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Blog do Desemprego Zero

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Alternativa para o povo

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

O Conversa Afiada reproduz o artigo de Mauro Santayana publicado no Jornal do Brasil:

Dois textos divulgados na última sexta-feira merecem reflexão no início deste outono instável. O primeiro reproduz entrevista de João Pedro Stédile à Radiobrás; o segundo é um artigo de Eric Hobsbawm publicado pelo Guardian, da Grã-Bretanha. Hobsbawm volta a uma proposta muito antiga, já discutida nos anos 30, quando a direita e a esquerda se confrontavam no mundo inteiro: a de uma terceira saída. Na Alemanha, a direita facínora estava em ascensão; na União Soviética, o stalinismo se impunha. Nos Estados Unidos, Roosevelt salvava o capitalismo com o New Deal, mas não abandonava a teologia do Destino Manifesto, esse evangelho do imperialismo norte-americano. O escritor afirma que não basta “brecar”, moral e economicamente, o neoliberalismo. O desenvolvimento deve ser um meio, e não um fim em si mesmo. Ele deve garantir a vida e a felicidade de todas as pessoas.

Nos anos 30 havia a crise econômica – muito semelhante à atual. Paul Krugman – também neste fim de semana – registra que, naquele tempo, a recessão não foi tão universal quanto agora, porque a URSS era independente do mercado mundial e, assim, pôde, mediante a força do Estado, manter a crise fora de suas fronteiras. Hobsbawm não fala em remendos: propõe que se estude nova e corajosa forma de colocar a economia realmente a serviço do povo. O pensador inglês, nascido em Alexandria, fala sobre o mundo – e, no mundo, também estamos – enquanto Stédile trata especificamente da situação nacional. É quase certo que as ideias do dirigente do MST serão recebidas com muxoxos pelos sábios da economia e cientistas da política. Ele não se vale de esquemas acadêmicos, mas examina os fatos e as ideias com a experiência de militante. Em sua opinião, o governo deveria promover a imediata estatização dos bancos, abandonar a obsessão pelo superávit fiscal e buscar o pleno emprego. Ele teme que o governo aja da forma tradicional, dando mais dinheiro para os ricos, que sairão ainda mais ricos do processo. Os trabalhadores, como sempre, serão sacrificados, para que os ricos se salvem. Leia o resto do artigo »

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G-20 não negou Consenso de Washington

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Luciana Rodrigues

Fonte: O Globo

Pai da doutrina neoliberal rebate frase de Gordon Brown e cita compromisso com sustentabilidade fiscal

ENTREVISTA
John Williamson

De férias em Galápagos, num barco isolado do mundo em que sequer havia TV, John Williamson leu na internet a frase síntese do encontro do G-20 na semana passada: “O Consenso de Washington está superado”, afirmou o primeiro-ministro britânico Gordon Brown. Williamson é o autor do texto que, em 1989, mencionava um “consenso em Washington” com a receita para a América Latina sair da crise, cunhando a expressão que se tornou sinônimo de neoliberalismo econômico. Ontem, ao voltar ao trabalho em Washington, Williamson garantiu ao GLOBO que o G-20 não negou sua doutrina, citando trechos específicos do comunicado do encontro: “no parágrafo 11, há o compromisso com sustentabilidade fiscal”. Leia o resto do artigo »

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Alívio para os servidores públicos federais

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Em pronunciamento, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão voltou a afirmar que os acordos de reajustes salariais estão garantidos.

A última semana foi de protesto na Esplanada dos Ministérios. Milhares de servidores públicos federais ocuparam a principal via de Brasília para reivindicar o cumprimento dos acordos realizados entre a categoria e o governo ao longo de 2008. Entretanto, o medo do corte em decorrência da crise financeira mundial foi superado e os servidores públicos puderam respirar mais aliviados depois do pronunciamento do o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo. Apesar de o Orçamento de 2009 ter sofrido uma tesourada de R$ 21,6 bilhões, o compromisso do governo com os servidores dos diversos ramos do funcionalismo público está garantido.

“Nós temos uma programação de reajuste para julho deste ano e julho do ano que vem e nós não mudamos nada, os compromissos que nós fizemos estão mantidos. Ontem eu fiz uma reunião com sindicalistas para comunicar isso, ressalvando que caso haja uma degeneração expressiva nas nossas receitas nós teremos que conversar novamente, mas, de fato, não há nenhuma mudança sobre isso”, afirmou ministro. Além do reajuste salarial, que será pago até 2010, atingindo 1,8 milhões de servidores entre ativos, aposentados, pensionistas civis e militares, os servidores públicos federais têm na pauta de reivindicação outras propostas, como a paridade entre ativos e aposentados e a aprovação da Convenção 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Reunidos em Brasília na última Plenária Nacional da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), representantes de 24 estados discutiram a agenda de mobilização dos servidores públicos federais para o próximo trimestre. As entidades fizeram um balanço positivo das atividades unificadas já realizadas e, agora, se preparam para voltar à Esplanada para nova rodada de atividades programada para a primeira quinzena de junho.

