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Blog do Desemprego Zero

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Subdesenvolvimento Sustentável – resenha do livro de Argemiro Procópio

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Resenha de do livro “Subdesenvolvimento Sustentável”, de Argemiro Procópio, por Fábio Albergaria de Queiroz.

Fonte: Meridiano 47 (29/01/2008)

Subdesenvolvimento sustentável, assim Argemiro Procópio sugestivamente descreve o modelo de desenvolvimento predominante na região amazônica compartilhada por Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Ao longo de sua exposição Procópio desnuda a realidade dos “oito amazônicos” ao apontar que a Hiléia, em pleno século XXI, ainda carrega consigo vários problemas estruturais, herança de um longo passado colonial.

Neste contexto, o autor nos apresenta a região como produtora de commodities e manufaturados com baixo valor agregado. Cita a mineração, a exploração madeireira e de metais preciosos, as redes do agronegócio da soja, da carne, do couro e, atualmente, da cana-de-açúcar como protagonistas do “continuum da sustentabilidade do subdesenvolvimento em novas versões da economia colonial nos oito países amazônicos”. Leia o resto do artigo »

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Eleições americanas 2008: Obama abre vantagem sobre Hillary nas primárias democratas

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Obama obteve vitórias esperadas nesta terça-feira nos estados de Virgínia, Maryland e Washington (DC). O tamanho da diferença é que surpreendeu, ficando no topo das estimativas mais otimistas. É claro que Obama contou com uma numerosa população afro-americana Distrito de Colúmbia e a jovem população de Virgínia. Nesse cenário, o difícil é administrar as expectativas da campanha Hillary daqui para frente. A demografia do voto mostra que a campanha de Obama chegou aos eleitores mais fiéis à senadora democrata: mulheres brancas, eleitores mais velhos e latinos. Dessa forma, além de contar com o apoio dos negros e jovens, Obama começa a conquistar a base social de Hillary Clinton.  

Obama obteve 64% dos votos da Virgínia, contra 35% de Hillary. Na capital (DC),  a diferença foi de 75% para Obama e 24% para Hillary. E em Maryland, a diferença foi de 62% contra 35%.  Além de grande, a diferença mostra penetração de Obama no eleitorado mais fiel à Hillary Clinton: os latinos e mulheres brancas. Há uma clara migração de votos de grupos que constituem a base social de Hillary para a campanha de Obama. As previsões indicam uma vantagem de 100 delegados de Obama frente à Hillary, computando os votos prováveis dos “superdelegados”.   Leia o resto do artigo »

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BRASIL: Firme e cego RUMO À INSIGNIFICÂNCIA ECONÔMICA

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão *

As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.

E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »

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PARA LANGONI, CRISE AMERICANA NÃO DEVE CAUSAR IMPACTOS SIGNIFICATIVOS NO BRASIL

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – Numa entrevista concedida ao Jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes), o ex-presidente do Banco Central e economista da FGV-Rio, Carlos Langoni, afirmou que o Brasil tem condições de sair ileso da crise norte-americana. Segundo o economista, o FED (o Banco Central dos EUA) agiu com extrema competência, ao reduzir consecutivamente a taxa de juros daquele país, sinalizando ao mercado sua intenção em conter a crise originada no mercado imobiliário norte-americano.

Já no que concerne ao cenário interno, o economista ponderou que a situação é bem diferente de outros tempos. Para ele, a obtenção de superávits primários, a redução da relação entre dívida interna e PIB e o acúmulo de reservas internacionais devem ser suficientes para que o crescimento não seja significativamente afetado.

Ainda segundo Langoni, China e Índia desempenham um papel central neste processo, na medida em que o crescimento destes deve se contrapor à possível estagnação ianque. Apenas devemos acrescentar que o crescimento no país não será afetado, desde que nossa ilustre autoridade monetária não tenha mais um surto obsessivo inflacionário que a leve a um aumento dos juros, baseada nos seus cálculos esotéricos de hiato do produto.

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HOUVE MUITO DINHEIRO DA CIA PARA FHC !

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Fonte: SEBASTIÃO NERY da Tribuna da Imprensa

“Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”.

Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69. Leia o resto do artigo »

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Conceição volta a rugir

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A professora Maria da Conceição Tavares volta a conversar com o presidente Lula e adverte que o Brasil cometerá um erro crasso se vier a subir os juros diante da crise americana.

Fonte: IstoÉ Dinheiro (08/02/2008)

A aguerrida professora Maria da Conceição Tavares completará 78 anos no dia 30 de abril, está afastada da vida pública, mas nem de longe aposentou seu raciocínio cortante como uma faca. Não só se mantém atenta a tudo que acontece com a economia brasileira como dá sua opinião sempre que surge uma oportunidade. Foi o que fez no dia 31 de janeiro, quando aproveitou rápida passagem por Brasília para agendar uma visita ao presidente Lula. “Encontrei-o com uma cara ótima e de bem com a vida. Pareceu-me tranqüilo com a economia”, disse ela à DINHEIRO, na véspera do Carnaval. Conceição gostou do que viu e saiu do Palácio do Planalto confiante de que o governo não vai recuar no ritmo de seus investimentos. “Não estou pessimista. Gostei de ver os investimentos em infra-estrutura. O PAC vai muito bem, nas mãos competentes dessa menina Dilma Rousseff.” Leia o resto do artigo »

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A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 A ECONOMIA MUNDIAL E O PESSIMISMO DO G7

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O encontro dos ministros da Economia do G7 em Tóquio foi o suficiente para que o mundo se dê conta de que mesmo as grandes potências não têm tanta convicção do caráter passageiro das conseqüências da crise imobiliária nos EUA.

Segundo analistas, apenas uma ação econômica coordenada pode ajudar a reverter a profundidade da crise. De fato, a extensão da crise só será conhecida na medida em que as instituições financeiras apresentarem as perdas nos seus balanços decorrentes de operações de crédito no mercado subprime.

Além disso, a própria atuação do FED (Federal Reserve Bank) tem limites, especialmente num ambiente de liberalização da conta financeira. Neste contexto, a correlação de forças entre a autoridade monetária e o mercado pende para o segundo pólo. Portanto, mesmo o esforço dos Bancos Centrais pode ser inócuo, caso a percepção das grandes instituições financeiras as levem a enxugar a liquidez para os investimentos. Neste caso, o desastre pode ser inevitável.

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Barack Obama vence Hillary Clinton nas primárias após a superterça

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

As primeiras primárias após a superterça confirmaram a curva ascendente do candidato Barack Obama. Neste sábado, eleitores de 04 (quatro) estados escolherem os candidatos democratas nas primárias. Em Nebraska, Obama venceu Hillary com 68% dos votos, contra 31% da adversária. Também em Washington, Obama teve 68% dos votos, contra 32% de Hillary. Em Louisiana, a vitória de Obama foi de 55% contra 38% da adversária. Nas Ilhas Virgens, Obama teve quase 90% dos votos, e levou os três delegados do pequeno arquipélago.

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