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Blog do Desemprego Zero

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Desenvolvimento e industrialização do Nordeste pela eletroeletrônica

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2009

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Lançada a campanha “Morte ao Coponês”

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Blog de José Paulo Kupfer

Entre os pilares do neoliberalismo econômico destaca-se o protagonismo dos bancos centrais. As conseqüências relevantes desse fato estão sendo bem conhecidas agora, no cotidiano econômico, e, portanto, não é preciso perder muito tempo com a descrição do fenômeno e dos desastres que produziu.

Uma das mais esdrúxulas expressões desse protagonismo é o estilo desenvolvido pelos Bancos Centrais para comunicar suas decisões à praça. Forjou-se o mito de que a “coordenação de expectativas” a que os BCs deveriam se dedicar, incluía o recurso a uma linguagem cifrada, típica dos oráculos, presumivelmente só acessível aos iniciados.

A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), como se diria em coponês, superou as expectativas do contexto comunicativo anteriormente registrado, abrindo perspectivas relativamente ainda mais complexas do que a localizadas na mediana das atas publicadas para o entendimento de seus propósitos. Leia o resto do artigo »

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Lula vai soltar o Cacciola, roubar o erário agora pode…

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Desculpe, Dr Cacciola, tudo não passou de um lamentável equívocoFonte: Conversa Afiada

Saiu no Estadão, pág. B3:

“Socorro financeiro ganha carta-branca. Acordo entre PT (quá, quá, quá! – PHA) e PSDB (muito natural … PHA) dá poderes ao governo para defender bancos… (Acordo) permitiu a aprovação de uma emenda à Medida Provisória 449 que concede verdadeira anistia aos ministros de Estado, presidentes de Banco Central e demais funcionários públicos que estão sendo processados por tomar decisões em defesa da solvência dos bancos que o Ministério Publico considerou crimes contra  sistema financeiro … se o agente que praticou ato ilegal não pode ser condenado, quem se beneficiou dele também não. Cacciola, portanto, poderia pedir à Justiça o mesmo beneficio …”

Isso era o que Fernando Henrique Cardoso mais queria.

Ele fez o Proer e morria de medo de ir em cana.

Ele fez a privatização e, como no México, no Peru e na Argentina, podia dar um bolo danado. Leia o resto do artigo »

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ENTREVISTA: AÉCIO NEVES

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Gobernador de Minas Gerais y aspirante a la presidencia brasileña

“Debemos decidir qué Brasil queremos después de Lula”

Fonte: EL PAIS (Espanha)

FERNANDO GUALDONI – Madrid – 08/05/2009  

El panorama político brasileño está revuelto. El 25 de abril, la superministra Dilma Rousseff, mano derecha del presidente Lula y aspirante a sucederle, reveló que padecía cáncer. Se le extirpó un tumor del sistema linfático y ahora debe someterse a quimioterapia. Rousseff, que tiene 61 años, no trabaja menos de 15 horas al día. Tiene a su cargo el ambicioso programa de crecimiento económico para evitar que la crisis se cebe con Brasil y desde hace unos meses una campaña electoral en marcha. La preferida de Lula para abanderar el Partido de los Trabajadores (PT) tiene mucho terreno que remontar frente al socialdemócrata José Serra -alcalde de São Paulo- y el socialista Ciro Gomes.

Neves disputa a José Serra la candidatura de la socialdemocracia

“No creo que lo que le ha pasado a Dilma cambie, de momento, el panorama electoral. (…) El partido de Lula ha cerrado filas de inmediato en torno a Dilma”, explica Aécio Neves, gobernador del poderoso Estado de Minas Gerais -es la tercera región más rica y representa el 10% del PIB nacional-, durante su reciente visita a Madrid. Como Serra, también aspira a ser el candidato del Partido Socialdemócrata de Brasil (PSDB) para la presidencia. El gobernador es cauteloso al hablar de Dilma, y es que tal vez él, mejor que nadie, entiende los efectos de un problema de salud sobre la carrera política. Es nieto de Tancredo Neves, el primer presidente electo de Brasil tras 20 años de dictadura. En 1985, un día antes de asumir el cargo, Neves cayó enfermo hasta su muerte. En su lugar gobernó el vicepresidente José Sarney, que lo hizo hasta 1990.

