Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
As elites conservadoras dos Estados Unidos jogaram abertamente seu futuro com o das legiões de descontentes da extrema-direita. Elas deram apoio explícito e poder às legiões para que ajam como um braço político nas ruas americanas, apoiando ameaças físicas e a intimidação de trabalhadores, liberais e autoridades que se neguem a defender seus [das elites] interesses políticos e econômicos. Chegamos. Estamos estacionados exatamente no lugar onde nossos melhores especialistas dizem que o fascismo nasce. O artigo é de Sara Robinson, do blog For Our Future. Leia mais…
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Postado em 8 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Eco debate
De certa maneira, era fácil assumir posições durante os anos Bush: os Bush e seus aliados no Congresso estavam tão decididos a levar o país na direção errada que uma pessoa de consciência limpa podia se opor a todas as iniciativas do governo.
[ The New York Times] Hoje, porém, uma coalizão um tanto instável de progressistas e centristas governa Washington, e tomar uma posição se tornou muito mais difícil. A política tende a mover as coisas em uma direção desejável, mas ficar aquém do que você esperava. E a questão passa a ser quantos compromissos, quanta diluição a pessoa está disposta a aceitar.
Haverá muito exame de consciência mais tarde este ano para os defensores da reforma do serviço de saúde. (Para mim a questão definitiva é se a legislação inclui um plano público.) Mas neste momento é a comunidade ambientalista que tem de decidir o quanto está disposta a ceder.
Se teremos uma ação real sobre a mudança climática em um momento próximo, será através de uma versão da legislação proposta pelos deputados democratas Henry Waxman, da Califórnia, e Edward Markey, de Massachusetts. Sua lei limitaria os gases do efeito estufa ao exigir que os poluidores recebessem ou comprassem licenças de emissão, com o número de licenças disponíveis – o limite, ou o “cap” do sistema de “cap and trade” – gradualmente diminuindo ao longo do tempo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Valor Econômico (02.09.2009)
O economista anglo-neozelandês Robert Wade, 65, professor de política econômica e desenvolvimento da London School of Economics, não compartilha do otimismo que tem permeado os mercados nas últimas semanas quanto ao fim da crise econômica mundial. Em entrevista ao Valor, ele pintou um quadro preocupante. Disse que o movimento de recuperação industrial em curso no mundo desenvolvido é apenas uma recomposição de estoques. E que, por não ter sustentação, vai desaguar em nova crise em 2010, provocada pelos altos preços do petróleo e dos alimentos.
Com os países ricos retraídos e a China mantendo uma política exportadora agressiva, Wade avalia que os chamados países emergentes, como o Brasil, têm motivos para se preocupar, pois as exportações chinesas tendem a se direcionar para esses mercados. Não é a China, mas a especulação dos bancos ocidentais com dinheiro emprestado por seus governos para combater a crise que está elevando os preços do petróleo e dos alimentos, diz ele.
Além disso, o economista vê a formação de uma bolha imobiliária na China que deve estourar em algum momento, causando novo abalo. Segundo Wade, os empréstimos bancários na China cresceram mais de 60% no primeiro semestre deste ano, e o quadro em gestação é semelhante ao da crise asiática de 1997, o que a maioria dos economistas ainda rejeita.
Todo esse panorama, na sua avaliação, não é bom para o Brasil, país cuja economia ele diz não conhecer em profundidade. Para Wade, a estratégia comercial exportadora chinesa tem entre seus efeitos inibir a industrialização em países como o Brasil, mantendo-os majoritariamente como fornecedores de commodities. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Tragicamente para FHC e seus aliados a frase de autoria do ex-presidente brasileiro mostrou-se errada em todos os seus significados desde a eleição de Lula até à crise do agora defunto (ressuscitará?) neoliberalismo.
