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Blog do Desemprego Zero

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E se o resto do mundo for incompetente?

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Heldo Siqueira*

Parece plenamente justificável a atitude do BC brasileiro do aperto monetário para conter a inflação. Segundo essa perspectiva, se as expectativas inflacionárias estão acima da meta do BC, trata-se de um desvio da demanda, provocado por uma oferta monetária “frouxa”. Assim, os agentes formam expectativas quanto aos preços, dado que o volume real ofertado é “escasso” e previsível. Nesse caso, a inflação desajustaria os preços relativos, diminuindo a eficiência do mercado em alocar os recursos escassos.

O problema dessa perspectiva está em esquecer que no resto do mundo também há política monetária. Além disso, o resto do mundo pode estar com a política monetária frouxa. Entretanto, um aperto monetário da autoridade brasileira não influencia a demanda no resto do mundo. Assim, a expectativa de inflação brasileira poderia estar influenciada por essa política frouxa e o BC não pode fazer nada em relação a isso. A única alternativa que o BC tem para combater expectativas inflacionárias “importadas” é apreciar o câmbio. Além disso, a apreciação do câmbio deve ser de tal magnitude que compense a inflação importada e ainda provoque uma apreciação real.

Entretanto, diminuindo a absorção interna, o BC está na verdade, diminuindo a perspectiva de demanda real. Em resposta a essa nova demanda real, haveria um ajuste da oferta real, modificando completamente a estrutura produtiva. Assim, quando o câmbio voltar, através do aumento das importações e diminuição das exportações, ao nível de equilíbrio, deveria haver outro ajuste nos preços relativos. Ou seja, o efeito da inflação menor será igualmente diminuir a eficiência do mercado em alocar os recursos escassos. Dessa forma, uma inflação menor que a inflação internacional, conseguida através da apreciação do câmbio, trás os mesmos efeitos de uma deflação.

De fato, a meta de inflação brasileira não parece levar em conta a inflação internacional, caso contrário, deveria ser revista para os anos de 2009 e 2010, quando foram mantidas em 4,5%, mesmo com a inflação internacional em ascensão. Dessa forma, tanto o Conselho Monetário Nacional, por ignorar a complexidade da economia internacional na definição das metas para inflação, quanto o Banco Central, por mesmo percebendo (se é que percebe) o erro do CMN persegue cegamente uma meta de inflação inconsistente com a realidade internacional, estariam sendo incompetentes.

* Heldo Siqueira: Gremista, economista graduado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Trabalho na Assessoria de Planejamento do IDAF-ES (Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo). (Meus artigos)

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‘Ritmo da China continuará forte’

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O Banco de Desenvolvimento Asiático divulgou um relatório que prevê crescimento menor para a região neste ano e no próximo. A queda é explicada pelo desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da Europa. Pois Estudos empíricos sugerem que o crescimento da Ásia cai entre 0,3 e 0,5 ponto porcentual para cada ponto porcentual de redução da expansão americana.

Publicado originalmente no O Estado de S. Paulo

Especialista diz que expansão chinesa perderá vigor, mas permanecerá robusta, o que garante demanda por commodities

No fim de julho, o Banco de Desenvolvimento Asiático (ADB, na sigla em inglês) divulgou um relatório que prevê crescimento menor para a região neste ano e no próximo. Segundo a instituição, que tem sede nas Filipinas, a expansão média sairá de 9% em 2007 para 7,6% em 2008 e 2009. No caso da China, a expectativa é de uma desaceleração de 11,9% em 2007 para 9,9% este ano e 9,7% no ano que vem. A queda é explicada pelo desaquecimento das economias dos Estados Unidos e da Europa. Ainda assim, diz Jong-Wha Lee, coreano que comanda o escritório de Integração Econômica da ADB, “o crescimento chinês continuará robusto”. “A demanda (do país) por commodities continuará forte”, diz. Ele já trabalhou no Fundo Monetário Internacional (FMI) e lecionou, como professor visitante, na Universidade Harvard. Ele concedeu uma entrevista ao Estado por e-mail. A seguir, os trechos principais.

Qual o impacto da desaceleração da economia americana nas economias asiáticas?

Estudos empíricos sugerem que o crescimento da Ásia cai entre 0,3 e 0,5 ponto porcentual para cada ponto porcentual de redução da expansão americana. O impacto pode ser maior caso a economia americana entre em uma recessão e a economia global desacelere em série.

Que países seriam mais afetados?

