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Blog do Desemprego Zero

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Bancos criam novos mecanismos para se especular em commodities

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Publicado no Valor

Enquanto o governo americano tenta pôr um controle na especulação de commodities, Wall Street cria novas maneiras de trazer mais dinheiro ao mercado.

Em maio, o Credit Suisse Group e o Deutsche Bank AG começaram a oferecer investimentos em minério de ferro. Cerca de 1 bilhão de toneladas de minério de ferro são extraídas por ano, mas o metal não é negociado numa bolsa de futuros. Por isso tem sido praticamente impossível para os especuladores apostar em movimentos de preço.

Os bancos de investimento foram inundados com interesse em contratos de minério de ferro, que funcionam como uma espécie de futuro. Em apenas dois meses, os investidores assumiram posições cujo valor nocional (ou do total de ativos que os contratos representam) supera US$ 500 milhões – cerca de 2,7 milhões de toneladas -, o que faz deste um dos maiores mercados de commodities a surgir quase da noite para o dia. Leia o resto do artigo »

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Avanço do PIB dos EUA é menor que o esperado no 2º tri

Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas.

Publicado originalmente na Folha Online

O crescimento da economia norte-americana mais que dobrou do primeiro para o segundo trimestre, graças ao pacote de estímulo lançado pelo governo e à desvalorização do dólar, mas ficou aquém do esperado por analistas. Os dados mostraram ainda que nos últimos três meses do ano passado a principal economia mundial se contraiu -o primeiro trimestre negativo em sete anos.

O PIB dos EUA se expandiu em 1,9% de abril a julho na taxa anualizada, inferior aos cerca de 2,3% esperados por economistas. Nos três meses anteriores, o avanço da principal economia mundial foi de 0,9%.
O crescimento foi resultado especialmente do plano de estímulo fiscal -cujos cheques começaram a chegar aos consumidores em abril, na esperança de aumentar os gastos-, do aumento das exportações e da queda nas importações, fruto da desvalorização do dólar. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O presidente Lula embarca domingo rumo a Buenos Aires. A viagem é vista como um sinal de apoio a presidente Cristina Kirchner, que discordou da posição do Brasil nas discussões referentes à Rodada de Doha. A comitiva presidencial reunirá uma razoável quantidade de empresários brasileiros interessados em investir no país. Lula também tratará de questões relativas ao Mercosul e a integração sul-americana. O presidente venezuelano Hugo Chávez participará de uma reunião com eles na segunda-feira.

 

Economia

 

O Banco Central afirmou que o aumento da taxa básica de juros da economia é justificado pela necessidade de colocar a taxa de inflação dentro da meta estabelecida pelo governo. Entretanto, diversos economistas, dentre eles o prêmio Nobel Joseph Stiglitz, questionam a utilização da taxa de juros para absorção de choques externos. Enquanto isso, continuamos como campeões mundiais de juros.

 

Internacional

 

O presidente venezuelano Hugo Chávez afirmou nesta semana que pretende chegar a um acordo amistoso com o grupo Santander para a compra do Banco da Venezuela. O banco, que já foi estatal, foi privatizado em 1994. Chávez segue na contramão do neoliberalismo e aposta no importante papel do Estado como centro de decisões e planejador do desenvolvimento de um país.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

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Dirigente sindical vem ao Brasil reivindicar retirada das tropas do Haiti

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Luciana Sergeiro

O Haiti foi o segundo país das Américas a proclamar a sua independência em 1804 e o único país na história da humanidade a realizar uma revolução de escravos e saírem vitoriosos. Porém o país não foi reconhecido como nação livre, por pressão dos EUA que era escravocrata, e, além disso, o país passou por 60 anos de boicote econômicos. Ao longo de duzentos anos o Haiti teve sua economia massacrada por interesses de capitais externos resultando numa enorme instabilidade social e inúmeros golpe de estado.

Nos dias atuais o país conta com as Tropas da ONU, liderado pelo Brasil, para garantir a tão desejada estabilidade social no país. Porém Didier Dominique, dirigente sindical do Haiti, em visita ao Brasil denunciou na Junta da Ordem dos Advogados do Brasil, através de um dossiê que será enviado também a Brasília, a falta de respeito aos direitos humanos praticados pelas tropas da ONU, em seu dossiê Dominique pede a retirada das tropas.

Fonte: ANP

Em visita ao Brasil, o dirigente da central sindical Bataille Ovrière, Didier Dominique, denuncia desrespeito aos direitos humanos, praticados pelas tropas da ONU, e articula apoios pela retirada da chamada “força de paz” do território haitiano. Acompanhado de dirigentes da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), Dominique entregou um dossiê, com graves relatos, à Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Rio. Em Brasília, buscará apoios junto ao parlamento para que a missão da ONU, liderada pelo Brasil, não seja renovada. O prazo de permanência das tropas internacionais no Haiti se esgota em outubro.

