No documento o Ipea busca manter o padrão anterior de análise conjuntural da crise e avançar na perspectiva de explicitar os aspectos mais estruturais que contribuíram para a crise e que podem continuar ou não a alimentar a atual crise. Compõe também este documento uma seção de análise sobre os desdobramentos internacionais da crise, especialmente no que refere ao movimento de fusões e aquisições de empresas. Finalmente, o documento traz uma seção sobre os impactos inter-regionais da crise no país; nesta seção apresenta-se o comportamento da queda da produção industrial e do emprego nas distintas regiões brasileiras. Comenta-se também os impactos da crise sobre a federação brasileira, os orçamentos dos estados e as tendências previstas para o comportamento do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Na seção final, observa-se que é importante transpor a ação de combate à crise no curto prazo, pois é necessário estabelecer-se uma ação de longo prazo, especialmente no que se refere aos caminhos produtivos e tecnológicos que o país poderá adotar. Os impactos da crise sobre o meio ambiente sugerem que esse talvez seja o momento adequado para uma ação dos Estados Nacionais, em caráter de longo prazo, redefinindo um padrão produtivo mais compromissado com o meio ambiente e a sustentabilidade ambiental.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

1 Contribuíram para a elaboração deste comunicado: Bruno de Oliveira Cruz, Carlos Wagner Albuquerque de Oliveira, José Aroudo Mota, José Hamilton Bizarria, Hugo Roth; Iury dos Santos, Liana Maria da Frota Carleial, Luana Goveia; Lucas Linhares; Luciana Accioly, Marcelo Piancastelli, Maria Piñon, Michele Sassaki; Milko Matijascic , Paulo Roberto Furtado, Rodrigo Leão; Rodrigo Pereira Mendes, e Rogério Boueri.

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

A Crise Econômica Externa e seus Reflexos Políticos no Brasil

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Guilherme C. Delgado*   

A “Revista de Conjuntura” do Conselho Regional de Economia do DF acaba de publicar uma edição especial sobre um tema muito próximo ao título deste artigo, com análises fundamentadas de vários economistas, de diferentes concepções e filiações acadêmicas (Dércio Munhoz, Reinaldo Gonçalves, Carlos Eduardo de Freitas, dentre outros). Essas análises vêm a público no mesmo momento em que o IBGE publica os dados do Produto Interno Bruto do 4º trimestre de 2008, constatando forte queda (-3,6%) nestes últimos três meses de 2008.  

O caráter político do ano pré-eleitoral de 2009, e de forte incerteza no plano da economia, confere à abordagem da crise pelo governo, pelos partidos de oposição e também pelas mídias engajadas verdadeiro clima de guerra de informação. Por tudo isso é imprescindível identificar, contextualizar e interpretar os fatos econômicos no meio político em que estes se inserem.  

A reversão do estado de confiança no mundo dos negócios impôs a partir de setembro/outubro de 2008 os resultados econômicos que agora o IBGE revela. Estes resultados (queda do PIB) já eram percebidos no movimento do comércio, na desaceleração do emprego, na contração do crédito, na queda de arrecadação de tributos e no declínio das exportações.   Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Crise global abre uma nova porta para desenvolvimento

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

 

Fonte: Monitor Mercantil

João Paulo de Almeida Magalhães/Presidente do CED

De acordo com o economista João Paulo de Almeida Magalhães, presidente do Centro de Estudos para o Desenvolvimento (CED), a crise mundial criou uma oportunidade para definição de bases científicas para um novo paradigma de desenvolvimento nos países retardatários, sobretudo para os latino-americanos, que, como o Brasil, há décadas abraçaram o neoliberalismo e o chamado Consenso de Washington.

“A fórmula criada por Keynes resulta em políticas específicas, de curto prazo, para enfrentar uma grande crise, enquanto o desenvolvimento é de longo prazo. Precisamos gerar um novo paradigma científico, que contemple, não só o enfrentamento da crise, mas a questão do longo prazo”, enfatiza Magalhães, que está lançando, pela Editora Contexto, o livro O que fazer depois da crise – a contribuição do desenvolvimentismo keynesiano. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

JAMES GALBRAITH: Financial Crisis Caused by a ‘Culture of Complicity’

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

While the world talks about new ways to save struggling banks, there are a handful of economists who think some banks shouldn’t be saved at all. American economist James Galbraith told Manager Magazin that it might make more sense to break them up and start over.

Manager Magazin: Professor Galbraith, you suggest that banks that suffer from bad assets should simply be declared insolvent, instead of rescuing them with taxpayers’ money. Why?

James Galbraith: We need a correct assessment of the degree of losses suffered by a bank which is functionally insolvent. But as long as the old management is in place, there are no incentives to cooperate in the evaluation you need to make. That’s the first problem.

The second problem is: When a bank is insolvent, the incentives for normal banking practice disappear. They become perverse. The incumbent management has good reason to gamble excessively and to make capital losses. This is because it appears that the regulators could soon close down the bank.

Beyond that, if the situation for the bank is truly hopeless or if the management is truly corrupt, then the incentive is to loot the institution, to take as much money out of it — e.g. in the shape of bonuses and dividends — before the true state of the books is discovered.

Manager Magazin: Is this something we are witnessing right now?

Galbraith: Certainly those incentives are in place. In a situation when a bank has suffered losses sufficient to impair its capital, you need to have regulatory supervision in place.