Com o comércio e as finanças asiáticas cada vez mais ligadas aos mercados globais, uma desaceleração conjunta do mundo e dos EUA – aliada aos efeitos de um mercado de crédito já mais apertado – colocam a Ásia sob um risco significativo em termos de perspectivas de crescimento. Leia o resto do artigo »

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A VITÓRIA DE MORALES E OS NOVOS DESAFIOS DA BOLÍVIA

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

A VITÓRIA DE MORALES E OS NOVOS DESAFIOS DA BOLÍVIA

 

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O presidente boliviano Evo Morales garantiu a vitória no referendo do último domingo. Com 63% dos votos, porcentagem maior do que a da sua eleição em 2005, o povo boliviano ratificou não apenas o desejo de permanência do líder aymar, mas também a esperança na continuação da revolução democrática que vem ocorrendo na Bolívia.

 

Não obstante, é necessário frisar que parte dos seus principais opositores também foram confirmados nos seus respectivos cargos. A vitória dos governadores de Santa Cruz, Beni, Pando e Tarija possibilitou o endurecimento do discurso por parte da direita boliviana. Desta forma, o principal desafio do presidente boliviano é levar adiante as reformas progressistas, sem colocar em risco a unidade política do país.

 

Morales deve se concentrar em três pontos. O primeiro deles é a continuidade da nacionalização de empresas que controlam recursos estratégicos, tais como o gás. Além da sua importância política, os recursos oriundos da exploração dos mesmos é a principal fonte de recursos do Estado, que os utiliza para a criação de programas de distribuição de renda.

 

Em segundo lugar, o governo deve avançar na reforma agrária. A absurda concentração de terras, que persiste na maior parte dos países latino-americanos, tem expulsado importantes contingentes de mão-de-obra para as grandes cidades, criando significativos bolsões de pobreza urbanos, que se consolidam como exército industrial de reserva disponível a baixos salários.

 

Em terceiro lugar, o país deveria, na medida de suas possibilidades, diversificar seu parque industrial, para que a melhoria na distribuição de renda tenha uma contrapartida na estrutura produtiva do país. Como já nos ensinaram o mestre Celso Furtado e a tradição cepalina, o desenvolvimento de um país só pode ser alcançado quando há homogeneização dos padrões de consumo, compatíveis com sua estrutura produtiva.

 

O desafio da Bolívia, e do governo Morales, é levar a cabo tal projeto, a despeito dos interesses da oligarquia boliviana, que defenderá com unhas e dentes o latifúndio e o desenvolvimento associado, sem soberania e respeito ao povo boliviano.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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La gestión de la tierra chamuscada de Estados Unidos

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

by Henry Mintzberg

Versão do texto em inglês

Las señales de la peligrosa condición de la economía norteamericana están en todas partes -desde los tediosos déficits fiscales y de cuenta corriente hasta los precios de las viviendas en caída libre y el dólar débil-. Pero hay algo que no aparece en ninguno de los indicadores económicos y que puede estar impulsándolos: el deterioro de la gestión norteamericana, que está socavando no sólo a muchas de las grandes compañías de Estados Unidos, sino también a su legendario espíritu de empresa.

Paradójicamente, un indicador que ha estado mejorando marcadamente en Estados Unidos -la productividad- puede ser la señal más clara del problema. Cuando está en juego la productividad, los gerentes o bien invierten en capacitar a los empleados, en procesos de fabricación más eficientes y cosas por el estilo, o bien toman medidas que parecen incentivar la productividad en el corto plazo pero que a la larga la erosionan.

La productividad es una medida de la producción por hora trabajada. De manera que una compañía que despide a todos sus empleados y luego entrega mercadería de su stock puede parecer muy productiva -hasta que el stock se agota-. Por supuesto, ninguna empresa puede hacer esto, pero muchas compañías norteamericanas se han estado desprendiendo de muchos trabajadores y gerentes de niveles medios -las cifras para enero de 2008 subieron 19% con respecto a un año antes. Leia o resto do artigo »

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La falsa promesa de la liberalización financiera

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

by Dani Rodrik

Fonte: Project Syndicate

Algo anda mal en el mundo de las finanzas. El problema no es otro colapso financiero en un mercado emergente, con el predecible contagio que hunde a los países vecinos. Hasta los países más expuestos pudieron manejar la última ronda de crisis financieras, en mayo y junio de 2006, con relativa holgura. Esta vez, en cambio, fueron los tiempos relativamente tranquilos los que ayudaron a que el problema saliera a la luz: los beneficios vaticinados de la globalización financiera brillan por su ausencia.

