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Blog do Desemprego Zero

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O modelo Collor-FHC

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Wladimir Pomar*

Desde que o Brasil ingressou fortemente na industrialização, na Era Vargas, houve um pacto entre os capitais estatais e os capitais privados, tanto nacionais quanto estrangeiros. Ao longo do tempo, o grau de participação do capital estrangeiro variou, seja em decorrência de problemas internacionais, seja devido a movimentos sociais pela estatização de setores econômicos, seja ainda por disputas internas entre os próprios segmentos capitalistas.

O período JK, como vimos, foi marcado por um ingresso intenso de capitais estrangeiros, embora acompanhado pelo fortalecimento relativo dos capitais estatais e privados nacionais. O regime militar, nascido com um forte discurso anti-estatal, paradoxalmente ficou marcado por uma abertura ainda maior à entrada de capitais externos (em 1985, a participação estrangeira na produção industrial havia se elevado a 31%), mas também por um intenso processo de criação de novas estatais. Leia o resto do artigo »

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Abril é mês chave para a revisão do Tratado de Itaipu

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior 

Há mais de cinco anos o Tratado de Itaipu é contestado pelo Paraguai, o que se intensificou com a eleição de Fernando Lugo em abril do ano passado. As contas públicas do país vizinho mantêm elevada dependência da venda de sua cota de energia para o Brasil. No governo Lugo, essa demanda assumiu força de promessa de campanha. O país vizinho passou a exigir do Brasil a flexibilização da regra que obriga o Paraguai a vender seu excedente de energia ao sistema brasileiro.

Por Clarissa Pont

Abril é o mês crucial para o desenrolar do impasse entre Brasil e Paraguai sobre a energia gerada pela hidrelétrica de Itaipu. Há três meses, o Brasil ofereceu um pacote ao país vizinho, como forma de compensar sua terceira resposta negativa ao pedido de alteração no Tratado de Itaipu. A resposta deve ser entregue pessoalmente pelo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, a seu colega Luiz Inácio Lula da Silva, durante uma visita oficial ao Brasil agendada para 29 e 30 de abril. Mesmo assim, evidências mostram que possivelmente o embróglio siga por todo este ano, prazo máximo dado pelo Paraguai para que a questão se resolva em âmbito bilateral. Depois, disso, o país já afirmou que pretende entrar em cortes internacionais para a revisão do contrato.

Clique aqui para ler na íntegra

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Sistema bancário do Brasil contribui para a exclusão social

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Estudo do Ipea mostra que a redução do papel do Estado concentrou renda de crédito

O Brasil tem um sistema bancário incompleto, que contribui para a concentração de riqueza e aumento da exclusão social. É o que mostra o estudo do Ipea divulgado por meio do Comunicado número 20 da presidência do instituto apresentado pelo presidente Marcio Pochmann em coletiva à imprensa realizada no dia 7 de abril, na sede do Ipea em Brasília.

Denominado “Transformações na indústria bancária brasileira e o cenário de crise” o estudo mostra que o esvaziamento do Estado no mercado financeiro brasileiro em nada beneficiou a inclusão social e a popularização bancária. A redução da quantidade de bancos em operação nos últimos onze anos contribuiu ainda para promover mais desigualdade regional. “Nos últimos dez anos houve uma transferência  de recursos que serviam de crédito para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil para uma maior concentração na região Sudeste”, apontou Pochmann.

Segundo o estudo, “ao contrário dos Estados Unidos, que combinou a redução na quantidade de bancos com ampliação do número de agências bancárias, o Brasil apresentou diminuição na quantidade tanto de bancos como no número de agências.”

Em 2007, por exemplo, o país possuía somente 156 instituições bancárias, enquanto a Alemanha registrou 2.130 bancos e os Estados Unidos 7.282 bancos. A principal fase de redução da presença dos bancos públicos no Brasil ocorreu entre 1995 e 2001, com uma breve interrupção entre 2001 e 2003, quando voltou novamente a perder importância relativa no total de ativos bancários. Em 2007, o Brasil tinha menos agência por brasileiro do que na década de 80, quando havia, para cada agência, cerca de 8 mil brasileiros.

A diferença regional indicada no estudo é alarmante quando se pensa em desenvolvimento de médio e longo prazo no país. “Nas regiões Norte e Nordeste, por exemplo, a relação da população por agência chega a ser quase três vezes maior do que nas regiões Sul e Sudeste”. Entre 1996 e 2006 as três regiões acumulam uma perda de 41,4% na participação relativa no total de crédito.

O custo de crédito para a população e para as atividades econômicas é alto no Brasil. Leia o documento…

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The Quiet Coup

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2009

by Simon Johnson

The crash has laid bare many unpleasant truths about the United States. One of the most alarming, says a former chief economist of the International Monetary Fund, is that the finance industry has effectively captured our government-a state of affairs that more

typically describes emerging markets, and is at the center of many emerging-market crises. If the IMF’s staff could speak freely about the U.S., it would tell us what it tells all countries in this situation: recovery will fail unless we break the financial oligarchy that is blocking essential reform. And if we are to prevent a true depression, we’re running out of time.

(…) the biggest obstacle to recovery, is almost invariably the politics of countries in crisis. Emerging-market governments and their private-sector allies commonly form a tightknit-and, most of the time, genteel-oligarchy, running the country rather like a profitseeking company in which they are the controlling shareholders. In a primitive political system, power is transmitted through violence, or the threat of violence: military coups, private militias, and so on. In a less primitive system more typical of emerging markets, power is transmitted via money: bribes, kickbacks, and offshore bank accounts. Although lobbying and campaign contributions certainly play major roles in the American political system, old-fashioned corruption-envelopes stuffed with $100 bills-is probably a sideshow today, Jack Abramoff notwithstanding.

