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Blog do Desemprego Zero

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UE deve eliminar subsídios ao etanol

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A União Européia – EU – aprovou o fim dos subsídios ao etanol e afirmou que não vai deixar fácil a entrada de biocombustíveis que não respeitem o meio ambiente e os aspectos sociais. Para o Brasil a eliminação dos subsídios pode aumentar a competitividade do País no mercado mundial.

Em relação à alta dos preços dos alimentos a EU declarou que o uso de etanol no bloco não causa inflação, pois apenas 1% do cereal produzido no bloco é usado na fabricação do etanol; já o etanol de milho nos EUA contribui para o aumento dos preços dos alimentos.

* Por Kátia Melissa Bonilla Alves, editora

Por Jamil Chade e Fabíola Salvador

Publicado no Jornal da Ciência

Bloco ainda isenta o biocombustível de provocar a alta dos alimentos

A Comissão Européia (CE), órgão executivo da União Européia (UE), aprovou o fim dos subsídios ao etanol, uma decisão que ainda precisa ser endossada pelos 27 países do bloco.

Em mensagem dirigida ao Brasil e aos Estados Unidos, a CE deixou claro que vai insistir em critérios duros para a entrada, no bloco, de biocombustíveis que não respeitem o ambiente e os aspectos sociais. A UE ainda quer evitar importar etanol que contribua para reduzir a oferta de alimentos.

Em uma estratégia divulgada para lidar com a alta dos preços dos alimentos, Bruxelas voltou a defender o etanol e o isentou de estar causando inflação. ‘No setor de transporte, hoje a única alternativa ao petróleo é o biocombustível.’ Leia o resto do artigo »

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O DESATINO DA MOEDA ÚNICA NA AMÉRICA DO SUL

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O presidente Lula mencionou, no programa semanal “Café com o Presidente”, a possibilidade da criação de uma moeda única na América do Sul. Segundo Lula, a criação de uma moeda para estes países e a constituição de um Banco Central único seria o passo final para a integração do continente. Entretanto, devemos entender as reais dificuldades de tal empreendimento e os limites de suas possibilidades.

 

Em primeiro lugar, a instabilidade monetária dos países periféricos é um dado estrutural de sua condição. Esta instabilidade provém principalmente das restrições associadas ao balanço de pagamentos, vinculados, sobretudo, à composição da pauta de exportação vis-à-vis à pauta de importação. No caso destes países, a predominância de produtos primários nas exportações faz com que os termos de troca se deteriorem, ou pelo menos tenham uma maior volatilidade. Em momentos de auge do ciclo, como os que vivemos nos últimos anos, as commodities normalmente presenciam um aumento significativo dos preços. O problema é quando o ciclo reverte.

 

Além disso, o problema da pauta de exportações é exacerbado num ambiente de liberalização da conta financeira, fazendo com que a taxa de câmbio se torne ainda mais volátil. A volatilidade das principais variáveis monetárias, quais sejam a taxa de câmbio e a taxa de juros, torna hercúlea a tarefa de fazer convergir as principais variáveis macroeconômicas destes países, o que é condição sine qua non para a criação de tal moeda.

 

Portanto, a criação de uma moeda única apenas se colocaria como possibilidade concreta a partir da superação da condição periférica, no sentido furtadiano do termo, ou seja, através do rompimento com a atual divisão internacional do trabalho. Tal alternativa demandaria um nível de esforço coordenado, que incluíra capacidade de planejamento e vontade política das elites, que dificilmente poderia ser colocado em prática diante das atuais condições objetivas. Por fim, uma discussão de tal envergadura não pode ser tomada em conta isoladamente, mas, ao contrário, deveria levar em conta a questão do Desenvolvimento, sendo este visceralmente ligado à supressão da relação centro-periferia.

 

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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A nova geopolítica da energia

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A iminente escassez do principal recurso energético contemporâneo, o petróleo, tem gerado crescentes preocupações aos estrategistas militares dos Estados Unidos, que temem cada vez pelo futuro do país em relação ao domínio dessa commodity.