La globalización financiera es un fenómeno reciente. Se podrían rastrear sus orígenes en los años 70, cuando los petrodólares reciclados alimentaban los grandes flujos de capital a los países en desarrollo. Pero recién alrededor de 1990 fue cuando la mayoría de los mercados emergentes asumieron un riesgo y eliminaron los controles sobre las carteras privadas y los flujos bancarios. Los flujos de capital privado estallaron desde entonces, eclipsando el comercio de bienes y servicios. De manera que el mundo experimentó la verdadera globalización financiera sólo durante 15 años aproximadamente.

Liberar los flujos de capital tenía una lógica inexorable -o así parecía-. El argumento era que los países en desarrollo tienen muchas oportunidades de inversión, pero carecen de ahorros. La entrada de capitales extranjeros les permitiría hacer uso de los ahorros de los países ricos, aumentar sus tasas de inversión y estimular el crecimiento. Por otra parte, la globalización financiera les permitiría a los países pobres salir sin dificultades de los ciclos de auge y ocaso asociados con las crisis temporarias de la relación de intercambio y otras rachas de mala suerte. Finalmente, la exposición a la disciplina de los mercados financieros haría que a los gobiernos despilfarradores les resultara más difícil portarse mal.

Sin embargo, las cosas no salieron según lo planeado. La investigación realizada por el FMI, así como por académicos independientes documenta una cantidad de enigmas y paradojas. Por ejemplo, es difícil encontrar evidencia de que los países que liberaron los flujos de capital hayan experimentado, como resultado, un crecimiento económico sostenido. De hecho, muchos mercados emergentes experimentaron caídas en las tasas de inversión. Tampoco, en promedio, la liberalización de los flujos de capital estabilizó el consumo. Leia o resto do artigo »

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¿El fin del triunfalismo financiero?

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

by Kenneth Rogoff

Fonte: Project Syndicate

¿Marcará la actual crisis financiera, que no deja de agravarse, el fin de la era del triunfalismo financiero? Pregunte a un lego cuáles son las diez grandes innovaciones que impulsan el mundo actual, y probablemente no haya muchos que mencionen la fórmula Black-Scholes de opciones de determinación de precios. Sin embargo, para la comunidad financiera, las fórmulas pioneras que allanaron el camino a las estrategias de cobertura de riesgos modernas deberían recibir tanto crédito por el reciente periodo de crecimiento global como los teléfonos móviles, los ordenadores y la Internet.

Hasta los últimos 12 meses, los defensores de las finanzas parecían tener argumentos bien sólidos. Al ayudar a distribuir el riesgo, las financias de vanguardia podían ayudar a acelerar el crecimiento mundial. Los macroeconomistas celebraban la “Gran moderación” del ciclo económico global, en que las recesiones parecían volverse más suaves y menos frecuentes. Y, por supuesto, la comunidad financiera estaba ganando dinero a manos llenas, creando millonarios e incluso billonarios en todo el mundo.

Los gobiernos estimularon el asunto también. En los países anglófonos, los presidentes y primeros ministros, para no mencionar a algunos de los principales banqueros centrales, presumían de poseer sistemas financieros superiores que eran la envidia del resto del mundo. Cuando los gobernantes franceses y alemanes se quejaron de que los tentáculos cada vez mayores y menos regulados del nuevo sistema financiero representaban grandes riesgos para la economía mundial, se los desdeñó como a pobres perdedores. Países pequeños como Islandia decidieron entrar en el juego, privatizando sus bancos y creando sus propios centros financieros. Si no se puede ser Silicon Valley, ¿por qué no crear una mini Wall Street?

Ahora los bancos islandeses, después de haberse endeudado en varias veces el PGB nacional, están en graves problemas, con deudas mucho mayores que lo que los contribuyentes de ese pequeño país pueden absorber. Incluso los conservadores suizos cedieron a las tentaciones de las finanzas de alta tecnología y las riquezas que prometían. Hoy, los dos mayores bancos suizos se hunden en pasivos que superan en siete veces el ingreso del país.

