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Blog do Desemprego Zero

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Berlusconi, Míriam e o PiG (*), os últimos defensores do neoliberalismo

Postado em 30 dEurope/London março dEurope/London 2009

Paulo Henrique AmorimPH Amorim

As redes de televisão de Silvio Berlusconi, também conhecido como o Gilmar Dantas (segundo Ricardo Noblat) da Itália, repetem sem  interrupção o discurso do “Cavaliere” no ato de fundação do Partido da Liberdade (também conhecido como o “partido dele”).

. É a reunião dos partidos da maioria em torno de Silvio Berlusconi.

. Somados, esses partidos têm 47% do Congresso, contra 38% da oposição de esquerda.

. Berlusconi pregou um “reformismo liberal, burguês, popular, moderado, tradicional e inter-classista”.

. Ou seja, o Consenso de Washington com uma roupagem de demagogia.

. Interessante é que numa entrevista à CNN Europa, antes de ir ao Brasil e antes de receber os países do G20 em Londres, o primeiro ministro inglês Gordon Brown disse textualmente que “o Consenso de Washington morreu”.

. Ou seja, hoje no mundo dito civilizado existem três grupos que ainda  defendem o neoliberalismo do Consenso de Washington, tal qual Fernando Henrique Cardoso adotou no Brasil.

. São a Miriam Leitão, como símbolo e representacao máxima de pensamento neoliberal do PiG (*); os tucanos de Fernando Henrique; e provavelmente ainda alguns economistas que se reúnem ou se reuniram em torno do Banco Central.

. Quer dizer, ser neoliberal hoje é como visitar as ruínas de Pompéia…

. Mas, sabe como é, caro amigo navegante, no Brasil tudo pode …

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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Um tiro no pé

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Cesar Benjamin

Fonte: Folha de S.Paulo, 21.3.2009.

QUANTO MAIS volátil se torna a riqueza, mais ela necessita de uma retaguarda segura. A especulação não poderia ter ido tão longe se o sistema internacional não contasse com o lastro dos títulos do Tesouro americano. Por outro lado, esses títulos não seriam tão importantes se as demais expressões da riqueza não tivessem assumido formas tão inseguras. Denominados em dólar, eles garantem o papel especial da moeda americana no mundo, como moeda de reserva. Assim, globalização financeira e hegemonia dos Estados Unidos tornaram-se faces de um mesmo processo, combinando, como sempre, riqueza e poder.

Mas a financeirização promoveu transformações estruturais na própria economia americana, crescentemente dominada por um novo tipo de gestão de negócios, a gestão de ativos líquidos. Movimentando-se com desenvoltura no espaço dos mercados de capitais, manejando portfólios muito diversificados, os gestores dessas grandes massas de recursos alteraram o modo como a economia funciona, capturando e abandonando empresas, sucessivamente, conforme as expectativas de rentabilidade no curto prazo. O impacto disso sobre a crise atual é tremendo.

Os acionistas controladores -frequentemente detendo uma quantidade ínfima de ações, por causa da pulverização- deixaram de ter vínculos de longo prazo com as empresas que controlavam, introduzindo óbvias deformações nos processos decisórios. As empresas passaram a ter estruturas de comando sempre transitórias, submetidas à tirania dos balanços trimestrais. Projetos de longa maturação passaram a ser sistematicamente adiados.

O conceito de eficiência desvinculou-se de qualquer visão sistêmica e passou a se confundir com os benefícios que essa forma de gestão trazia para os próprios gestores, cuja remuneração era definida pelo preço das ações negociadas em Bolsa. Esse pífio indicador foi transformado em fetiche. Leia o resto do artigo »

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Greve geral paralisa França em defesa de emprego e renda

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Carta Maior

Trabalhadores dos setores público e privado fazem segunda greve geral em menos de dois meses, em defesa do emprego e do poder de compra da população. Pesquisas indicam apoio massivo da população ao movimento grevista. A novidade é a forte adesão do setor privado, tradicionalmente avesso às greves nacionais convocadas pelos sindicatos. A crise e o desemprego afetaram mais 90 mil franceses só em janeiro – o dobro do mês anterior.

A segunda greve geral em menos de dois meses paralisa a França nesta quinta-feira (19). Os sindicatos reivindicam mais apoio ao emprego e ao poder de compra da população e as pesquisas indicam o apoio massivo do país aos grevistas. As mais de 200 manifestações previstas juntaram milhões de trabalhadores nas ruas, mas o governo avisou que não aumentará o pacote de ajudas às vítimas da crise e do desemprego. Leia o resto do artigo »

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The Market Mystique (Paul Krugman)

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

(…) it has become increasingly clear over the past few days that top officials in the Obama administration are still in the grip of the market mystique. They still believe in the magic of the financial marketplace and in the prowess of the wizards who perform that magic.

The market mystique didn’t always rule financial policy. America emerged from the Great Depression with a tightly regulated banking system, which made finance a staid, even boring business. Banks attracted depositors by providing convenient branch locations and maybe a free toaster or two; they used the money thus attracted to make loans, and that was that.

Underlying the glamorous new world of finance was the process of securitization. Loans no longer stayed with the lender. Instead, they were sold on to others, who sliced, diced and puréed individual debts to synthesize new assets. Subprime mortgages, credit card debts, car loans – all went into the financial system’s juicer. Out the other end, supposedly, came sweet-tasting AAA investments. And financial wizards were lavishly rewarded for overseeing the process.

