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Blog do Desemprego Zero

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 8 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O ministro Tarso Genro criticou a sugestão do delegado Protógenes Queiroz, que pede mais independência aos delegados da Polícia Federal. Segundo Genro, tal medida poderia ferir a divisão entre os três poderes prevista pela constituição. A discussão continua calorosa. No Brasil, parece que peixe grande não pode ser fisgado.

 

Economia

 

O chanceler Celso Amorim afirmou nesta semana que os subsídios agrícolas dos países ricos foram a principal causa do fracasso das negociações da Rodada de Doha. Ainda segundo o ministro, a crise alimentar tem relação direta aos subsídios, na medida em que desestimula a produção agrícola em países pobres.

 

Internacional

 

Os Jogos Olímpicos de Pequim começam oficialmente hoje, após muitas polêmicas. O presidente norte-americano George W. Bush fez duras críticas a supostas violações dos direitos humanos por parte do governo chinês. Além disso, jornalistas têm reclamado da censura ao acesso de sites na internet. Muita coisa deve ainda acontecer nos próximos dias.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

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O PORQUÊ DOS JUROS ALTOS

Postado em 8 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

 

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - Depois da polêmica decisão do Copom em elevar a taxa de juros básica da economia surgiram diversos artigos na imprensa com o objetivo de explicar os motivos que nos levam a ter a maior taxa de juros real do mundo. Alguns economistas ligados aos cânones ortodoxos insistem em apelar para o argumento da solução única.

 

Para eles, o nível dos juros tem relação com os fundamentos fiscais e com a ausência de reformas microeconômicas. Tudo o que estiver fora deste campo de argumentação é visto como esoterismo, magias e crenças que se encontram fora do âmbito da “ciência” econômica. Entretanto, muitos autores do próprio mainstream (ver Eichengreen e Stigltiz, dentre outros) têm contestado sistematicamente, a partir de testes econométricos, a relação entre taxa de juros e fundamentos fiscais.

 

Se analisarmos o assunto mais atentamente, observaremos que o governo Lula, por exemplo, diminuiu a proporção de gastos correntes em relação ao PIB. O fato é que a rubrica juros da dívida interna tem comprometido a implementação de uma política fiscal mais ativa. O cachorro tenta morder o próprio rabo. Os juros são altos; por este motivo, parte considerável do orçamento é destinada a remunerar os juros desta dívida. Por fim, a situação fiscal se deteriora e o Banco Central consegue um motivo para manter os juros nas alturas.

 

De fato, a taxa de juros é utilizada para sobrevalorizar a taxa de câmbio. A apreciação cambial segura a taxa de inflação, ao evitar a ocorrência do passthrough, que é o aumento do nível de preços, dada uma depreciação na taxa de câmbio. Esse é o mecanismo que a autoridade monetária emprega para colocar a inflação dentro da meta.

 

Entretanto, a taxa de câmbio apreciada já apresenta seus resultados. A competitividade de nossas exportações está comprometida e as contas externas já apresentam déficit. Por outro lado, o diferencial de taxa de juros, associado a expectativa de apreciação cambial, tem estimulado a entrada de capitais especulativos, que podem sair abruptamente no primeiro sinal de crise.

 

Com todos estes ingredientes, não resta dúvidas que o Banco Central pode nos levar a problemas sérios num contexto de reversão do ciclo econômico. O momento exige cautela da autoridade monetária, mas aumentos excessivos dos juros podem comprometer nossa situação no futuro.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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O novo impasse transatlântico

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por David P. Calleo

Fonte: Valor Econômico (06/08/2008)

A recente viagem de Barack Obama à Europa sugere que o senador de Illinois é o preferido dos europeus para ser o próximo presidente americano. Mas os europeus não deveriam esperar muito dele. Embora Obama pudesse provavelmente restaurar a civilidade e polidez no discurso transatlântico, as fontes de fricção são mais profundas. Os interesses geopolíticos da Europa e dos EUA vêm divergindo e poderão continuar assim, pouco importa quem seja o presidente. 

Interromper esse distanciamento progressivo exigirá importantes mudanças nas perspectivas e políticas nos dois lados do Atlântico. Os EUA terão de parar de definir seus interesses transatlânticos em termos de sua mentalidade hegemônica e a Europa terá de assumir um comando mais pleno de sua própria região. 