This does not mean that you necessarily close the bank. The way it usually works in the USA is that a bank is closed on Friday and re-opened on Monday under a new name, with a new leadership and with a team of examiners who are going through the books, trying to sort the good business loans and personal loans from those which are hopeless. Then you isolate the hopeless stuff, you force a write down of the equity and the subordinated debts of the people who put in risk capital — so they have to take their losses as they should. And then you break up the bank into pieces which have a better prospect to gain viability soon. That’s a process of re-organization and re-capitalization. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

A Miséria da Crítica Ortodoxa

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

Algumas reflexões preliminares sobre os comentários de Tony Volpon ao artigo “A Crise Econômica Mundial e a Retomada do Desenvolvimento no Brasil”.

Por José Luis Oreiro¹ e Flavio Basílio²

Os comentários de Volpon ao artigo “A Crise Econômica Mundial e a Retomada do Desenvolvimento no Brasil” nos proporcionaram uma oportunidade ímpar de fazer uma crítica sistemática da “ortodoxia” brasileira no que se refere a sua avaliação dos efeitos da crise econômica mundial sobre a economia brasileira, bem como as suas propostas de enfrentamento da mesma. Sob esse aspecto, os comentários de Volpon são extremamente úteis. Em particular, como ficará claro ao longo das próximas páginas, podemos constatar a “miséria da crítica ortodoxa”, ou seja, a sua total incapacidade de apresentar críticas consistentes e honestas ao Keynesianismo no Brasil. Talvez seja um problema específico dos ortodoxos brasileiros ou talvez seja a demonstração cabal da superioridade do paradigma keynesiano. Cabe ao leitor o veredicto final. 

Uma das características mais notáveis do pensamento ortodoxo brasileiro é a sua pretensão de ser o “dono da verdade” dos assuntos econômicos. Todas as posições que diferem/divergem do “saber convencional” são taxadas de “bobagem”, “besteira” e outros adjetivos do mesmo gênero ou até de baixo-calão. O comentário de Tony Volpon, embora mais educado e respeitoso do que a média da “ortodoxia” brasileira, também incorre nesse mesmo vício. Logo na primeira página somos surpreendidos com a frase “Não obstante também nossos colegas keynesianos ainda demonstram algumas posições infelizes, especialmente em relação a política monetária e ao papel do Banco Central”. Em outras palavras, nós, os keynesianos ignorantes, talvez apenas marginalmente mais inteligentes do que os demais, ainda não nos convertemos a verdade auto-evidente sobre o funcionamento da política monetária, a qual será anunciada pelo autor do comentário.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

¹ Professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, Pesquisador Nível I do CNPq e Membro da Associação Keynesiana Brasileira. E-mail: jlcoreiro@terra.com.br.

2 Economista, Doutorando em Economia pela Universidade de Brasília e Membro da Associação Keynesiana Brasileira. E-mai: flaviobasilio@gmail.com.

Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Manifestação em defesa da democracia no Maranhão reuniu mais de cinco mil

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

 

*Por: Reynaldo Costa*

A cidade de Imperatriz do Maranhão reuniu cerca de cinco mil pessoas, em manifestação nesta quinta feira, 12/03, para defender a democracia no Estado e repudiar a decisão do TSE em cassar o mandato de Governador de Jackson Lago.

A mobilização, que reuniu movimentos sociais, estudantis, sindicais, igrejas, parlamentares, municipais, estaduais e federais, além de vários prefeitos da Região Tocantina, que compreende o sul e sudeste maranhense, iniciou com uma grande caminhada pelo centro da cidade de Imperatriz, segunda maior do estado. Com apitos e palavras que diziam “chô satanás Sarney nunca mais”, “meu voto é minha lei, nunca mais Sarney!” a população mostrou sua indignação contra a oligarquia que pouco fez pela região. “São 30 anos que Sarney não pisa em Imperatriz”, recorda Valdinar Barros, Deputado Estadual do PT.

No ato político pela democracia no Maranhão realizado na Praça de Fátima, principal da cidade. Lideranças partidárias e de movimentos sociais agitaram e denunciaram o momento pelo que passa o Maranhão, fazendo uso da palavra o Deputado Valdinar prepara a multidão dizendo que “se Roseana assumir quem a tirará não será o TSE será o povo e debaixo de pau”.  ”Como pode quatro pessoas cassar o voto de mais de dois milhões de pessoas”, reflete Domingos Dutra Dep. Federal. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira | Sem Comentários »

O corregedor fanfarão

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

Luís Nassif

Cada vitória sobre Protógenes é uma derrota da CPI e de todo o esquema de apoio a Dantas. Cada avanço sobre De Sanctis, a comprovação de que há, de fato, uma conspiração em curso. No começo, o álibi para defender Dantas era o antilulismo. Esse álibi não existe mais. Ficaram sem álibi e tiveram que expor de maneira escarrada o objetivo final: desqualificar o inquérito para livrar Dantas.

Quem entrou nesse jogo se lambuzou, publicações, revistas e políticos. Prosseguindo, a sujeira vai se espalhar. Vai-se subir na escala hierárquica e liquidar com algumas lideranças nacionais expressivas.

Postado em Conjuntura, Política Brasileira | Sem Comentários »

A ficha do advogado de Gilmar. Quem são os advogados de Dantas (alguns)?

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

PH Amorim

Com a notícia de que Sergio Bermudes será o advogado do Supremo Presidente Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, na ação que move contra a Carta Capital,  o Conversa Afiada recebeu de um amigo navegante esse link e essa notícia da Teletime sobre uma relação (parcial) dos advogados de Daniel Dantas e as respectivas (modestas …) remunerações.

Veja que Bermudes cobrou de Dantas a módica importância de R$8,8 milhões.

Quanto cobraria de Gilmar Dantas, segundo Noblat?

Postado em Conjuntura, Política Brasileira | Sem Comentários »