La enfermedad de Rousseff disparó inmediatamente el rumor de que una parte del PT iba a reavivar la campaña para reformar la Constitución y permitir a Lula un tercer mandato, una tentación que ronda en la región en países como Bolivia, Colombia, Ecuador y en la que Venezuela ha caído con creces. “Esto es improbable”, dice Neves. “Lula ha dicho que no se presentará para un tercer mandato y estoy seguro de que lo que dice es verdad”. “Ahora, sí creo que Lula volverá a competir por la presidencia”, afirma. Neves coincide con muchos analistas: Lula volverá para 2015.

Sin el presidente Lula y con la principal candidata en pleno tratamiento contra el cáncer, el PT sabe que tiene un problema. En Brasil nadie habla públicamente de reemplazar a Rousseff. Todo lo contrario, Lula le ha reafirmado su apoyo y sus rivales evitan politizar la enfermedad de la ministra. Pero lo cierto es que nadie en el PT desconoce que el tratamiento frenará la campaña de Rousseff, que aspiraba a llegar a fin de año con el 20% de intención de voto, casi el doble de la popularidad que tiene ahora.

De tener que hallar un reemplazo en el PT, quien más suena es Patrus Ananias, ministro de Desarrollo Social. Este paisano de Neves -ambos son de Belo Horizonte- tiene a su cargo Bolsa Familia, el principal programa social de Brasil y uno de los más grandes del mundo en su clase. Puesto en marcha en 2003, ya cubre casi a 10 millones de familias. Los beneficiarios obtienen una mensualidad y acceso a los derechos sociales básicos: salud, alimentación y educación. A cambio, las familias deben mantener a los niños y adolescentes en edad escolar en el sistema de enseñanza, mantener al día el calendario de vacunación, etcétera. El programa ha sido elogiado internacionalmente y muchos países estudian su implantación.

“Bolsa Familia es un programa de choque para reducir la pobreza. No se puede eternizar porque puede acabar creando un clientelismo político insano. Ahora tenemos que dar un paso más, lograr que esas personas se incorporen al mercado laboral, progresen por sí mismas…”, explica Neves. “Por eso, más que definir a un candidato para las elecciones del año próximo, lo que debemos decidir es qué Brasil queremos después de Lula. Esto es lo realmente importante”, añade. Leia o resto do artigo »

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O papel do BNDES no setor elétrico

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico

Por Cristiano Romero 

O BNDES tem desempenhado papel crucial na expansão do setor elétrico brasileiro. O banco é hoje o principal financiador de longo prazo do setor. De 2003 a junho de 2008, apoiou 210 projetos, liberando R$ 32,2 bilhões para um investimento total de R$ 54,5 bilhões. Apenas em geração de energia elétrica, ajudou na expansão de 15% da potência instalada do país. Dois fatos concorreram decisivamente para esse fato: a instituição de um novo marco regulatório para o setor, em 2004; e a adoção da modalidade de financiamento conhecida, na expressão inglês, como “project finance”.

 Nesse tipo de financiamento, o fluxo de caixa do projeto é a principal fonte de pagamento do serviço e da amortização do empréstimo. No financiamento corporativo tradicional, as garantias dos financiamentos são baseadas nos ativos dos investidores. Se estes não possuem ativos no valor exigido pelo financiador, o empréstimo não sai. O “project finance” é, portanto, ideal para viabilizar projetos de infraestrutura num país com escassez de capital, como o Brasil.

Antes, porém, é preciso fazer o dever de casa. O marco regulatório do setor elétrico, instituído pela Lei 10.848 e pelo decreto 5.163, ambos de 2004, procurou atrair investimentos tanto do setor privado quanto do público. Talvez, o ideal tivesse sido adotar um regime que estimulasse mais o investimento privado, dadas as limitações fiscais do Estado brasileiro, mas o fato é que o novo modelo, mesmo com suas imperfeições, deu previsibilidade ao setor elétrico, recuperou a capacidade de planejamento e garantiu a segurança do abastecimento, além de ter promovido a modicidade tarifária. Leia o resto do artigo »

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BCs precisam mais do que inflação como meta

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico 

Por Martin Wolf

A crise atual é o desastre da política monetária; esta pode ser a última chance para uma moeda fiduciária

O sistema de metas de inflação fracassou? Os bancos centrais na maioria das vezes escaparam de levar a culpa pela crise. Eles merecem isso?