A referência a interesses geopolíticos ressalta a influência da geografia na configuração desses interesses. É famosa a concordância expressa por Charles de Gaulle e Winston Churchill: “Em última instância, a Grã-Bretanha é uma ilha, a França é uma ponta de continente; os EUA são de outro mundo”. De Gaulle e Churchill compreenderam que durante séculos o Canal da Mancha constituiu uma colossal barreira geopolítica a um compartilhamento de interesses durável entre o Reino Unido e a França. Se o canal é tal barreira, vínculos duradouros através do Atlântico parecem implausíveis.  Leia o resto do artigo »

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La vulnerabilidad moral de los mercados

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Robert Skidelsky

by Robert Skidelsky

Fonte: Project Syndicate

Hoy parece no existir ninguna alternativa coherente para el capitalismo. Sin embargo, los sentimientos anti-mercado están bien en forma, lo cual queda de manifiesto, por ejemplo, en la reacción moralista contra la globalización. Como ningún sistema social puede sobrevivir mucho tiempo sin un sustento moral, las cuestiones planteadas por los defensores de la antiglobalización son urgentes -mucho más en medio de la actual crisis económica.

Es difícil negar cierto valor moral del mercado. Después de todo, le adjudicamos valor moral a los procesos así como a los resultados, como en la frase “el fin no justifica los medios”. Es mejor, desde un punto de vista moral, que nuestros productos sean suministrados por mano de obra libre que por esclavos y que podamos elegir nuestros productos en lugar de que el Estado los elija por nosotros. El hecho de que el sistema de mercado sea más eficiente a la hora de crear riqueza y satisfacer las necesidades que cualquier otro sistema es un beneficio adicional.

Las críticas morales del mercado se centran en su tendencia a favorecer un tipo de personalidad moralmente deficiente, privilegiar motivos desagradables y promover resultados indeseables. Al capitalismo también se le adjudica la falta de un principio de justicia.

Consideremos la personalidad. Muchas veces se dijo que el capitalismo retribuye la cualidad de autocontrol, trabajo arduo, inventiva, austeridad y prudencia. Por otra parte, deja afuera todas las virtudes que no tienen ninguna utilidad económica, como el heroísmo, el honor, la generosidad y la piedad. (El heroísmo sobrevive, en parte, en la idea romántica del “empresario heroico”).

El problema no es sólo la insuficiencia moral de las virtudes económicas, sino su desaparición. El trabajo arduo y la inventiva siguen siendo retribuidas, pero el autocontrol, la austeridad y la prudencia seguramente empezaron a desvanecerse con la primera tarjeta de crédito. En el Occidente opulento, todos piden dinero prestado para consumir tanto como sea posible. Estados Unidos y Gran Bretaña están ahogándose en deuda. Leia o resto do artigo »

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Armas, drogas y mercados financieros

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

by Dani Rodrik

Fonte: Project Syndicate

La crisis de las hipotecas subprime ha demostrado una vez más lo difícil que es controlar las finanzas, una industria que es al mismo tiempo vital para las economías modernas y la mayor amenaza a la que se enfrentan. Si bien esto no es noticia para los mercados emergentes, que han experimentado varias crisis financieras en los últimos 25 años, medio siglo de estabilidad financiera hizo que las economías avanzadas se volvieran complacientes.

La estabilidad reflejaba un simple quid pro quo : reglamentación a cambio de la libertad de operar. Los gobiernos impusieron reglamentación cautelar a los bancos comerciales a cambio de la prestación pública de seguros de depósitos y la función de prestamista de último recurso. Los mercados de valores quedaron sujetos a requisitos de divulgación y transparencia .

Pero la desregulación financiera de los años ochenta nos llevó a territorio desconocido. La desregulación prometía generar innovaciones financieras que mejorarían el acceso al crédito, permitirían una mayor diversificación de los portafolios y asignarían los riesgos a quienes estuvieran en mejores condiciones de soportarlos. Los liberalizadores argumentaban que la supervisión y la reglamentación estorbarían y que los gobiernos no podrían seguir el ritmo de los cambios.

Qué diferencia ha significado la crisis actual. Ahora nos damos cuenta de que los actores más sofisticados del mercado no tenían idea sobre los nuevos instrumentos financieros que se crearon y ahora nadie duda que la industria financiera requiere una reforma a fondo.

