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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Internacional':

Consenso da OEA para resolução da crise entre Equador e Colômbia

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

OEA rechaça incursão colombiana e exige pedido de desculpas ao Equador

Fonte: Agência Brasil

Os ministros de Relações Exteriores membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) – reunidos após o conflito estabelecido entre Equador e Colômbia – chegaram, na noite de segunda-feira (17), a uma resolução consensual que inclui o “rechaço” à incursão militar colombiana em território equatoriano no último dia 1º, além de um pedido de desculpas de Bogotá (capital da Colômbia) à Quito (capital do Equador). As informações são da agência Telam.
Os Estados Unidos – que haviam se manifestado a favor da ação militar promovida pelo presidente colombiano Álvaro Uribe – apenas apoiaram a decisão da OEA após o pedido expresso do governo da Colômbia.
O acordo reforça ainda o compromisso, por parte de todos os países membros, de combater “grupos irregulares ou organizações criminais”, incluindo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Após 15 horas de reunião na sede da OEA, em Washington, os participantes aprovaram a resolução por unanimidade e as principais partes envolvidas – Colômbia e Equador – afirmaram sair vitoriosas do encontro.
“É um êxito completo para a Colômbia”, avaliou o chanceler colombiano, Fernando Araújo. “É um triunfo para o Equador”, destacou a chanceler equatoriana, María Isabel Salvador.

OEA chega a consenso sobre crise entre Colômbia e Equador

Fonte: Folha online

A OEA (Organização dos Estados Americanos) conseguiu chegar a um consenso nesta terça-feira sobre a resolução com a qual pretende encerrar a crise entre Colômbia e Equador.

Os dois países entraram em crise no dia 1º de março, após a incursão colombiana no Equador em uma operação contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), na qual morreu o número dois da guerrilha, Raúl Reyes, além de outras 24 pessoas.

Os Estados Unidos apoiaram a resolução, mas informaram que não apóiam o artigo quarto, referente à rejeição da incursão colombiana, porque considera que a Colômbia tem o direito de atuar em legítima defesa.

Ao término da reunião, a chanceler do Equador, María Isabel Salvador, qualificou de “claro triunfo” o texto da resolução aprovado pelos ministros das Relações Exteriores da América, e afirmou que seu país “avaliará” o restabelecimento das relações diplomáticas com a Colômbia quando considerar oportuno.

A resolução rejeita a incursão das forças militares em território equatoriano, por considerar que constitui uma clara violação dos artigos 19 e 21 da Carta da OEA, e reitera o firme compromisso de todos os Estados-membros de combater as ameaças da segurança.
O documento “acolhe positivamente” a Declaração dos Presidentes do Grupo do Rio sobre a crise, e destaca sua contribuição à distensão da situação e à aproximação entre as partes, com base no princípio do direito internacional.
A resolução reitera a plena vigência dos princípios do direito internacional de respeito à soberania, abstenção do uso ou ameaça do uso da força e não ingerência nos assuntos de outros Estados, que consta no artigo 19 da Carta da OEA.
Além disso, o texto destaca a plena vigência do princípio de soberania territorial e rejeita a incursão de forças militares da Colômbia em território do Equador.
Os chanceleres “registraram” o pedido de desculpas da Colômbia e o compromisso de que o incidente “não se repetirá em qualquer circunstância”. Leia o resto do artigo »

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Ponto de ebulição

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog do Nassif, em 20/03/2008

Entenda o que está ocorrendo.

1. Há uma imensa massa de capital especulativo circulando no mundo. Através de recursos de alavancagem (endividamento), de derivativos (que permite apostar apenas no diferencial de cotação) e operações estruturadas, sua capacidade ampliou-se desmedidamente. A conseqüência foi uma redução das taxas de juros internacionais e um aumento exponencial dos preços dos ativos.

2. Quando o dólar começou a despencar, esse capital financeiro procurou portos seguros onde se abrigar. O real foi uma mamata, com a liberdade total de fluxo, taxas de juros altíssimas e ganhos em cima da apreciação da moeda. Outros portos seguros foram as commodities.

3. À medida que se ampliou a crise americana, com o “subprime”, o Federal Reserve aumentou fortemente a liquidez da economia para impedir a recessão. Mais dinheiro colocado à disposição dos investidores e menos oportunidades de investimento nos Estados Unidos, por conta da recessão.

4. Esse dinheiro saiu correndo para commodities provocando o fenômeno do “overshooting” (radicalização do movimento pendular). Mas sempre através da interligação de mercados e das chamadas operações estruturadas (misturando vários ativos visando minimizar o risco). Leia o resto do artigo »

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CRISE NORTE-AMERICANA FAZ UNIÃO EUROPÉIA QUESTIONAR O LAISSER FAIRE

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes * – Paris

O diário francês Le Monde destaca esta semana (Clique Aqui para ler) uma reportagem que discute a controvérsia sobre os possíveis remédios para solucionar a crise financeira que se iniciou no mercado de crédito imobiliário norte-americano e que se alastra pelo mundo. Parece que mesmo os diários mais conservadores estão revendo suas posições liberais.

Além disso, muitos economistas têm feito coro ao dizer que a crise não pode se resolver por si mesma. Até mesmo o Fundo Monetário Internacional (FMI) avalizou a intervenção do Estado com vistas a evitar um colapso da economia mundial. Se por um lado os europeus, especialmente os alemães, têm ojeriza à inflação, por outro, os mesmos não esquecem os nefastos efeitos da quebra do seu sistema bancário no fim da década de 1920.

Portanto, a história se repete como farsa. Na época de bonança, os arautos do liberalismo e da ausência de Estado vociferam as possíveis benesses da não-intervenção. Já quando o cerco fecha, o Estado e a autoridade monetária são chamados ao jogo, como interventores e emprestadores de última instância, para salvar a quebradeira financeira.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

* Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Queda de commodities não preocupa Coutinho

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Arnaldo Galvão, de BrasíliaVALOR – 20/03/2008

Na avaliação do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a possibilidade de queda expressiva nas cotações das commodities está vinculada a um impacto muito forte da recessão americana no mercado asiático. Mas sua visão é otimista. “É possível que haja algum efeito sobre o sistema asiático, mas ainda assim uma redução de preços de commodities moderada apenas retrocederia ao patamar de preços do ano passado. Tivemos aumentos continuados nos preços”, ponderou.

Mesmo na hipótese de algum impacto na balança comercial brasileira, Coutinho acredita que o Brasil tem condições de continuar crescendo num patamar alto. Na sua visão, a economia brasileira tem uma faixa de crescimento de 4,5% a 6,5% neste ano. Se a crise for mais séria, o ritmo será mais reduzido. Caso contrário, o crescimento poderá ficar perto de 6% se o país tiver capacidade de manter os investimentos em ascensão. “Criar oferta é o que assegura a compatibilidade de crescimento acelerado sem pressões inflacionárias. Por isso, a formação de capital e os investimentos devem ser priorizados”, explicou, após sair de encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com quem foi conversar sobre a política industrial. Leia o resto do artigo »

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O discurso em que Barack Obama encarou os temas raciais da campanha

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Vi o Mundo, Blog do Azenha, em 21/03/2008

Discurso de Barack Obama sobre questões raciais nos Estados Unidos, tido como decisivo desde que a campanha dele foi envolvida pela controvérsia causada por declarações do pastor que o introduziu ao cristianismo:

Nós, o povo, com o objetivo de formar uma União mais perfeita.”

Duzentos e vinte e um anos atrás, em um salão que ainda existe do outro lado da rua, um grupo de homens se reuniu e, com estas palavras simples, lançaram a improvável experiência em democracia dos Estados Unidos. Agricultores e estudiosos; estadistas e patriotas que atravessaram um oceano para escapar da tirania e da perseguição religiosa finalmente leram sua real declaração de Independência numa convenção da Filadélfia que atravessou a primavera de 1878.

O documento que eles produziram eventualmente foi assinado, mas nunca concluído. Foi manchado pelo pecado original desta nação, a escravidão, uma questão que dividiu as colônias e levou a convenção a um impasse até que os fundadores decidiram permitir que o comércio de escravos continuasse por ao menos mais vinte anos, deixando qualquer resolução final para as futuras gerações.

Naturalmente, a resposta para a questão da escravidão já estava contemplada em nossa Constituição – uma Constituição que tinha em seu núcleo a igualdade dos cidadãos diante da lei; uma Constituição que prometeu ao povo liberdade, justiça e uma união que poderia e deveria ser aperfeiçoada com a passagem do tempo.

E ainda assim palavras em um pergaminho não foram suficientes para livrar os escravos da servidão, ou garantir a homens e mulheres de todas as cores e credos seus direitos e obrigações como cidadãos dos Estados Unidos. Seriam necessárias gerações sucessivas de americanos dispostos a fazer sua parte – através de protestos e lutas, nas ruas e nos tribunais, em uma guerra civil e com desobediência civil e sempre correndo grande risco – para reduzir a distância entre a promessa de nossos ideais e a realidade de seu tempo. Leia o resto do artigo »

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As rendas oclusas

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’Araujo*

É constrangedor buscar evidências dos nossos próprios erros nas experiências de outros países. Quem tiver curiosidade, pesquise na pagina do Departamento de Energia dos Estados Unidos* o valor das tarifas médias de energia elétrica dos seus 55 estados. Escolhendo dois exemplos, poderá verificar que elas podem ir desde os US$ 65,30/MWh do Oregon até os US$ 154,50/MWh de Massachussets, uma relação de 1: 2,36, mais do que o dobro.

A ANEEL não fornece a informação por estado, mas a nossa menor tarifa média é a da região Sul com R$ 224,56/MWh. A maior é a da região Centro-Oeste com R$ 284,71/MWh. A relação aqui é de 1:1,26 e, infelizmente, nossa tarifa está mais para Massachussets do que para o Oregon.

Afinal, que mistério é esse? Como uma indústria que produz um serviço homogêneo como a energia elétrica é capaz de fornecer energia com preços tão diferentes? Mantendo a curiosidade no exemplo americano, o leitor poderá dar uma olhada no mapa da reestruturação dos setores elétricos por estado** para descobrir que, ao contrário da enganosa opinião dominante, apenas 14 dos 55 estados implantaram as famosas “reformas” mercantis que tiveram início na década de 90. Nos nossos exemplos, o Oregon está classificado sob o nome “reestruturação suspensa” e o caro Massachussets foi totalmente reestruturado pelo “mercado”.

Não é preciso ser nenhum Sherlock Holmes para entender a “cena do crime”. O Oregon é o estado onde estão localizadas as grandes usinas hidroelétricas do Rio Columbia, como a Grand Coulee (6.495 MW) ou a John Day (2.480 MW). Os americanos privatizaram suas hidroelétricas? De jeito nenhum! Além de não venderem, elas pertencem ao “The United States Army Corps of Engineers” cujo escritório principal está no Pentágono. Principalmente, além de não transferirem a propriedade, não entraram no “canto da seria” da regulação natural via mercado, tão endeusada no nosso país. Chega a parecer ideológico, mas o fato é que, a maioria dos estados ainda prefere o velho conceito de serviço público, onde o preço é calculado pelo poder público como um adicional razoável ao capital investido descontada as amortizações. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 19/03/2008

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: Senadora ameaça deixar presidência da CPI mista dos cartões
O Globo Online: Picciani diz que Mantega aceitou mudança que beneficia o Rio na reforma tributária
O Estadão: Deputados lançam contra-ofensiva por mudanças nas MPs
Reuters Brasil: Tucanos ainda engatinham na realização de prévias
Último Segundo: Lula reclama de falta de informações precisas sobre o PAC

Economia

JB Online: Turismo gera 8,1 milhões de empregos em 2005
O Estadão: Petróleo fecha em queda de US$ 5, a maior desde 1991
Reuters Brasil: Queda de commodities apaga ânimo pós-Fed e Bovespa cai 5%
Último Segundo: Petróleo e minérios derrubam bolsas do Brasil e de NY
Agência Carta Maior: O triplo pecado da grande banca privada

Internacional

JB Online: Governos chinês e tibetano dão versões diferentes sobre conflitos
O Estadão: Retirada do Iraque não pode comprometer avanços, diz Bush
Reuters Brasil: Espanha admite “erros” no tratamento a brasileiros
Correio da Cidadania: Fernando Lugo, a novidade paraguaia
Le Figaro: Cinq ans après l’invasion de l’Irak : Bush ne regrette rien

Desenvolvimento

O Estadão: Política industrial terá 50 medidas, diz Miguel Jorge
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC): Espanha mostra interesse em investir mais na Zona Franca de Manaus
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Falta de escola trava programas de renda
Projeto Brasil: Especialistas discutem aspectos da transposição
Vi o mundo, Blog do Azenha: Transgênicos para dominar agricultura

 

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Obama mostra que será um grande estadista: Ele capitaliza e inverte Efeito negativo do discurso do pastor!

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008

Comentada por Eduardo Kaplan e Gustavo Santos

“A indignação é real, é poderosa, e simplesmente pretender que desapareça, sem compreender suas origens só serve para aprofundar o abismo da compreensão que existe entre as duas raças”.

Ele consegue rejeitar o confronto que o tal pastor queria criar, talvez até para ajudar o Obama pelo possível instigamento do votos dos negros ou captando votos de brancos “com consciência pesada”. Diz ainda que as palavras do pastor foram de divisão e o que “precisamos é de união”. Rejeita, mas deixa claro que existe um abismo racial a ser transposto.

Barack Obama critica discurso de seu líder espiritual e defende união racial nos EUA

Do Globo online

O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA Barack Obama fez nesta terça-feira um contundente discurso sobre as divisões raciais explicitadas na corrida presidencial americana. O senador falou abertamente sobre o ressentimento entre brancos e negros no país e a controvérsia causada pelo discurso de um pastor negro ligado à sua campanha. Leia o resto do artigo »

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