prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Internacional':

Como fabricar uma crise global

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A queda de preços, resultado da liberalização comercial, e a perda do controle sobre as sementes, agora em mãos das empresas de biotecnologia, fazem parte de um problema integral. Na globalização, o camponês ou camponesa perde sua identidade social, cultural e econômica de produtor. Agora, um camponês é ‘consumidor’ das sementes e químicos caros vendidos pelas poderosas corporações transnacionais através de poderosos latifundiários e agiotas locais.

Por: Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Walden Bello

Como foi que os mexicanos, que vivem na terra onde o milho foi domesticado, chegaram a depender do grão produzido nos EUA? Como foi que as Filipinas, que exportavam arroz, passaram a ser o maior importador mundial deste produto? Como no México, os agricultores filipinos perderam o apoio do Estado e descobriram os “encantos” da liberalização comercial.

Quando centenas de milhares de pessoas se manifestaram no México, no ano passado, contra o aumento no preço da tortilla, muitos analistas culparam os biocombustíveis. Devido aos subsídios do governo norte-americano, os agricultores desse país estavam destinando mais hectares ao milho para etanol do que para alimentos, fazendo com que os preços disparassem. Esse desvio do uso do milho foi, sem dúvida, uma das causas do aumento dos preços, embora provavelmente a especulação dos atravessadores, com a demanda por biocombustíveis, teve uma influência maior. Contudo, muitos deixaram passar uma pergunta interessante: como foi que os mexicanos, que vivem na terra onde o milho foi domesticado, chegaram a depender do grão norte-americano?

A erosão da agricultura mexicana

Não é possível entender a crise alimentar mexicana sem considerar que nos anos anteriores à “crise da tortilla” a pátria do milho foi transformada em uma economia importadora desse grão pelas políticas de “livre mercado” promovidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), pelo Banco Mundial (BM) e por Washington. O processo começou com a crise da dívida, no início da década de 1980. O México, um dos maiores devedores do mundo em vias de desenvolvimento, foi obrigado a implorar dinheiro do BM e do FMI para pagar o serviço de sua dívida com bancos comerciais internacionais. O preço do resgate foi aquilo que um membro do conselho executivo do BM descreveu como um “intervencionismo sem precedentes”, projetado para eliminar tarifas, regulamentações estatais e instituições governamentais de apoio, que a doutrina neoliberal identificava como barreiras para a eficiência econômica. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Entrevista / Muhammad Yunus – “Sou contra o que os bancos fazem no Brasil”

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Sou contra o que os bancos fazem no Brasil”

POR ADRIANA MATTOS

Fonte: Isto É Dinheiro

DINHEIRO – O sr. é contra a política de dar esmolas aos pobres? 

YUNUS – Os pobres precisam de doações, não de esmolas. Minha posição é que doações devem constituir um crédito temporário, e não serem feitas permanentemente, de modo que as pessoas se tornem acostumadas a elas e não façam nenhum trabalho. Deve haver um limite de tempo para que cada pessoa receba uma doação. Esta doação deve ir diminuindo com o passar do tempo, até que, ao final daquele tempo-limite, a pessoa seja capaz de cuidar de si mesma com os seus próprios esforços. Deveríamos, ao longo de um determinado período, criar um ambiente em que essas pessoas possam usar o seu próprio talento e a sua criatividade para que se tornem independentes da caridade.

DINHEIRO – Os bancos no Brasil obtêm lucros, em parte, graças aos empréstimos a taxas de juros elevadas. São empréstimos para pagamento a longo prazo, com os quais as pessoas estão comprando tevês, carros, entre outros itens. Como o sr. vê isso? 

YUNUS – Não gosto disso. Sempre me opus a essa postura. Estes são empréstimos para consumo. Eles estão fazendo as pessoas consumirem mais, em vez de estimulá-las a ganhar mais, usando a sua própria capacidade. Os empréstimos convencionais visam ao lucro para as instituições que emprestam. As instituições não estão preocupadas com os pobres, por isso, as taxas são tão altas. A pessoa fica tão envolvida que não se importa de pagar seja o que for para conseguir o carro, a geladeira ou outro item qualquer. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

LIÇÕES DAS DUAS DÉCADAS DE UNIÃO EUROPÉIA

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Martin Wolf publica hoje artigo no jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes) em que exalta as conquistas da União Européia, especialmente a adoção do euro. O texto ressalta três conquistas do euro: (i) a diminuição do déficit fiscal em relação ao PIB, (ii) a diminuição das taxas de juros reais e (iii) o aumento de sua importância como reserva de valor.

 

Entretanto, o próprio autor reconhece o pífio crescimento econômico da zona do euro, menor do que em outros tempos e menor do que a dos congêneres europeus que não aderiram à moeda única, e a dificuldade em superar as assimetrias entre os diferentes países.

