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Blog do Desemprego Zero

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Itaipu, liquidações e mercado livre

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’ Araujo*

O tema do preço da energia de Itaipu entre Brasil e Paraguai, independente das complexas questões de tratados bi-nacionais, é bastante didático. O assunto não é o tratado em si, mas é interessante lembrar alguns detalhes.

A construção da usina solucionou um impasse diplomático envolvendo Brasil e Paraguai numa disputa secular sobre a posse de terras na região do Salto de Sete Quedas que, hoje, está coberta pelo lago. Em 1962 pensou-se numa aliança para produzir energia, mas a solução só se efetivou em 1973 quando Brasil e Paraguai firmaram o Tratado de Itaipu. O governo brasileiro foi responsável pela obtenção de recursos para a obra. O padrão de financiamento de curto prazo de instituições financeiras e de bancos estrangeiros, comum na década de 70, sofreu muito com a alta dos juros da década de 80. O custo da usina é de aproximadamente US$ 1.000 por quilowatts instalados, ou cerca de US$ 14 bilhões. O preço atualizado, com os juros e a inflação em dólar do período, chega a US$ 16 bilhões. Em 1984 a usina entrou em operação e, após 50 anos, em 2023, com uma tarifa no entorno de R$ 75/MWh, a dívida terminará de totalmente quitada.

Apesar das cifras bilionárias, Itaipu ainda é uma usina barata, pois é uma das últimas cuja energia é calculada pelo seu custo. Se nenhuma manobra alterar o que foi acordado, daqui a 15 anos, essa energia é praticamente gratuita. Se o planeta não nos preparar nenhuma tragédia, Itaipu vai gerar energia para nossos netos por preços muitíssimo menores que qualquer outra opção.

Só que, para um país com os graves problemas sociais como o Brasil, seria um absurdo praticarmos tarifas que incentivassem consumos perdulários. A estratégia deveria ser outra. A vantagem de ter uma parte da energia barata é que se poderia apropriar a diferença para a formação de um fundo. Como Itaipu é capaz de gerar cerca de 80 TWh/ano, se apenas R$ 50/MWh fossem dirigidos à um fundo, só ela seria capaz de acumular 4 bilhões de reais a cada ano, um Bolsa Família.

Vejam como isso nos remete à questão dos preços e da apropriação de diferenças de preço em sistemas de base hídrica. O que ocorreu nos últimos anos no Brasil, governo Lula incluso, foi justamente a apropriação não pública desses diferenciais.

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MST: “Estamos solidários ao presidente Evo”

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O governo de Evo vem da tradição de lutas dos indígenas e camponeses. Temos certeza que os Estados Unidos estão por trás dessa campanha contra o presidente da Bolívia, afirmou o integrante da coordenação nacional do MST, João Paulo Rodrigues.”

*Por Luciana Sergeiro 

Publicado: Vermelho Online

Uma comissão formada por representantes do MST fez um ato em solidariedade ao presidente Evo em audiência com o cônsul da Bolívia, Jaime Valdívia, na tarde da segunda-feira (5), em São Paulo. Foi entregue também uma carta de solidariedade, que será enviada pelo consulado ao presidente. 

“Estamos preocupados com o processo conduzido por 80 famílias, tendo atrás empresas transnacionais, para prejudicar o governo de Evo Morales”, afirmou Valdívia. Segundo ele, a Bunge é uma das empresas envolvidas na campanha contra o governo Evo, que controla terras no país.

“O governo de Evo vem da tradição de lutas dos indígenas e camponeses. Temos certeza que os Estados Unidos estão por trás dessa campanha contra o presidente da Bolívia”, afirmou o integrante da coordenação nacional do MST, João Paulo Rodrigues. “Podem contar com as mais de um milhão de pessoas que fazem parte do MST, que estão solidárias com o presidente Evo”.  Leia o resto do artigo »

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Investimet Grade não era esperado para agora, segundo Estadão

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em bancos e consultorias em Wall Street, agitação e euforia :: TXT Estado
www.estado.com.br/editorias/2008/05/01/eco-1.93.4….

Em bancos e consultorias em Wall Street, agitação e euforia

Em uma instituição de Nova York, funcionários abriram champanhe

Patricia Campos Mello

Foi um dia de euforia e surpresa em bancos de investimentos e consultorias americanas que trabalham com o Brasil. “As pessoas começaram a berrar. Saiu o investment grade do Brasil, saiu o investment grade do Brasil!”, contou um operador de banco em Nova York. Em uma consultoria, o telefone tocou 10 vezes em menos de cinco minutos. Todas as ligações eram de clientes que queriam saber o impacto da promoção. Em um banco americano, os funcionários abriram uma champanhe para comemorar.