Pero, ¿qué es lo que se debe hacer exactamente? Los economistas que se concentran en esos temas se dividen en tres grupos.

Primero están los promotores de la libertad, para quienes cualquier cosa que se interponga entre dos adultos que se ponen de acuerdo es similar a un crimen. Si me venden un papel que yo quiero comprar, es mi responsabilidad saber qué es lo que estoy comprando y tomar conciencia de cualquier consecuencia adversa posible. Si la compra me daña, sólo yo tengo la culpa. No puedo suplicar al gobierno que me rescate.

Quienes no son partidarios de esta libertad reconocen el defecto fatal de este argumento: los colapsos financieros conllevan lo que los economistas llaman un “riesgo sistémico” – todos pagan un precio. Como lo demuestra el rescate de Bear Sterns, el gobierno puede verse obligado a rescatar instituciones privadas para evitar un pánico que tendría peores consecuencias en otras partes. Así, muchas instituciones financieras, sobre todo las más grandes, operan con una garantía gubernamental implícita. Esto justifica que el gobierno regule las prácticas de préstamo e inversión. Leia o resto do artigo »

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A história não acabou

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Edward Amadeo

Fonte: Valor Econômico (06/08/2008)

Em 1896, o autor inglês E. E. Williams intitulou um ensaio “Made in Germany” porque quando começou a escrevê-lo notou que, para seu horror, o lápis que usava tinha sido produzido na Alemanha. Em 1885, o ministro prussiano Robert von Puttkamer ordenou a expulsão dos trabalhadores imigrantes poloneses. Os países toleram mal as ameaças da globalização – seja na forma de investimentos estrangeiros, da competição de importados, da imigração de trabalhadores. 

O capitalismo passa por sua segunda onda de liberalismo e globalização. A primeira foi no século XIX, quando os fluxos de capital, produtos e migrantes, devidamente normalizados pelo “tamanho” da economia e da população, atingiram patamares iguais ou maiores que nos anos recentes. Mas nem a visão liberal, nem a globalização, duraram muito. A crise das primeiras décadas do Século XX foi o pano de fundo para uma forte reação aos dois movimentos. A resposta veio na forma de proteção do mercado nacional, restrição ao fluxo de capitais e fechamento das fronteiras aos imigrantes, além da introdução de uma série de políticas de proteção social. 

A competição gera insegurança e instabilidade. A regulação dos mercados (de capitais, de bens e serviços e de trabalho) produz segurança e estabilidade. O mundo do pós 1ª Guerra tornou-se pós-liberal.  Leia o resto do artigo »

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Combate à inflação divide os países do Sudeste Asiático

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

Os governos e bancos centrais dos países do Sudeste Asiático divergem quanto às estratégias para conter os preços sem sufocar a economia. Um exemplo disso é o que vem ocorrendo na Tailândia, onde o ministro da Fazenda e o presidente do banco central divergem publicamente sobre o aumento da taxa de juros.

 Por James Hookway, The Wall Street Journal

 Publicado no Valor

 À medida que a inflação crescente e a desaceleração econômica atingem mais fundo os países do Sudeste Asiático, acostumados com expansão constante, os governos e bancos centrais da região divergem quanto às estratégias para conter os preços sem sufocar a economia.

 O confronto mais agudo acontece na Tailândia, onde o ministro da Fazenda e o presidente do banco central divergem publicamente sobre o aumento da taxa de juros. Para pressionar o banco central, o governo chegou a criar um painel de supervisão da política monetária do Banco da Tailândia.

 A tensão está aumentando em todos os lugares. No Vietnã, as autoridades monetárias do Banco do Estado do Vietnã se perguntam quando os líderes do partido comunista vão autorizar um aumento de juros suficiente para conter a inflação, que acumulou 27% nos 12 meses até julho. No mês passado o banco central da Malásia decidiu manter a taxa de juros inalterada, apesar de a inflação ter atingido o patamar mais alto em 27 anos. O grande vizinho do norte, a China, onde a crescente demanda por petróleo tem contribuído para pressões inflacionárias globais, também está amaciando sua retórica antiinflacionária à medida que os líderes em Pequim ficam mais sensíveis à desaceleração econômica. Leia o resto do artigo »

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Foco na OMC resulta de pressões do agronegócio e de imposições eleitorais

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Reinaldo Gonçalves

Fonte: CORREIO DA CIDADANIA – 04-Ago-2008

Resoluções tiradas de Doha podem ter sido consideradas um fracasso para o governo brasileiro, mas foram uma vitória para o povo do nosso país.