 

Como é sabido, a adoção de uma moeda única retira dos países a autonomia no que concerne à política monetária. Num ambiente de liberalização das finanças e supremacia do ideário liberal, pouco espaço resta para utilização da política fiscal, o que obstaculiza ainda mais as ações de política econômica.

 

Além disso, diferentes custos unitários relativos de mão-de-obra, diferentes níveis de produtividade e de fontes de dinamismo criam sérios empecilhos para o bom funcionamento do euro.

 

Portanto, o sucesso da moeda européia é relativo. Sua estabilidade e valorização foram benéficas principalmente aos mercados financeiros na medida em que estabilizaram e valorizaram os preços dos ativos. Resta saber quando virão os benefícios em termos de crescimento econômico e geração de emprego.

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica, Rive Gauche | Sem Comentários »

Bird decreta fim do Consenso de Washington

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Dois anos e US$ 4 milhões de dólares depois, um grupo de 21 economistas selecionados pelo Banco Mundial (Bird), incluindo alguns premiados com o Nobel, chegou a uma conclusão: o desenvolvimento econômico é resultado do Estado forte, da mão visível que desafia as supostas “leis do mercado”. O estudo foi financiado pelo próprio Bird e também pela Hewlett Foundation, além de ter recebido recursos de alguns países.

Marcos Coimbra, membro do Centro Brasileiros de Estudos Estratégicos (Cebres), comenta que, além do papel de regulador, cabem ao Estado as importantes funções de produtor de bens e serviços estratégicos, “como o beneficiamento de urânio”; administrador dos gastos com o bem-estar social (“as contribuições sociais foram criadas para isso”) e provedor de infra-estrutura logística, além das tradicionais funções de defesa, segurança, etc.

“Não conheço nenhum país do mundo que tenha se desenvolvido sem um papel ativo do Estado. Nos EUA, o exército toma conta do setor de energia”, frisou Coimbra.

A “Comissão sobre Crescimento e Desenvolvimento” do Bird foi integrada pelos economistas Robert Rubin, presidente do Citigroup, Robert Solow, professor do MIT e Prêmio Nobel, Michael Spence, também Nobel, de Stanford, Ernesto Zedillo, ex-presidente do México e Zhou Xiaochuan, presidente do Banco da China, entre outros.

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Política Econômica, Rogério Lessa | Sem Comentários »

Dinamismo e crise na economia global

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A regeneração do papel do dólar como standard universal foi efetivada mediante uma elevação sem precedentes das taxas de juros, em 1979, nos EUA. O fortalecimento do dólar como moeda de reserva e de denominação das transações comerciais e financeiras promoveu profundas alterações na estrutura e na dinâmica da economia mundial. A força do dólar estimulou a redistribuição da capacidade produtiva na economia mundial”

*Por Katia Alves

 Publicado originalmente no Valor

 Por Luiz Gonzaga de M. Belluzo

Na segunda metade do século XX, a expansão mundial do capitalismo sob a hegemonia americana mudou a divisão internacional do trabalho e o esquema centro-periferia proposto pela hegemonia inglesa. Na Pax Britannica prevalecia a divisão clássica entre um “centro” industrializado e uma periferia produtora de matérias primas.

A economia continental norte-americana, desde o século XIX, é simultaneamente grande produtora de manufaturas, matérias primas e alimentos. Assim, a sua hegemonia não se exercia – nem se exerce – mediante o comércio, mas, sim, pela expansão da grande empresa.

No segundo pós-guerra, é a expansão da grande empresa que promove a ampliação dos fluxos comerciais entre países. Na verdade, a primazia cabe às relações de comércio inter e intrafirmas. Este movimento primeiro envolve a Europa e a América Latina. Avança, mais tarde, para o Pacífico. Ao chegar à Ásia, altera profundamente a divisão internacional do trabalho: a região se torna produtora competitiva de manufaturas e importadora de matérias primas e alimentos. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

A era dos alimentos baratos acabou

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) revela que a atual crise alimentar mundial não é apenas uma questão de conjuntura, mas tende a perpetuar os seus frutos (os preços altos), assumindo contornos estruturais, devido ao aumento da demanda mundial de países emergentes como China e Índia e que não deve se reduzir com o tempo. Os elevados preços dos alimentos não tendem a regredir e as economias do mundo deverão se preparar para gastar cifras recordes com importação desses gêneros. Alimentos já não são mais componentes baratos das cestas dos indivíduos e não voltarão a sê-lo.

Tal manutenção dos elevados níveis de preços para os gêneros alimentícios se confirma, a despeito das expectativas de safras recordes para este ano nos principais países produtores e exportadores de alimentos.