FONTE – CUT

http://www.cutdf.org.br/boletim/Boletim_CUT-DF_03.pdf

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O projeto JK

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Wladimir Pomar*   

Juscelino Kubitschek, ou JK, foi eleito em 1955, num contexto mundial de fortes tensões, decorrentes da descolonização da África e Ásia, e das disputas dos Estados Unidos e aliados com a União Soviética. Por outro lado, esse foi também um período de crises econômicas, levando muitas empresas norte-americanas, européias e japonesas a mudar seu antigo modelo de exploração dos países periféricos (importação de matérias primas e exportação de manufaturados) pelo modelo de investimento em plantas industriais nesses países.  

No Brasil, esse foi ainda um período de forte mobilização social e política em torno da nacionalização das reservas naturais, em especial do petróleo, e de um projeto soberano de desenvolvimento nacional, que desembocou na crise política que levou Vargas ao suicídio, em 1954. Foi nesse ambiente que JK, com a promessa de ampliar os direitos democráticos e realizar, através de um Plano de Metas, um desenvolvimento de 50 anos em 5, conseguiu reunir em torno de sua candidatura uma frente política ampla, dos conservadores do PSD aos comunistas do PCB, e isolar os setores reacionários e golpistas da UDN. Leia o resto do artigo »

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Por que privatizar?

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Perpétua Almeida*

Nesta questão não cabem indefinições. 

O modelo de privatização dos lucros e socialização dos prejuízos vem mostrando os seus resultados ao longo da última década, através da crescente concentração de renda e todas as mazelas consequentes. Mesmo assim a sanha privatista, que julgávamos um capítulo encerrado na nossa história, arma novo bote. 

De acordo com Fernando Rizzolo, da OAB de São Paulo, quem iniciou a defesa da privatização dos aeroportos brasileiros foi o ex-senador Jorge Bornhausen (DEM-SC), em um seminário realizado em São Paulo em 2007, em que reivindicou que a administração dos aeroportos, subordinados à Infraero, fosse concedida a grupos privados. Bornhausen, segundo Rizzolo, é apontado como sócio de uma empresa que explora os free shops de alguns dos principais aeroportos internacionais do País, a Brasif, da qual foi vice-presidente.  Leia o resto do artigo »

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Fome e exclusão social

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Claudionor Mendonça dos Santos 

A Constituição da República Federativa do Brasil diz que constituem seus objetivos, dentre outros, a erradicação da pobreza e a marginalização, com a redução das desigualdades sociais e regionais, com a promoção do bem de todos, sem quaisquer discriminações.

Diz, também, que é direito do trabalhador salário mínimo capaz de atender às suas necessidades básicas concernentes à alimentação, educação saúde etc.

Apesar disso, uma das grandes mazelas da sociedade brasileira reside exatamente na existência de um grande contingente de pessoas que não têm acesso à alimentação adequada, passando por sérias dificuldades, destruindo indelevelmente parte da população infantil que carregará para o resto da vida seqüelas deixadas pela fome, na primeira infância.

Cogita-se que cerca de trinta milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza, correspondente à população da vizinha Argentina, verdadeira horda de marginalizados de quem se retirou a possibilidade de serem intitulados cidadãos. Leia o resto do artigo »

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Por que a educação?

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital

Por Delfim Netto

Os economistas têm, em geral, uma visão reducionista e instrumental da educação. Consideram-na um fator de produção, ou melhor, um atributo que melhora a qualidade do fator de produção original, o trabalho. Nas famosas funções de produção, poderosas ferramentas didáticas que, infelizmente, só existem como entes platônicos no velho quadro-negro e sobrevivem nas modernas projeções do PowerPoint nas salas de aula, o fator trabalho é qualificado com o nível de educação. 

Frequentemente calcula-se o produto potencial ao se parametrizar alguma função de produção com essa variável, para estimar o hiato do produto, com o qual se constrói a política monetária “científica”. O leitor há de perdoar a interrupção desta narrativa. É irresistível a tentação de transcrever o que diz a respeito um verdadeiro e grande economista, que seria certamente reprovado no vestibular das escolas de gastronomia em que se transformaram algumas escolas de economia, produtoras de indigestas receitas vendidas como a única comida “natural e saudável”. Trata-se de Alex Leijonhufvud, em European Journal of the History of Economic Thought, 15(3), Set. 2008: 529-538. Leia o resto do artigo »

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Um depoimento contra corrupção

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Site Chico Alencar

O depoimento do delegado federal Protógenes Queiroz nesta quarta-feira (8) na CPI da escuta telefônica expôs a parcialidade do presidente da comissão, o também delegado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), contra a qual Chico Alencar se insurgiu. Além de exigir tratamento respeitoso para Queiroz, cobrou a marcação de uma data para o depoimento do banqueiro Daniel Dantas, que chegou a ser preso na Operação Satiagraha.

Responsável pela marcação da data, o relator Nelson Pellegrino (PT-BA), disse estar
avaliando a necessidade de um novo depoimento, uma vez que Dantas já esteve na comissão. Chico contestou a resposta e Pellegrino afirmou que ele “chegou agora na comissão”, o que levou Chico a afirmar: “Cheguei aqui agora, mas não cheguei agora na vida”.

Outros deputados defenderam um novo depoimento de Dantas, entre eles Ivan Valente (PSOL-SP). Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), do PSOL, profissionais liberais, entre outros simpatizantes de Protógenes acompanharam o depoimento, muitos com camisetas onde se lia: “Protógenes contra corrupção”. Leia o resto do artigo »

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