“Ninguém esperava que o grau de investimento fosse sair agora, a aposta é de que viria no fim do ano ou início do ano que vem”, disse Vitória Saddi, economista que coordena a área de América Latina na consultoria RGE Monitor, de Nova York.

Segundo Arturo Porzecanski, professor de Finanças Internacionais na American University, desde que o Brasil se tornou credor internacional, ao menos em algumas medidas, começou a se especular sobre a promoção a grau de investimento. Mas ninguém esperava que fosse ocorrer agora, no meio da crise global de crédito.

Ricardo Amorim, chefe de pesquisas para América Latina do banco West LB, acredita que a redução nos spreads (quanto o Brasil precisa pagar a mais de juros, em comparação com títulos americanos) não será significativa, porque a promoção já estava parcialmente “precificada”, ou seja, os investidores já embutiam nos preços a iminente promoção.

Para Amorim, o maior impacto será na atração de investimentos estrangeiros diretos, a médio prazo, além da grande valorização do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa).

Thomas Trebat, diretor do Centro de Estudos do Brasil da Universidade Columbia, comemorou o grau de investimento, mas demonstrou certa cautela. “Fiquei surpreso pelo timing, conceder o grau de investimento bem no meio de um ciclo econômico que está prestes a virar”, disse. Leia o resto do artigo »

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A ordem mundial segundo Keynes

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A resistência do então assessor da Coroa britânica à dominação econômica norte-americana, então emergente e hoje ameaçada, e suas receitas para países como o Brasil, poderiam ser uma fonte de inspiração para os dias de hoje.

James Galbraith*

Fonte: LMD Brasil

Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social.

Em 1944, no final da II Guerra Mundial, a Conferência de Bretton Woods criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O renome conquistado por John Maynard Keynes com suas retumbantes críticas ao Tratado de Versalhes de 1919 [1] e, em seguida, sua revolução teórica, em meados da década de 30, e suas inovadoras propostas para enfrentar a Grande Depressão, valeu-lhe a liderança da delegação britânica. Como relata Robert Skidelsky em sua trilogia [2], Keynes enfrentou a vontade do Tesouro norte-americano de impor à Grã-Bretanha, à beira da bancarrota, uma rigorosa dependência financeira. O presidente Franklin D. Roosevelt terminaria por resolver o problema por meio de um empréstimo prévio referente ao período de duração da guerra. Mas o assessor da Coroa britânica iria ter que enfrentar questões muito mais sérias para a ordem mundial daquela época. Sua resistência à dominação econômica norte-americana, então emergente, poderia ser uma fonte de inspiração até os dias de hoje.

Para o pós-guerra, Keynes imaginava um sistema em que as grandes nações não fossem obrigadas a colocar o cumprimento de acordos comerciais acima dos objetivos do progresso social, particularmente o do pleno emprego. Previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Este teria como principal mecanismo um creditor adjustment (ajuste de créditos) que iria impor sanções aos países com excedentes comerciais, e não àqueles em situação deficitária. Isso obrigaria os primeiros a optarem entre aceitar uma discriminação em relação a suas vendas comerciais ou ampliar a demanda de seus mercados internos para absorver mais importações. Paralelamente, os devedores teriam direito a uma linha de crédito num sistema de pagamentos internacional baseado num mecanismo de compensação e numa moeda de reserva mundial – o bancor.

Ordem inaceitável para norte-americanos

Ele previa a coexistência do livre comércio com um generoso sistema de proteção, garantido por instituições financeiras internacionais. Leia o resto do artigo »

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Estão fazendo do etanol um? bode expiatório?, diz UE

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Os biocombustíveis não solucionarão todos os nossos problemas, mas também não são os responsáveis pela fome. Usado de maneira correta, pode ser uma arma contra mudanças climáticas e até um seguro contra problemas de fornecimento de energia.”  alega a Comissária de Agricultura da União Européia (UE), Mariann Fischer Boel.