Há pouco mais de cinco anos, Ben Bernanke, agora presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) fez um discurso sobre a “Grande Moderação” – o declínio da volatilidade da inflação e da produção nas duas décadas anteriores. Enfatizou também o papel benéfico de uma política monetária aperfeiçoada. As autoridades monetárias sentiam-se orgulhosas. O orgulho precedeu a queda. Hoje, elas estão às voltas com a recessão mais profunda desde os anos 30, um sistema bancário que sobrevive graças ao apoio do governo e sob o perigo de deflação. Como pode ter dado tão errado?

Não é uma questão de pouca importância. Por quase 30 anos, acadêmicos e autoridades monetárias tornaram-se cada vez mais confiantes de que haviam encontrado, no sistema de metas inflacionárias, o Santo Graal da moeda fiduciária (o dinheiro decretado pelo governo, sem lastro). Foi uma longa jornada, passando pelo padrão ouro do Século XIX, por meio do restabelecimento do padrão de câmbio ouro, nos anos 20; o caos monetário, da década de 30; o sistema de taxas de câmbio ajustáveis de Bretton Woods, nos anos 50 e 60; o fim da conversibilidade do dólar em ouro, em 1971; e as metas de inflação, nas décadas de 70 e 80. Leia o resto do artigo »

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Os neoescravocratas

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Osvaldo Russo*     

Segundo artigo disponibilizado no site da União da Indústria de Cana-de-açúcar (ÚNICA), “o maior grau de informalidade no mercado de trabalho temporário agrícola torna mais fácil que os fiscais do trabalho encontrem situações que, muitas vezes, são completamente exageradas em seu significado e rapidamente enquadradas como ‘trabalho escravo’ ou ‘condições análogas ao trabalho escravo’”, e que “o agricultor brasileiro tem estado muito sujeito à acusação de prática de ‘trabalho escravo’, o que se tornou mais frequente a partir de 2003, quando se intensificaram as fiscalizações trabalhistas na agricultura, especialmente nas Regiões Norte e Centro-Oeste”.

Em pleno século 21, é espantoso achar normal o trabalho escravo ou análogo e que, no seu combate, o governo exorbita de suas funções, o Ministério Público excede de suas prerrogativas e o Judiciário promove uma justiça de classe com sinal trocado no tempo, como se todos combinassem uma perseguição institucional conjunta aos “coitadinhos” dos fazendeiros que fazem o “favor” de “empregar” trabalhadores rurais “desocupados”.

As denúncias?sobre casos de trabalho escravo contemporâneo atingem?um recorde histórico no Brasil, de acordo com o relatório “Conflitos no Campo Brasil 2008“, elaborado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que registra 280 ocorrências?no ano passado.?Ao todo, os casos relatados pela CPT envolveram?sete mil trabalhadores, 86 deles crianças e adolescentes, tendo havido 5,2 mil libertações.  Leia o resto do artigo »

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Petróleo: restaure-se a moralidade

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Sergio Ferolla e Paulo Metri   

Nos jornais brasileiros, com certa freqüência, são publicadas matérias pagas, como se fossem artigos, assinadas por pessoas muito bem remuneradas, defendendo a não modificação da atual lei do petróleo. Dentre as muitas inverdades despudoradamente registradas, destacam, por exemplo, que as descobertas de petróleo depois de 1997, inclusive o pré-sal, são conseqüência da aprovação da “lei do petróleo” (n° 9.478), que substituiu a “lei do monopólio” (n° 2.004), de 1953, sancionada por Getúlio Vargas.

Na verdade, quem descobriu muito petróleo no Brasil, mesmo depois de 1997, foi a Petrobrás, com exuberante índice de acertos, graças aos desenvolvimentos tecnológicos conseguidos por uma equipe altamente capacitada. Considerando que a Petrobrás não seria esta empresa de sucesso se não tivesse existido o monopólio, a totalidade das descobertas depois de 1997 ainda é crédito da “lei do monopólio”, em que pesem os investimentos privados. Leia o resto do artigo »

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