Países em grande processo de desenvolvimento, como a China e a Rússia, começam a ameaçar a liderança estadunidense nesse mercado. Por isso, os estrategistas militares do Pentágono acreditam que se deve dar atenção prioritária na política militar do país à manutenção de tal liderança no contexto internacional, o que significa garanti-la por força bélica.

Apesar de não ser novidade nas políticas militares dos Estados Unidos a luta bélica em nome do petróleo, a diferença é que desta vez ela se motiva por um claro temor quanto à escassez futura desse recurso e, principalmente, pelo aumento da competição internacional por ele. Não há nenhum véu ideológico, diferentemente das guerras contra o “terrorismo”, que dissimule a atual intenção, é puramente estratégica e econômica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

Por Michael T. Klare – The Nation

Os estrategistas militares norte-americanos estão se preparando para as futuras guerras que certamente serão empreendidas, não por questões de ideologia ou política, mas em luta por recursos crescentemente escassos. Estima-se que, juntos, os Estados Unidos e a China chegarão a consumir 35% das reservas mundiais de petróleo em 2025.

Enquanto a atenção diária do exército norte-americano está concentrada no Iraque e Afeganistão, os estrategistas norte-americanos olham para além destes dois conflitos com o objetivo de prever o meio em que irá ocorrer o combate global em tempos vindouros. E o mundo que eles enxergam é um no qual a luta pelos recursos vitais – mais do que a ideologia ou a política de equilíbrio de poder – domina o campo da guerra. Acreditando que os EUA devem reconfigurar suas doutrinas e forças para prevalecer em semelhante entorno, os oficiais mais veteranos deram os passos necessários para melhorar seu planejamento estratégico e capacidade de combate. Apesar de que muito pouco disto tudo chegou ao domínio público, há um bom número de indicadores-chave.

A partir de 2006, o Departamento de Defesa, em seu relatório anual “Capacidade Militar da República Popular da China“, coloca no mesmo nível a competição pelos recursos e o conflito em torno de Taiwan como a faísca que poderia desencadear uma guerra com a China. A preparação de um conflito com Taiwan permanece como “uma razão importante” na modernização militar chinesa, segundo indica a edição de 2008, mas “uma análise das aquisições recentes do exército chinês e do seu pensamento estratégico atual sugere que Pequim também está desenvolvendo outras capacidades do seu exército, para outro tipo de contingências, como, por exemplo, o controle sobre os recursos.” O relatório considera, inclusive, que os chineses estão planejando melhorar sua capacidade para “projetar seu poder” nas zonas em que obtêm matérias-primas, especialmente combustíveis fósseis, e que esses esforços podem supor uma significativa ameaça para os interesses da segurança norte-americana.

O Pentágono também está solicitando, neste ano, fundos para o estabelecimento do Africa Command (Africom), o primeiro centro de mando unificado transatlântico desde que, em 1983, o presidente Reagan criou o Central Command (Centcom) para proteger o petróleo do Golfo Pérsico. A nova organização vai concentrar seus esforços, supostamente, na ajuda humanitária e na “guerra contra o terrorismo”. Mas em uma apresentação na Universidade Nacional de Defesa, o segundo comandante do Africom, o Vice-Almirante Robert Moeller, declarou que “a África tem uma importância geoestratégica cada vez maior” para os EUA – o petróleo é um fator-chave – e que entre os desafios fundamentais para os interesses estratégicos norte-americanos na região está a “crescente influência na África” por parte da China.

A Rússia também é contemplada através da lente da competição mundial pelos recursos. Apesar de que a Rússia, diferentemente dos EUA e da China, não precisa importar petróleo nem gás natural para satisfazer suas necessidades nacionais, esse país quer dominar o transporte de energia, especialmente para a Europa, o que tem causado alarme nos oficiais veteranos da Casa Branca, que receiam uma restauração do status da Rússia como superpotência e temem que o maior controle desse país sobre a distribuição de petróleo e gás na Europa e na Ásia possa enfraquecer a influência norte-americana na região.

