Postado em 3 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A modernização e internacionalização da logística nos últimos vinte anos foram fontes de importantes ganhos de produtividade para as economias avançadas. Porém, entre os países em desenvolvimento, apenas nos anos recentes, o aperfeiçoamento da logística tornou-se objetivo explícito das políticas de desenvolvimento. Englobando um conjunto de atividades essenciais – transporte, armazenagem, consolidação de cargas, desembaraço alfandegário, sistema de distribuição e pagamentos – e envolvendo inúmeros agentes públicos e privados, a logística é a espinha dorsal do comércio internacional.
A Carta IEDI de hoje apresenta uma síntese dos resultados da pesquisa Connecting to compete: Trade logistics in the global economy – realizada pelo Banco Mundial (www.wordbank.org) -, a qual avalia, em perspectiva comparada, a qualidade da logística do comércio internacional, ou seja, a capacidade de transportar produtos e conectar indústrias e consumidores aos mercados internacionais. O estudo cobre 155 países e apresenta o ranking do índice de desempenho em logística comercial (LPI, na sigla em inglês), construído a partir de indicadores para seis fatores que influenciam a qualidade da logística: eficiência alfandegária, qualidade da infraestrutura de transporte, facilidade e custo de embarques, competência e qualidade da indústria logística local, capacidade de rastrear carregamentos, pontualidade.
A análise comparativa revela que, para países com mesmo nível de renda per capita, aqueles com melhor desempenho na logística experimentam crescimento econômico adicional, da ordem de 1% no PIB e 2% no comércio. Esses resultados são especialmente relevantes para os países em desenvolvimento no momento atual. Investir na melhoria da logística comercial permitirá acelerar a recuperação ante os efeitos da crise global, bem como o fortalecimento de suas posições competitivas. Outra conclusão do estudo é que os países com os melhores desempenhos em logística, ou seja, com LPI mais elevados, são aqueles que consistentemente investem em reformas e melhorias. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A decisão radical da Suprema Corte dos Estados Unidos, em 21 de janeiro deste ano permite às companhias gastarem dinheiro ilimitadamente na política. Anulando 100 anos de restrições aos gastos corporativos, os dois juizes mais novos, John Roberts e Samuel Alito, indicados pelo Presidente George W. Bush, tornaram a Suprema Corte um aliado das grandes corporações. Os insípidos debates em Davos sobre a questão capitalismo versus socialismo foram suplantados pela conquista da democracia das corporações. O artigo é de Hazel Henderson. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Thomaz Wood Jr.
Fim de caso! A sentença foi publicada em uma edição especial da revista The Economist. Assinou o laudo Lucy Kellaway. Parece sério: a colunista nos lembra que o entusiasmo pelo mundo dos negócios começou nos anos 1980, cresceu e se transformou em uma paixão alimentada por dinheiro, glamour e status. Em 2009, o dinheiro acabou. Em 2010, será a vez de o glamour e o -status –abandonarem a relação. E que relação poderia sobreviver à falta de elementos tão essenciais? Consequência: fim de caso. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A Carta IEDI desta semana traz um resumo do desempenho, em 2009, de três campos fundamentais da economia: emprego, setor externo e crédito. Em se tratando de um ano marcado pela crise internacional, esses segmentos seriam fortes candidatos a sofrer intensamente as adversidades do contexto de crise. Em outras épocas, crises muito menos graves atingiram, de modo contundente, o setor externo brasileiro – levando o País a recorrer ao FMI -, causaram forte paralisação do crédito e elevaram significativamente o desemprego. Desta feita, embora tenha deixado marcas, a crise não gerou situações dramáticas e que pudessem paralisar as atividades desses três campos. Esta Carta IEDI reúne informações sobre esses temas e procura respostas para o sucesso brasileiro em controlar os efeitos da crise internacional. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Dani Rodrik
A China ainda é um país pobre, mesmo assim projeta-se que sua economia ultrapasse a dos EUA em tamanho nas próximas duas décadas
Trinta anos atrás, a China tinha uma presença minúscula na economia global e pouca influência fora das suas fronteiras, exceto por alguns países com os quais mantinha relações políticas e militares próximas. Hoje, o país é uma notável potência econômica: maior centro fabril do mundo, destacado investidor mundo afora, da África à América Latina, e, cada vez mais, uma importante fonte de pesquisa e desenvolvimento. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Soluções para problemas em comum, novas tecnologias e melhor comunicação significam que a inovação está pronta para conduzir o desenvolvimento”
Gordon Conway é professor de desenvolvimento internacional no Imperial College de Londres; Jeff Waage é diretor do Centro de Desenvolvimento Internacional de Londres e professor da Escola de Estudos Orientais e Africanos da Universidade de Londres. Artigo publicado no site “ScienceDev”: Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Um especialista italiano em operações de emergência criticou a forma como vem sendo prestada ajuda às vítimas do terremoto no Haiti, dizendo que falta liderança na operação. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“A realidade é crua: a natureza não precisa de nós”
Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA) e autor do livro “A Harmonia do Mundo”. Artigo publicado na “Folha de SP”:
Dentro do contexto desta coluna, a tragédia provocada pelo tremor no Haiti nos ensina ao menos duas coisas. Primeiro, que a ciência tem limites, e que existe muito sobre o mundo que ainda não sabemos. Porém, não é por isso que devemos atribuir o que não sabemos explicar a atos sobrenaturais. Nossa ignorância deve abrir caminho ao conhecimento e não à superstição. Clique aqui para ler mais.
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