A derrota da estratégia do Itamaraty nas negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) significa vitória para países que têm estratégias mais abrangentes e inteligentes. O fracasso do governo Lula também implica vitória para o Brasil.  

Poucos dias antes do fracasso da reunião da OMC, o ministro das Relações Exteriores do Brasil acusou os representantes dos países desenvolvidos de algo que tem sido prática recorrente do governo Lula em geral e do Itamaraty em particular: uma mentira contada muitas vezes acaba sendo aceita como verdade. Esta frase expressa a essência da política exterior do governo Lula. Muitos ainda acreditam que esta política defende os interesses nacionais. Mentira pura. Tomemos o caso das negociações internacionais de bens no âmbito da OMC.  

O principal foco da estratégia brasileira era a eliminação dos subsídios concedidos nos países desenvolvidos para a produção local de alimentos. Não resta dúvida que, caso isto ocorresse, as grandes empresas do agronegócio no Brasil aumentariam suas exportações e, portanto, os lucros destas empresas seriam ainda mais elevados. Entretanto, há outros fatos que implicam sérias perdas para o país.  

A eliminação dos subsídios agrícolas causará aumento dos preços internacionais e, portanto, maior pressão inflacionária em escala global. Este fenômeno é grave no atual contexto de inflação crescente que resulta da elevação dos preços do petróleo e dos alimentos. A inflação internacional repercute no Brasil visto que os produtores brasileiros de commodities também elevam seus preços no mercado doméstico. Portanto, o trabalhador brasileiro perde, via maior inflação, com a eliminação dos subsídios agrícolas nos Estados Unidos e na Europa. E, ademais, como corretamente temem os governos de outros países, a elevação dos preços internacionais de alimentos aumentará a fome e a miséria no mundo. Não é por outra razão que muitos países em desenvolvimento não apóiam a posição brasileira.  

A eliminação dos subsídios terá como contrapartida a redução das tarifas dos produtos industriais. Portanto, a competição será maior e cairão os preços dos manufaturados. Por um lado, os consumidores brasileiros se beneficiarão; por outro, haverá redução de renda e emprego na indústria doméstica. A perda de competitividade e produção na indústria brasileira tende a ser generalizada. Assim, os preços de exportação dos produtos agrícolas aumentam, porém os preços de exportação dos produtos industriais brasileiros caem ainda mais. O resultado líquido é a perda de renda real para o país via termos de troca.  

Estudos mostram que as negociações na OMC geram ganhos modestos. No caso do Brasil, o ganho líquido seria muito pequeno: entre US$ 251 milhões e US$ 1,1 bilhão. Para quem acha que isto é muito dinheiro vale lembrar que o maior banco privado brasileiro teve lucro líquido de US$ 4,7 bilhões em 2007. No caso brasileiro os ganhos estariam concentrados na grande propriedade agrícola. Trabalhadores, de modo geral, teriam perda de renda. O capital produtivo na indústria também perderia renda. Para ilustrar, considerando as negociações no setor agrícola, estima-se que haveria aumento de 13,3% do lucro do agronegócio e redução de 0,20% do salário da mão-de-obra qualificada.  

Sob pressão do agronegócio e tendo em vista o financiamento das campanhas eleitorais, o governo Lula tem como foco das negociações na OMC a eliminação dos subsídios agrícolas. Cabe lembrar que o setor primário-exportador aumentou sua contribuição para o financiamento da campanha eleitoral de Lula de 2,9% em 2002 para 10,4% em 2006. Não há dúvida que o foco estreito da política exterior é bom para o agronegócio e para o governo Lula, mas é mentira que seja boa para o Brasil. Ainda bem que Lula foi derrotado em Genebra. Cabe agradecer à China, Índia e Argentina e outros países que não foram capturados por grupos de interesses retrógrados, que têm políticas exteriores conseqüentes e estão em plenas trajetórias de desenvolvimento.

Reinaldo Gonçalves é professor titular de Economia Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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