Por supuesto, la madre de todos los rescates financieros es el cheque en blanco que el gobierno de Estados Unidos está dando a las gigantescas agencias de préstamos hipotecarios Fannie Mae y Freddie Mac, que tienen o garantizan 5 billones de dólares en hipotecas que lucen cada vez más frágiles. No deja de ser irónico el que el Secretario del Tesoro de EE.UU., Hank Paulson, ex presidente de Goldman Sachs, empresa que ejemplifica el triunfalismo financiero, esté a la cabeza de las iniciativas para salvar a estos mastodontes patrocinados por el gobierno que, tan notoriamente, ya han dejado de ser útiles. Leia o resto do artigo »

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Ortodoxia econômica e a superioridade das raças brancas e orientais …

Postado em 10 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Bruno Galvão dos Santos *

Há uma longa discussão nas ciências econômicas a respeito do enorme diferencial do nível de renda per capita entre os países. De acordo com a versão neoclássica, o principal sustentáculo teórico do liberalismo econômico, a diferença se explica por distintos níveis de propensão a poupar e da produtividade, que é vista como inerente. Em outras palavras, o sucesso no capitalismo seria resultado do biênio frugalidade e trabalho. Na visão keynesiana-estruturalista, o diferencial de nível de renda deve-se do desenvolvimento do mercado consumidor e de setores capazes de gerar exportações, o que permitirá grande volume de investimentos e, portanto, expansão da acelerada da capacidade produtiva e da produção. Nessa visão, o que possibilita um alto nível de renda per capita é a combinação de uma determinada diretriz na política de desenvolvimento com condições favoráveis na geração de divisas. É interessante notar, como aponta vários autores, como Ha-Joon Chang, que as políticas dos países que lograram um rápido desenvolvimento guardam muitas similaridades entre si. É interessante notar que houve desde o pós guerra, uma grande mudança do nível de renda no Leste da Ásia. Alguns países, como a Coréia, que atualmente caminha para um nível de renda europeu, era mais pobre que o Haiti em 1950. A China há 30 anos tinha uma renda per capita inferior à África. Se no final do século XIX, os amarelos eram considerados inferiores aos brancos. Hoje são encarados como superiores até aos brancos e à cultura ocidental. No final dos anos 70, o Brasil caminhava para ser um país desenvolvido. Chegamos a ser o segundo maior produtor de navios, um dos poucos países a desenvolver tecnologia de produção de aviões, éramos exportadores líquidos de máquinas e equipamentos. Mas a crise da dívida interrompeu esse processo. Sul coreanos perguntam o que aconteceu com o Brasil, que até então era a inspiração para eles. É interessante que na época do sucesso brasileiro também abundavam explicações culturalista para mostrar as razões do rápido desenvolvimento. Hoje, essas explicações enfatizam nossa “inferioridade”. Deve-se acrescentar ainda que as diferenças de renda entre as nações pobres e ricas chegam a ser de cem vezes. Haja superioridade de um povo sobre o outro.

Contudo, apesar de fortes evidências empíricas e teóricas em favor da perspectiva keynesiana-estruturalista, a visão ortodoxa é dominante na teoria econômica e perante a opinião pública. Leia o resto do artigo »

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Wikipedia inspira criação de projeto coletivo de carro elétrico

Postado em 8 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Katia Alves

“Depois da wikipedia, vem aí o wikicarro. A “eCars – Now!” é uma comunidade finlandesa na Web que procura aplicar a abordagem coletiva usada pelos colaboradores da enciclopédia online Wikipedia na conversão de carros a gasolina para carros elétricos”

Publicado no Estadão

Sami Torma – REUTERS

Depois da wikipedia, vem aí o wikicarro. A “eCars – Now!” é uma comunidade finlandesa na Web que procura aplicar a abordagem coletiva usada pelos colaboradores da enciclopédia online Wikipedia na conversão de carros a gasolina para carros elétricos. O primeiro deles deve estar rodando ainda este ano.

O fórum alega ser o primeiro do tipo no mundo, e deseja oferecer uma alternativa ao que seus membros percebem como lentidão nos setores de petróleo e automóveis. O grupo está trabalhando de acordo com a tradição dos projetos de software de “código aberto” como o sistema operacional Linux, criado por um finlandês e que hoje desafia o domínio da Microsoft.

“Se conseguirmos muito sucesso, ajudaremos a criar projetos semelhantes em todo o mundo, com os quais poderemos compartilhar o que sabemos”, disse Jukka Jarvinen, um participante do projeto, que acrescentou que esquema semelhante estava sendo lançado na Dinamarca. “Estamos esperando criar um movimento mundial”, afirmou. Leia o resto do artigo »

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