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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Internacional':

Japão se fecha e busca evitar que estrangeiros comprem empresas

Postado em 2 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O Produto Interno Bruto per capita do Japão foi o menor entre as nações do G-7 no ano de 2007, preocupados Japão volta a se fechar, no entanto, não é só o Japão que mostra tendências protecionistas: governos como os dos EUA, Alemanha e Austrália recentemente propuseram ou estabeleceram barreiras para investidores estrangeiros”.

Por Katia Alves

Por Andrew Morse e Sebastian Moffet

Publicado no Valor  

A fortaleza japonesa está de volta. Depois de anos de abertura para o investimento externo e aquisições, a segunda maior economia do mundo voltou a se encastelar. Muitas empresas resolveram ressuscitar as participações cruzadas, em que empresas sócias e até concorrentes compram fatias umas das outras para dificultar que sejam compradas por terceiros. Elas também adotaram em seus estatutos cláusulas de proteção contra aquisições. Ministérios do governo também se juntaram à festa, com tentativas de blindar indústrias consideradas estratégicas.

Essa atitude defensiva indica uma reviravolta importante no Japão. Há muito tempo que o país tem uma das economias mais fechadas entre os países desenvolvidos. Mas nos anos 90, durante a década de estagnação econômica no país, os investidores internacionais chegaram em bandos. O Japão permitiu que empresas locais tradicionais caíssem em mãos estrangeiras, entre elas a Nissan e o Long-Term Credit Bank of Japan, que hoje em dia se chama Shinsei Bank. Sob a liderança do antigo primeiro-ministro Junichiro Koizumi, no início desta década, o país permitiu que empresas estrangeiras comprassem companhias japonesas com suas próprias ações. A participação estrangeira no capital das empresas foi às alturas, de 4% em 1988 para 28% em 2006.

ora parece que a porta está se fechando novamente. Numa polêmica recomendação neste mês, o Ministério da Economia, Comércio e Indústria afirmou que o The Children’s Investment Fund, um fundo de hedge sediado no Reino Unido, não pode aumentar para mais de 9,9% a sua fatia na energética Electric Power Development, que já foi estatal. Leia o resto do artigo »

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Criação de falsos inimigos e manipulação da mídia ancoram ‘popularidade’ de Uribe

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Não adianta pretender esconder o sol com a peneira. A verdade é que as implicações da presidência da República com o paramilitarismo e o narcotráfico são cada vez mais evidentes”.

Por Katia Alves

Por Pietro Lora Alarcón

Publicado no Correio da Cidadania

A Corte Suprema da Justiça da Colômbia abriu uma investigação preliminar contra a presidenta do Congresso, e com ela já são 50 os investigados e ainda 28 presos do legislativo colombiano por ligações dos membros dos partidos que respaldaram o presidente Uribe com os grupos paramilitares ou esquadrões da morte. São acusados do desaparecimento, dos atentados e dos assassinatos de mais de 3000 pessoas, dentre sindicalistas, membros da oposição, estudantes e, em geral, militantes do movimento social colombiano.

Mal se recuperava a Colômbia da notícia quando se produz um novo fato: a detenção do primo do presidente, o senhor Mario Uribe, por seus vínculos também com o paramilitarismo. Horas mais tarde, o próprio presidente, antecipando-se a qualquer jornal, anunciou que foi acusado, como consta em uma investigação, pelo sr. Salvatore Mancuso, reconhecido chefe paramilitar, de participar dos preparativos de uma chacina realizada no município de El Aro, departamento de Antioquia, em 1997, que deixou um saldo de 15 camponeses mortos e a queima de seus lares e bens. Sobre o assunto e seus pormenores, consta o depoimento de outra pessoa, um ex-paramilitar, que também acusa o presidente e a seu irmão Santiago. Vale ler a recente edição em castelhano do The New Herald, facilmente acessível  pelo El nuevo herald, que outorga um destaque à notícia.  

Não adianta pretender esconder o sol com a peneira. A verdade é que as implicações da presidência da República com o paramilitarismo e o narcotráfico são cada vez mais evidentes. Quando o presidente tentou enquadrar a Corte Suprema, o presidente desse Tribunal respondeu energicamente que a Corte realiza seu trabalho, aplicando o Direito aos casos concretos que lhe são postos para decidir, com independência e imparcialidade. Leia o resto do artigo »

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ONU cria força-tarefa para combater crise dos alimentos

Postado em 30 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A força-tarefa irá estudar tanto medidas de emergência como de longo prazo para combater a crise causada pela alta acentuada no preço de alimentos como trigo e arroz”.

*Por Katia Alves

Publicado no BBC Brasil

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou nesta terça-feira, 29, o estabelecimento de uma força-tarefa das agências das Nações Unidas para apresentar soluções coordenadas para a crise provocada pelo forte aumento dos preços dos alimentos no mercado internacional.

