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Blog do Desemprego Zero

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Parlamentares do PSOL prestam apoio ao delegado Protógenes Queiroz

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: PSOL

 A bancada do PSOL no Congresso Nacional e outros parlamentares prestaram, nesta quarta-feira, solidariedade e apoio ao delegado Protógenes Queiroz, que está sob a injusta posição de investigado na CPI das Escutas Telefônicas. Em reunião, os parlamentares decidiram que será elaborada nota pública de apoio e que irão solicitar à presidência da comissão a garantia de que o delegado não será constrangido em seu depoimento, marcado para a próxima semana.

Para o PSOL, é inadmissível que um delegado que investigou e conseguiu prender um dos maiores banqueiros do Brasil, Daniel Dantas, por operações ilícitas esteja, agora, sob investigação porque teria utilizado de escutas ilegais durante a Operação Satiagraha.

O delegado negou que tenha usado de escutas clandestinas para obtenção de provas. Protógenes afirmou que já foi indiciado pela Polícia Federal por vazamento à imprensa da prisão de Dantas (na época, em julho de 2008, também foram presos Celso Pitta e Naji Nahas) e devido ao compartilhamento de dados com a Agência Brasileira de Investigação (ABIN), mas não por escutas ilegais porque não há indícios nesse sentido. Leia o resto do artigo »

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Um povo monitorado pela agenda do capital

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Waldemar Rossi*   

A Rede Globo consegue enquadrar parcela significativa da população brasileira nos limites de sua telinha televisiva. São novelas e mais novelas nos horários “nobres” a invadir os lares brasileiros, de segunda a sábado, seguidas de programas “culturais” tipo BBB, futebol e mais futebol. Transforma drama particular em verdadeiro circo emocional a mexer com a sensibilidade de um povo simples e trabalhador; passa e repassa filmes quase que exclusivamente das produtoras estadunidenses, com a marca privilegiada da violência, recheados ostensivamente de bandeiras da terra do Tio Sam.

Leva ao ar noticiários que, bem feitos tecnicamente, sempre passam apenas aquilo que é de interesse do capital, omitindo fatos importantes para a vida do nosso povo. Com isso, mantém o povo atrelado aos interesses ideológicos dos seus exploradores. Muito embora com um poder de penetração bem menor e com qualidade técnica inferior à da Globo, agem da mesma forma as demais redes televisivas. Levam avante verdadeira lavagem cerebral do povo brasileiro, que busca encontrar no “deus” consumo realização que supere suas frustrações – impostas pelo mesmo capital.  

A pauta eleitoral  

Além desse infernal ataque ideológico diário, a mídia procura nos enquadrar em outra pauta importante para os detentores do poder econômico: a pauta eleitoral. Pois a cada dois anos o povo brasileiro é condicionado a escolher entre os inúmeros candidatos às vagas dos poderes legislativo e, principalmente, executivo. Mal acabamos de sair de um processo eleitoral (votamos para prefeitos e vereadores no ano de 2008) e já estamos sendo condicionados a “pensar” nas eleições para as esferas federal e estadual, a serem realizadas em outubro de 2010 e, com isto, nos esquecermos dos graves problemas que estão dia a dia interferindo em nossas vidas pessoais, familiares e social.   Leia o resto do artigo »

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Concentração Bancária, Regulação e Spreads no Brasil

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por José Luis Oreiro

Nas últimas semanas de 2008 observou-se uma nova fase no processo de consolidação bancária no Brasil com a fusão entre o Itaú e o Unibanco, entre os grandes bancos privados, e a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil. Essas operações têm suscitado algumas angústias no público em geral com relação aos efeitos que o aumento do grau de concentração do setor bancário no Brasil terá sobre a concorrência no setor e, conseqüentemente, sobre as tarifas bancárias e o spread bancário no Brasil. O argumento de senso-comum, parcialmente baseado na teoria econômica, é que o aumento do grau de concentração do setor bancário irá se traduzir num aumento do poder de mercado dos bancos, levando-os a “extorquir” os seus clientes na forma de tarifas bancárias mais elevadas e maiores spreads, contribuindo assim para aumentar o já elevado custo do capital na economia brasileira. Dessa forma, o governo não deveria estimular o processo de fusões e aquisições entre bancos, antes pelo contrário, deveria atuar no sentido de tornar o setor bancário mais competitivo, ou seja, mais próximo do ideal da “concorrência perfeita”, no qual existe a atomização entre ofertantes de um mesmo produto ou serviço.

