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Blog do Desemprego Zero

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Gilmar e os avanços inexoráveis

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Há uma guerra declarada do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes contra Ministério Público, Polícia Federal e juízes de primeira. Não se tente personalizar o conflito. Ele tem implicações muito mais profundas, é reflexo de um dos fenômenos mais importantes dos últimos tempos: a mudança total de paradigmas no sistema de informações do país, obrigando a uma mudança completa em hábitos políticos e empresariais consolidados.

É esse processo de transformações que está trazendo de volta o fenômeno do tenentismo. Não mais oficiais do Exército tentando derrubar o poder, mas policiais, procuradores, juízes, jornalistas independentes tentando impor o primado da lei, enquanto tribunais superiores – e o presidente do Supremo – tentam conter a onda moralizante.

Não tem volta. Apesar das invectivas de Gilmar Mendes, não tem como tapar a peneira. É o mesmo que pretender parar o tempo e o avanço da civilização.

No meu livro “Os Cabeças de Planilha”, procuro traçar paralelo entre as primeiras décadas do século e as últimas. Primeiro, a República, coincidindo com um período de esbórnia financeira global. Os chamados financistas controlam a política econômica, garantem a política de governadores – com práticas cada vez mais corruptas – ao mesmo tempo em que emerge uma nova sociedade urbana e eclodem revoltas a partir das bases do Exército – os tenentes. Essas mudanças são aceleradas pelas novas mídias – na época, o rádio, que permite a explosão da informação e da cultura urbana brasileira.

Agora se tem a volta do pêndulo repetindo o ciclo. Primeiro a esbórnia dos primeiros anos de redemocratização. Depois, a financeirização absurda, que permitiu que sistemas de crime organizado participassem dos esquemas de poder.

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Marcelo Lunus Itagiba está com medo de Protógenes

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Paulo Henrique Amorim

O Presidente da CPI dos grampos, também conhecida como CPI dos Amigos de Dantas, adiou o depoimento do ínclito delegado Protógenes Queiroz.

O objetivo explícito é empurrar o depoimento para perto da Semana Santa e esvazia-lo. O outro objetivo é proteger Dantas, atividade superior de Marcelo Lunus e Raul Jungmann cujas campanhas foram financiadas pela Famiglia Dantas.

Há um outro objetivo não explícito. Marcelo Lunus está com medo do ínclito delegado Protógenes Queiroz. Uma das respostas que Protógenes deveria dar é sobre como o patrão de Marcelo Lunus aparece na Operação Satiagraha.

O patrão de Marcelo Lunus, Zé Pedágio, aparece ao pedir que Naji Nahas e Daniel Dantas vendam a CESP.

O Conversa Afiada pediu ao membros da CPI de Dantas que formulassem essa pergunta a Protógenes. Marcelo Lunus fará tudo o que for possível para proteger o patrão.

Mas, a informação inevitavelmente fará parte deste histórico depoimento. Como se sabe, as ligações entre Zé Pedágio e a Famiglia Dantas são do tipo genético. A irmã de Daniel Dantas financiou uma empresa da filha de Zé Pedágio em Miami.

A CPI de Marcelo Lunus transformou-se num espetáculo circense, que faz da CPI do Fim do Mundo um conclave na Capela Sistina.

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Reinaldo Gonçalves: “O capitalismo é essencialmente um sistema irracional, instável e injusto”.

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Na perspectiva do economista Reinaldo Gonçalves, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o capitalismo sobreviverá ainda mais injusto, irracional, instável e mais regulado. Nessa batalha, a esquerda continuará lutando por liberdade, dignidade e felicidade, assegura

Na entrevista que segue, concedida por e-mail à IHU On-Line, o economista aponta o “salvacionismo apresentado pela fórmula ‘keynesianismo + regulacionismo’” como superado e insuficiente para acalmar os ânimos do mercado e reestruturar a economia. Na ótica da esquerda, alerta, “a saída está na ‘purificação’ do grande capital com recursos públicos financiados pela taxação dos ganhos do capital financeiro nos últimos anos, bem como a redistribuição de riquezas e na apropriação dos meios de produção estratégicos pelo Estado”. A alternativa, dispara, é “a reestruturação do aparelho produtivo e a reconfiguração do poder econômico a favor da classe trabalhadora”. Nessa busca pela “purificação”, Gonçalves lembra que “recursos públicos não podem ser usados para salvar o grande capital sem condicionalidades que favoreçam o trabalhador”. Leia o resto do artigo »