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América do Sul cria órgão para integrar continente: Unasul

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Presidentes de 12 países da América do Sul criaram oficialmente nesta sexta-feira (23) um órgão que tem como principal objetivo integrar o continente.

A União Sul-Americana de Nações (Unasul) foi instituída durante reunião dos governantes em Brasília, na qual foi assinado, por unanimidade, o tratado de criação.

A presidência do órgão será alternada entre os presidentes dos países membros. Cada mandato será de um ano. A primeira presidente escolhida foi a chilena Michelle Bachelet.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar de “alma lavada” com a oficialização da União Sul-americana de Nações (Unasul) a partir da assinatura do tratado de criação nesta sexta.

Para o presidente, a formalização da organização é um marco importante da integração da região.

A formação da Unasul começou a ser debatida em 2004 na cidade de Cuzco, no Peru.

Leia mais no G1

No período em que ocupei o cargo de Secretário de Política Nacional de Transportes, tive a honra de participar desse momento histórico de criação do que hoje se denomina Unasul.

No período 2004/2006, representei o Ministério dos Transportes no fórum da IIRSA – iniciativa de Integração das Infra-Estruturas da Região Sul-Americana.

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QUAL desenvolvimento, afinal de contas?

Postado em 24 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As correntes do debate econômico na América Latina

O que sabemos, depois de 25 anos de políticas ortodoxas, é que as exportações cresceram e os salários não, a taxa de formação bruta de capital está estancada, com maior concentração de renda, e surgiu a consciência de que a privatização significou passar ativos do Estado principalmente para empresas transnacionais, não trazendo uma melhoria nos serviços, senão tornando-os mais caros.

Oscar Ugarteche

Fonte: Agência Carta Maior

ALAI AMLATINA, México DF – Apesar de, às vezes, não parecer, há discussões econômicas alternativas sobre desenvolvimento econômico na América Latina. Mais na América do Sul do que em outras latitudes, e estão em curso de uma forma ou de outra. Existem essencialmente duas vertentes teóricas circulando na América Latina até agora. A primeira, que poderíamos denominar vertente do conhecimento, parte do princípio de que estamos na era do conhecimento e que a utilização deste conhecimento para agregar valor a bens e serviços pode ser um motor para o desenvolvimento sustentável. Por trás disto estariam Jorge Katz e Carlota Pérez, basicamente, embora este seja um ponto sobre o qual é preciso refletir e elaborar muito mais.

Do outro lado estariam aqueles chamados de “populistas”, que não são propriamente uma escola nem uma corrente teórica, mas que a partir de uma prática política real de redistribuição de renda conseguiram fazer crescer suas economias, reduzir a pobreza, e amortecer o efeito da crise internacional que, de fato, ainda não começou a ser sentido na América Latina a não ser pelo efeito inflacionário. Estão nessa linha os governos da Bolívia, Argentina, Brasil e Venezuela, junto com o recém chegado Equador, que também está tentando fazer isto. Todos têm um componente de expansão da demanda interna bastante importante, que provoca um impacto sobre os preços dos alimentos e causa a escassez de alguns artigos que eles não produzem.

Não estão pensando no desenvolvimento futuro, mas em como recuperar os 25 anos perdidos desde 1981 e em como fazer para retornar aos níveis de renda por habitante da década de 1970, quando chegou ao seu ponto mais alto. Estes e os primeiros têm em comum uma preocupação pela atuação do Estado e precisam com urgência de maiores arrecadações fiscais para poder alimentar o crescimento liderado pelo gasto público, que, na verdade, agora é, parcialmente, um subsídio ao consumo.