Essa visão idílica e ingênua sobre os benefícios de uma economia povoada por “pequenas empresas” infelizmente não corresponde a natureza dos negócios realizados numa economia capitalista moderna, principalmente no setor bancário. A “concentração do capital” não é um evento fortuito do capitalismo, nem muito menos o resultado da “intervenção do governo”. Ela é a consequencia inexorável da existência de retornos crescentes de escala. Como já assinalava Adam Smith, a fonte do crescimento econômico de longo-prazo é o aumento da produtividade do trabalho, resultante de um processo de causalidade cumulativa no qual o aumento do tamanho dos mercados leva a um aprofundamento da divisão do trabalho, o qual produz um aumento da produtividade do trabalho, que resultará num aumento dos salários e, consequentemente, numa nova rodada de aumento do tamanho dos mercados. Como bem demostrado por Piero Sraffa, a concorrência perfeita é incompatível com a existência de retornos crescentes de escala. Dessa forma, numa economia onde os rendimentos crescentes de escala prevalecem será naturalmente uma economia na qual deveremos observar um elevado grau de concentração na produção de bens e serviços. Leia o resto do artigo »

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Deu EUA no G-20

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Blog do José Paulo Kupfer

À parte o show do presidente Lula, a reunião do G-20, hoje, em Londres, não fugiu demais ao roteiro previsível. O comunicado final trouxe, sim, algo de concreto além do que se esperava: a formação de um fundo de US$ 1 trilhão, para reforçar o caixa – e o moral – do FMI e o anúncio da disponibilização global de US$ 5 trilhões, em estímulos fiscais, até 2010. Maiores também do que esperado, apesar de não terem avançado nem uma gota além da retórica, foram as menções aos males do protecionismo, e, mais ainda, a reafirmação do compromisso com um acordo conclusivo para a Rodada Doha.

Tudo o mais foram promessas de boas intenções, cuja execução, em seus detalhes, ainda deverá ser desenhada e definida por comissões. Incluem-se nesse caso a maior regulação dos mercados financeiros – incluindo fundos de hegde e paraísos fiscais -, uma reforma não estrutural em organismos como o FMI e o Banco Mundial e até restrições aos bônus de executivos de empresas privadas. Há alguns prazos para revisar e consolidar os eventuais progressos dos pontos do acordo de hoje, com uma nova cúpula antes do fim do ano. Leia o resto do artigo »

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O Brasil tem condições de sair mais forte no mundo pós-crise

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Abram Szajman

Fonte: Gazeta Mercantil

Comparar o que nos acontece hoje com o que ocorreu há 80 anos, em decorrência da crise que levou o mundo à Grande Depressão, pode ser útil para entender qual será nosso lugar no cenário internacional, quando a turbulência amainar.

Em 1929, a quebra do sistema financeiro mundial atingiu o Brasil fazendo desabar o preço do café, então responsável por 70% das nossas exportações. Foi uma tempestade de tal ordem que varreu da noite para o dia o modelo agrário exportador vigente desde a época da colônia, carregando consigo, por meio da Revolução de 1930, a República Velha comandada pelos estados cafeicultores.

Da noite para o dia, o País teve de acelerar sua industrialização, pela simples razão de que não dispunha mais de recursos para importar os produtos manufaturados de que necessitava como fizera até então. Leia o resto do artigo »

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Bancos públicos sustentam o crédito

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Iolanda Nascimento

Fonte: Gazeta Mercantil 

 Os bancos públicos vêm alimentando o crescimento do crédito no Brasil e foram responsáveis por 80% do aumento do volume das operações entre fevereiro deste ano e setembro de 2008, data em que a crise financeira internacional se aprofundou, mostra estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As instituições privadas dividiram os 20% restantes. O percentual de participação dos bancos públicos no aumento do crédito tem crescido expressivamente. De setembro a dezembro de 2008, eles responderam por 68% da variação positiva – sendo 32 pontos percentuais do próprio BNDES.

