Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
La nueva ocupación yanqui a Haití está generando acciones de resistencia por parte de amplios sectores de la población. El “Yanquis home” vuelve a retornar por todo el devastado país.
(Resumen Latinoamericano /Gara)–EEUU sigue imponiendo su ley en Haití. Además de patrullar las calles de Puerto Príncipe, el Ejército ha ordenado a los periodistas extranjeros que desalojen el aeropuerto capitalino, según denunciaron los propios afectados. Por su parte, Médicos sin Fronteras calificó de «crimen» la gestión de esta instalación por parte de soldados estadounidenses, que están desviando a República Dominicana los vuelos con ayuda humanitaria, lo que «está causando muertes».
El Ejército de Estados Unidos sigue imponiendo su ley en Haití, pese a las críticas de organizaciones no gubernamentales y de países como el Estado francés, Venezuela y Bolivia. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Objetivo é proibir bancos protegidos pelo governo de fazerem apostas arriscadas que podem detonar nova crise
Ao completar um ano de governo e com a popularidade em baixa, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs ontem medidas para restringir o tamanho e o objetivo das atividades dos grandes bancos americanos. As medidas proíbem bancos que detêm depósitos de correntistas de investir, negociar ou aconselhar fundos hedge e fundos de participações em empresas (private equity), além de vetá-los de fazer operações com o próprio dinheiro, chamadas de Tesouraria, para obter lucros em benefício próprio e não para seus clientes. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
As crises energética e econômica na Venezuela colocarão à prova a popularidade do presidente Hugo Chávez neste ano e podem levar a um resultado desfavorável na composição do novo Parlamento que será eleito em setembro, na opinião de analistas entrevistados pela BBC Brasil. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
A China anunciou nesta quinta-feira um crescimento econômico de 8,7% em 2009, superando até mesmo as estimativas mais otimistas feitas pelo governo local e colocando o país no caminho para assumir o posto de segunda economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
País fica em cima de uma região de falha geológica
Para os cientistas, não foi surpreendente o novo tremor de terra ocorrido no Haiti ontem pela manhã. O abalo foi o mais intenso desde o terremoto há nove dias, que chegou a 7.0 na escala Richter. Ocorrido a 45km de distância do epicentro da tragédia de 12 de janeiro, o de ontem chegou a uma intensidade de 5.9 – segundo o US Geological Survey. O que impressionou especialistas foi essa magnitude para um efeito considerado secundário. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Brad Delong e Stephen Cohen
Fonte: O Estado de S.Paulo, 10.01.2010.
Ao longo de mais de um quarto de século, todos os países alimentaram o sonho neoliberal: tentaram restringir a influência do Estado às suas competências básicas, ou seja, a promoção da eficiência econômica, a integração econômica global e o crescimento, e reduzir ao máximo a burocracia, a busca desenfreada de lucros e a corrupção. Procuraram ainda privatizar os ativos estatais e a participação do Estado em companhias de grande porte nos principais setores da economia.
Mas agora estão despertando: o sonho neoliberal está no fim. Para compreender os motivos, teremos de voltar à metade do século passado. O advento da 2ª Guerra Mundial fez com que os recursos que ainda restavam à Grã-Bretanha se esgotassem muito rapidamente. Franklin Roosevelt governava um país isolacionista, que ele pretendia convencer a entrar na guerra contra Hitler da maneira mais rápida e completa possível. Mas parte da estratégia de Roosevelt consistia em quebrar a Grã-Bretanha antes que o dinheiro dos contribuintes americanos fosse empregado no conflito. Depois que a Grã-Bretanha quebrou, os Estados Unidos finalmente se apressaram a ajudar sua aliada. Mas enquanto nos equipávamos para resgatá-la, tiramos do povo britânico todo o dinheiro que ele tinha, e quando a guerra acabou, o dinheiro tinha passado para as mãos dos EUA. Os empréstimos feitos pelos EUA à Grã-Bretanha seriam pagos em dólares, e não em libras. E as importações britânicas tiveram de ser racionadas até meados da década de 50. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Diante dos problemas fundamentais em sua aplicação, o fracasso de Copenhague não deveria surpreender”. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Esperar que o TNP impeça completamente a proliferação de armas nucleares a outras nações não é uma opção muito realista”
José Goldemberg é físico, professor da Universidade de São Paulo e ex-presidente da SBPC. Artigo publicado em “O Estado de SP”:
Em 6 de agosto de 1945 um único avião lançou sobre Hiroshima, no Japão, uma bomba atômica que provocou a destruição que mil aviões de bombardeio com 50 toneladas de explosivos (e bombas incendiárias) causariam, matando cerca de 140 mil pessoas (civis, e não combatentes). Três dias depois outra bomba arrasou Nagasaki.
Os Estados Unidos, na época, acreditavam que conseguiriam manter o monopólio da posse de armas atômicas por muitos anos, o que não ocorreu. Apenas três anos depois, em 1948, a União Soviética produziu bombas com poder explosivo maior do que a bomba de Hiroshima, o que foi também conseguido logo após pela Inglaterra, pela França e, depois, pela China. Leia o resto do artigo »
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