Há um terceiro grupo, que eu chamaria de “escola asiática de Cambridge” e que é um grupo de pós-keynesianos que refletiram sobre o que tem sido feito na Ásia durante as últimas décadas e, além disso, sobre os impedimentos para o desenvolvimento econômico colocados pelo Ocidente, seja através do FMI, do BM, da OMC ou pela soma de todos eles. Neste grupo estão Jomo K.S., autor de The Misunderstood Asian Miracle; Ha-Joon Chang, com The Bad Samaritans; Ajit Singh, com Jayayit e, de alguma maneira, os trabalhos de Walden Bello, que têm um viés mais político do que estritamente econômico. Uma preocupação desse grupo é o contrabando do desenvolvimento asiático que está sendo feito no Ocidente, como se fosse sob as linhas ortodoxas. Como ocorre, por exemplo, com The World is Flat, de Thomas Friedman.

Todos eles coincidem em indicar que o alto crescimento asiático é possível porque há política industrial, intervenção pública no investimento, regulamentações, proteção do mercado em algumas etapas e um processo de acumulação de conhecimentos. A Ásia desenvolveu-se nesta visão com muita poupança interna, que vem de altos impostos, um nível de proteção às industrias jovens e muito investimento em educação. O comum denominador dos asiáticos é a falta de recursos naturais, o que os tem obrigado a lançar mão da sua única fonte real de riqueza: o tamanho do seu mercado, a qualidade da sua força de trabalho e a capacidade de inovação. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A base governista planeja criar um novo tributo para a pasta da Saúde. Neste ínterim, integrantes da oposição já começam a esbravejar. A antiga CPMF tinha várias virtudes. O fato é que o governo perdeu, do dia para a noite, uma receita de quase R$ 40 bilhões. Mais uma vez transparece a luta entre os interesses da elite e da classe média, maiores beneficiárias da extinção do imposto, e o interesse dos menos favorecidos, beneficiados pelos recursos da contribuição.

 

Economia

 

O presidente Lula adiou a decisão de criar um fundo soberano. Os recursos seriam oriundos do superávit primário e serviriam para dar rentabilidade aos recursos e para financiar empresas brasileiras no exterior. De fato, não parece ser a melhor idéia utilizar dinheiro de impostos para este fundo. O ideal seria a utilização de parte das reservas internacionais. Entretanto, o Rei Meirelles não quer e parece que o governo não tem apitado muito nas decisões do Banco Central.

 

Internacional

 

A revista Times publicou uma reportagem afirmando que uma chapa Obama/Clinton pode estar próxima de ser concretizada. Segundo a publicação, o comando da campanha do senador por Illinois já dá como certa sua vitória. Já os partidários de Hillary Clinton querem o segundo posto da chapa, para que ela possa voltar em 2016.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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A ópera, a guerra e a ressurreição russa

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A Rússia volta a se erguer e dá claros sinais de que almeja retomar seu lugar como uma potência econômica e militar mundial, começando a amedrontar novamente seus antigos e eternos adversários.

Os setores de armamentos e energia têm sido os propulsores da atual recuperação econômica do país. Vale ressaltar que tais setores estão hoje primordialmente sob controle estatal, pois o ex-presidente russo, Vladimir Putin, realizara em suas duas administrações um processo de nacionalização dos recursos energéticos, assim como refizera a planta industrial bélica do país.

Não precisava tanto para assustar o mundo, pois a Rússia ainda é a detentora do segundo maior arsenal atômico do planeta.

Após o declínio soviético, passados quinze anos, o país mais importante daquela União ressurge recuperado, apresentando altas taxas de crescimento no nível de atividade e que deve se expandir ainda mais nos próximos anos, superando o Produto de importantes economias européias, como a França.

Parece claro que o maior país do planeta em extensão territorial não pretende abdicar de sua relevância estratégica e demonstra isso com nitidez.