Dominique diz que, há quatro anos, o povo do Haiti ainda se iludia, acreditando que a presença das tropas da ONU, em especial do Brasil, poderia trazer benefícios.  Segundo afirma, hoje está claro que a ocupação militar do Haiti, além de aviltar a soberania daquela nação, é um ato de solidariedade aos interesses das multinacionais, sobretudo do setor têxtil. Ele conclui que os militares não estão lá para proteger a população:

 ”O filho do vice-presidente José Alencar, que é empresário do setor têxtil, esteve no Haiti. Várias marcas, como Levis, Nike, estão disputando a instalação de fábricas numa zona franca, para aproveitar a mão-de-obra mais barata das Américas. Um operário haitiano custa, em média um dólar e setenta e cinco centavos por dia. Penso que a situação de miséria extrema a que o nosso povo está sendo submetido é proposital, para favorecer os interesses das empresas, forçando o trabalhador a aceitar qualquer pagamento” – avalia Dominique.   Leia o resto do artigo »

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Lágrimas de crocodilo

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Paulo Nogueira Batista Jr

Folha de S. Paulo, 31/07/2008

A RODADA Doha da OMC, conhecida como “Rodada do Desenvolvimento”, entrou em colapso outra vez. Já perdi a conta, mas creio que esse é o terceiro ou o quarto colapso em três anos. Até o Brasil, que sempre foi construtivo, parece ter jogado a toalha. 

A Folha registrou o clima de abatimento dos negociadores e relatou que a representante comercial dos EUA, Susan Schwab, estava à beira do choro. Mariann Boel, a comissária de Agricultura da União Européia, teria derramado lágrimas.

Lágrimas? Se as houve, foram de crocodilo, certamente. Desde que a Rodada Doha foi lançada, há quase sete anos, o principal obstáculo ao avanço das negociações tem sido a resistência acirrada dos EUA e da União Européia a medidas de liberalização na área da agricultura. 

Nesses países, os lobbies agrícolas são extremamente poderosos e organizados. Em conseqüência, os governos relutam enormemente em diminuir subsídios e aumentar o acesso a mercados agrícolas. Isso não os impede, entretanto, de pressionar por concessões dos países em desenvolvimento em termos de acesso a mercados industriais, agrícolas e de serviços. Se tudo corresse como queriam as velhas potências, a Rodada Doha se converteria rapidamente em “Rodada do Subdesenvolvimento”, como já escrevi nesta coluna. 

O Brasil fez o possível (talvez até o impossível) para viabilizar um acordo. Houve um empenho inegável do governo brasileiro em chegar a um resultado, ainda que modesto. Outros países em desenvolvimento foram mais resistentes, notadamente a China, a Índia e a Argentina. A gota d’água para mais esse colapso das negociações parece ter sido o desentendimento entre os EUA, a China e a Índia a respeito da questão agrícola. Os chineses e os indianos defendiam um mecanismo de salvaguarda especial que permitisse proteger os seus mercados contra súbitos aumentos nas importações de produtos agrícolas. 

Nesse ponto específico, os interesses comerciais dos EUA e do Brasil, que são exportadores agrícolas, eram convergentes: ambos se beneficiariam de uma maior abertura dos mercados indiano e chinês. 

A diferença é que o Brasil estava aparentemente disposto a ser flexível e a acomodar as pretensões da China e da Índia. Os EUA, não. Segundo o comissário de comércio da União Européia, Peter Mandelson, “os americanos riscaram uma linha na areia e se recusaram a cruzá-la”.  Leia o resto do artigo »

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”Temos de falar com uma voz comum” – Chanceler diz que Mercosul precisa avançar no processo de integração

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Jamil Chade

Fonte: Estadão

Admirado por uns, atacado por outros, o chanceler Celso Amorim foi um dos centros das atenções em Genebra, nas negociações fracassadas da Organização Mundial do Comércio (OMC). Cada vez que aparecia, um batalhão de jornalistas tentava arrancar do brasileiro sua avaliação das negociações.

Amorim decidiu apoiar o pacote de liberalização proposto, mesmo que não estivesse de acordo nem com seus parceiros argentinos no Mercosul, nem com a Índia, um dos pilares do G-20. A decisão surpreendeu vários países.

