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Blog do Desemprego Zero

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A questão do investimento público

Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Sergio Leo

Fonte: Valor Econômico (13/07/2009)

A nova era inaugurada com a crise financeira, que convive tranquilamente com uma GM sob controle estatal do governo dos Estados Unidos, promete trazer um bom debate sobre o lugar e as condições para os antes demonizados investimentos do setor público. É uma discussão particularmente interessante no Brasil, onde debates em economia se dão frequentemente com base em esquemas mentais rasos, rígidos e maniqueístas, como o que classifica automaticamente como ruins as despesas em custeio e benéficos os gastos em instalações físicas.

Hoje e amanhã, no Rio de Janeiro, o Itamaraty e a Unctad, órgão das Nações Unidas para o comércio, realizam um seminário de alto nível sobre investimento público, uma oportunidade de ver esse tema tratado com maior profundidade. A necessidade de se considerar a importância do investimento em capital humano é um dos pontos ressaltados no documento que serve de base ao seminário, preparado pelo Centennial Group, uma firma de consultoria estratégica, a pedido da Unctad. Leia o resto do artigo »

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EUA: teste de fogo ante situação institucional de Honduras

Postado em 13 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania          

 Por Virgílio Arraes*   

Nos últimos anos da Guerra Fria, a América Central destacou-se no cenário internacional por causa da emergência de movimentos políticos populares opostos à tradicional atuação norte-americana naquela área. A referência a Cuba como símbolo de resistência desde os anos 1960 aos ditames da política externa estadunidense era obrigatória, porque a partir do fim da Guerra Hispano-Americana, em agosto de 1898, Washington passou a considerar aquela região como uma zona de intervenção exclusivamente sua, ao amparar-se na Doutrina Monroe.  

Entre todas as organizações atuantes nas décadas de 1970 e 1980 naquela área, a de maior relevo foi a da Nicarágua, por intermédio da Frente Sandinista de Libertação Nacional, fundada nos anos 60. Em 1979, os sandinistas apearam do poder o presidente Anastásio Somoza, o maior representante da oligarquia rural. Desde 1937, a família Somoza influenciava diretamente o comportamento sócio-econômico do país, sendo a política externa nicaragüense convergente com os interesses da norte-americana.   Leia o resto do artigo »

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House of horrors

Postado em 11 dEurope/London julho dEurope/London 2009

From The Economist

What Britain’s MPs might learn from Brazilian Senators

THE president of Brazil’s Senate sits in a fine blue leather chair designed by Oscar Niemeyer, a celebrated Brazilian architect. Comfortable it may be, but its occupants have also found it to be an insecure perch. Three senate presidents have been suspended or have resigned because of scandals in the past eight years. Now a fourth, José Sarney, a former president of Brazil and part-time novelist, is teetering.

The Senate has just 81 members but somehow they require almost 10,000 staff to take care of them. Many of these are appointed as favours to senators’ friends or political supporters. One former staffer says that his fellow-employees used to say that the senate was like a mother to them. Others liken it to a country club. The benefits of membership include free health insurance for life for all senators and their families, generous pension arrangements and housing allowances. This much was already familiar to Brazilians and, perhaps, not so different from the goings on in many other legislatures around the world. Leia o resto do artigo »

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Pequena história do mundo

Postado em 10 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (website)

Estamos ficando para trás dos países asiáticos, e os países ricos também. Eles porque acabaram sendo vítimas da globalização nós, porque dependentes. Quando, no início do século XIX, os países da América Latina alcançaram a independência, foi pela metade. Já quando a China e a Índia se tornaram independentes após a Segunda Guerra Mundial, foi para valer.

Neste ano, devido à crise global, as taxas de crescimento dos países ricos serão fortemente negativas, as da América Latina serão moderadamente negativas e os países asiáticos continuarão a crescer, ainda que a taxas um pouco menores. Não há novidade nesse fato. Como os países asiáticos contam com nações e elites independentes, que adotam políticas econômicas segundo seus interesses nacionais e não segundo a recomendação dos países ricos, desde o fim da Segunda Guerra crescem muito mais que o Brasil e a América Latina. Leia o resto do artigo »

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Cátedra Memorial da América Latina promove curso de extensão “Ciência, Tecnologia e Atividade Econômica na América Latina”

Postado em 9 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Inscrições até 17 de julho!

Fonte: Jornal da Ciência

O Memorial da América Latina, através da sua Cátedra, apresentará no segundo semestre deste ano oportunidade para alunos e outros interessados nas relações entre Ciência, Tecnologia e Atividade Econômica na América Latina.

Um conjunto de cientistas, diplomatas e empresários, ocupando posições de destaque no Brasil, oferecerá suas visões sobre este tema a partir das suas experiências.

