Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira, um amplo plano de reforma de regulação do sistema financeiro que está sendo considerado a maior revisão do sistema desde a Grande Depressão da década de 30. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.
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Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Marli Olmos
Do Valor (11/12/09):
Chevrolet Volt, exposto no American International Auto Show: a General Motors renova ambições com seu carro elétrico, depois da experiência frustrada de 1996
Como numa trama policial, no filme “Quem Matou o Carro Elétrico?” buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (“electric vehicle”), um automóvel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Califórnia em 1996. O documentário aponta quatro suspeitos pelo “assassinato”: as companhias petrolíferas, por motivos óbvios; a indústria automobilística, que estaria mais interessada nos lucrativos carrões movidos a combustão; as baterias, que, além de caras e pesadas, limitavam a autonomia; e o próprio consumidor, que, menos envolvido com a causa ambiental na época, não estava disposto a pagar por um veículo mais caro.
Lançado em 2006, o filme americano causou polêmica por exibir testemunhos de consumidores, políticos, ambientalistas e dirigentes das montadoras. Nos dias de hoje, no entanto, se alguém se interessasse em produzir um filme sobre o mesmo tema a história seria outra. O veículo movido a eletricidade certamente ganharia papel de herói, em substituição ao vilão do motor poluente, acusado como um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
O financiamento de ações de combate às mudanças climáticas em países em desenvolvimento é uma das principais lacunas do rascunho de acordo apresentado na manhã desta sexta-feira em Copenhague. Clique aqui para ler mais na BBC Brasil.
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Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: Folha Online
Uma nova desgraça foi acrescentada aos futuros malefícios do aquecimento global. Além de poder causar declínio na produção de alimentos e aumentar o nível do mar, a mudança no clima também vai incentivar mais guerra na África.
Baseado na história recente de conflitos e temperatura, um estudo feito por pesquisadores nos Estados Unidos indica que em 2030 a incidência de conflito na África ao sul do deserto do Saara será 54% maior, resultando em adicionais 393 mil mortes em combate. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Paul Krugman
Fonte: Jornal da Ciência (08/12/2009)
Talvez eu seja ingênuo, mas estou otimista em relação às discussões climáticas que começaram a acontecer em Copenhague. O presidente Obama agora diz que pretende discursar no último dia da conferência, o que sugere que a Casa Branca acredita em progressos reais.
Também é animador ver países em desenvolvimento – como a China, maior poluidora do planeta – concordando, pelo menos em princípio, de que devem fazer parte da solução.
Claro que, se tudo for bem em Copenhague, os suspeitos de sempre vão enlouquecer.
Vamos ouvir que o aquecimento global é uma grande conspiração científica, como é o caso dos e-mails roubados que mostram, bem, mostram que cientistas são humanos também, mas deixa para lá. Também vamos ouvir reclamações de que as políticas de combate às mudanças climáticas vão destruir empregos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Durante entrevista coletiva conjunta com a chanceler alemã Ângela Merkel, o presidente brasileiro disse que se os Estados Unidos e a Rússia quiserem de fato pressionar um país já de “forte presença internacional” como o Irã, eles devem começar por diminuir de modo significativo os próprios arsenais nucleares. Já o Brasil, continuou o presidente, pode falar de cátedra, por ter na sua Carta Magna artigo que proíbe a construção de armas nucleares. O artigo é de Flávio Aguiar.
Por Flávio Aguiar – Cobertura compartilhada: Rede Brasil Atual/Revista do Brasil – Carta Maior
“Quem tem moral para falar com o Irã é o Brasil”: essa declaração do presidente Lula, em sua visita oficial a Berlim, contem algumas das palavras-chave de sua presença na capital alemã. Ela surgiu durante a entrevista coletiva que ele e a chanceler (equivalente ao cargo de primeiro-ministro) Ângela Merkel deram no prédio da chancelaria alemã, perante quase uma centena de jornalistas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, rejeitou na quinta-feira a ideia de que as taxas de juro baixas dos EUA estavam ajudando a alimentar a especulação externa e potencialmente inflando perigosas bolhas de novos ativos. Respondendo a perguntas em sua audiência de confirmação no Comitê Bancário do Senado, Bernanke disse efetivamente que se outros países estavam preocupados com o caso, que era problema deles. “Não é responsabilidade dos Estados Unidos assegurar que não haja distorções nas economias de todo o mundo”, disse Bernanke. “Eu acho que é preciso ser entendido que a política monetária dos Estados Unidos se destina a tratar problemas tanto financeiros como econômicos nos Estados Unidos”. No início deste mês, um alto funcionário chinês acusou o compromisso do Fed de manter as taxas dos EUA baixas por um longo período, juntamente com o dólar fraco, de estar criando um “novo risco sistêmico” para a economia global. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por MICHAEL PETTIS
Da Folha (03/12/2009):
Os países que não puderem desvalorizar suas moedas para se manter competitivos vão reagir com protecionismo
A DECISÃO do Vietnã de desvalorizar sua moeda em 5%, a fim de se proteger contra a subvalorização do yuan, e a resposta da Tailândia e de outros países asiáticos sugerem que talvez já se tenha tornado impossível impedir um conflito comercial mundial. Enquanto um grupo de países tenta ganhar ou manter vantagem comercial via manipulação da taxa de câmbio, os precedentes históricos sugerem que as nações que não forem capazes de promover desvalorização reagirão por meio de protecionismo -e, como consequência, o comércio mundial sofrerá.
Nos anos 30, muitas das grandes economias, mas não todas, impuseram restrições draconianas ao comércio internacional, que resultaram em uma severa contração dos intercâmbios comerciais e quase certamente retardaram a recuperação mundial. Já se sabia que o colapso do comércio internacional só agravaria a crise, mas ainda assim os países adotaram um comportamento que foi pior para todos. Leia o resto do artigo »
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