Por Katia Alves

Por Jamil Chade

Publicado no Estadão

Comissária de Agricultura da região culpa os especuladores pela alta dos preços dos alimentos

A principal autoridade agrícola da Europa reafirmou ontem o compromisso do continente em expandir o etanol e acusou a imprensa internacional e ativistas de estarem transformando o biocombustível em “bode expiatório”. A Comissária de Agricultura da União Européia (UE), Mariann Fischer Boel, rejeitou a tese de que o etanol seja o responsável pela alta nos preços dos alimentos, culpou os especuladores e garantiu que a UE seguirá com suas metas de aumento do uso do combustível nos próximos anos, até mesmo com a importação do etanol.

Segundo ela, em 1998, o volume de investimentos no setor chegava a US$ 10 bilhões. No ano passado, foram US$ 140 bilhões. “Apenas em fevereiro, 140 produtos financeiros com base nas commodities foram lançados. Esse é o maior número já registrado”, afirmou Mariann, insinuando a participação dos especuladores na alta dos preços.

A declaração feita em Bruxelas foi considerada uma dura mensagem às críticas cada vez maiores que existem na Europa em relação ao biocombustível, inclusive por parte de alguns governos. Mesmo dentro da UE, alguns comissários alertam para os riscos da expansão, alegando que o projeto deve ser feito com cuidado. Leia o resto do artigo »

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Manifestação de 13 de abril de 2008, em Caracas

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no site Aporrea

Enviado por Leonardo Pamplona

Imagens da Manifestação de 13 de abril de 2008, domingo, em Caracas.

Há 6 anos do golpe de Estado da CIA e da oligarquia vende-Pátria contra a Revolução.

Confira também na matéria original o discurso de Chavez em vídeo, dividido em 4 partes de aproximadamente 45 minutos.

Presidente Chávez se reuniu com seu povo em Miraflores

13 Abr. 2008 – A cidadania, como uma forma de exaltar o resgate da dignidade nacional, se concentra na Avenida Urdaneta de Caracas para recordar a luta cívico-militar que permitiu o retorno do presidente Hugo Chávez Frías ao poder há seis anos atrás.

Pontos como a esquina de Santa Capillas e as proximidades da Vice-presidência da República começam a ter a presença do povo, o mesmo que em 2002 saiu às ruas para reclamar o retorno do Chefe de Estado e da linha constitucional.

A Avenida Urdaneta brilhava pela manhã abarrotada de venezuelanos e venezuelanas que se reuniram, como naquele 13 de abril, para devolver ao país sua liberdade e varrer com a tirania. [...]

Clique aqui para ler esta matéria na íntegra em espanhol e para ver os vídeos

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Paraguai: agroindústria será prioridade, diz futuro ministro

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O Paraguai não pode deixar de ser agrícola e pecuarista, é aí que está a sua força. É nossa plataforma de produção e continuará sendo”, disse o ministro Borda. O país tem um dos menores índices de industrialização da América Latina. A agricultura responde por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega um terço da mão de obra”.

Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

O economista Dionísio Borda será o ministro da Fazenda do novo governo do Paraguai. Ele é o primeiro nome confirmado do futuro gabinete do presidente eleito, Fernando Lugo. Em entrevista concedida ao Valor Econômico, ele disse que o agronegócio é o caminho para o desenvolvimento do país e que o Estado deve adotar políticas mais incisivas de apoio ao setor, benefiaciando principalmente as pequenas e médias empresas e os pequenos e médios proprietários rurais.

Para Borda, essa seria a receita para ampliar a geração de empregos e, conseqüentemente, reduzir o fluxo de migração de paraguaios em busca de emprego e renda no exterior. Só no ano passado, cinco mil pessoas em média deixaram por mês o país.

O fortalecimento da agroindústria teria ainda um efeito secundário, na opinião do futuro ministro: diminuir o peso da triangulação comercial (a venda de eletrônicos ao Brasil, por exemplo), atividade importante para o país em termos de arrecadação, mas que é pouco eficiente em geração de empregos, além de representar um caminho fácil para o contrabando. Leia o resto do artigo »

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E O PETRÓLEO BATE NOVO RECORDE….

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – O barril de petróleo atingiu hoje novo recorde, chegando a US$ 122. Sem dúvida, a desvalorização da moeda ianque contribui, e muito, para tal feito. Tal fenômeno torna mais evidente a necessidade de se desenvolver uma tecnologia alternativa de energia. Por conseguinte, deve-se aumentar a pressão para a produção de biocombustíveis. Se levada a cabo a alternativa da cana, poderemos ter mais pressões sobre o preço dos alimento, o que pode acarretar ainda mais problemas. De fato, a humanidade pode estar vivendo um dilema.

Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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