Análises recentes sugerem que a ciência produzida no continente não criou ligações virtuosas com os atores socialmente relevantes, estando majoritariamente determinada pelos caminhos seguidos pelos países centrais. Outras apreciações apontam para o pouco impacto da ciência produzida na América latina no contexto mundial. Leia o resto do artigo »

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LAS LECCIONES DE HONDURAS

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por THEOTONIO DOS SANTOS*

http://theotoniodossantos.blogspot.com 

Corre un revelador chiste entre los presidentes latinoamericanos: 

  • - ” – Sabes porque no hay golpes de Estado en los Estados Unidos?
  • - No!
  • - Porque en los EE.UU. no hay embajada de EE.UU.”

Además,  sabemos que los golpes en Estados Unidos se dan através del asesinato puro y  simples de sus presidentes   (como en el caso de John Kennedy) o con la ayuda de la Suprema Corte para impedir el recuento de los votos ( como en el caso de de Bush) . 

Apesar de estos y muchos otros precedentes,  vemos ahora los líderes del Partido Demócrata indignarse con la falta de recontaje de votos en Irán, acusado de ser una tremenda dictadura. 

Pero cual es la lección de Honduras?  Por la primera vez en la historia, los Estados Unidos apoyan la condena de un golpe de Estado en América Latina permitiendo que se realize una condena unánime de un acto de fuerza militar en todas organizaciones internacionales.  Leia o resto do artigo »

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Para uma recessão global, uma recuperação global

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Uma retração global requer uma resposta global. Mas, até agora nossas respostas – para estimular e regular a economia global – têm sido largamente estruturadas no âmbito nacional e, com frequência, tratando insuficientemente o efeito sobre os outros. O resultado é que há menos coordenação do que deveria haver. Um estímulo pobremente desenhado e insuficiente significa que a retração durará mais, que a recuperação será mais lenta e que haverá mais vítimas inocentes no mundo. A análise é de Joseph Stiglitz.

Esta não é apenas a pior retração econômica global da era pós-Segunda Guerra; é a primeira séria retração global da era moderna de globalização. Os mercados financeiros estadunidesnes fracassaram em fazer o que deveriam ter feito – administrar risco e alocar bem o capital – e esses fracassos têm tido um impacto maior ao redor do mundo. A globalização, também, não realizou aquilo que deveria. Isso ajudou a espalhar as consequências dos fracassos dos mercados financeiros no mundo. O 11 de Setembro de 2001 nos ensinou que com a globalização não apenas coisas boas viajam mais facilmente através das fronteiras; coisas ruins também. E 15 de setembro de 2008 reforçou essa lição.

Uma retração global requer uma resposta global. Mas, até agora nossas respostas – para estimular e regular a economia global – têm sido largamente estruturadas no âmbito nacional e, com frequência, tratando insuficientemente o efeito sobre os outros. O resultado é que há menos coordenação do que deveria haver, assim como um menor e menos bem desenhado estímulo em relação ao adequado. Um estímulo pobremente desenhado e insuficiente significa que a retração durará mais, que a recuperação será mais lenta e que haverá mais vítimas inocentes. Dentre essas vítimas há muitos países em desenvolvimento – inclusive aqueles que têm tido políticas regulatórias e macroeconômicas muito melhores que as dos Estados Unidos e de alguns países europeus. Nos Estados Unidos uma crise financeira transformou-se numa crise econômica; em muitos países em desenvolvimento a retração econômica está criando uma crise financeira.

O mundo tem duas escolhas: ou nos movemos para um sistema regulatório global melhor, ou perdemos alguns dos importantes benefícios que resultaram da globalização. Mas continuar a administração status quo da globalização não é mais sustentável; muitos países estão pagando um preço alto demais. A resposta do G20 à crise econômica global, costurada nos encontros de novembro em Washington e de abril em Londres foi um começo – mas só um começo. Não fez o suficiente para encaminhar soluções para problemas de curto prazo nem enfrentou o tema da reestruturação necessária, no longo prazo, para prevenir uma outra crise. Leia mais na Carta Maior…

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Honduras: tierra desgarrada golpe a golpe

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Adolfo Pérez Esquivel

 El gobierno de facto en Honduras, busca justificar lo injustificable al detener y expulsar del país al Presidente Manuel Zelaya. Vuelvo insistir en que, no podrían dar el golpe de Estado sin el consentimiento del Pentágono y la CIA, que actúan más allá del Presidente Barack Obama.

 Acabo de recibir noticias desde Honduras de periodistas y dirigentes sociales que han logrado ocultarse para evitar la represión y poder continuar informando sobre lo que ocurre en el país. Los dictadores han impuesto la censura a todos los medios y han secuestrado equipos y apresado a periodistas; continúan los allanamientos por fuerzas armadas, en viviendas y lugares considerados opositores violando los derechos humanos. Leia o resto do artigo »

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