Por Boaventura de Sousa Santos
A frase “a esquerda é burra” é de autoria de Fernando Henrique Cardoso (FHC), sociólogo de renome internacional e Presidente do Brasil entre 1995 e 2003. Ficou famosa pelo simplismo com que desqualificava os adversários das políticas neoliberais do seu governo. Curiosamente tais políticas desqualificavam tudo o que ele antes tinha escrito enquanto sociólogo, o que o levou a pronunciar outra frase que ficou igualmente famosa: “esqueçam tudo o que eu escrevi”. Leia mais…
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Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
By PAUL KRUGMAN
So new budget projections show a cumulative deficit of $9 trillion over the next decade. According to many commentators, that’s a terrifying number, requiring drastic action – in particular, of course, canceling efforts to boost the economy and calling off health care reform.
The truth is more complicated and less frightening. Right now deficits are actually helping the economy. In fact, deficits here and in other major economies saved the world from a much deeper slump. The longer-term outlook is worrying, but it’s not catastrophic.
The only real reason for concern is political. The United States can deal with its debts if politicians of both parties are, in the end, willing to show at least a bit of maturity. Need I say more?
Let’s start with the effects of this year’s deficit.
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Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
By Thomas Palley
Project Syndicate
WASHINGTON, DC – President Barack Obama’s nomination of Ben Bernanke to a second term as Chairman of the United States Federal Reserve represents a sensible and pragmatic decision, but it is nothing to celebrate. Instead, it should be an occasion for reflection on the role of ideological groupthink among economists, including Bernanke, in contributing to the global economic and financial crisis.
The decision to nominate Bernanke is sensible on two counts. First, the US and global economies remain mired in recession. Though the crisis may be over in the sense that outright collapse has been avoided, the economy remains vulnerable. As such, it makes sense not to risk a shock to confidence that could trigger a renewed downturn. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Nouriel Roubini
Nos últimos meses, a economia mundial foi salva de uma quase depressão. O feito se deveu a um conjunto de extraordinárias medidas de estímulo governamentais: nos EUA e na China, e com menor extensão na Europa, Japão e outros países, governos elevaram a liquidez, cortaram juros, impostos, alimentaram a demanda e protegeram o sistema financeiro. Tudo funcionou, mas com um custo. Os governos gastaram e contraíram empréstimos como nunca. A questão agora é: como parar? Leia mais…
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
A Carta IEDI de hoje apresenta uma resenha de um estudo recém-elaborado por três pesquisadores do Fundo Monetário Internacional – Mark Horton; Manmohan Kumar & Paolo Mauro, The State of Public Finances: A Cross-Country Fiscal Monitor, disponível em www.imf.org -, o qual avalia o impacto fiscal e a efetividade dos pacotes de estímulo para reativação das economias dos países do G-20 atingidos pela crise global.
Os autores estimam que os impactos das medidas fiscais discricionárias relacionadas à crise irão corresponder a 2,0% do PIB em 2009 e 1,6% em 2010. A expansão fiscal total nos países avançados do G20 será muito maior do que nas economias emergentes, em reflexo dos maiores estabilizadores automáticos. Não obstante as incertezas que cercam a mensuração dos multiplicadores fiscais, o estudo considera que o impacto das medidas de estímulo fiscal para o crescimento deverá ser significativo. As estimativas do Fundo indicam impacto sobre o crescimento entre 1,2 a 4,7 pontos percentuais em 2009 e entre 0,1 a 1,0 pontos percentuais em 2010, ambos em comparação com o ano anterior. Essas estimativas consideram os efeitos de transbordamento de um país a outro, mediante o canal do comércio, elemento-chave da crise global e dos esforços de uma ação coordenada global.
De acordo com os autores, o impacto da crise global no resultado fiscal dos países do G-20 está sendo significativo. As estimativas indicam que o déficit orçamentário nesses países deverá, em média, aumentar 5,5 pontos percentuais superar em 2009 e 2010 em comparação com o nível pré-crise de 2007, em particular nas economias avançadas, em razão da combinação de menor arrecadação tributária com adoção de pacotes de estímulo fiscal para incentivar a reativação da demanda agregada. Dentre os países avançados do G-20, em 2009, os maiores déficits são projetados para os Estados Unidos (13,5% do PIB), para Reino Unido (11,6%), Japão (10,3%) e França (7,4% do PIB). Já entre as economias emergentes, o maior déficit projetado é o da Índia (9,8% do PIB). Leia o resto do artigo »
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