Instead, the American financial industry gained political power by amassing a kind of cultural capital-a belief system. Once, perhaps, what was good for General Motors was good for the country. Over the past decade, the attitude took hold that what was good for Wall Street was good for the country.

Leia o artigo…

Simon Johnson, a professor at MIT’s Sloan School of Management, was the chief economist at the International Monetary Fund during 2007 and 2008. He blogs about the financial crisis at baselinescenario.com, along with James Kwak, who also contributed to this essay.

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Crise global abre uma nova porta para desenvolvimento

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil ( Enviado por Desenvolvimento em Foco)

Por João Paulo de Almeida Magalhães/Presidente do CED

De acordo com o economista João Paulo de Almeida Magalhães, presidente do Centro de Estudos para o Desenvolvimento (CED), a crise mundial criou uma oportunidade para definição de bases científicas para um novo paradigma de desenvolvimento nos países retardatários, sobretudo para os latino-americanos, que, como o Brasil, há décadas abraçaram o neoliberalismo e o chamado Consenso de Washington.

“A fórmula criada por Keynes resulta em políticas específicas, de curto prazo, para enfrentar uma grande crise, enquanto o desenvolvimento é de longo prazo. Precisamos gerar um novo paradigma científico, que contemple, não só o enfrentamento da crise, mas a questão do longo prazo”, enfatiza Magalhães, que está lançando, pela Editora Contexto, o livro *O que fazer depois da crise – a contribuição do desenvolvimentismo keynesiano*.

A publicação é produto de discussões promovidas no CED, ligado ao Conselho Regional de Economia (Corecon-RJ), envolvendo economistas que se classificam como neokeynesianos e novo-desenvolvimentistas. Leia o resto do artigo »

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Perigo à vista

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Fonte: Blog do Noblat (Enviado por Desenvolvimento em Foco)

Por José Dirceu*

O país precisa tomar consciência de que estamos remetendo para o exterior US$ 33,8 bilhões em lucros e dividendos (dados do próprio BC referentes a 2008), independente da dívida interna e seu serviço, que nos custou US$ 162 bilhões em 2008, graças as taxas de juros altas mantidas pelo BC, sem nenhuma necessidade real.

Para se ter uma idéia do crescimento registrado nas remessas de 2008, em 1993, enviamos US$ 2 bilhões e, em 2002, US$ 5 bilhões. Além desse montante, ainda enviamos em 2008, US$ 7,4 bilhões referentes a juros dos empréstimos; mais US$ 2,1 bilhões para pagamento de royalties e serviços; US$ 2,6 bilhões para pagamento de serviço de computação e informação; US$ 7,8 bilhões referentes a aluguel de equipamentos; e, por fim, US$ 10 bilhões de turismo e fretes. No total enviamos US$ 57,2 bilhões para o exterior, bem mais que o dobro de nosso saldo na balança comercial, de US$ 24,7 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Uma Proposta de Mudança no Modelo Macroeconômico Brasileiro Para os Pré-Candidatos à Presidência da República

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por José Luis Oreiro

Leia o trabalho…

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Luz no fim do túnel

Postado em 12 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Por Nouriel Roubini

Fonte: CartaCapital

O ritmo da contração da economia dos Estados Unidos vai desacelerar. Do tombo de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) registrado no primeiro trimestre deste ano, o fechamento de 2009 apresentará uma queda de 2%. O crescimento será tão pequeno, abaixo de 1% em 2010, com a taxa de desemprego em 10%, que tecnicamente o país já terá superado a recessão, mas o ambiente será de estagnação.

Na comparação com o consenso altista, que prevê aumento do PIB de 2% no terceiro e quarto trimestres deste ano, e o retorno ao crescimento potencial em 2010, minha análise é mais pessimista do que os economistas do mainstream. A queda de 2% do PIB no fim de 2009 é minha estimativa tanto para os EUA como para o restante do mundo. É uma pequena melhora, pois teremos então vivido uma séria recessão no formato de U e uma recuperação tênue em 2010.

Reza a lenda que o mercado acionário sempre antecipa o futuro. Nos últimos dezoito meses, tivemos seis fortes movimentos de baixa e os altistas sempre alardeavam que o início da recuperação estava próximo. Eles estavam totalmente errados, porque novas mínimas foram atingidas nas bolsas de valores. Como sempre fui considerado o Senhor Catástrofe, serei o primeiro a apontar que o fundo do poço só será atingido quando dados indicarem uma recuperação econômica sustentável e robusta.

A recessão ainda tem tons trágicos. Na Zona do Euro e no Japão, não há evidência de indicadores positivos. Nos EUA e na China, os dados estão bastante fracos. A ideia de que os preços das ações se comportam com base nas expectativas do que acontecerá em seis a nove meses é incorreta. Primeiro, já observamos seis fortes movimentos de baixa, sem indícios de que terão chegado a um fim. Em segundo lugar, um exemplo histórico. Em 2001, a recessão terminou em novembro, mas as ações continuaram a cair por mais dezesseis meses, até março de 2003, porque as empresas não conseguiram recuperar suas margens e as falências ainda aconteciam. Leia o resto do artigo »

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