“Ficamos decepcionados com a posição do Brasil”, disse o vice-ministro de Agricultura das Filipinas, Segfredo Serrano. Para o ministro do Comércio da Venezuela, William Contreras, “a questão é saber se o G-20 ainda existe”. Já o comissário de Comércio da UE, Peter Mandelson, foi só elogios a Amorim, enquanto o porta-voz da OMC, Keith Rockwell, chegou a chamá-lo de “herói”.

Em entrevista ao Estado, Amorim afirma não haver dúvidas de que o G-20 vai continuar existindo, inclusive para superar o impasse no acesso aos mercados emergentes para produtos agrícolas, ponto que fez ruir o processo. Ele não nega que o bloco tenha dimensão política. Ontem, ele e o ministro do Comércio da Índia, Kamal Nath, buscavam um fotógrafo para registrar um aperto de mão e a impressão de que a união entre os dois não havia sido abalada.

A seguir, os principais trechos da entrevista. Leia o resto do artigo »

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CHOMSKY ANALISA O ESCÂNDALO DA GUERRA DO IRAQUE

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O lingüista e ativista político Noam Chomsky analisa com extrema lucidez e inteligência, em texto publicado no site de Carta Maior (clique aqui para ler), os verdadeiros motivos da invasão do Iraque pela administração Bush. A principal denúncia refere-se às negociações de renovação de concessões petrolíferas, que serão entregues, sem concorrência e redigidas pelas próprias companhias e por oficiais norte-americanos, às empresas Exxon Móbil, Shell, Total e BP, mesmo com o interesse de mais de 40 empresas ao redor do mundo.

 

Há muitos analistas que consideram o nosso tempo como o da dissolução dos Estados e dos interesses nacionais, sendo marcado pelo triunfo do neoliberalismo. A globalização financeira unificou mercados financeiros ao redor do mundo, dissolveu as barreiras dos fluxos de capitais entre muitos países e permitiu a criação de produtos derivativos, hedge funds e de investidores institucionais aparentemente sem pátria.

 

Entretanto, no primeiro sinal de crise, seja econômica ou geopolítica, o Estado é chamado à arena para arbitrar e/ou resolver os conflitos existentes. No caso da crise do subprime, por exemplo, o Federal Reserve Bank (FED, ou o Banco Central dos EUA) foi convocado para socorrer instituições financeiras alavancadas, que foram incompetentes na avaliação dos seus riscos, amparadas pelo ambiente da finança desregulamentada, sendo este sancionada pelas autoridades monetárias.

 

No plano geopolítico, a realidade não é diferente. O capitalismo, e a política externa do Império, não podem prescindir de recursos energéticos, que é a base da “economia real”. Ao menor sinal de discordância do governo iraquiano em relação aos interesses da elite ianque, o Estado foi chamado ao centro do conflito. Por se tratar de um país que possui uma das maiores reservas petrolíferas do mundo, com fácil poder de extração, numa região hostil aos EUA, a resposta não poderia ser outro. Bush Jr. autorizou a invasão do Iraque e o conseqüente massacre de milhares de iraquianos em nome de supostas armas de destruição em massa e de supostas ligações com a Al-Qaeda, que na verdade escondiam o verdadeiro objetivo da empreitada: garantir acesso seguro aos recursos energéticos de forma a manter sua política imperial.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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O INEVITÁVEL FRACASSO DE DOHA

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - Após dias e dias de negociação, a rodada de Doha termina como um estonteante fracasso. Dois motivos podem ser apontados para tal resultado. Em primeiro lugar, devem-se apontar as inúmeras divergências entre os principais países presentes nas negociações. Em segundo lugar, a estrutura da Organização Mundial do Comércio (OMC) não reflete a nova correlação de forças da economia mundial.

 

Os divergentes interesses levaram as negociações a uma aporia. Por um lado, EUA e União Européia pressionavam para aumento na tarifa de acionamento do mecanismo de salvaguarda. Por outro lado, países como a China e outros africanos questionavam os altos subsídios agrícolas a produtores europeus, que criavam obstáculos às suas exportações. Por fim, Índia e Brasil eram pressionados a reduzir suas tarifas médias de importação para 11% ou 12%.

 

Não bastasse todo este imbróglio, a União Européia rachou no meio. Um grupo, liderado pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, pressionava o negociador europeu para que as propostas não fossem aceitas. Outro grupo defendia uma posição mais branda.

 

O fracasso da reunião de Genebra reflete (i) que o Estado ainda é um agente fundamental na defesa dos interesses nacionais e (ii) que o liberalismo é bom, mas para os outros. Por fim, o impasse nas negociações deve-se ao crescente peso de países como Brasil, China e Índia nesta nova economia. Estes países souberam defender seus interesses com inteligência e preferiram apostar em futuros acordos bilaterais, dado o novo status que possuem na economia global.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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