Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – A Bovespa registrou nesta segunda-feira uma queda acentuada de 3,02%, resultado do péssimo desempenho apresentado por algumas instituições financeiras e da divulgação de dados da economia norte-americana, especialmente o maior número de fechamento de postos de trabalho desde 2003.
Como conseqüência, o índice Bovespa caiu para 59.999 pontos e o dólar voltou a subir, atingindo R$ 1, 706. Dois fatos devem ser salientados. Em primeiro lugar, a fragilidade da economia brasileira frente a uma significativa crise internacional. De certo, alguns “fundamentos” da economia melhoraram, mas não necessariamente terão o mesmo comportamento num ambiente de reversão de ciclo. Por exemplo, exaltar o nível das reservas internacionais num regime de câmbio flexível parece uma insanidade, dado que as mesmas podem virar pó em pouco tempo.
Ademais, a volatilidade da taxa do câmbio é exacerbada em momentos de incerteza. Como a autoridade monetária não tem por objetivo influenciar o patamar ou sequer a volatilidade deste preço-chave, pode-se ao longo do tempo minar ainda mais nossa competitividade externa e comprometer a estabilidade financeira. Portanto, o resultado de uma crise internacional num país com regime de câmbio flexível e conta financeira liberalizada pode ser pior do que o imaginado.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Sylvia Ubal, Barómetro Internacional, 08/03/2008
Publicado originalmente no site Rebelión
Os cinco maiores países guardiães da paz são, além disso, os principais fabricantes de armas – Alemanha, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia – os que têm direito de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas e de quase todo material militar utilizado nos conflitos e em violações de direitos humanos no mundo inteiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Paulo Vinícius*, 05/03/2008
Publicado originalmente no Portal Vermelho
”Não se pode confiar no imperialismo nem um tantinho assim, nada!” (Che Guevara) (1)
É muito comum a nossa mídia hegemônica apelar à desinformação e à mentira descarada. A mídia peca, no entanto, por considerar-nos incapazes de pensar por nós mesmos. Engana-se. É cada vez mais possível identificar a manipulação e as mentiras, é possível enfrentá-las, e cresce, graças à internet e aos meios alternativos – inclusive televisões como a Telesur e a Al Jazeera – a possibilidade de desmascarar as manipulações. Com estas opiniões, busco coletivizar com os leitores informações fundamentais para entender o presente conflito na região Andina, envolvendo diretamente Colômbia e Estados Unidos de um lado, e Equador e Venezuela de outro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado no Jornal do Commercio, de 06/03/2008
* Paulo Metri
* Sergio Ferolla
De todo o petróleo consumido no mundo em 2006, 24,1% se destinaram a satisfazer às vorazes necessidades dos Estados Unidos da América. Detendo esse país, no final desse ano, somente 2,5 % do total das reservas mundiais e sendo responsável por apenas 8 % da produção mundial, importaram 25,9 % do total comercializado no mundo no mesmo ano de 2006. Essa enorme dependência do petróleo estrangeiro, seu modelo predatório de desenvolvimento e sua política belicista traduzem a razão principal das calamitosas intervenções diplomáticas e militares que maculam a participação americana na história da humanidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
O PT recuou e aceitou ceder a presidência da CPI dos cartões corporativos à oposição. O cargo será ocupado pela senadora Marina Serrano (PSDB-MS). Já a relatoria será ocupada pelo deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). Enquanto os tucanos lutam para concentrar as investigações nos gastos do governo Lula, o PT defende a investigação dos gastos com cartões e contas correntes durante o governo FHC. Neste caso, teríamos a CPI do fim do mundo.
Economia
No plano econômico, o Copom manteve a taxa básica de juros, Selic, em 11,25% ao ano. A autoridade monetária parece despreocupada com o dólar no penhasco, enquanto as operações de arbitragem e especulação no mercado de derivativos de câmbio deslancham. Competitividade externa e crescimento econômico são termos ignorados pelo nosso Banco Central.
Internacional
O fato mais relevante da semana foi a morte do guerrilheiro Raúl Reyes, pelo exército colombiano, em território equatoriano. O assassinato de reyes abriu uma crise sem precedentes na América do Sul. A OEA condenou a Colômbia, que desrespeitou a soberania do Equador, ao ignorar a inviolabilidade do território vizinho. O presidente Rafael Correa faz um giro pela América do Sul para angariar apoio. Uribe, com o auxílio da mídia conservadora, tenta desesperadamente deslocar o foco da tensão, com vistas a arrrasta o presidente venezuelano Hugo Chávez para o centro da crise (clique aqui para ler mais).
Nos EUA, as eleições seguem acirradas na disputa entre os democratas. Hillary venceu três das últimas quatro prévias e embolou ainda mais a disputa com o senador Barack Obama. Já o senador John McCain assegurou a indicação para disputar a Casa Branca pelo Partido Republicano. Ontem, ele recebeu apoio formal de Bush Jr. (clique aqui para ler mais).
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Blog do Nassif, 05/03/2008
A melhor análise sobre a crise Colômbia Equador foi de Merval Pereira, em “O Globo” de hoje (Clique aqui).
Também o Conselho para Assuntos Hemisféricos (Council on Hemispheric Affairs- Coha), uma ONG americana de tendência liberal fundada em 1975 que pretende “promover os interesses comuns no hemisfério” e encorajar “a formulação racional e construtiva de políticas para a América Latina”, especula sobre a possibilidade de o Comando Sul (USSouthcom), localizado em Miami, ter participado da operação. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Warren Buffett se tornou o homem mais rico do mundo investindo em ações exclusivamente americanas. Investimentos em outros países, derivativos, câmbio e moedas nunca foram a praia dele. Considerava esses investimentos arriscados. Só recentemente, com a pressão americana para induzir todos países a valorizarem suas moedas, ele passou a fazer alguns investimentos de especulação cambial, mas em países desenvolvidos.
Mas em 2007 o Real brasileiro foi o único investimento em moedas que ele fez.
Também pudera… Meirelles foi o mais obediente seguidor da nova política americana de desvalorizar o dólar para recuperar a competitividade das empresas americanas. O Brasil do Meirelles foi o país subdesenvolvido que mais valorizou nominalmente sua moeda em toda a história da humanidade!
Para Buffet era difícil de acreditar que era verdade, um dinheiro tão fácil e seguro dado de bandeja pelo presidente do Banco de Central de Boston. Não resistiu ao “canto de sereia”.
“Que ações o que, o negócio do século é títulos públicos brasileiros!” E ele ainda faz piada em seu relatório anual para os acionistas….
* Camila Hessel, 02/03/2008 Época Negócios
O maior investidor do mundo surpreende o mercado com o resultado da sua única aposta cambial em 2007: real versus dólar
O maior investidor do mundo surpreendeu o mercado financeiro nesta sexta-feira (29/2) ao anunciar que sua companhia lucrou cerca de US$ 118 milhões apostando no real contra o dólar. Ele não tem investimentos no Brasil e não se sabia que fosse familiarizado com os movimentos da moeda brasileira. Leia o resto do artigo »
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