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Sarkozy dá um ultimato ao G20

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil (31/03/2009)

A França ameaça retirar-se da reunião do Grupo dos 20 – países mais industrializados e em desenvolvimento – quinta-feira, em Londres, se suas demandas por maior regulação financeira não forem atendidas. O anúncio foi feito pela ministra das Finanças da França, Christine Lagarde, em entrevista à BBC.

“Sim, vamos. O presidente (Nicolas) Sarkozy foi muito claro nesse front. Ele disse que, se as condições “não estiverem lá, eu não vou assinar o comunicado”. Isso quer dizer abandonar”, afirmou Lagarde. “Eu acho que ele está muito determinado”, acrescentou a ministra.

Já os governos da Argentina e do Brasil defenderão posição comum na reunião do G20, segundo o ministro argentino de Relações Exteriores, Jorge Taiana, que está no Catar, acompanhando a presidente Cristina Kirchner na cúpula de países sul-americanos e árabes:

“Temos pontos em comum com Brasil e Arábia Saudita, que participam dessa reunião e estarão no encontro do G20″, disse Taiana.

Para o ministro argentino, a cúpula do Catar está dando oportunidade de ouvir nações que não estarão em Londres: “Será preciso escutar outros países, tanto árabes, como sul-americanos. Escutar suas razões e argumentos para enriquecer nossa posição”, salientou.

O governo argentino defende uma reforma dos mecanismos de supervisão do sistema financeiro, além de maior regulação das instituições financeiras e a mudança na estrutura de votação do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O governo argentino também quer que o FMI conceda empréstimos aos países emergentes sem impor condições que sacrifiquem o crescimento desses países.

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Juros

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O problema do custo dos financiamentos

As taxas de juros e o spread bancário no Brasil retomaram uma escalada de ascensão muito forte. Spread é a diferença entre a taxa dos financiamentos para o tomador e a taxa com que os bancos captam recursos. Para as pessoas físicas, o custo médio em fevereiro último chegou a 52,7% ao ano, contra 43,9% ao ano em dezembro de 2007; já o spread evoluiu de 31,9 pontos percentuais para 41,5 p.p. no mesmo período. No crédito para as empresas, a taxa de juros foi de 30,8% a.a. em média em fevereiro de 2009, contra 22,9% a.a. em dezembro de 2007; o spread nesse caso aumentou de 11,9 p.p. para 18,9 p.p..

Para as empresas os aumentos de juros no período recente estão tornando gradativamente incompatíveis o custo do dinheiro e o retorno da atividade produtiva, especialmente em um momento como o atual, de retração da economia em função da crise internacional. Isso leva ao retraimento de novos investimentos e das atividades, o que deprime o crescimento econômico. Para as famílias, juntamente com o encurtamento dos prazos de pagamento, as taxas de juros maiores concorrem para majorar os valores das prestações dos financiamentos e deprimir as compras a prazo, com o mesmo efeito sobre o crescimento.

Remover ou ao menos reverter em uma medida significativa esses retrocessos recentes no custo dos financiamentos para empresas e famílias, é fundamental para que a economia possa responder positivamente aos desafios determinados pela atual conjuntura. Um conjunto articulado de medidas, ao invés de ações que isoladamente não têm efeito relevante, é a diretriz requerida de uma política de crédito no país. Exemplo de ação isolada foi a redução de recolhimentos compulsórios que alcançou um total de R$ 100 bilhões. Como não houve indução ou estímulo para que os recursos adicionais se traduzissem em maior oferta de crédito e redução de juros, nada “passou” para o plano do financiamento. As linhas de ações envolveriam:

Leia mais em IEDI…

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Arquivo com a bombática entrevista do delegado Protógenes