Gilberto Rodrigues Borça Junior, economista da área de pesquisa e acompanhamento econômico do BNDES e um dos autores do levantamento, avalia que a tendência ao longo de 2009 é que os bancos públicos continuem a sustentar o crescimento do crédito. “O mercado internacional ainda não está normalizado e a tendência é de que a participação continue substancial, embora com um pouco menos de força.” Borça afirma que, enquanto persistir a restrição na liquidez e no crédito no mercado externo, as instituições privadas que atuam no Brasil continuarão na defensiva, com um modelo conservador de atuação no segmento, que faz com que adotem medidas extremamente prudenciais, o que restringe a oferta de crédito. “Seria bom para o sistema financeiro que os privados, assim como os públicos vêm fazendo, tomassem um pouco mais de risco”, diz Borça, ressaltando a importância da ação dos bancos públicos contra essa tendência dos privados nos momentos de crise. Leia o resto do artigo »

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Fidel diz que texto da Cúpula das Américas tem “conceitos inadmissíveis”

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: EFE

Havana – O líder cubano Fidel Castro considera que há muitos “conceitos inadmissíveis” na minuta de declaração da Cúpula das Américas que será realizada de 17 a 19 deste mês em Trinidad e Tobago, e para a qual o Governo de Havana não foi convidado.

Em artigo divulgado hoje pela imprensa oficial com o título “Por que se exclui Cuba?”, Fidel diz que recebeu esse documento do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, com quem se reuniu na sexta-feira, em Havana, e adverte que a cúpula “será uma prova de fogo para os povos do Caribe e da América Latina”.

 ”É por acaso um retrocesso? Bloqueio e, além disso, exclusão após 50 anos de resistência? Quem carregará essas responsabilidades? Quem exige agora nossa exclusão? Acaso não se compreende que os tempos dos acordos excludentes contra nosso povo ficaram para trás?”, pergunta Fidel. Leia o resto do artigo »

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Brasil gasta com ‘spread’ 2,5 vezes o orçamento da Saúde

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

Por DENYSE GODOY

Estudo calcula que pessoas físicas e jurídicas pagaram R$ 134,5 bi em 2008

O Brasil pagou R$ 134,5 bilhões em “spread” bancário em 2008. Esse valor corresponde a quase quatro vezes o orçamento do Ministério da Educação ou duas vezes e meia o do Ministério da Saúde no ano passado. Segundo um estudo realizado pela Fecomercio SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), as pessoas físicas contribuíram com R$ 85,4 bilhões desse total, e as empresas, com R$ 49,1 bilhões.
“Spread” é a diferença entre a taxa à qual os bancos captam recursos e aquela aplicada por eles nos empréstimos a consumidores e empresas. Inclui os impostos cobrados sobre operações de crédito, o risco de inadimplência, custos administrativos e os lucros das instituições financeiras.
Por exemplo, considerando um empréstimo pessoal de R$ 1.000 a ser quitado no período de um ano, dos R$ 604 que um cliente de banco em média pagava como juros em 2008, R$ 475 equivaliam ao “spread”.
A Fecomercio SP calcula que tal sobretaxa poderia ser cortada em um quarto sem muito esforço. Na situação descrita acima, isso significa que o consumidor economizaria R$ 119.
“Injetado na economia do país, o dinheiro geraria empregos em todos os setores”, afirma Abram Szajman, presidente da entidade. “O governo deveria parar de fazer de conta que não tem nada com isso e abrir mão de parte dos impostos. Para os bancos, seria conveniente mostrar que estão participando do novo desenvolvimento do Brasil que queremos.” Leia o resto do artigo »

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