“Nós consideramos que a dramática escalada nos preços dos alimentos se transformou em um desafio sem precedentes de proporções globais atingindo as pessoas mais vulneráveis, incluindo os pobres que vivem em centros urbanos”, diz o comunicado da ONU.

Segundo Ban, o mundo enfrenta o risco de fome generalizada, problemas relacionados à má nutrição e distúrbios sociais.

O anúncio foi feito após uma reunião de dois dias em Berna, na Suíça, com representantes do Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP), do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), de outras 20 agências da ONU, além dos presidentes do Banco Mundial, Robert Zoellick, e da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy. Leia o resto do artigo »

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O racismo separatista

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para o sociólogo Emir Sader, o atual cenário político da Bolívia é fruto de uma das modalidades que o racismo assume hoje em dia”.

Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

Por Emir Sader

Uma das novas modalidades que o racismo assume hoje em dia é o separatismo, forma de tentar delimitar os territórios da raça branca, apropriando-se privadamente de riquezas que pertencem à nação e ao seu povo. Nós já conhecíamos essas tentativas na forma de bairros ricos que procuram constituir-se como prefeituras próprias, para que os impostos que são obrigados a pagar por uma parte – a parte que não podem sonegar – das suas imensas riquezas, fiquem ali, aumentando os benefícios dos seus bairros entrincheirados, dentro dos quais procuram isolar e defender – com segurança privada, é claro – suas formas privilegiadas de vida.

Um fenômeno que inicialmente caracterizou cidades como Los Angeles e Miami, que agrupam em territórios comuns ou próximos setores muito ricos da população e outros muito pobres -com freqüência imigrantes-, foi se alastrando pela América Latina, conforme os estilos de vida miamescos e californianos das burguesias e classes médias altas do continente foram se espalhando. São reiteradas as tentativas, por exemplo, de bairros da Barra da Tijuca (que já foi caracterizada como “A Miami da América do Sul”) para conseguir aprovar, por meio de referendos, a separação das suas zonas residenciais da cidade do Rio de Janeiro.

Fracassaram sistematicamente, seja porque domingos de sol dificultam o quorum necessário para que a consulta tenha validade legal, seja porque os bairros pobres que estão em volta votam massivamente contra essas tentativas elitistas. Não há dúvida de que os moradores de bairros como Chacao, em Caracas, e outros redutos privilegiados de cidades latino-americanas alimentam sempre esse sonho racista e separatista. Leia o resto do artigo »

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No rastro da fome

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A alta dos preços dos produtos agrícolas tem provocado uma onda de protestos em todo o mundo, “(…)uma elevação pequena nos preços tende a ter um efeito dramático. Quem estava comendo melhor agora deverá comer menos. E quem não comia quase nada ficará sem comer. Passamos uma crise muito grave”, afirma Kofi Annan, ex-secretário-geral das Nações Unidas.

No Brasil, o efeito da crise é mais marginal, porque o país é um dos principais produtores mundiais de alimentos e ainda há a possibilidade de aumentar a produtividade devido a grande quantidade de terra disponível, mas é importante destacar que o Brasil tem um problema muito grave de infra-estrutura prejudicando o escoamento da safra.

Por Katia Alves

Para ler o artigo na íntegra clique em: Época (restrito para assinantes)

Por José Fucs

Como o Brasil pode aproveitar a alta dos preços dos alimentos para se transformar na maior potência agrícola do planeta

O ex-ministro do desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan, também ex-presidente do conselho de administração da Sadia, uma das maiores empresas do agronegócio do país, conta uma história pessoal para explicar a alta nos preços dos alimentos em todo o planeta. Furlan compara o preço da tonelada de soja com o de uma Coca-Cola e com uma diária do hotel Waldorf Astoria, um dos mais luxuosos de Nova York. Segundo ele, em 1965, quando viajou para os Estados Unidos com o avô, Atílio Fontana, o fundador da Sadia, uma diária no Waldorf Astoria custava US$ 35, uma Coca valia US$ 0,25 e o preço da tonelada de soja era US$ 180.

No início de 2006, antes da grande onda de alta dos alimentos, a diária mais barata do Waldorf tinha decuplicado, para US$ 350, e o preço do refrigerante havia subido seis vezes, para US$ 1,50. Enquanto isso, o preço da soja havia passado para US$ 200, apenas 10% acima do valor de 1965. Não é surpresa para ele, portanto, que o preço da tonelada de soja esteja hoje na faixa de US$ 500, mesmo que os demais preços – o do hotel e o da Coca-Cola – tenham se mantido estáveis nos últimos dois anos. Mas, apesar da alta recente da soja, o preço atual ainda é apenas 1,5 vez maior que o de 23 anos atrás, uma elevação bem inferior às do hotel e do refrigerante no período. “Durante 40 anos, os preços dos alimentos ficaram estagnados, enquanto todos os outros subiram”, afirmou Furlan a ÉPOCA durante o Fórum Econômico Global para a América Latina, realizado em Cancún, no México, com a presença de 500 empresários, consultores e autoridades regionais. “Uma hora eles também tinham de subir. Acho até que demorou.”