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2009

O delegado Protógenes Queiroz nos deu uma entrevista de seis horas, de 14h30 a 20h30, e saiu lamentando que faltou contar mais coisas, por exemplo a máfia russa e o magnata Boris Berezovsky. Por meia hora, ainda conversou conosco enquanto esperava o táxi. Discorreu que Daniel Dantas, o banqueiro, pode mandar muito, mas é apenas um “braço” de algo mais poderoso – quem sabe o Citigroup? Gravado mesmo, contou histórias arrepiantes. Algumas frases dele ao acaso colhidas dão ideia: “É muita picaretagem!”, “A mentira perdura pouco, a verdade é eterna.”, “Você vai investigando, vai dar nas construtoras, na concorrência pública, e nos políticos”. E sobre um dos casos cabulosos que investigou ficou este diálogo bastante sugestivo:

 PROTÓGENES: QUEREM ESSA HISTÓRIA?

TODOS: SIM!

PROTÓGENES: VOCÊS NÃO VÃO DORMIR DIREITO.

Entrevista Protógenes – Clique aqui para ver na íntegra

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Brasil perde a dianteira:Renda por habitante cresceu 59% desde 95, enquanto a de emergentes subiu 123%, diz estudo

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: O Globo

RIO – Apesar do crescimento recente da economia e dos programas do governo de transferência de renda, o Brasil andou para trás nos últimos 13 anos. Entre 1995 e 2008, a renda per capita (ganho anual por habitante) do brasileiro avançou 59,41%, número menor que o crescimento de 68,50% dos países da América Latina e bem inferior ao aumento de 123,31% registrado pelas nações em desenvolvimento. A conclusão é de estudo preparado pelo economista Reinaldo Gonçalves, professor titular em economia internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a partir de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Este ano, com a piora do cenário internacional, o ganho individual no Brasil terá um dos maiores recuos. É o que mostra a reportagem de Bruno Rosa publicada na edição de segunda-feira do GLOBO.

Segundo economistas, a política de juros altos nos últimos anos, a forte desvalorização cambial e falta de uma política de comércio internacional pró-ativa foram determinantes para o desempenho dos últimos anos. Segundo Gonçalves, os erros na política macroeconômica colocam o Brasil na lanterna do crescimento da renda per capita durante os governos Fernando Henrique Cardoso e Lula. Por outro lado, ressalta Claudio Dedecca, do Instituto de Economia da Unicamp, as nações em desenvolvimento e da América Latina promoveram cortes de juros ao longo da última década, reduzindo os custos de investimentos e, assim, gerando emprego e distribuindo renda.

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O esquema Ponzi

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Nouriel Roubini

Um jornalista entrou em contato comigo com a seguinte pergunta: “Sou repórter e escrevo uma matéria sobre a vida de Bernard Madoff, depois de ter se confessado culpado. Gostaria de saber se você poderia avaliar qual significado ele terá na história. Ele representará mais do que um velhaco que roubou muito dinheiro dos clientes? Como Bernie Ebbers e Ken Lay foram os símbolos de fraude e avareza, o que Madoff vai representar?”

Minha resposta detalhada a seguir.

Os americanos viveram por uma década ou mais em um mercado escapista, com base na bolha Ponzi. Madoff é o espelho da economia dos Estados Unidos e de seus agentes superalavancados. Somos um castelo de cartas de alavancagem sobre alavancagem dos mutuários, de empresas financeiras e de corporações, que hoje quebram.

A relação entre a dívida e a renda dos mutuários saltou de 65% há quinze anos para 100%, em 2000, e 135% hoje. Todos jogaram o esquema Ponzi. A relação da dívida total, de mutuários, empresas financeiras e corporações, é agora de 350%. Os preços dos imóveis caíram 20% e recuarão outros 20%, antes que atinjam o fundo do poço, e as ações despencaram mais de 50% (e devem cair mais). Não funciona mais usar os imóveis como caixas eletrônicos para financiar o consumo Ponzi. A festa acabou para mutuários, bancos e corporações altamente alavancados.

O estouro da bolha imobiliária, acionária, dos fundos hedge e das operações de private equity mostrou que muito da “riqueza” que sustentou a maciça alavancagem e os supergastos dos agentes era falso. É cristalino que o rei está nu e nós somos o imperador sem roupas. A onda da bolha escondia o fato de que os americanos e seus bancos estavam nadando nus. O estouro apenas revelou o fato, com a maré baixa.

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