But the wizards were frauds, whether they knew it or not, and their magic turned out to be no more than a collection of cheap stage tricks. Above all, the key promise of securitization – that it would make the financial system more robust by spreading risk more widely – turned out to be a lie. Banks used securitization to increase their risk, not reduce it, and in the process they made the economy more, not less, vulnerable to financial disruption.

Much discussion of the toxic-asset plan has focused on the details and the arithmetic, and rightly so. Beyond that, however, what’s striking is the vision expressed both in the content of the financial plan and in statements by administration officials. In essence, the administration seems to believe that once investors calm down, securitization – and the business of finance – can resume where it left off a year or two ago.

As you can guess, I don’t share that vision. I don’t think this is just a financial panic; I believe that it represents the failure of a whole model of banking, of an overgrown financial sector that did more harm than good. I don’t think the Obama administration can bring securitization back to life, and I don’t believe it should try.

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Ainda longe de um resgate bancário bem-sucedido

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Martin Wolf

Fonte: Valor Econômico (25/03/2009)

Se o plano funcionar, pode convencer o americano comum de que seu governo está distribuindo privilégios para Wall Street…

Estou cada vez mais preocupado. Nunca esperei muito dos europeus ou dos japoneses. Mas esperava, de fato, que os EUA, sob o comando de um novo presidente popular, fossem mais decisivos do que vêm sendo. Em vez disso, o Congresso deixa-se cair num frenesi populista e o governo fica só esperando pelo melhor.

Caso alguém ainda duvide dos perigos, basta apenas ler as análises mais recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI). Projetam contrações entre 0,5% e 1% na produção mundial de 2009, e entre 3% e 3,5% na dos países com economias mais avançadas. Sem dúvida, é a pior crise econômica no mundo desde a década de 30.

É preciso avaliar os planos de estímulo à demanda e resgate de sistemas bancários levando em conta este pano de fundo lúgubre. De forma inevitável, o foco está nos EUA, epicentro da crise e maior economia mundial. O que emergiu no país foi uma hostilidade explosiva ao setor financeiro. O Congresso discute uma tributação retrospectiva penal dos bônus não apenas da imensa seguradora AIG, mas de todos os receptores de dinheiro do governo sob o programa governamental de recuperação de ativos problemáticos (Tarp, na sigla em inglês). E o procurador-geral do Estado de Nova York, Andrew Cuomo, defende identificar pelo nome os que receberem bônus nas empresas socorridas. Isto, claro, é um convite a um linchamento. Leia o resto do artigo »

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Animal Spirits Depend on Trust

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009

Animal Spirits: How Human Psychology Drives the Economy, and Why It Matters for Global Capitalismby Robert Shilller

A critical aspect of animal spirits is trust, an emotional state that dismisses doubts about others. In talking about animal spirits, Keynes sought to convey the message that swings in confidence are not always logical. The business cycle is in good part driven by animal spirits. There are good times when people have substantial trust and associated feelings that contribute to an environment of confidence. They make decisions spontaneously. They believe instinctively that they will be successful, and they suspend their suspicions. As long as large groups of people remain trusting, peoples somewhat rash, impulsive decision-making is not discovered. Unfortunately, we have just passed through a period in which confidence was blind. It was not based on rational evidence.  

The more complex the transaction the more trust is needed to sustain the transaction. So what must we do to revive our animal spirits and economic growth? The Treasury and the Federal Reserve not only need a fiscal target, they also need a credit target. The banks, whose managers are suffering from the same flagging animal spirits as the rest of the economy, will not expand their credit much just because they are more solvent.

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Robert Shiller is professor of economics at Yale University. His new book, with George Akerlof, “Animal Spirits: How Human Psychology Drives the Economy and Why It Matters for Global Capitalism”, is published by Princeton.

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THE GREAT FINANCIAL CRISIS OF 2008

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009

by Paul Davidson, Editor of the Journal of Post Keynesian Economics

The last line of the original manuscript of my book JOHN MAYNARD KEYNES [Palgrave , London and New York 2007] was written in July 2006. In that line I noted that when, not if, the next Great Depression hits the global economy Keynes’s General Theory analysis will be rediscovered by economists. As this is being written in October 2008 it appears that this time has come.

WHAT CAUSED THE ECONOMIC AND FINANCIAL CRISIS OF 2008?

The Winter of 2007-2008 will prove to be the winter of discontent and the beginning of the end in the classical theory of the efficiency of global financial markets. For more than three decades mainstream economists had preached, and politicians had swallowed, the myth of the efficiency of such free markets.

Those who do not study the lessons of history are bound to repeat its errors. Economists forgot the events of the Great Depression and the collapse of unfettered financial markets that followed the “Roaring Twenties” prosperity. For history has repeated itself with the growth of deregulated markets and the prosperity of the 1990s ending up in 2008 with the Greatest Recession since the Great Depression.

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Simpósio Internacional 2008 – Perspectivas do Desenvolvimento para o Século XXI

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009

O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento organizou dias 6 e 7 de Novembro de 2008 na sua sede no edifício do BNDES,  Rio de Janeiro, o Simpósio Internacional Perspectivas do Desenvolvimento para o Século XXI  com a participação de alguns dos mais eminentes acadêmicos e economistas na área de desenvolvimento econômico.

Originários de diferentes regiões do globo – Índia, Rússia, China, Europa, América do Norte e do Sul – os participantes confrontaram diferentes pontos de vista sobre o desenvolvimento, num mundo onde as fronteiras entre centro e periferia perdem relevância.

Leia os textos do Simpósio internacional de 2008…

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