O “espírito russo”, já cantado na Ópera Guerra e Paz, em 1946, quando da vitória russa sobre a Alemanha na Segunda Guerra Mundial, ressurge e brada com força a eternidade de seu território, de seu povo, de seu país…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Valor Online (restrito a assinantes)

Por José Luís Fiori*

Relembro porque causou profunda impressão – uma montagem russa da ópera Guerra e Paz, de Serguei Prokofiev, na Bastilha. Era 1998, a União Soviética havia desaparecido e a Rússia estava humilhada e destruída. A ópera Guerra e Paz, estreou no Teatro Maly, em Leningrado , no dia 12 de junho de 1946, pouco depois da invasão e expulsão das tropas alemãs e da vitória russa na Segunda Guerra Mundial, e conta a história da invasão e expulsão das tropas francesas, e da vitória russa, na guerra com Napoleão Bonaparte, em 1812. Na última cena, o povo e os soldados russos cantam juntos, uma peroração apoteótica, proclamando a eternidade do “espírito russo”. Com força, emoção, convencimento – inesquecível. E, de fato, depois da destruição de 1812, a Rússia se reconstruiu e se transformou numa das principais potências européias do século XIX; e, depois de 1945, a União Soviética, voltou a levantar e se transformou na segunda potência militar e econômica do mundo, na segunda metade do século XX. Como já havia acontecido antes, em 1709, depois da invasão e da expulsão das tropas suecas de Carlos XII por Pedro, o Grande, quando a Rússia começa sua fantástica modernização do século XVIII. Mas, em 1998, parecia impossível que isto pudesse acontecer de novo, depois da derrota soviética e da destruição liberal da economia russa. Dez anos depois, entretanto, no momento da posse do seu terceiro presidente republicano, Dmitri Medvedev, a Rússia está de novo de pé, e o “espírito russo” volta a assustar os europeus, e preocupar o mundo. O jornal “Financial Times” publicou recentemente um caderno especial sobre a Rússia onde afirma que “nem Bruxelas, nem Washington, estão sabendo como tratar com a Rússia depois de Vladimir Putin, porque a Rússia está cada vez mais disposta a retomar sua posição no mundo, em particular nos países da antiga União Soviética” (Financial Times, Rússia, Special Report, 18/04/08, p.3).

Liderado pelas empresas estatais do setor de energia e armamentos, o crescimento recente multiplicou seis vezes o produto interno da Rússia

Em 1991, imediatamente depois da dissolução da União Soviética, os Estados Unidos e a União Européia colocaram-se o problema e atribuíram-se a tarefa de “administrar” a desmontagem do “império russo”. Por causa de suas conseqüências econômicas, e por causa do problema geopolítico da Europa Central.

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Líder guerrilheira das Farc se entrega na Colômbia

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Neste domingo entregou-se à polícia colombiana a guerrilheira Nelly Ávida, conhecida como Karina. Esse acontecimento representa uma vitória para o governo de Álvaro Uribe.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Estadão

Por Reuters

‘Karina’ comandava uma divisão da guerrilha no noroeste do país e é a mulher de mais alto escalão no grupo

Karina é acusada de ter cometido assassinatos e seqüestros

Uma das principais comandantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a guerrilheira Nelly Ávila Moreno, conhecida como Karina, se entregou à polícia colombiana no Departamento de Antioquia no domingo, 18. A líder rebelde comandava a “frente 47″ da guerrilha e era considerada a mulher de mais alto escalão dentro do grupo rebelde e é acusada de uma série de assassinatos e seqüestros.

Segundo o correspondente da BBC em Medellín, Jeremy McDermott, a rendição de Karina representa uma vitória para o governo de Álvaro Uribe. Há duas semanas, Uribe enviou uma mensagem pública à Karina, garantindo que ela estaria segura caso se entregasse. De acordo a BBC, Karina é lembrada pelas crueldades cometidas contra moradores de Antioquia, ao noroeste do país. Segundo o correspondente, muitos moradores, comerciantes e fazendeiros sofreram com a extorsão, seqüestros e assassinatos realizados pela líder rebelde. Leia o resto do artigo »

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