A história de Furlan sobre a soja pode ser aplicada, em maior ou menor grau, a diferentes produtos agrícolas, como o milho, o trigo, o arroz, a carne, o leite e também a seus derivados. De repente, nos últimos anos, os preços dos alimentos, que haviam caído em média 75% entre 1975 e 2004, segundo dados da Economist Inteligence Unit, começaram a subir – e até agora ainda não dão sinais de que o atual ciclo de alta está chegando ao fim. Mesmo em meio às perspectivas de desaceleração econômica global, em decorrência da crise no mercado imobiliário americano. De acordo com estimativas do Banco Mundial, o arroz deverá fechar o ano como o grande vilão dos alimentos, com uma alta acumulada de 52,3%, seguido pelo trigo, com 39,5%. Leia o resto do artigo »

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BRUXELAS PRESSIONA PARIS PARA REDUÇÃO DO DÉFICT. SARKOZY PENSA EM SUA SOBREVIVÊNCIA POLÍTICA

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – A União Européia ameaça impor punições à França, caso o país não adote medidas para reduzir seu déficit fiscal. O governo conservador da França diz que não pretende introduzir mudanças significativas na sua política fiscal. Ficam as questões: será que o neoliberalismo só vale para os outros? Será que é algo para inglês ver? Por que será que na hora de lutar pela sobrevivência política, mesmo os políticos conservadores jogam a cartilha neoliberal na lata do lixo? Questões que a imponente “Ciência” Econômica não consegue responder…

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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As serpentes de ouro de Medusa

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No Brasil, o neoliberalismo é um fenômeno principalmente ideológico, sem base na realidade social, esta ainda fortemente dependente de ações do Estado. É uma ideologia artificial, importada, descolada do processo sociológico. Como toda ideologia, funciona como instrumento de manipulação e de dominação.

José Carlos de Assis*

Fonte: Correio da Cidadania, 13 de Dezembro de 2007.

Creio ter sido um dos primeiros economistas políticos brasileiros a se dar conta, ainda nos anos 1980, de que o neoliberalismo não era um fenômeno puramente ideológico, mas o produto de uma realidade sociológica profunda que se exprimiu em maiorias eleitorais efetivas, sobretudo européias. É o que explica o deslizamento para a ala neoliberal mesmo de partidos tradicionalmente de esquerda, como trabalhistas ingleses (Terceira Via), socialistas franceses e social-democratas alemães.

Acredito que quem originalmente levantou a cortina sobre esse processo de fundo foi William Greider, em seu monumental The secrets of the temple, sobre a história do Banco Central estadunidense. Ele “sacou” que a maioria eleitoral que apoiou Reagan em 1979 era formada em grande parte de classes médias afluentes, indignadas com a perda de renda financeira oriunda da combinação entre inflação alta e juros baixos, prevalecente ao longo dos anos 1970, sobretudo depois da débâcle do sistema de Bretton Woods. Leia o resto do artigo »

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Paraguai não pode ser uma ilha entre as outras nações”

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado na: Carta Maior

Por Clarissa Pont

Em Assunção, Carta Maior conversou com Fernando Lugo, candidato apontado como favorito para vencer as eleições presidenciais no Paraguai. Para Lugo, é fundamental consolidar a identidade política e realizar um processo transformador dentro do país.

ASSUNÇÃO – Em um país onde a filiação ao Partido Colorado parecia ser sinônimo exclusivo de participação política, a coligação criada em torno do candidato Fernando Lugo garantiu, pela primeira vez em 60 anos, a dúvida sobre quem ganhará as eleições presidenciais deste ano. A Aliança Patriótica para a Mudança reúne sob uma mesma legenda nove partidos políticos e diversos movimentos sociais, sindicais e indígenas. O Partido Liberal Radical Autêntico, a segunda força partidária paraguaia depois da tradição colorada, forma esta frente com Federico Franco, candidato a vice-presidente.

As contradições entre a base popular que impulsionou a candidatura de Lugo e o partido do vice-presidente, para alguns, são capazes de inviabilizar um governo. De qualquer forma, Lugo e Franco estiveram juntos durante toda campanha e, em discursos, têm apoiado que a Aliança é uma força não apenas eleitoral, também política. Os dois candidatos seguem em primeiro lugar nas pesquisas de boca de urna realizadas esta manhã no Paraguai. Nesta entrevista, Lugo explica como se estabeleceriam as relações entre Brasil e Paraguai caso vença as eleições deste domingo e afirma que “pela primeira vez o país vive uma etapa importante da vida política, com características quase atípicas”. Leia o resto do artigo »

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