Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Joaquim Falcão, professor da FGV.
China e Estados Unidos competem e divergem. Mas, pelo menos num ponto, ambos estão de acordo. É sobre qual deve ser o fator decisivo na disputa pela hegemonia no mundo. Se é que essa hegemonia ainda é possível na multipolaridade. Não será a política econômica sozinha. A política de desenvolvimento científico será, já é, um fator estratégico indispensável. Decisivo, talvez. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O Uruguai, há muito tempo estagnado, precisa de uma inteligência que recuse todas as ortodoxias. A regra que a preside é simples: quem não pensar por conta própria, quem não tiver uma estratégia nacional de desenvolvimento não sobreviverá. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Paulo Nogueira Batista Jr.
Não iria tão longe; mas não há dúvida de que a crise abalou as doutrinas econômicas tradicionais
O FMI divulgou, nos últimos dias, dois trabalhos que indicam mudanças significativas nas análises e nas recomendações da instituição. Parece existir agora disposição de rever e até abandonar algumas ortodoxias antigas e arraigadas, que vinham sendo criticadas pelo Brasil e por outros países em desenvolvimento. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Em 2002, uma promissora empresa sem fins lucrativos que queria colocar em contato professores em busca de suprimentos básicos para a sala de aula e doadores dispostos a fornecê-los quase malogrou em razão do receio dos doadores de que, apesar do objetivo digno, a empresa não seria capaz de executar sua missão de forma competente.
Quanta diferença hoje: passados alguns anos, a Donorschoose é uma empresa próspera. Contudo, a experiência quase fatal por que passou foi uma das razões pelas quais uma equipe de pesquisadoras acadêmicas se viu compelida a explorar de que maneira consumidores, investidores e outros com alguma participação na vida da empresa insistiam em classificá-la recorrendo a estereótipos, muitas vezes desabonadores. O estudo – o primeiro desse tipo jamais feito – mostra que o consumidor, de modo geral, vê de forma estereotipada as empresas sem fins lucrativos como a Donorschoose.org, classificando-as de simpáticas, generosas e solícitas, mas sem a competência necessária para produzir bens ou serviços de alta qualidade e incapazes de gerir negócios financeiramente sadios. Por outro lado, as empresas com fins lucrativos são vistas como mais competentes do ponto de vista do balanço de pagamentos, mas não necessariamente mais conscientes do ponto de vista social. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A decisão do governo britânico de explorar petróleo e gás nas Ilhas Malvinas reaviva tensões entre a Argentina e o Reino Unido, 28 anos depois da guerra travada entre os dois países por esse arquipélago do Atlântico Sul. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
“Ao visitarmos as instituições chinesas percebe-se claramente o investimento prioritário em educação em todos os níveis, forte apoio à pesquisa científica e tecnológica, à inovação tecnológica e sofisticação do parque industrial”.
Wanderley de Souza é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e diretor de projetos do Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro-RJ). Clique aqui para ler mais.
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Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Emir Sader
Cidade Juarez, situada na fronteira norte do México, tornou-se a cidade mais violenta do mundo – afora as dos países que estão em estado real de guerra. O governo de Felipe Calderón jogou álcool no fogo, quando mandou tropas do Exército para supostamente terminar com o narcotráfico e as lutas entre os cartéis – o de Juarez e o de Sinaloa -, tendo como resultado a morte de 2.600 pessoas, de um total de 1.300.000 habitantes.
Segundo The Economist, as raízes da violência na Cidade Juarez vêm da assinatura do Tratado de Livre Comércio da América do Norte, que tornou a cidade em um florescente centro industrial. O surgimento de uma grande quantidade de empregos para mão de obra não qualificada encorajou a jovens a abandonar a escola. Muitos deles são mães solteiras, que deixavam sós seus filhos para ir trabalhar. Até que a recessão produziu um imenso desemprego. Cerca de 80 mil jovens na cidade nem trabalham, nem estudam. A cidade tem muito poucos hospitais e escolas, além de espaços esportivos, culturais, parques, que pudessem ser alternativa para o mundo das drogas.
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Postado em 22 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A 2ª Cúpula da Unidade da América Latina e do Caribe, que reúne 33 países em Cancun (Caribe mexicano), começou nesta segunda-feira (22) com uma participação histórica de líderes e com o objetivo principal de consolidar a integração regional e avançar na construção de uma nova organização multilateral do continente sem a presença dos Estados Unidos e do Canadá. Clique aqui para ler mais.
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