Esta nova realidade de alimentos mais caros agravará ainda mais uma antiga realidade, a da fome e da insegurança alimentar mundiais, que acomete atualmente mais de 800 milhões de pessoas no mundo inteiro, número esse que só tende a aumentar diante dessa nova realidade global. Os países mais pobres e vulneráveis verão seus contingentes populacionais ainda mais pauperizados e suscetíveis, enquanto que, por outro lado, alguns países ganharão muito com o aumento das exportações e do valor dessas, que deverão bater recordes e atingir cifras surpreendentes este ano…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Correio Braziliense

Por Luciano Pires, da equipe do Correio

Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação avalia que o aumento da produção global não fará os preços caírem. Despesa mundial com comida vai ser US$ 215 bilhões maior este ano

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alertou que o mundo terá de conviver com uma nova realidade daqui para frente, o que aumentará o sofrimento de milhões de pessoas. Estudo divulgado ontem indica que a comida está cara e vai continuar assim apesar das previsões de safra recorde nos principais celeiros globais, entre eles o Brasil e os Estados Unidos. Os especialistas responsáveis pelo levantamento advertem também que os preços dos alimentos não deverão retornar aos níveis encontrados antes da atual crise entre oferta e demanda.

O relatório, que está disponível na página da entidade na internet, mostra que a valorização da maioria dos itens agrícolas básicos começa a ceder, mas de forma tímida. Comparada aos primeiros quatro meses do ano passado, a valorização em 2008 está, ao menos, 50% maior. “Comida não é mais um produto barato como no passado. O aumento no preço dos alimentos deve fazer com que os níveis inaceitáveis de privações sofridos por 854 milhões de pessoas piorem ainda mais”, disse o diretor-geral assistente da FAO, Hafez Ghanem. A organização classifica o cenário como “preocupante”.

Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Brasil tem o terceiro melhor cenário econômico entre os países latinos

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Estudo trimestral realizado pelo Instituto INFO conjuntamente com a Fundação Getúlio Vargas aponta uma melhora da posição do Brasil, em relação ao início do ano quando da pesquisa anterior, no contexto econômico da América Latina.

O Brasil ascendeu uma posição no “ranking” de melhor cenário econômico da América Latina e ocupa agora a 3ª posição, atrás de Uruguai e Peru, que apresentaram as melhores conjunturas econômicas no último trimestre.

A inflação surge como grande vilã, pois, é apontada pelos especialistas, que foram consultados para a elaboração da pesquisa, como o fator que mais afetou negativamente o desempenho das economias latinas no trimestre.

O problema da fraca competitividade internacional do continente, o despreparado funcional da mão-de-obra, as elevadas taxas de desemprego e o descrédito dos governos também foram apontados como graves problemas que afetam os países latinos e que precisam ser enfrentados…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Diário do Comércio, Indústria e Serviços

Por Robson Gisoldi

O Brasil tem o terceiro melhor cenário econômico da América Latina. O resultado faz parte do estudo “Sondagem Econômica da América Latina”, realizado no mês de abril pelo Institute for Economic Research at the University of Munich, ou Instituto IFO, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os dados apresentam uma melhora na situação do País se comparado ao resultado da última pesquisa, realizada em janeiro, que colocava o Brasil na 4ª posição.

Em abril, o cenário só está mais favorável no Uruguai, que atingiu 7,6 pontos e no Peru com 7,4 pontos na escala que vai até 10. Ambos ficaram em primeiro e segundo lugar, respectivamente. Já o Brasil, ficou com 6,6 na média dos índices que medem a situação econômica atual e as expectativas para os próximos seis meses.

Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Brasil pode se transformar em potência do petróleo

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Segundo The Wall Street Journal, o anuncio feito pela Petrobras de ter encontrado indícios de petróleo na área do pré-sal, aqueceu a especulação de que o Brasil pode ter petróleo suficiente para participar das grandes alianças de exportadores mundiais do produto, e causar alívio na pressão sobre os preços em alta, que já registrou uma queda na cotação do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York. Parece quase certo afirmar que o Brasil que era importador líquido de petróleo, irá se juntar a Venezuela e México no grupo dos principais produtores da América Latina.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

Por: Hélio Barboza

Reportagem publicada na edição desta sexta-feira (23) do The Wall Street Journal (WSJ) diz que “uma agitação da atividade da Petrobras” está aquecendo a especulação de que o Brasil pode ter petróleo suficiente para participar das “grandes alianças de exportadores mundiais” do produto e “aliviar a pressão sobre os preços em alta”.

O jornal menciona o anúncio feito na última quarta-feira pela estatal, de ter encontrado indícios de petróleo na área do pré-sal no bloco BM-S-8. A área está localizada a cerca de 250 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, próximo ao campo Tupi, “a maior descoberta mundial desde 2000 e a maior do Ocidente desde 1976″, lembra o jornal.

“Com os preços do petróleo atingindo novas máximas, grandes descobertas no Brasil podem aumentar o otimismo do setor de energia de que pode entregar petróleo suficiente para acompanhar a aceleração da demanda”, diz o The Wall Street Journal. Segundo a publicação, a queda de 1,8% registrada ontem na cotação do petróleo na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), para US$ 130,81 o barril, pode ser atribuída “parcialmente à perspectiva de mais oferta por parte do Brasil”. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »