A SEMANA A LIMPO
Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2008
Léo Nunes – Paris
Brasil
O PSDB decide neste domingo qual será a postura com relação à candidatura à prefeitura paulistana. A ala kassabista criticou a utilização de urnas eltrônicas na eleição. Quando se sentem ameaçados, nem os tucanos acreditam na urna eletrônica. Já a ala que apóia Geraldo Alckmin acusa os kassabistas de suborno para aderir à candidatura do “demo”. Enquanto isso, Marta Suplicy assiste a briga tucana de camarote.
Economia
O FMI revisou para cima a previsão de crescimento da economia norte-americana. A nova previsão é de que a economia dos EUA cresça 1%. O FED decidiu manter a taxa básica de juros após inúmeros movimentos de queda. Ainda não se sabe ao certo a dimensão da crise, mas até o momento a situação parece razoavelmente sob controle, devido, principalmente, ao pragmatismo do FED.
Internacional
O senador Barack Obama ampliou sua vantagem em relação ao senador John MacCain. Na última sondagem, o candidato democrata abriu 15% de vantagem sobre o adversário republicano. Dois motivos explicam tal resultado: o descontentamento dos norte-americanos com a administração Bush e a migração dos votos da senadora Hillary Clinton.
Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras. Meus Artigos
Clique aqui para ler nosso manifesto.
Postado em A Semana a Limpo, Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »



Em entrevista ao “Wall Street Journal”, Barack Obama, comenta sobre seu plano econômico. Afirma que usaria gastos públicos para alavancar o crescimento, sendo mister criar uma política tributária, como também acrescentou que um governo forte é necessário para garantir que a riqueza seja distribuída de maneira mais igualitária.
regulamentação, segundo órgãos internos de fiscalização do banco. A crítica feita pelo Grupo de Avaliação Interna do banco, que não é subordinado à diretoria, diz que a pesquisa é distorcida para incentivar a desregulamentação e os resultados são exagerados. O relatório do grupo diz ainda que não há “nenhuma relação estatisticamente relevante” entre os indicadores e as taxas de crescimento.