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Blog do Desemprego Zero

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LE MONDE DESTACA DECLARAÇÃO DE LULA A FAVOR DOS BIOCOMBUSTÍVEIS

Postado em 17 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca, na primeira página de seu sítio na internet, a declaração feita pelo presidente Lula de que os biocombustíveis não são os vilões do aumento substancial no preço dos alimentos (clique aqui para ler a matéria).

 

Segundo Lula, não há nenhuma relação direta entre a produção de biocombustíveis e a crise do preço dos alimentos. Talvez o presidente desconheça o problema de escassez de terras. Além de impactar no preço dos alimentos, o projeto dos biocombustíveis reproduz a lógica do latifúndio, inimiga do desenvolvimento nacional, e da precarização das condições de trabalho. Ah, se Celso Furtado estivesse vivo….

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Estudo vê na China mais oportunidades do que ameaças

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Os países que se sentem mais ameaçados em relação à China devem “adotar políticas mais ativas de incentivo às indústrias, melhorias no campo fiscal e de infra-estrutura, maior integração entre os mercados e aproveitar as chances trazidas pela China”.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Sergio Leo

Vista como fonte de ameaças comerciais às indústrias dos países latino americanos, a China começa a ser encarada como fonte de oportunidades, que exigirá adaptação de empresas e governos. Há casos bem-sucedidos de empresas da América Latina que aprenderam a enfrentar a concorrência chinesa, e os governos têm de garantir as condições para que esses exemplos se reproduzam, aponta estudo recém-concluído pelo Centro de Desenvolvimento da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que será divulgado hoje (15/04), no Fórum Econômico Mundial, no México.

“Somos da geração de empresários atropelada pela China, ela já destruiu o que podia destruir”, comenta o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Juan Quirós, que, amanhã, participa de conferência fechada, no Fórum, sobre o crescimento da China como investidor mundial. “A China está se voltando ao próprio mercado interno, e trocando a ênfase na produção de manufaturas pelo foco na produção e exportação de serviços”, diz Quirós. “É melhor não nos dedicarmos a setores que a China vai enfocar, os serviços intensivos de mão-de-obra, como call centers.”

No discurso do setor privado e nos estudos que circulam pelo Fórum Econômico não se nega o perigo representado pela China, para os países da América Latina, mas empresários e analistas começam a explorar maneiras de aproveitar a consolidação do país asiático como motor do crescimento mundial. Leia o resto do artigo »

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STANDARD & POOR’S AMEAÇA REBAIXAR (?) NOTA DOS PAPÉIS NORTE-AMERICANOS

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – A empresa de classificação de risco Standard & Poor’s ameaça rebaixar a nota dos títulos de dívida pública do Tesouro norte-americano, sob o pretexto de um sobre-endividamento dos EUA. A ameaça, assim como seu pretexto, parece um tanto quanto inusitada, considerando o funcionamento do capitalismo e o papel diferenciado de sua maior potência.

 

O dinheiro exerce um papel central numa economia monetária. Este símbolo deve possuir os atributos de (i) meio de pagamento, (ii) unidade de conta na denominação de contratos e operações comerciais e/ou financeiras e (iii) reserva de valor, isto é, deve principalmente servir como instrumento de validação da riqueza geral produzida.

 

Na economia capitalista contemporânea, este papel é desempenhado pelo dólar, emitido pelo governo dos EUA. Tal privilégio faz com que o governo norte-americano tenha o poder de emitir títulos de dívida ilimitadamente, desde que as convenções corroborem o papel da moeda verde. Desta forma, enquanto o dólar ocupar a especial função de dinheiro do sistema, não faz sentido falar em sobre-endividamento, na medida em que o limite de endividamento é colocado pela vontade da autoridade monetária ianque.

 

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 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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FMI começa a ganhar nova cara

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Será que o FMI vai mudar sua postura e fazer uma política que realmente beneficie os países pobres?

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Rolf Kuntz

Preocupação com países pobres e regulamentação de mercado, pela primeira vez, ganham espaço nas discussões

O Fundo Monetário está de volta, disse na semana passada seu novo diretor-gerente, o ex-ministro francês Dominique Strauss-Kahn. Não foi uma bravata. A reunião de primavera deste ano, encerrada ontem, pode ter marcado uma virada na história da instituição. Pela primeira vez, o preço da comida e a situação de risco dos mais pobres foram postos em destaque na pauta de trabalho. Pela primeira vez, também, a regulamentação dos mercados ganhou mais peso nas discussões do que a supervisão das políticas de governos. O FMI começa a ganhar uma nova cara.

Nem tudo nessa mudança se deve ao novo diretor-gerente. Parte do impulso foi dada por seu antecessor, o espanhol Rodrigo de Rato, muito menos carismático, talvez mais conservador e condenado, quase certamente, a ser subestimado. Mas Strauss-Kahn, no posto há apenas seis meses, parece bem mais talhado para o papel da grande renovação.

De Rato havia definido o desafio: ajustar ao mundo globalizado o FMI, a antipática instituição especializada em servir remédios amargos a países vítimas de intemperança financeira. Esse papel tornou-se menos importante, no começo do século 21, quando os principais clientes de outros tempos, incluído o Brasil, pareceram ter tomado juízo e resolvido mudar de vida. Era cada vez mais claro o deslocamento dos problemas: os desafios passavam a situar-se muito mais nos mercados globais do que no interior dos Estados. Leia o resto do artigo »

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Perspectivas da economia chinesa

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

China e países emergentes asiáticos estão menos vulneráveis às turbulências dos países centrais, fenômeno recente mas aparentemente sustentável…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Por Wladimir Pomar

Os pessimistas e críticos das reformas chinesas, à direita e à esquerda, não acreditam que as economias da China e de outras nações asiáticas possam ter o mercado interno como foco central e “descolar-se” das crises dos países centrais. Para eles, isso não passaria de um mito.

Em parte, têm razão. No atual estágio da globalização, nenhum país tem condições de se “descolar” do resto do mundo. Porém, é fraco seu argumento de que, se a inflação nos países centrais recrudescer, não haverá como sustentar os preços das commodities, levando muitos emergentes ao desastre. No caso da China, o “desastre” seria o crescimento de seu PIB cair de 11% para 8% ao ano.

Tal “desastre” será um alívio para a China. Desde 1999, ela busca reduzir seu ritmo de crescimento, justamente para 8% a 6% ao ano, de modo a reduzir a pressão sobre seus recursos e sobre sua infra-estrutura, e evitar tensões inflacionárias e sociais. Com um crescimento desses, a China poderá continuar contribuindo para o crescimento global. Leia o resto do artigo »

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Da lama ao caos, do caos à lama: entendendo a dinâmica cíclica do capitalismo financeiro

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Daniel Negreiros Conceição*

Escrevo este ensaio para o blog “Desemprego Zero” em abril de 2008. Neste momento, o leitor deste blog deve estar, assim como eu, já cansado de ler e ouvir falar sobre a tal crise financeira que afeta a economia americana e se apresenta como ameaça para todas as economias do globo. Não é que o assunto seja enfadonho ou irrelevante. Muito pelo contrário! Devemos prestar especial atenção ao que acontece de extraordinário na maior economia do mundo. Esta verdade nós já deveríamos ter aprendido: neste mundo de mercados financeiros verdadeiramente globais, não é mais possível imaginar uma economia nacional imune aos efeitos de movimentos significativos em economias estrangeiras. Ilustrativo deste caráter global das crises financeiras modernas foi o fato de algumas das primeiras instituições a reportar perdas significativas em seqüência ao colapso do mercado hipotecário norte-americano terem sido bancos de investimento e governos municipais europeus.

Se realmente estiver a economia norte-americana caminhando para uma recessão profunda, a questão que se coloca para o Brasil e demais países do globo é como evitar que os efeitos sobre suas economias domésticas não sejam devastadores. Ainda que a bonança estado-unidense não signifique necessariamente progresso econômico em outros países, quando vai mal a maior economia do planeta normalmente vão mal as demais. Portanto, é mais que justificada a atenção recebida pela crise financeira americana da mídia e a enxurrada de comentários e opiniões sobre este fato produzidos por especialistas e/ou simples “achistas” no Brasil e em outros países. Entretanto, tem sido cansativo e frustrante acompanhar o que tem a dizer sobre esta crise a maioria destes analistas. Em geral, observo que a maioria tem errado completamente ao descrever os acontecimentos que levaram à crise. Descrevem esta crise como se fosse uma anomalia esporádica, produzida por razões externas ao sistema, na trajetória normalmente eficiente de mercados financeiros em que as decisões individuais de agentes racionais maximizadores levam ao ótimo coletivo paretiano. Porque a generalização leva quase sempre a injustiças, ressalto que nem todos os analistas econômicos foram infelizes ao comentar a crise financeira tendo identificado na própria dinâmica do capitalismo financeiro a razão para a ocorrência de momentos de maior fragilidade da economia a perturbações – reais ou simplesmente expectacionais – que somente então produzem retração econômica e desemprego crescente. Leia o resto do artigo »

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Americanos tramam apoio ao Golpe de 64

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Conversa gravada, em março de 1964, entre o então presidente dos EUA, Lyndon Johnson, e o seu subsecretário de Estado, George Ball, revela participação e apoio do país ao Golpe de 64 ocorrido no Brasil…

*Por Elizabeth Cardoso

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Q65Pz-sFci8]

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Quando o livre mercado pede socorro

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Para atenuar a crise americana o governo deve intervir, de modo a evitar uma recessão maior.

Por Katia Alves

Publicado no:Valor

Por Cristiane Perini Lucchesi

“Agora somos todos keynesianos”. A famosa frase – dita pelo monetarista Milton Friedman em 1965 à revista “Time” e pelo ex-presidente americano Richard Nixon ao acabar com o padrão ouro, em 1971 – está de volta à ordem do dia. Afinal, o livre e desregulamentado mercado dá sinais de fraqueza inconteste e tem pedido cada vez mais a ajuda do Estado. A inadimplência nas hipotecas americanas gerou uma crise de solvência entre os bancos dos países ricos que foram, pouco a pouco, socorridos pelos diversos governos.

A necessidade de ampliação dos gastos públicos para evitar uma recessão maior passou a ser defendida por personalidades tão díspares quanto o presidente americano George W. Bush, passando por seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, e pelos candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Barack Obama. Bancos centrais, governos e até mesmo instituições financeiras privadas passaram a discursar em favor de mudanças na regulamentação para o sistema financeiro e de melhorias na atuação de entidades regulatórias em todo o mundo.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o ministro da Economia, Alistair Darling, tiveram de explicar a nacionalização do Northern Rock em fevereiro, após o socorro público ao banco, com empréstimos que chegaram a 55 bilhões de libras esterlinas (US$ 109 bilhões). O presidente do Fed, Ben Bernanke, teve de ir ao Congresso na semana passada para justificar o empréstimo de US$ 30 bilhões feito para o JPMorgan comprar o quebrado Bear Stearns, aceitando como garantia justamente títulos chamados de “lixo tóxico”, vinculados a hipotecas. Leia o resto do artigo »

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